I Love You (but) I Hate You

24 Chapter 23 - Know Your Enemy


Notas iniciais
Oi suas gatas =^.^= -q
*tentando n levar tiro*
Mals pela demora. =P
......
Bom, eu odeio esse capítulo, é. Já aviso que tá meio dramático, mas não do tipo...Legal. -q
Enfim. Boa leitura.
Se é que alguém ainda lê essa porra. :~

-RAY! NÃO ACREDITO QUE TÁ ME TRAINDO COM UM GAROTO! –ela ficou boquiaberta e só ouvia as risadas ainda mais altas de Bob e Mikey.

-MAS, NÃO...NÃO É NADA DISSO! –Ray disse alto.

-VOU TE MATAR, MALDITO – a menina gritou. Há, Ray se fudeu!

LOL

Espera.

Por que ela tá vindo na minha direção?

-AAH, ME LARGA, GAROTA MALUCA! –gritava enquanto ela pulou em cima de mim, me batendo.

-Amor, para de bater no Gee! –ouvi Ray pedir.

-TÁ DOÍDA, SUA VACA? NÃO TOCA NO MEU GERARD. SOLTA ELE JÁ! –Frank gritou e deu um empurrão em Krista, que caiu do outro lado. –Amor! Você ‘tá bem?

-Frankie! Socorro, ela é maluca, vai estragar meu cabelo – eu disse e ele me puxou pra ficar de pé.

-Nossa, Gerard, até em situações como essa você fica de viadagem – Bob disse. Ele e a hiena louca do Mikey já haviam parado de rir.

-Own, meu bebê, vem cá – Frank me deu um abraço.

-VOU TE MATAR, SUA COISA RÍDICULA! – Krista gritou e vinha pra cima de mim, porém Ray segurou-a.

-Baby, eu não sou gay e não ‘tô te traindo! O Gee é meu amigo, estávamos só brincando, ele namora o Frank. – Ray explicou e a garota franziu a testa. — NÃO TÁ VENDO, MULHER?!

-Eca! Vocês são garotos! Que nojo – ela disse.

Desculpem-me, mas acho que precisarei daquela arma que já pedi uma vez, de novo.

-Cala a boca, vadia. Se tiver amor, o resto não interessa – Frank disse e me beijou.

-Que horror! –ouvi-a dizer e, no fim do beijo, a vi boquiaberta – Ray, eu não posso namorar um cara que tem amigos gays!

-Krista, eles são meus melhores amigos. Não me importa se são gays ou não. –Ray disse sério.

-Foda-se! Escolha já. Ou eu ou eles. Ah, só se lembre que tem coisas que eu faço pra você que eles não fazem – disse ela e colocou as mãos na cintura.

Sinceramente, não entendi como um cara tão legal como o Ray foi se interessar por uma (vadia) garota tão estúpida assim.

-E-Eu... –Ray ficou alternando o olhar de mim e Frank à Krista.

-Ray...Se for assim, você teria que deixar a banda! Você não faria isso, faria? –Mikey perguntou sério e Ray baixou o olhar.

-Ray, se você sair da banda é adeus festival de música para nós. –Bob falou.

-Fran, não! É meu sonho, nosso sonho! –eu murmurei abraçando de novo Frank que me apertou forte.

-Calma, amor. –Frank disse e parecia querer dizer algo mais, só que pareceu sem palavras.

Esse era o problema;

Eu queria ouvir ele dizer que Ray não falaria que preferia Krista, que sairia da banda...Mas ele não disse.

Nenhum dos dois.

-Desculpem, caras... –Ray falou e na hora tirei meu rosto do pescoço de Frank e o olhei. Ele suspirou profundamente e vi Bob e Mik boquiabertos.

-R-Ray! C-Como...Não acredito! Pensei que fossemos amigos! –eu disse me soltando de Frank e ficando na frente dele.

-Sabia que não ia me decepcionar, amor! –Krista disse rindo e abraçou-o, porém Ray permaneceu sério – Vamos embora, deixa esses viados aí se comendo.

