I Love You (but) I Hate You
15 Chapter 14 - Why Can't You Be Nicer To Me?
Notas iniciais
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vim cedo eu sei...MAS LEIAM AQUI POR FAVOR! (*-*)
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Então, queridas leitoras...Precisamos discutir nossa relação u_u
q
Eu estou ficando triste, porque essa fic mostra no meu visor ter 27 leitoras e nem metade aparece...E pra mim quando a pessoa lê a fic e não deixa review, é porque não acha boa o suficiente pra comentar...
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Mas agora eu pergunto: Como vou melhorar se não disserem o que não gostam?!
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Eu ficaria muito feliz se minhas leitoras aparecessem ~~todas~~ e isso acontece em todas as minhas fics!!!
Review não mata!! U_U
QUEM GOSTA COMENTA U____Ú
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Enfim, bem vindas leitoras novas, agradeço muito mesmo por aparecerem, espero que apreciem a fic ^^
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obrigado por lerem!!!
BOA LEITURA!
Quando se eram 19h58min da noite eu havia terminado de contar tudo à Bert; Ele ouviu tudo atentamente, e não sei porque, a cada palavra minha sua feição tornava-se triste ou desapontada.
-Nossa... O Frank é maluco! – disse quando eu terminei. Tá vendo, não apenas eu penso isso.
-Eu sei! Ah, mas foda-se. Eu o odeio. E falo de ódio de verdade, mortal. – eu disse totalmente irritado e Bert riu. – Tá rindo do que?
-Você! Parece aquelas garotas que tem raiva que o menino que elas gostam está com outra menina, mas nunca admitem realmente que o ama. Se liga! Foi só um beijo. Significou muito pra você, mas pra ele... – disse Bert e aquilo me machucou.
-Que merda. Nem pensar. Eu não gosto dele... Estávamos bêbados... – eu disse cruzando os braços.
-Idaí? Você mesmo disse que tinha beijado outro cara, e não sentiu o mesmo. E já estava praticamente bêbado. – retrucou. Filho da puta! Por que ele tinha que ter realmente prestado atenção?!
-Hunf... Dane-se. Já passou. – eu disse e ele ia dizer algo, mas a porta foi aberta.
-Mamãe está chamando pra jantar. – disse Mikey e logo ele saiu correndo. Esfomeado!
-Bom, já vou indo então... – disse Bert. Não sei se ele falava sério ou apenas disse aquilo para ser convidado. De um modo ou outro...
-Fica. Janta com a gente. – eu disse e ele fingiu pensar.
-Hum... Espera... Boca livre... Ahn, sei não...
-Idiota! – rimos – Vamos logo. Chorar da fome sabia?
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-Então, Robert. Você é vocalista de uma banda, hã? Qual o nome da sua banda, mesmo? – desde que sentamos à mesa, minha mãe não para de perguntar coisas sobre Bert para o mesmo. Ela pode até escrever uma biografia dele já!
-The Used. Bom, o guitarrista saiu, então estamos meio que parados. – respondeu dando uma garfada no pedaço de frango.
-Eu, o Gee e o Frank formamos uma banda com o Bob e o Ray. – disse Mikey, o enxerido.
-Já tem um nome? – perguntou Bert.
-Nossa! Eu me esqueci disso! – bati em minha própria testa e Bert riu com o ato.
-Não. Verdade, nós temos que marcar o próximo ensaio e discutir isso. Já estou mais ou menos no baixo, e dá pra tocar algumas músicas. Vocês sabem, uns covers só para ver como tocamos todos juntos. – disse Mikey e eu e Frank assentimos.
-Alguém quer mais refrigerante? – perguntou minha mãe enquanto retirávamo-nos da mesa.
-Não. Obrigado, senhora Way e obrigado Jostein por me deixarem jantar aqui. A comida estava maravilhosa, faz tempo que não como bem assim. Desde que estou morando sozinho comida congelada e chinesa é meu cardápio. – disse Bert e franzi a testa. – Mas preciso ir embora. Está tarde.
-Oh, querido, apareça mais vezes! – disse minha mãe piscando um olho pra mim, não sei por que, e ouvi Frank resmungar – Boa noite, e dirija com cuidado.
-Pode deixar! – ele sorriu e abraçou-a e Jostein rapidamente. Levei-o ao lado de fora onde o carro dele estava estacionado.
-Você mora sozinho naquele casarão gigante?! Como paga suas contas? – perguntei e ele riu.
