Notas iniciais
Olá meus queridos leitoresss♥ Tudo bem? Espero que sim :) Pois bem, capítulo passado não teve muitos comentários, fiquei tristona com vocês que não comentam, mas como eu tenho leitoras muito "biurifóls", vou postar por elas ♥ sahauha Boa leitura, espero que gostem!

POV Beatrice Prior

– Anda logo Beatrice, seu pai está uma fera te esperando lá em baixo! — Christina me grita pela terceira vez.

– Manda ele pra merda então. Que saco eu estou dando uma última olhada na casa pra ver se a gente não está esquecendo nada a pedido dele!

Termino de olhar o apartamento e então pego minha bolsa de mão e minha gata; tranco o local e vou com a Chirs até o carro do meu pai que nos espera impaciente.

– Nossa Beatrice, eu tenho compromisso! Será que é tão difícil assim colabora pelo menos uma vez na vida? — ele diz assim que entramos.

– Me poupe de sermão — coloco meus fones de ouvido enquanto ele fica conversando com a Chris.

Chegamos na casa e na sala já se encontravam as trocentas malas da minha mãe, eles viajam hoje de noite para a tal Turquia.

– Você trouxe esse bicho nojento? — ela pergunta incrédula quando vê a Luísa no meu colo.

– Não, deixei lá em casa. Claro que trouxe né! Achou que eu iria abandona-lá assim como você fez comigo desde o dia que nasci?

– Beatrice hoje está impossível, nem perca seu tempo querida! — meu pai diz colocando nossas malas em cima do sofá.

– No meu sofá caro não Andrew! Ah, oi Chris! — elas se cumprimentam — Esse é o clima da casa, conflito atrás de conflito... Acho que até já se acostumou.

– Relaxa tia, lá em casa não é diferente.

– Eu vou indo, tenho que resolver umas coisas na imobiliária, até o almoço meninas- meu pai sai de casa e Minha mãe me encara.

– O que foi? — pergunto

– Você não muda né?

– Nem você. Não sei porque fica me cobrando, não é nenhum exemplo — Me jogo no sofá — Catarina! — grito a empregada.

– Sim senhorita?

– Leva as malas para os seus devidos quartos. Prepara um suco de ameixa com laranja pra mim, quer alguma coisa Chris?

– Strogonof de frango! — ela se joga no sofá ao meu lado

– E strogonof de frango!

– Beatrice você está achando mesmo que vou deixar as duas sem juízo sozinha aqui mandando e desmandando na casa? Não mesmo. Ainda não fiquei louca!

– Não!? Jura? — zombo

– Escuta aqui mocinha, contratei a Adriel, ela vai ser a governanta da casa; ela vai me contar tudo que acontecer durante esses oito meses.

– Você gosta de jogar dinheiro fora não é mesmo?

– Está avisada! E acho bom que quando eu voltar esse bicho nojento não esteja mais aqui, porque teremos problemas.

– Gosto mais dela do que de você.

– Crescer você não quer não né?

– Não, acho que já estou alta demais, né Chris?

– Não me mete nessas tretas de vocês — Chris corre para a cozinha e eu vou para o meu antigo quarto tomar banho; antes, deixo a Luísa no sofá só para deixar minha mãe irada, o que não demora muito para acontecer.

Saio do chuveiro ensopada de água, me enrolo na toalha e saio pingando pelo quarto todinho. Encaro meu quarto por alguns segundos, não mudou nada, está tudo do mesmo jeito que deixei à dois anos atrás quando me mudei.

Vou até o meu mural de fotos e fico olhando todas elas; encontro uma foto minha com meus pais, estamos tão felizes, pena que é tudo forçado; esse amor de pai e filho nunca existiu aqui em casa, eu nunca o experimentei.

Rasgo a foto e jogo no lixo; me visto e desço para o almoço.

– Claro, pode deixar- diz a Chris para meus pais sentada na mesa.

– Cadê meu suco? — digo sentando à mesa

– Aqui senhorita — Catarina me serve.

– Tá deixa aí — digo com desdém.

– Mais educação minha filha, ela te serviu...

– Querido papaizinho- digo sinicamenre — Catarina não fez mais que sua obrigação, não tem porque eu agradece-la.

– Começou — minha mãe toma o suco e revira os olhos.

– Tá minha filha, mas as vezes é bom ser educada com as pessoas — ele diz calmamente e começo a comer minha comida.

