I Love You (but) I Hate You

7 Chapter 7 - When It Rains


Notas iniciais
Olá, fofinhas *u*
Tô postando bastante tarde, né?! heaheau tarde de hora,pq né u.u
Agradeço eternamente os reviews s2
Bom, sei que é cedo pra postar, mas é que a fic está TÃO avançada no meu pc que achei melhor não demorar.
Só pra vcs terem uma idéia de como a coisa tá aqui, ontem eu fiz uma limonada muitoo boa, sabem?! ~~fortes entendem
EHAHEUAHEUAHEUAHEUH :6
TÁ PAREI. VAMOS AO QUE INTERESSA.
BOA LEITURA!!!!!
=***

-Sim, querido? Mamãe está perto da porta. – disse ela.

Espera.

EU não estou perto da porta.

-Ninguém sai daqui, vou pegar velas e lanternas na cozinha. – ouvi a voz de Jostein e em seguida passos pra fora da sala.

-Frank?! – perguntei assustado.

-Não, seu idiota, a Samara. – disse ele perto do meu ouvido, e não sei por que, mas ele falou bem baixo.

-Ah, claro, a criancinha tem medo do escuro. – eu disse zombando embora estivesse um pouco assustado também. – Pelo menos tamanho de criança você tem.

-Cala a boca!

-Algum problema, meninos?! – ouvi a voz de minha mãe um pouco mais perto da gente.

-Nada, mãe. Só o Frank com medo do escuro. – eu disse e ela riu baixo enquanto Frank pisava no meu pé. –AI!

-Ah, digam à Jostein que eu fui pro quarto. Vou usar a luz da tela do celular, estou cansada demais. Boa noite, meninos. – disse minha mãe.

-Nossa mãe. Sete da noite e já vai dormir... – eu dizia, porém ela já havia subido. – Frank, eu acho que meu braço me pertence.

-Fica quieto e me ajude a ir pro meu quarto. — disse já me puxando para as escadas, porém eu parei puxando-o de volta assim que ouvi a voz de Jostein e vi umas luzes.

-Achei várias velas e lanternas! Peguem. – disse iluminando nosso rosto, me fazendo espremer meus olhos; Deu-nos uma lanterna cada e subimos as escadas, mas ainda com as luzes Frank não largou meu braço.

-Vamos ao meu quarto, o Ray e Mikey devem estar lá ainda. – eu disse e ele assentiu e fomos.

Quando abrimos a porta não havia ninguém, mas a janela estava aberta.

ELES PULARAM?!

Fui correndo fechar a janela que já molhava todo o chão de madeira e vi um bilhete na mesa do computador, logo ao lado dos instrumentos deles.

“Gee, fomos na casa do Bob, a casa dele tem gerador. Volto mais tarde, Beijos. Mikey.”

-Há, que ótimo eles estão num lugar onde tem energia e a gente na miséria e escuridão. – eu disse bravo e Frank deu de ombros.

-Isso é normal, já queimei dois computadores com isso... – disse e arregalei os olhos – Chove bastante aqui, nessa época do ano.

Ele sentou-se na cama que era minha e sentei-me ao seu lado, rindo baixo.

-O que? – perguntou.

-Já reparou, é a primeira vez que você me diz algo sem me mandar calar a boca em seguida ou sei lá... – eu disse.

-Me Esqueci. – deu de ombros.

-Bom, não acho que a energia irá voltar tão cedo... O que quer fazer? – eu disse ficando de pé novamente.

-Sei lá... Dormir. – disse ele e jogou as costas sob minha cama, fechando os olhos.

-Fala sério! Deixa de ser tão preguiçoso! – reclamei e ele abriu os olhos rindo.

-Oras, é o que eu costumo fazer. – disse e bufei entediado – Ah não ser que...

Ele dizia, mas parou, esperei-o continuar a fala, porém ele não o fez.

-Ah não ser que o que?! – perguntei e ele pôs-se de pé mantendo uma cara pensativa.

-Já foi no porão?! – perguntei e neguei com a cabeça – Nhá, deixa. Você deve ser muito medroso pra ir lá... – ia sair do quarto, mas puxei-o de volta.

-Quero ir! O que tem de mais lá, afinal?! – disse e ele suspirou e coçou a nuca.

-Umas estátuas velhas e coisas de gente falecida. Meu avô trabalhava em um cemitério, e como foi fechado há anos atrás e antes dele falecer, deram-lhe umas coisas antigas. Você sabe; Lixo, inútil. – disse com desdém, e interessei-me; Teria algo de legal nessa cidade?!

