I Need You
4 Capítulo 4
Notas iniciais
Olá meus queridos leitoresss♥ Tudo bem? Espero que sim :)
Pois bem, capítulo passado não teve muitos comentários, fiquei tristona com vocês que não comentam, mas como eu tenho leitoras muito "biurifóls", vou postar por elas ♥ sahauha
Boa leitura, espero que gostem!
POV Beatrice Prior
– Anda logo Beatrice, seu pai está uma fera te esperando lá em baixo! — Christina me grita pela terceira vez. – Manda ele pra merda então. Que saco eu estou dando uma última olhada na casa pra ver se a gente não está esquecendo nada a pedido dele! Termino de olhar o apartamento e então pego minha bolsa de mão e minha gata; tranco o local e vou com a Chirs até o carro do meu pai que nos espera impaciente. – Nossa Beatrice, eu tenho compromisso! Será que é tão difícil assim colabora pelo menos uma vez na vida? — ele diz assim que entramos. – Me poupe de sermão — coloco meus fones de ouvido enquanto ele fica conversando com a Chris. Chegamos na casa e na sala já se encontravam as trocentas malas da minha mãe, eles viajam hoje de noite para a tal Turquia.– Você trouxe esse bicho nojento? — ela pergunta incrédula quando vê a Luísa no meu colo. – Não, deixei lá em casa. Claro que trouxe né! Achou que eu iria abandona-lá assim como você fez comigo desde o dia que nasci? – Beatrice hoje está impossível, nem perca seu tempo querida! — meu pai diz colocando nossas malas em cima do sofá. – No meu sofá caro não Andrew! Ah, oi Chris! — elas se cumprimentam — Esse é o clima da casa, conflito atrás de conflito... Acho que até já se acostumou. – Relaxa tia, lá em casa não é diferente. – Eu vou indo, tenho que resolver umas coisas na imobiliária, até o almoço meninas- meu pai sai de casa e Minha mãe me encara. – O que foi? — pergunto – Você não muda né? – Nem você. Não sei porque fica me cobrando, não é nenhum exemplo — Me jogo no sofá — Catarina! — grito a empregada. – Sim senhorita? – Leva as malas para os seus devidos quartos. Prepara um suco de ameixa com laranja pra mim, quer alguma coisa Chris? – Strogonof de frango! — ela se joga no sofá ao meu lado– E strogonof de frango! – Beatrice você está achando mesmo que vou deixar as duas sem juízo sozinha aqui mandando e desmandando na casa? Não mesmo. Ainda não fiquei louca! – Não!? Jura? — zombo– Escuta aqui mocinha, contratei a Adriel, ela vai ser a governanta da casa; ela vai me contar tudo que acontecer durante esses oito meses. – Você gosta de jogar dinheiro fora não é mesmo? – Está avisada! E acho bom que quando eu voltar esse bicho nojento não esteja mais aqui, porque teremos problemas. – Gosto mais dela do que de você. – Crescer você não quer não né? – Não, acho que já estou alta demais, né Chris?– Não me mete nessas tretas de vocês — Chris corre para a cozinha e eu vou para o meu antigo quarto tomar banho; antes, deixo a Luísa no sofá só para deixar minha mãe irada, o que não demora muito para acontecer. Saio do chuveiro ensopada de água, me enrolo na toalha e saio pingando pelo quarto todinho. Encaro meu quarto por alguns segundos, não mudou nada, está tudo do mesmo jeito que deixei à dois anos atrás quando me mudei. Vou até o meu mural de fotos e fico olhando todas elas; encontro uma foto minha com meus pais, estamos tão felizes, pena que é tudo forçado; esse amor de pai e filho nunca existiu aqui em casa, eu nunca o experimentei. Rasgo a foto e jogo no lixo; me visto e desço para o almoço. – Claro, pode deixar- diz a Chris para meus pais sentada na mesa. – Cadê meu suco? — digo sentando à mesa– Aqui senhorita — Catarina me serve. – Tá deixa aí — digo com desdém. – Mais educação minha filha, ela te serviu... – Querido papaizinho- digo sinicamenre — Catarina não fez mais que sua obrigação, não tem porque eu agradece-la. – Começou — minha mãe toma o suco e revira os olhos. – Tá minha filha, mas as vezes é bom ser educada com as pessoas — ele diz calmamente e começo a comer minha comida. – Sabe Chris, almoço em família aqui nunca dá certo. Sempre rola alguma discussão, sempre quis saber como é a experiência de se sentar à mesa e comer com um clima agradável. – Não sei se você percebeu mas quem causa a discórdia é você. – Natalie, menos- meu pai a repreende.– Me orgulho disso, mamãe. – Então não reclame do clima, filhinha. Terminamos o almoço em clima de guerra, como sempre. A noite chegou e eu fui deixar meus pais no aeroporto; mesmo que a nossa relação não seja das melhores, confesso que sentirei falta deles. Na hora da despedida até enchemos os olhos, sempre me lembro do dia em que eles viajaram pra Madrid e me deixaram chorando desesperada em casa com as empregadas e com a babá que era quem eu considerava minha mãe de verdade.– E então, o que a gente vai fazer agora? — Christina diz entrando no carro e fechando a porta. – Não sei. Estava querendo fazer uma tatuagem. – Sério? — ela me olha sorrindo– Sim, Você topa?– Agora! Dou partida no carro e saio do aeroporto, sigo até o shopping para fazer uma tatuagem com a Chirs.Assim que chegamos, um cara super tatuado e cheio de pircings nos atendeu, nos mostrou vários tipos de desenhos e então eu escolhi um. – Vai fazer o que amor? – Esse três corvos na clavícula e você?
