Notas iniciais
Bem, queridos leitores cá estou eu com mais uma fanfic da melhor saga desse word (Na minha opinião).
Essa é minha terceira fic *-*
Então é isso, aí vai o primeiro capítulo e eu espero que gostem!
Boa leitura, até lá em baixo ♥

POV Beatrice Prior

Meia noite. Está na hora.

Desço da moto e vou andando até a frente da pizzaria, onde se encontra o gato do entregador que sempre vai lá em casa quando peço pizza aqui.
Ele está distraído mexendo no celular encostado em sua moto, preciso chamar sua atenção de alguma forma.
Giro o pé e coloco força no calcanhar, meu salto Preto quebra e eu consigo desviar sua atenção pra mim.
- Droga! — digo cambaleante fazendo careta de dor, sempre fui uma ótima atriz.
- Você está bem? — ele se aproxima preocupado guardando o celular na jaqueta.
- Sim- dou um sorriso forçado — Meu salto quebrou e acho que torci o pé... Ai... Aí... que dor.
- Deixa eu te ajudar — ele passa meus braços pelo seu pescoço e me carrega no colo, me sentando em sua moto.
- Obrigada- esboço uma careta de dor e ele se abaixa pegando no meu tornozelo e fazendo vários tipos de massagens.
- Acho que não foi nada de mais. Você deve ter só estralado aqui- ele envolve meu pé nas mãos e sobe seu olhar pelas minhas pernas até encontrar meus olhos; Logo sorri — Acho que te conheço.
- A gente se viu ontem, quando você levou pizza lá em casa...
- É verdade — ele se levanta sorrindo e estende a mão- Tobias.
- Beatrice — aperto sua mão.
- O que um garota como você faz sozinha na rua uma hora dessas?
- Estava com fome, aproveitei que estava sem sono e vim aqui comer uma pizza — digo tirando o outro sapato do pé, ficando totalmente descalça.
- Então acho bom você se apressar, já está quase fechando.
- Ah, claro — me levanto e perco o equilíbrio, acabo caindo em cima dele — desculpa- dou um sorriso inocente.
- Cuidado. Vou te ajudar — me apoio em seu ombro e ele me leva até a parte de dentro do local.
Fiquei conversando com o motoboy enquanto comíamos pizza, insisti que ele ficasse comigo e assim ele fez. Jogamos conversa fora, ele falou sobre a vida dele e eu fingi que entendi alguma coisa quando na verdade não via a hora de atacar. A única coisa que entendi de toda a conversa foi que ele estava no último semestre da faculdade de não sei o que; um tédio.
- Nossa, uma e meia da manhã eu preciso ir — me levanto e finjo ter dificuldade pra andar.
- Você veio de quê?
- Moto.
- Você anda de moto? — pergunta surpreendido.
- Claro que sim- olho pra ele com desdém.
- E você vai conseguir voltar de moto com esse pé doendo?
- Não sei, vou tentar. Qualquer coisa você avisa aos meus pais que eu amo eles — ele sorri.
- Por um acaso você quer que... eu te leve... sei lá.
- Não quero incomodar — digo inocentemente
- Não se preocupa, já está na minha hora também. Eu te levo na sua moto e depois volto pra pegar a minha.
- Tudo bem então, já que você insiste.
Me apoio nele e vamos até minha moto; ele se senta na frente e eu fico atrás com as mãos apertando levemente sua cintura.
- Se segura pra não cair — diz colocando o capacete
- Não tenho medo motoboy, acelere o tanto que puder.
- Não vai colocar o capacete? — ele diz olhando para trás
- Não preciso — jogo o cabelo e ele se vira sorrindo.
Tobias liga a moto e vai seguindo o caminho que indiquei até minha casa. Na verdade nem dei muitos detalhes já que ele sempre vai lá pelo menos 3 vezes na semana me entregar pizza.
- Adoro sentir esse vento no rosto — digo quase gritando em seu ouvido
- Não dá pra sentir muito bem quando se tem um capacete na cabeça — ele responde a altura
- Tira essa droga.
- Não, se algum...
- Para a moto — ordeno e ele faz o que eu peço parando no acostamento.
- O que foi agora? — pego o capacete de sua cabeça e coloco no meu braço — Pera aí Beatrice...
- Agora podemos ir.
- É que...
- É que nada, se não gostar do vento no rosto eu juro que coloco de volta.
Ele se dá por vencido e continua o caminho até minha casa.
- Uhul! — ele grita — Isso é muito bom!
- Eu falei! — digo rindo de sua reação.
Alguns poucos minutos e então chegamos no meu apartamento.
- Está entregue — diz se levantando da moto e eu o entrego o capacete
- Obrigada mais uma vez. Aliás, como você vai voltar?
- Não se preocupa, pego um táxi.
- Ahn. Então xau- dou um sorriso e desço da moto com dificuldade; vou mancando até a entrada do prédio.
- Beatrice, você quer ajudar mais uma vez?- ele diz sorrindo
- Que cavalheiro... mas não, obrigada- dou as costas e vou cambaleante até o elevador.
- Senhorita Prior o elevador não está funcionando, terá que subir de escadas — diz a porteira
- Ah, que maravilha.
- Então você não tem outra alternativa a não ser me deixar te ajudar — ele diz se aproximando com as mãos dentro do bolso.
- Tá bom, você venceu — esboço um sorriso e ele retribui; logo me pega no colo e vai me carregando até as escadas.
- Tem certeza que você quer me levar no colo até o décimo primeiro andar?
- Tenho — ele me olha confiante e logo começa a subir as escadas.
Sinto seu cheiro forte de perfume barato entrar pelas minhas narinas cada vez que mexe seus músculos.
Subimos as escadas em silêncio, só dava pra ouvir sua respiração forte, em nenhum momento parou se quer para dar um descansada.
- É aqui- digo apontando para a porta vermelha do décimo primeiro andar.
Ele me coloca no chão e eu empurro a porta, indo em direção a do meu apartamento apoiada em seu ombro.
- Pronto, está entregue — diz enquanto abro a porta
- Quer uma água ou alguma coisa pra beber? Você está tão... ofegante.
- Pode ser — ele diz colocando as mãos no joelho
- Entra aí- dou passagem e ele entra; Vou andando devagar até a cozinha, pego um copo de água e depois entrego pra ele.
- Obrigada — diz mostrando um sorriso sedutor.
Ele beberica a água e depois me entrega o copo, coloco em cima da mesa da sala e encaro ele.
- Eu já vou. Não precisa de mais nada né? — solto um sorriso sarcástico
- Você é tão lento — ele se aproxima sério
- Não diria lento e sim um cara respeitável.
- Porque respeitável?
- Porque ainda não fiz com você o que tive vontade de fazer desde o dia em que te vi pela primeira vez.
- E você lembra desse dia? Já me viu tantas vezes- digo provocando e ele se aproxima ainda mais.
- Claro. Você atendeu a porta; estava vestida com uma blusa bem grande da Metallica, um meião Preto e com um óculos de grau. Seu cabelo estava todo bagunçado, o que te deixou ainda mais linda.
- Eu também lembro da primeira vez que te vi. Você estava com uma jaqueta preta e uma calça branca, parecia um badboy. Estava um gato — ele se aproxima ainda mais acabando com o espaço que tinha entre nós.
Ele começa a imprensar na parede; em seguida beija meu pescoço até que chega na minha boca.
Fico louca com suas carícias e arrasto ele até meu quatro e assim que chego me jogo na cama em cima dele; Já estava passando da hora de atingir meu principal objetivo daquele dia.
☆☆☆
Acordo com o sol batendo na minha cara. Droga, esqueci de fechar a cortina. Olho para as roupas jogadas no chão do meu quarto e para a mão que está sobre minha cintura, mordo os lábios, eu consegui! Levanto de vagar para não acordar o badboy e me enrolo na toalha, vou direto para o banheiro tomar um banho.
Assim que saio do chuveiro volto para o quarto e o tal Tobias continua dormindo.

