I Love You (but) I Hate You

9 Chapter 9 - Devil Town


Notas iniciais
OLÁ XD
TENHO UMA COISINHA PRA DIZER U_U
CONSEGUI A PASTA DAS FICS E BLÁ BLÁ BLÁ DE VOLTA XD
ALELUIA O.O"
E FOI SEM QUERER Õ_Õ
ENFIM.
BERT APARECE NESSE CAP., PARECE QUE NÃO GOSTARAM MUITO DISSO, MAS COMO EU DISSE, ELE VAI APARECER MUUUUITO XD
AO QUE INTERESSA ^^
OBRIGADO PELOS REVIEWS, SUAS LINDAS S2
ATÉ LÁ EMBAIXO 8D

-Meninos? Estão aí? Frank? Gerard? — acordei devagar ouvindo batidas na porta e a voz de Jostein.

Ergui um pouco o corpo e vi Frank dormindo sob minha perna; Chacoalhei-o um pouco e ele despertou devagar, parecia desnorteado.

-Estamos presos! — eu respondi-o com a voz rouca por ter acordado agora.

-Ufa! Estão aqui mesmo! — ouvi Jostein falar com outra pessoa, e ouvi suspiros alívio, devia ser Donna.

-Caralho... — Frank levantou-se devagar e espreguiçou-se. — Levanta.

-Não consigo! Minha perna tá dormente... — eu disse sentindo um pouco de dor e tentando levantar, mas foi fracasso. Frank sorriu sem graça.

-Desculpa... E obrigado. — disse e ouvimos a porta ser aberta, desviando nossos olhares para a mesma.

-Aleluia! Acordamos e vocês não estavam em local algum! — Jostein disse e minha mãe entrou e abraçou-me, ajudando a ficar de pé. — Presumi que estivessem aqui, afinal Frank já ficou preso aqui tantas vezes — riu e Frank corou.

-Agora sei o porquê da Claustrofobia. - Eu sorri levemente e minha mãe ajudou-me a sair do quarto. Deparei-me com Mikey com uma tigela de cereais. - Que horas são? - perguntei-o e minha mãe saiu do corredor; A luz forte do Sol incomodou meus olhos.

-Onze horas! — respondeu e Frank e Jostein passaram por mim.

-Bom, agora que está tudo resolvido vou pro trabalho. Tchau para todos! — disse Jostein e pegou sua maleta saindo da casa, e só respondemos tchau de volta.

-Sentiu minha falta?! — perguntei para Mikey enquanto jogava-me no sofá e ele fez o mesmo.

-Na verdade nem percebi que você não estava no quarto quando eu voltei de madrugada. - ele disse dando de ombros. Nossa, que irmão massa eu tenho!

-Valeu... — reclamei e ele riu servindo-se de mais uma colher.

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07 de janeiro de 2001 — Newark, New Jersey, U.S.A.

Mais um dia passa e ainda estou entediado nessa cidade chata.

Depois do que ocorreu noite passada eu e Frank sequer nos olhamos.

Ele é maluco! Toda vez que nos falamos desaparece e fim?!

Bom, combinei com Bob de nós cinco da banda saíssemos pela cidade hoje a noite. Nem preciso dizer como fiquei feliz, afinal até hoje não fiz nada legal aqui!

A não ser a própria banda, claro.

Mas eu estava preocupado, pois não sabia que rumo isso tomaria assim que eu voltasse para NY... Bom, prefiro aproveitar e quando chegar a hora eu vejo o que faço.

-Oi, fala aí, caras; — assim que abri o portão da casa de Jostein vi Ray e Bob lá fora, encostados em um carro. Mikey e Frank estavam comigo.

-Fala, Gee. Vamos? — Bob disse e entramos no carro; Ray dirigia.

-Aonde vamos? - Mikey perguntou enquanto o carro já andava.

-Na festa do vocalista da minha antiga banda. — disse Ray.

O trajeto todo ficamos em silêncio, nós né, porque o som do carro abafaria qualquer fala nesse momento.

Aproveitei e ficava olhando pelo vidro a cidade, que estava movimentada, cheia de luzes, pessoas... Já é alguma coisa!

Após um pouco mais de meia-hora Ray parou o carro em frente de uma casa grande, mas era daqueles casarões antigos e mal cuidados. Estava cheio de adolescentes por todo o lado, no quintal; E como as janelas estavam abertas, podia-se ver grande movimentação.

-Bom, agora é cada um por si. — disse Bob sorrindo e piscou-nos um olho, andando na direção de uma garota loira que estava de costas, e próxima a janela.

-Será que eles têm videogame? — Mikey perguntou e olhamos pra ele. -O que?!

-Cala a boca, nerd. — eu disse e ele bufou. — Estou com sede. Ray...

Eu ia falar com ele, mas quando olho pra trás ele já estava falando com uma menina de cabelos castanhos. Ótimo! Se depender das garotas eu fico sozinho no mundo.

-Vamos entrar, com certeza tem cerveja ou sei lá. — disse Frank dando de ombros e entrando na casa, sendo acompanhado por nós dois.

A música era muito alta, e a iluminação péssima; A sala de estar transformou-se em uma pista de dança lotada, é, o dono da festa ia se ferrar com os pais dele.

-Ali. — Mikey apontou um frigobar próximo de nós.

Frank e Mikey pegaram uma lata de cerveja cada, e quando eu ia pegar uma, outra pessoa me empurrou e pegou-a.