– Sabe Chris, almoço em família aqui nunca dá certo. Sempre rola alguma discussão, sempre quis saber como é a experiência de se sentar à mesa e comer com um clima agradável.

– Não sei se você percebeu mas quem causa a discórdia é você.

– Natalie, menos- meu pai a repreende.

– Me orgulho disso, mamãe.

– Então não reclame do clima, filhinha.

Terminamos o almoço em clima de guerra, como sempre.

A noite chegou e eu fui deixar meus pais no aeroporto; mesmo que a nossa relação não seja das melhores, confesso que sentirei falta deles. Na hora da despedida até enchemos os olhos, sempre me lembro do dia em que eles viajaram pra Madrid e me deixaram chorando desesperada em casa com as empregadas e com a babá que era quem eu considerava minha mãe de verdade.

– E então, o que a gente vai fazer agora? — Christina diz entrando no carro e fechando a porta.

– Não sei. Estava querendo fazer uma tatuagem.

– Sério? — ela me olha sorrindo

– Sim, Você topa?

– Agora!

Dou partida no carro e saio do aeroporto, sigo até o shopping para fazer uma tatuagem com a Chirs.

Assim que chegamos, um cara super tatuado e cheio de pircings nos atendeu, nos mostrou vários tipos de desenhos e então eu escolhi um.

– Vai fazer o que amor?

– Esse três corvos na clavícula e você?

– Uma frase do John no braço e uma estrela no pescoço.

– Gostei.

Ficamos até de madrugada no estúdio, doeu bastante mas valeu a pena, a tatuagem ficou do jeito que nós queríamos.

☆☆☆

– Acorda preguiçosa! — Christina pula em cima de mim.

– Ai sai daqui vagabunda! — empurro ela e me cubro com a coberta.

– Anda logo caramba! Vamos pra praia, pegar um sol, uns gatinhos, tomar uma geladinha...- Me descubro e olha pra ela.

– Geladinha é comigo mesmo! — dou um pulo e me levanto — Uai Chris já está vestida?- digo vendo sua roupa de praia; short Rosa, biquíni branco, uma blusa branca transparente e um óculos na cabeça.

– Claro meu bem, já até lanchei, bati um papo com o jardineiro que chegou aí pra podar as árvores do Jardim... Até ajudei a Catarina a arrumar a cozinha!

Ai ai ai- digo bocejando- Dez minutos e eu desço, senhorita tagarela.

– Tá bom, te espero na garagem.

Christina é minha prima distante, nossos pais são primos e a gente é amiga desde os primeiros meses de vida. Temos muita intimidade.

Faço minha higiene matinal, coloco meu biquíni, um hot pants preto desfiado, uma alpargata Preta e meu hay ban preto para disfarçar minha cara de preguiça. Pego a bolsa, coloco o celular e minha carteira, desço e vou de encontro com a Chris na garagem que está encostada em sua moto.

– Vamos? — dou uma voltinha exibindo meu look.

– Uau em!? Eu na minha e você na sua?

– Pode ser.

Seguimos até a praia, a mais bela da Califórnia; aqui é sempre cheio, principalmente aos domingos.

– Trouxe canga Tris? — ela diz esticando a dela na areia enquanto eu encaro o mar.

– Sim, tá na bolsa. Não vou pegar Sol agora, vou cair de peito, olha que mar lindo.

– Vai lá então, mas recomendo você comer alguma coisa antes, mal acordou e já saiu de casa.

– Depois eu vou- tiro a bolsa do ombro e jogo na canga da Chris, depois tiro meus sapatos e o short.

– Arrasa no mar sereia! Mas antes tira os óculos- Entrego a ela os meus óculos e a deixo tomando sol de biquíni estirada na canga.

Vou andando até o mar com meus cabelos voando graças a brisa forte enquanto sou observada; Assim que sinto meus pés molhados pela água salgada do mar, vou correndo e me jogo de cabeça.

Logo depois de alguns minutos mergulhando, saio da água e vou até o barzinho.

– Uma Tequila por favor — peço ao atendente do local.

– É pra já senhorita.

Batuco com os dedos na bancada enquanto espero minha bebida; encaro as pessoas que também estão sentadas nas cadeirinhas da bancada do barzinho até que...

– Beatrice!? — Olho para o lado e vejo o motoboy.

Notas finais
Agarra esse motoboy ou joga ele pra cá Tris! haha E aí galera, que estão achando da história? Não deixem de comentar, conto com vocês! Quanto mais comentário, mais rápido postarei! ;) BEIJUSSS♥