-Voce é uma gracinha, pena que não faz nenhum pouco o meu tipo- digo sentando na cama ao seu lado- Bons sonhos baby — dou um selinho nele e me visto rapidamente para não acorda-lo. Saio do apartamento levando apenas minha bolsa e meu celular.
Desço de elevador até a portaria
- Bom dia Alanna! Muito obrigada por ter interditado o elevador pra mim ontem de noite — abro a bolsa e deixo 100 dólares na bancada da recepção.
- Pode contar comigo senhorita Prior, aviso quando ele sair — ela diz pegando o dinheiro e colocando dentro do sutiã.
- Tudo bem — dou um piscadinha e saio do local indo até minha moto que passou a noite fora da garagem.
Sigo até o Starbucks para comer alguma coisa. Entro na loja e peço um frappuccino flor de sal e enquanto espero meu pedido decido dar notícias.
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- Oláaa!
- E aí!?
- Desafio completo, Christina.
- Uau! Você é demais amiga!
- Ele caiu como um patinho. Foi tão fácil...
- Ele te levou pra casa dele?
- Não, tive que mudar meus planos e acabamos indo pro nosso apartamento. Ele ainda deve estar lá, quando sai ainda dormia como um bebê. Não recomendo aparecer por lá agora.
- Tudo bem então. Se preveniu? Tomou a pílula?
- Bem lembrado! Quando sair daqui vou passar na farmácia.
- Beijos badgirl, até mais tarde!
- Kisses.
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Não, eu não sou uma garota de programa. Mas eu não gosto de ser desafiada, muito menos que duvidem de mim. Ah duas semanas atrás acabei participando de um jogo de verdade ou consequência e o meu desafio era arrastar o gatinho da pizzaria, lógico que quem me desafiou foi a idiota da Chris, ela sabia que eu estava de olho nele e só quis dar um empurrãozinho.
Agora que rolou, é bola pra frente. Não quero nada sério com ninguém, muito menos com um entregador de pizza. Até porque seria muito cômico, eu namorar um motoboy; meus pais com certeza me matariam.

Notas finais
Esse foi o primeiro capítulo da fic. Meio ousada essa Tris, não? haha
Então gente, espero que tenham gostado... Querem que eu continue? Se sim, não deixem de comentar!
Como havia dito nas notas da história (Disclaimer) a fic é movida a comentários, então não deixem de comentar e dar a opinião de vocês ! Beijusss, até mais♥