-Gente morta! Isso é legal, vamos lá agora! – eu disse animado e ele me olhou surpreso.

-Ahm... Tem certeza?! Quer dizer... É escuro e sujo... Poeira pra todo lado eu... Tenho rinite... Vai atacar e... – dizia com a voz meio vacilante.

-Nhã. Vamos. – eu disse fingindo não ter percebido seu medo. Puxei-o pra fora do quarto e ele sem escolha guiou-nos à uma porta grande e velha de madeira mau cuidada.

Abri a porta de uma vez, e apenas vi uma coisa caindo sob minha cabeça e ouvi Frank rir.

-O QUE É ISSO?! - gritei assustado e Frank entrou no porão e tirou um pano comprido branco de cima de mim.

-Calma, é só um pano que usam para cobrir as coisas... - ele disse e jogou o pano no chão.

-Que vamos fazer aqui? - perguntei entediado olhando em volta, mas estava escuro demais para enxergar algo.

-Sei lá, vamos ver se tem alguma coisa utilizável aqui... - Frank disse e fomos mais fundo pelo porão, mas só um pouco.

-BAM!

-O que foi isso?! - tomo um susto com um som forte de batida e Frank arregala os olhos.

-Ah, merda! Não! A porta! Bateu! — ele disse e suspirei aliviado, não entendendo porque Frank saiu correndo pra porta.

Bom,o que tem a entender? Ele é louco.

-Qual o problema? — perguntei vendo-o tentar abrir a porta desesperado.

-Droga!! A porta emperrou, estamos presos aqui! — ele disse apoiando as costas na porta e esfregando as mãos no rosto nervosamente. Arregalei meus olhos.

-O que?! Tá louco! Vamos chamar ajuda — eu disse e empurrei-o da porta e comecei a batê-la e gritar — SOCORRO! AJUDA! S.O.S! ALGUÉM! MÃÃÃÃEEE!

-Cala a boca! Sua mãe e Jostein devem estar no quarto e Mikey não está em casa. Aqui é muito fundo, ninguém vai ouvir. — ele disse calmo e olhei-o nervoso — Relaxa, já aconteceu comigo quando eu era criança... Tem um colchão aqui e...

-Tá maluco, Iero?! Não vou dormir aqui! — eu disse e ele levantou uma sobrancelha- GENTE. MORTA.

-Larga de ser besta, não é como se tivesse cadáveres aqui. — disse e revirou os olhos e afastou-se; Segui-o, pois minha lanterna havia apagado. Droga de pilha vagabunda!

Frank deu-me a lanterna dele que era maior, e pediu para iluminar o caminho dele. Não entendi, mas o fiz; Vi-o ir até o fundo onde havia uma janela que não abria, era só um vidro na verdade; Ele pegou de trás de um armário grande e velho um colchão meio sujo e colocou aquele pano branco em cima do mesmo.

-Então... Só tem um... Se você não se importa... — ele parou do lado do colchão olhando-me sem graça.

-Calma Iero. Eu não sou estuprador. — rolei os olhos e deitei-me do lado direito e vi-o dar de ombros e deitar-se também.

O colchão era pequeno, e como não tínhamos nada cobrindo-nos, não era lá uma situação muito boa.

O único som no momento era da chuva batendo na janela, o vento forte fazendo sons estranhos, e o ruivo das folhas das árvores debatendo-se, assim como seus galhos que eventualmente batiam no vidro.

Era uma situação muito incômoda, ainda mais pelo fato de eu virar de um lado para o outro quando não consigo dormir; Me virei para a esquerda na esperança que Frank estivesse para o outro lado ou dormindo.

Mas não.

Notas finais
Medi que o próximo cap. é pequeno, então posto segunda-feira! 8)
Reviews por está bosta?
EHUAHEUAHEUAHEUAHEUHAEUHAEH
e eu ainda escrevo muito essa fic hum.
Acabei dois caps. bem tensos...Não no sentido dramático, mas no sentido O.O"
huheuaheuahe
Postei uma frerard nova aqui no Nyah:
http://www.fanfiction.com.br/historia/171600/Beijado_Por_Um_Anjo
Não me batam, uma propaganda é básica haehuaheuh'
Essa vai ser atualizada amanhã :)
OBRIGADO POR LEREM!!!!!
BEIJOS. ^^