-Hey! Eu não sou invisível. Você não me viu aí?! – perguntei bravo e o cara estranho de cabelos compridos abriu a lata.

-A festa é minha e eu faço o que eu quero. – disse tomando um gole de cerveja em seguida e olhei-o boquiaberto. Folgado! – Álias, quem são vocês?!

-Sou Gerard, esse é meu irmão Mik e esse é... O Frank. – eu disse e o cara franziu a testa. – Somos amigos do Bob e do Ray. Formamos uma banda, na verdade.

-Ah! Tá beleza... Na verdade, que se foda, pelo menos metade das pessoas que estão aqui eu nem sei quem é. Okay, mais da metade. –disse sorrindo. – Sou Robert. Mas me chamem só de Bert.

-Valeu, mas eu realmente estou interessado em beber algo. – eu disse cruzando os braços. Não fui com a cara dele, mas é o dono da festa né. –Então...

-À vontade. – disse sorrindo sarcástico e saiu de perto de nós.

-Cara estranho. – disse Mikey.

-Mikey, estranho é você. Nem deveria estar aqui, afinal você é criancinha, devia estar dormindo essa hora. – eu disse abrindo uma lata e Frank balançou a cabeça.

Eu adoro perturbar meu irmão!

-Gerard, para de me encher! – disse bufando e saiu deixando apenas eu e Frank.

Não ficamos apenas nós, mas o silêncio desconfortável também.

-Festa chata. – disse ficando do meu lado, e observamos as pessoas dançarem.

-Acabamos de chegar. – eu disse – Cadê os caras?

-Gerard, os esquece. Você realmente acha que vamos voltar todos cinco pra casa juntos?! Eles já estão com garotas... Você sabe... – ele disse e arregalei os olhos.

-Que merda! Como vamos voltar pra casa?!

-Oras, de ônibus. – Frank disse como se fosse a coisa mais normal do mundo.

-Eu odeio ônibus. – resmunguei e ele riu.

-Ninguém gosta. Relaxa, quem sabe achamos alguém que nos dê carona. – disse e olhei-o sério.

-Frank. Olhe em sua volta. – eu disse e ele confuso o fez – TODO MUNDO ESTÁ BÊBADO.

-Hum... Isso é... – assentiu.

-Uma merda – completei e ele riu.

-Vamos lá fora, tá um som muito alto aqui. – ele disse e segurou meu braço puxando-me pro quintal inferior. Oi, Frank. Eu tenho pernas, sabia?!

Na parte de trás da casa havia uma piscina enorme, cheia de pessoas bêbadas, e pela grama também. Nossa, que ótimo futuro para a pátria. Vamos orar.

-Olha. Te disse. – disse Frank apontando pra um canto afastado de todos, onde pude reconhecer Bob e a garota no maior amasso.

-Eba! Ônibus! Linda vida. Deus me ama. – rolei os olhos e joguei-me num banco que estava preso no muro que separava a casa das outras. Nossa, esses vizinhos só podem estar viajando, ou são surdos, porque nem reclamaram!

Ficamos ambos em silêncio, após terminar as latas de cerveja, jogamo-las na grama junto com tantas outras, afinal alguém limparia depois. Pobre pessoa.

-Então... Gostando da cidade? – Frank quebrou o silêncio.

-Ah... Não tenho escolha... Enfim... – enrolei – Não. Não muito. Sinceramente. – eu disse por fim e ele riu baixo.

-Relaxa, ainda vai ter tempo de conhecer coisas legais daqui. –disse e eu assenti – Se bem que... É isso que venho tentando há vinte e dois anos.

Voltamos ao silêncio. Encostei minhas costas sob o fundo do banco, relaxando. Fechei os olhos e já sentia leves efeitos da bebida. Mas como não havia bebido muito, duvido que isso dê muito problema. Estava quase dormindo...

-Gerard, olha as pessoas gritando! Cara, tá lotado! Vamos nessa! — Ray disse rindo e deu um leve tapa no meu ombro, e subiu as escadas que davam pro palco, logo à frente da grande cortina preta.

Eu estava paralisado. Era agora.

-Gee! Se mexe! — Mikey riu pegando seu baixo e subindo as escadas que Ray foi.

Olhei pro lado e Frank terminava de afinar a guitarra, e Bob conversava com alguém num canto.

É agora.

...Senti leves gotículas de água sob meu rosto. Oh, droga.

-Está chovendo. – murmurei sem abrir os olhos e ouvi um som com a garganta de negação – Claro que tá!

-Oh, merda, Gerard. Cara, melhor abrir os olhos agora. – reconheci Frank dizer meio desesperado e balançando meu braço.

-O que f... – eu dizia abrindo os olhos e quando vi a cena que se passava na minha frente, fiquei furioso.

Notas finais
TAN TAN TAAAAAAAN XD
QUE SERÁ QUE O GERALDO VIU? O.O
NOSSA...EU TAVA ESCREVENDO UM CAP. AQUI BEM MAIS TENSO QUE O TRECHO QUE DEIXEI PRA VCS NO CAP. PASSADO XD KKKK' SIM, SÓ TENDE A PIORAR TT_TT
REVIEWS?
PRÓXIMO POST VAI SER EM ''HONEY, YOUR DAD FUCKED ME!" :)
SE VOCÊ LÊ, FIQUE ATENTO U_U
O.Õ
BJSSSSSSSSS ^^