-OLHA AQUI, SUA PUTA. EU JÁ OUVI DEMAIS – Frank gritou bravo e foi pra cima de Krista, porém Bob e Mik o seguraram. –RAY! SAI DAQUI AGORA! VOCÊ É UM TRAIDOR FILHO DA PUTA , DUAS CARAS. SE MANDA.

-E EU PENSEI QUE PODÍAMOS CONTAR COM VOCÊ, QUE DECEPÇÃO. –Bob gritou bravo.

Todos estavam tão sérios, bravos, tensos...Eu nunca pensei que brigaríamos algum dia. A banda nem tem nome e já acabou. E a culpa é só minha e das minhas brincadeiras idiotas...

-Ray, fica com a gente, por favor! Você não pode sair da banda, eu...Você estava no sonho que eu tive, você tem que ficar com a gente! –proferi e todo mundo pareceu confuso.

-Eu gosto muito de vocês, mas...Eu amo a Krista. Um dia vocês vão entender e-

-Eu já entendo. Eu AMO o Gerard, e sempre soube que pessoas idiotas seriam contra. Mas quer saber? Foda-se. Não importa o que aconteça de ruim, porque sempre estaremos juntos. –Frank disse e segurou minha mão – E sei que Bob e Mikey sempre estarão do nosso lado. Pensei o mesmo de você, mas vejo que me precipitei.

-Desculpa... –Ray disse e Krista nos olhou enojada e puxou-o pra fora da sala.

-Desculpem, é tudo culpa minha! –eu disse triste.

-Gee, não é sua culpa. Ao contrário. Graças a você descobrimos a verdadeira face do Ray...Um falso do caralho.... –Bob disse e colocou a mão no meu ombro.

-Mas...Não vamos mais tocar no festival! A banda acabou! –eu disse já quase chorando de raiva de mim mesmo.

-Calma! A Banda VAI continuar...Já o festival, realmente é outro caso...Há essa altura, já fizeram as trocas de integrantes e, mesmo se procurássemos pela cidade, não teria um guitarrista melhor do que o Ray...-Bob falou.

-Vamos dar um jeito, Gee...-Mikey me abraçou forte.

-Eu me odeio. –murmurei.

-Não se odeie! Odeie aquela garota homofóbica estúpida. –Mikey disse.

Que fim drástico...

*~—–—–——–»..x..«–——–—–—~*

Quando chegamos em casa mais tarde, contei tudo para Jostein e Donna; Também tinha dito para Bert antes de sair da festa, e não perdemos a oportunidade de pedi-lo para verificar se havia algum guitarrista sobrando.

Me sentia muito decepcionado e magoado com o Ray...Como amigo, ele devia nos defender e ficar do nosso lado, mas não...Tudo isso por causa de uma garota...Ele não entende...Namoros podem acabar rápido, mas amizades verdadeiras...

-Devíamos denunciar essa garota. Isso é crime! –Donna falou séria e Jostein assentiu.

-Tenho um amigo advogado e- Jostein dizia.

-Não! Eu...Deixem isso pra lá, okay? Eu não me abalei pelo que aquela garota nojenta disse...Já sobre o que o Ray disse... –suspirei.

-Ainda bem, Gee...Não queria que isso atrapalhasse nossa relação... –Frank disse sorrindo sem graça.

-Claro que não, Fran. Eu estou feliz como nunca estive, por causa de você. Estar na banda é um sonho e...Temos que seguir em frente, nós quatro. –eu disse e ele assentiu sorrindo.

-Bom, qualquer coisa- Donna dizia e a campainha tocou –Oh, já volto.

Ele se levantou e foi atender a campainha que tocava insistentemente.

Se for a Krista eu jogo o fogão na cabeça dela,sério.

-Como vamos continuar com a banda? –Mikey perguntou.

-Não seria impossível que só tivesse só um guitarrista, eu. Claro, com certeza o som ficaria melhor com mais um, só que... Daí teríamos que achar um muito bom. –Frank disse e Mik assentiu.

Minha mãe entrou na sala;

-Quem...

-Bert. – respondeu ao Mikey e, não sei por que, Jostein saiu da sala de estar na hora, assim como Donna.