-Aquela casa não era minha. Eu apenas estava cuidado dela, é do meu chefe. Ele viajou e me pagou pra cuidar. Eu moro em uma casa pequena, não muito longe daqui. Mas diz aí, cuidei bem da casa deles, não é? – sorriu malicioso.
-Uh... Com certeza... Só sendo louco pra confiar uma casa daquelas a alguém como você... – eu disse e ele balançou a cabeça.
-Bom, vou indo agora. Amanhã é terça... - olhou para o ar parecendo pensar e olhou de volta para mim – É eu trabalho... Hum, mas se acontecer “algo” não hesite me ligar!
-Obrigado, Bert. Por vir e tudo o mais. Valeu mesmo. – eu sorri e nos abraçamos – Até mais.
-Tchau! – entrou no carro e segui-o com o olhar até sumir de minha vista ao virar à esquina.
Voltei pra dentro da casa e Frank estava olhando pela janela, com aquele olhar bravo dele.
Otário.
Já a minha mãe veio toda cheia de sorrisos pra cima de mim;
-Gerard, aquele seu namorado é muito educado e parece ser um bom rapaz! – disse sorrindo. AHAM, MÃE. O BERT BOM RAPAZ, OKAY SENTA LÁ.
-Namorado? Tá doida... – balancei a cabeça rindo; O Bert é legal, mas somos amigos!
-Uh... Gerard se revelando... –brincou Mikey.
-Vai se ferrar! – eu disse bravo.
-Traga-o mais vezes. – disse minha mãe e subiu as escadas, seguida de Jostein.
-Dá pra acreditar?! – falei mais comigo mesmo, jogando-me no sofá.
-Vocês estão namorando, é?! – Frank sentou-se do meu lado meio irritadiço; Essa bipolaridade dele cansa minha beleza.
-E se estivermos? O que você tem haver com isso, carcereiro de gaiola? – perguntei debochado e ele apertou os olhos.
-Não tô nem ai! Fodam-se à vontade! Se merecem! – disse bravo e subiu pro quarto correndo; Fiquei boquiaberto com suas palavras.
Onde já se viu!
Subi pro meu quarto, tomando um banho quente e demorado, estava precisando aliviar a tensão em mim; Merda, nunca deveria ter saído de New York.
Minha vida é um círculo vicioso, onde eu só levo bomba
Mas agora não poderia ficar pensando em Frank e as doíderas bipolares dele, têm a banda ainda; Mas, duvido que isso chegue a algum lugar...
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Eu, Frank, Mikey e Bob estávamos há uma hora na garagem esperando por Ray para começarmos o ensaio e a discussão sobre o nome da banda.
Uma hora.
Ray ligou-nos há muito tempo dizendo já estar vindo; Passou um furacão na casa dele ou o que?
-Olha quem chegou! Aleluia! Achei que meu corpo ia desintegrar de tanto esperar você chegar. – disse Bob quando Ray entrou correndo ofegante na garagem e nós rimos.
-Desculpa, caras. Eu saí com a Krista e deixei-a na casa dela, mas o carro quebrou daí chamei o guincho e vim correndo. Só que ela mora do outro lado da cidade. – disse ele tentando normalizar a respiração e pegando uma lata de refrigerante no frigobar que jazia ali.
-Newark não é muito grande... Tem certeza que você apenas levou-a na casa dela?! – disse Bob e voltamos a rir, Ray revirou os olhos.
-Temos que decidir o nome da banda. – disse Mikey.
-Não tenho idéia. – eu disse.
-Eu menos. – Frank falou.
-Não consigo pensar nisso agora. – disse Ray.
-Decide você, Mikey. Já que você não faz nada. – eu disse batendo na perna dele.
-Vai se foder! –disse bravo.
-Então... Alguém? Idéias? – Bob perguntou e um grande silêncio pairou no ar.
Ficamos todos pensando num nome, até que olhei pra Mikey e o safado estava lendo um livro.
-É pra pensar em um nome, Mikey! – eu disse bravo tomando o livro de suas mãos.
-Dá isso aqui! – puxou-o de volta.
-Que livro é esse? – Frank franziu a testa.
-“Ecstasy: Three Tales of Chemical Romance”. Que é isso?! – Bob disse lendo a capa.
-É uma coletânea de romances... Enfim, se vocês lessem algo que não fosse a caixa de cereais, saberiam. – disse Mikey colocando o livro no colo.
-Cala a boca. – disse Frank.
-Para de mandar as pessoas calarem a boca, invés disso por que não cala você, seu idiota?! – irritei-me e todos arregalaram os olhos, pois Frank havia falado rindo apenas de brincadeira. Claro, ele deve achar bem legal brincar com os sentimentos dos outros.