– Uma frase do John no braço e uma estrela no pescoço.– Gostei. Ficamos até de madrugada no estúdio, doeu bastante mas valeu a pena, a tatuagem ficou do jeito que nós queríamos. ☆☆☆– Acorda preguiçosa! — Christina pula em cima de mim. – Ai sai daqui vagabunda! — empurro ela e me cubro com a coberta. – Anda logo caramba! Vamos pra praia, pegar um sol, uns gatinhos, tomar uma geladinha...- Me descubro e olha pra ela.– Geladinha é comigo mesmo! — dou um pulo e me levanto — Uai Chris já está vestida?- digo vendo sua roupa de praia; short Rosa, biquíni branco, uma blusa branca transparente e um óculos na cabeça. – Claro meu bem, já até lanchei, bati um papo com o jardineiro que chegou aí pra podar as árvores do Jardim... Até ajudei a Catarina a arrumar a cozinha! – Ai ai ai- digo bocejando- Dez minutos e eu desço, senhorita tagarela. – Tá bom, te espero na garagem. Christina é minha prima distante, nossos pais são primos e a gente é amiga desde os primeiros meses de vida. Temos muita intimidade. Faço minha higiene matinal, coloco meu biquíni, um hot pants preto desfiado, uma alpargata Preta e meu hay ban preto para disfarçar minha cara de preguiça. Pego a bolsa, coloco o celular e minha carteira, desço e vou de encontro com a Chris na garagem que está encostada em sua moto. – Vamos? — dou uma voltinha exibindo meu look.– Uau em!? Eu na minha e você na sua? – Pode ser. Seguimos até a praia, a mais bela da Califórnia; aqui é sempre cheio, principalmente aos domingos. – Trouxe canga Tris? — ela diz esticando a dela na areia enquanto eu encaro o mar. – Sim, tá na bolsa. Não vou pegar Sol agora, vou cair de peito, olha que mar lindo. – Vai lá então, mas recomendo você comer alguma coisa antes, mal acordou e já saiu de casa. – Depois eu vou- tiro a bolsa do ombro e jogo na canga da Chris, depois tiro meus sapatos e o short.– Arrasa no mar sereia! Mas antes tira os óculos- Entrego a ela os meus óculos e a deixo tomando sol de biquíni estirada na canga.Vou andando até o mar com meus cabelos voando graças a brisa forte enquanto sou observada; Assim que sinto meus pés molhados pela água salgada do mar, vou correndo e me jogo de cabeça. Logo depois de alguns minutos mergulhando, saio da água e vou até o barzinho. – Uma Tequila por favor — peço ao atendente do local. – É pra já senhorita. Batuco com os dedos na bancada enquanto espero minha bebida; encaro as pessoas que também estão sentadas nas cadeirinhas da bancada do barzinho até que... – Beatrice!? — Olho para o lado e vejo o motoboy.
Notas finais
Agarra esse motoboy ou joga ele pra cá Tris! haha
E aí galera, que estão achando da história? Não deixem de comentar, conto com vocês! Quanto mais comentário, mais rápido postarei! ;)
BEIJUSSS♥
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