Notas iniciais
lembrem-se, itálico é sempre um sonho ok? heeey, quero ver bastante reviews eihn? porque nem era pra mim tar postando dsaygdiagdsa capitulo cinco tem nc gente õ/ ps: desculpem os erro, mais uma vez não foi revisado ;/
Fiquei observando por um tempo os objetos afiados em cima da minha cama, decidindo se deveria ou não fazer o que eu estava pretendendo.

Num ato de coragem, fui até o meu armário, peguei minha mochila vazia, e joguei-a em cima da cama. Logo depois coloquei todas as minhas estacas e punhais dentro da mesma, e saí de casa sem pensar duas vezes.

Quando coloquei meus pés para fora do edifício forcei minha memória tentando lembrar do dia anterior, onde eu havia seguido o Perseo até uma terrível caverna escura e sombria.

Comecei a andar, e sem ver o tempo passar, logo estava parado em frente a aquela maldita caverna, novamente. Meu coração batia acelerado, e no momento a coragem começava a falhar. Eu só podia estar louco, entrar em uma caverna cheia de vampiros, eu só podia ter comido merda mesmo.

Senti um vulto passar sobre mim e congelei. Olhei ao redor e não vi nada, eu não sabia se devia ficar mais preocupado ou aliviado.

Momentos depois escutei alguém tossindo ao meu lado. Virei minha cabeça rapidamente na direção da pessoa, e ao fazer isso meu pescoço estralou, dando um jeito.

“Você não deveria estar aqui Douglas...” – ele falou me olhando sério, e pela primeira vez não havia ironia no seu olhar.

“Não te perguntei nada ainda Wolfgang” – falei seco, massageando meu pescoço que estava dolorido.

Ele me olhou com raiva, e avançou, me prensando na árvore atrás de mim.

“Eu não estou brincando” — falou apertando meu braço, com força, contra a árvore.

“Nem eu” – falei entre os dentes. – “E me larga, você está me machucando” – terminei tentando me desvencilhar.

Ele apertou mais ainda o meu braço, e disse: “É essa a intenção”.

“Vai a merda...” – disse querendo me soltar a todo custo, agora estava realmente doendo.

Ele riu, e a ironia voltou ao seu olhar quando ele disse: “Sua estupidez me encanta Dougie...”.

Logo depois ele deu um sorriso leve, e me soltou. Respirei aliviado levando a mão ao meu braço, em uma tentativa de amenizar a dor que ele havia causado.

“Você é um idiota” – falei dando as costas e indo em direção a caverna.

“Se eu fosse você não faria isso” – ele falou com uma voz despreocupada.

Virei-me irritado e perguntei: “É? E por que?”.

Logo após a essas palavras escutei o barulho de um graveto se quebrando as minhas costas, e me virei assustado. Meus olhos se arregalaram ao verem quatro vampiros com caninos a mostra olhando em minha direção. Engoli em seco, e eles avançaram contra mim. Quando estavam a menos de dois metros eu me encolhi esperando o pior, mas Perseo se pos a minha frente com os braços abertos.

“Deixem que eu cuide disso, sumam daqui!” – ele disse raivoso para os outros. Em seguida ele se virou para mim com os enormes caninos afiados aparecendo. Os outros sorriram e em um estalo desapareceram. Perseo continuava a me encarar com aqueles olhos azuis, quase brancos agora. E pela primeira vez na vida eu tive medo dele.