-Que foi?! – franziu a testa e não me agüentei.
-Que foi?! Vai se ferrar! Daria pra escrever um dicionário de palavrões com o que eu tenho pra te dizer, mas eu só vou dizer uma coisa: VOCÊ É UM ASNO! – gritei e sai da garagem em passos rápidos, ouvindo apenas os ruídos de susto dos outros. Não dei à mínima e andei sem rumo até parar num parque bem afastado. Eu tinha ouvido eles me chamarem de volta, mas ignorei, precisava de um tempo sozinho.
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Sentei-me num banco de madeira na calçada em frente às casas antigas, e não pude deixar de chorar um pouco.
Frank é um idiota, acho que vou mandar alguém pra matar ele!
Gente assim não falta no mundo.
Não só que quer matar, mas idiota também.
-Oi! Nossa! Você por aqui?! – olhei pra cima após ouvir uma voz familiar.
-Lyn-Z?! Ahm, oi... – eu estava bem cabisbaixo, ela estava sorrindo e sentou-se ao meu lado.
-Você não está bem, isso me é obvio. – ela disse. – Me conta, vai.
-Por que eu contaria algo pra você?! Eu quase nem te conheço! – eu disse irritado.
-Não? Okay. Bom, meu nome é Lindsey Ann Balato, mas todos me chamam de Lyn-Z. Nasci 22 de Maio de 1976, sou baixista de uma banda com meus amigos chamada Mindless Self Indulgence, mas pretendo estudar artes, eu...
-Chega! Já entendi! Só não sei por que está falando comigo. — falei irritado e ela continuou com expressão nenhuma.
-Oras, você também chegou do nada na mesa que eu estava, mas eu falei com você, não é? — disse sorrindo irônica.
-Isso não quer dizer que vou falar da minha vida pessoal com você. — eu disse sério e ela revirou os olhos rindo um pouco.
-Que seja.
Ficamos em silêncio vendo os carros passarem, nem nos olhamos; Tentei relaxar, e quando olhei o horizonte, o Sol já se punha.
-Gosto de vir aqui às vezes, só pra pensar. Não achei que encontraria alguém aqui — disse Lindsey, olhei-a e ela observava o mesmo que eu.
-Vou indo. — eu disse e me levantei, e ela também, na mesma hora.
-É cedo. Podíamos dar umas voltas, vai te fazer bem — disse e acariciou meu braço.
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Do lado de fora da casa, tudo estava escuro e quieto; Olhei no celular mais uma vez, são 02h30min da manhã. Passei a noite com a Lindsey, conheci praticamente a cidade toda!
Ela é muito legal, e nos divertimos muito...Mas como tudo que é bom dura pouco...Só tomara que minha mãe não esteja acordada.
Abri a porta devagar, agradecendo por não ser daquelas que fazem imenso barulho ao serem abertas; Entrei em passos calmos, e o tênis colaborou.
Suspirei, porém quando coloquei um pé no primeiro degrau a luz da sala acendeu.
Notas finais
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EU: TANTANTAAAAAAAAAAN!! >D ~~le criança alegre~~
Gerard: CARALHO FRANK, QUE BURRICE! PQ NÃO FOI ATRÁS DE MIM, SEU ANIMAL?? Ù_Ú
Frank: VOCÊ ME CHAMOU DE ASNO E QUER QUE EU VÁ ATRÁS DE VOCÊ? Ò_Ó
Gerard: Hehe. ><' SIM!u_u Ou eu vou dar uns pegas no Bert u_ú
Frank: VOCÊ.....*aponta pro Gee*...NUNCA.MAIS.REPITA.ISSO. ò_Ó
Gerard: O.O" Então vou dar uns pegas na Lindsey e ter uma filha com ela u_____u
Eu: ER....CADÊ O FOCO DA FIC? e_e ESSE ESPAÇO É MEU! SAIAM!
Gerard: Pode nos deixar a sós?? Estou conversando com ele, ok? u_u
Eu: T_T Eu estava escrevendo mais sabe, queridas leitoras...Frerard não vai ser o único shipper da fic...HEHE.
Gerard: Se tiver waycest eu te mato o.õ
Frank: O que é waycest, Gee? *olhar inocente*
Eu e Gerard: *nos entreolhamos* err....Prefirimos não comentar! hEhEhEh. -q
Mikey: *se esconde debaixo da cama*
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REVIEWS PRA ESSA FIC DE MERDS??? =DDDDD
BJSSSS COISAS LINDAS DA TIA ^^
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