I Need You

18 Capítulo 18


Notas iniciais
Boa noite!!!! Bem, quero dizer que mesmo com os poucos comentários que recebi no cap passado eu decidi postar porque tenho umas leitoras muito gracinhas que sempre estão comentando então vou postar por vcs♥ E sobre estarem me cobrando a aproximação da Tris com o Tubaias, leiam o capítulo rsrsrsrsrsrs Boa leitura guys♥

Pov Beatrice Prior

Aprendi com meu pai em duas horas mais coisas do que em quatro semestres de faculdade. O trabalho não é difícil, é coisa simples mas muito detalhada. Eu dou conta.

Depois que Andrew me explicou o que eu iria fazer, que no caso é ser o braço direito dele, fui até um lote vazio que meu pai havia acabado de comprar para tirar algumas fotos do local na companhia de Susan, uma garota bem legalzinha que trabalha lá na imobiliária.

– Pronto. Tirei bastante foto — digo olhando a câmera. Susan está ao meu lado olhando em volta, parece perdida em meio ao lote enorme. — Sabe o que o Andrew vai fazer aqui?

– Ele vai mandar construir umas casas nesse lote. Vai colocar pra alugar depois.

– Claro, isso não me surpreende — dou de ombros.

– Eu sempre quis te conhecer sabia? Seu pai sempre fala de você com os olhos brilhando, ele sente muito orgulho de você — encaro ela estranhando o que disse. Deve estar bêbada ou chapada .

– Ele te pagou pra dizer isso?

– Não — ela sorri — Você é engraçada — Olho torto pra ela.

Meu pai tem orgulho de mim desde quando? Ele fala de mim para os funcionários dele? Eu em, deve estar ficando velho.

Volto para a imobiliária com Susan. Ela igual a Christina só que com um toque de delicadeza, não cala a boca um minuto.

– Aqui pai — Entrego a câmera pra ele — Tirei as fotos do lote como me pediu, já posso ir almoçar?

– Pode me fazer mais um favor? — pede carinhoso — Imprime essas fotos e leva na construtora Sánchez, é aqui do lado. É só entregar na recepção, eles já sabem o que fazer com elas.

– Tá bom — digo revirando os olhos. Pego a câmera de volta e vou andando até a tal construtora Sánchez, são apenas duas quadras da imobiliária e como eu adoro bater perna...

Entro em um prédio branco cheio de janelas de vidro, lá em cima no letreiro está escrito em Dourado " Construtora Sánchez". Deve ser aqui.

– Boa tarde — digo escorando no balcão da recepção. Já é uma da tarde e estou quase desmaiando de fome — Vim entregar essas fotos do lote de Andrew Prior.

– Ah, claro — diz a recepcionista pegando a pasta da minha mão — Senhorita Prior não é mesmo?

– Sim, sou eu — digo estranhando.

– Me avisaram que você estava vindo aqui. Obrigada, tenha uma boa tarde.

Saio do prédio e fico parada na frente, bateu um calor agora. Tiro meu cachecol e enrolo ele no meu pulso, depois fico encarando a rua, pensando no que fazer e para onde ir.
Sinto um calafrio quando alguém segura minha mão.

– Oi? — olho para o lado e vejo Tobias vestido com roupas sociais, cabelo arrumado em um topete perfeito e com um sorriso lindo no rosto.

– Uau — É a única coisa que consigo dizer e então ele sorri- Quer dizer, oi —

Tento disfarçar e ele ri da minha reação.

– O que faz aqui? — pergunta ainda com um sorriso no rosto me olhando no fundo dos olhos, não consigo desviar.

– Eu estou trabalhando com meu pai agora e tive que vir aqui entregar umas coisas pra ele. E você, o que faz aqui?

– Eu trabalho aqui — Ele sorri mais uma vez e eu fico sem graça. Ele trabalha aqui desde quando? Ah é, faz tempo que não sei o que ele faz da vida.

– Ah, legal — dou um sorriso e então a gente fica se olhando sem saber o que dizer. Desde quando isso é tão estranho? — Então... tenho que ir, to morta de fome ainda não almocei.

– Ótimo! Vamos juntos eu também não almocei — Ele elege um sorriso ainda mais bonito.

– Por mim tudo bem! Só que eu tenho que ir lá na imobiliária pegar minha bolsa e meu dinheiro, o car...

– A para. Vamos no meu, estou te convidando então eu vou pagar. Depois te deixo lá no seu trabalho — ele soa muito convincente, com esse sorriso no rosto então é impossível não aceitar. Dou um sorriso.

– Não gosto disso Tobias...

– Porque não? Não se sinta desconfortável.

– Tudo bem então, mas eu estou te devendo um almoço.

– Se isso te deixa confortável por mim tudo ótimo. Vamos? — ele estende a mão e eu a seguro.

– Vamos.

Tobias me trouxe para um restaurante que me causou nostalgia. Meu pai sempre me trazia aqui pra almoçar quando eu era pequena e quando eu ia na imobiliária dele pra trabalhar. Essas eram uma das poucas vezes que eu achava que ele me amava.

Ficamos conversando sobre coisas aleatórias enquanto os nossos pedidos não chegavam. Tobias é um cara legal e as vezes me dá um arrependimento de ter feito aquele joguinho com ele, não que eu goste dele mas isso as vezes pesa na consciência.

Já estávamos comendo nossas comidas, e então o celular dele começou a tocar várias vezes mas ele não atendia. Já irritada decidi me manifestar.

– Não vai atender? Deve ser importante pra alguém estar ligando assim freneticamente.

– Não — ele desliga o telefone — Não é importante.

– Então tá — limpo a boca com o guardanapo terminando de comer — Mas... Pra você isso não é estranho?

– O que? — diz tomando o suco verde que pediu.

– Eu e você almoçando sozinho... Sua namorada não vai gostar de saber disso — que ridículo, porque eu disse isso? Ridícula!

– A gente é amigo, não é? Porque ela sentiria ciúmes?

– Eu sentiria ciúmes se você fosse meu namorado e saísse com uma mulher como eu pra almoçar — dou de ombros e ele me encara sorrindo. DROGA! Não devia ter dito isso; mais uma vez, que ridícula!

– Bem, a Lauwren está ciente da nossa amizade. Não acho que tenha nada demais se a gente sair juntos...

– É, também acho que não — dou de ombros

Tobias pediu a conta e depois pagou. Não me senti confortável, nenhum pouco confortável e ele percebeu isso, mas falou que era besteira minha me sentir assim. Não é besteira, é que eu realmente estranho isso, não gosto nenhum pouco.

Saímos de lá e e fomos andando até o carro, antes de entrarmos tive uma ideia.

– Tobias! — ele olha pra mim — Quero te mostrar uma coisa — Ele sorri.

– É mais uma de suas loucuras ou algo do tipo...?

– Não, confia em mim. Não é... nada demais — dou um sorrisinho e ele se aproxima.

– Você dirige então, me mostre o que quer mostrar — diz com um olhar provocante e então pego a chave na mão dele o encarando do mesmo jeito.

Notas finais
Tuts tuts Satisfeitassss? haha O que será que ela quer mostrar em gente? ( ͡° ͜ʖ ͡°) Bem, esse foi o capítulo de hoje, espero que tenham gostado e não deixem de comentar! u.u Beijus