-Oi, gente. –Bert sentou-se na cadeira ao meu lado.

-E aí, conseguiu alguém? –Frank perguntou e Bert suspirou.

-Desculpe, caras. Não tem nenhum guitarrista disponível. Foi mal. – Bert disse e nós três suspiramos.

-Bom, é isso. Esse é o fim da banda que nunca teve nome. Obrigado mesmo assim. –eu disse e fui pro quarto.

Eu não podia acreditar...Estava bom demais pra ser verdade! Porque é que NADA na minha vida pode dar certo? Merda...O pior que é tudo minha culpa... Espera. Quem sabe se em NY eu não consiga entrar em uma banda. Têm tantos músicos naquela cidade...

-Gee...? – ouvi a voz de Bert e sentei-me de volta na cama.

-Eu...Nem tenho coragem de olhar mais pros caras. – sorri sem graça e ele sentou do meu lado.

-Chega, Gerard. Não foi por sua causa. Pelo que você me disse, aquela namorada do Ray é uma puta! – ele disse – Sinto muito não ter conseguido um guitarrista...

-Tudo bem. Foi o maior abuso te pedir isso, não posso reclamar – eu disse e ele sorriu.

-Não me importo. Pode contar sempre comigo.

-Obrigado, Bert... –abracei-o.

*~—–—–——–»..x..«–——–—–—~*

Haviam se passado três dias desde o acontecido; Três dias que não vemos Ray. Hunf, claro. Não esperava vê-lo nunca mais.

Eu não daria muita bola, pois ainda estava com a idéia de criar uma banda quando voltasse pra NY, mas me doía muito ver Frank, Mikey e Bob tristes pelo ocorrido. Claro que eu estava triste também...Ainda mais pelo fato de que, se Bob não houvesse me chamado pra banda dele, nada disso teria acontecido...Ou ainda mais, se eu não amasse o Fran...

Hoje minha mãe havia me chamado pra ir ao shopping com ela; Como Mikey não havia aceitado, chamei o Frank. Nem preciso dizer que ele concordou, né?

“-Okay, mãe; Vamos comer algo enquanto você faz suas compras. Nos encontramos mais tarde por aí e fazemos algo juntos, tá? – eu disse e ela me olhou triste – Mãe!

-Foi-se o tempo em que você e o Mikey eram dois bebezinhos que eu levava pra onde queria...Agora estão ai, soltos pelo mundo. Nem andar comigo mais querem. –disse ela e revirei os olhos.

-Sabe que eu te amo – abracei-a. No meio do shopping. A minha mãe. Não disse que amo?“

Enfim, isso que houve. Depois da ceninha melancólica da minha mãe –que era típica destas coisas- eu e Frank fomos ao Mc Donalds; Hoje o shopping estava um pouco mais lotado, pois era feriado.

-Obrigado por aceitar vir, Fran! – eu disse e comi mais batata-frita enquanto ele sorriu.

-Claro que eu viria, amor! Sempre quero estar com você. –disse e sorri– Além do mais, não posso deixar meu namorado lindo solto pelo shopping assim! Ainda mais hoje que está lotado. Não quero que ninguém fique te paquerando ou...

-TÁ FRANK, EU ENTENDI. – revirei os olhos.

No início eu achava normal esse ciúme que o Frank sentia por mim; Mas ele passou a investir pesado nisso!

O tempo todo...Qualquer situação, qualquer pessoa!

Sério, ele quase amputa minha cabeça quando olho pra alguém.

Isso não é normal!

Após o “almoço”, ficamos dando umas voltas no shopping, apenas gastando tempo.

Mas daí quando estamos atravessando a “esquina” de uma loja de roupas...

-Desculpa! –pedi, juntando as sacolas da pessoa que eu esbarrei. E o Frank lá de pé! Mas faz sentido, afinal, pela altura ele está mais perto do chão, mais difícil cair.

-Eu que peço desculpas, eu... –entreguei as sacolas pra pessoa e reconheci na hora.

-Krista?! –me surpreendi e ela me olhou com ódio ao perceber ser eu.

Notas finais
Continuo essa bagaça? :~~