- Ta vamos embora, aqui não tem nada de bom pra fazer. — Disse ele se levantando.

Assenti e me levantei...

Estávamos saindo e sem querer esbarrei em um garoto...

- Ei você não olha pra onde anda não! — Disse ele ainda se virando.

- Me desculpa, é que eu nem vi você ai. — Falei meio envergonhada.

Quando ele se virou, deu um sorriso de canto, pra falar a verdade não entendi o porquê "sorrisinho".

- Não, ta tu bem nem doeu. — Disse ele.

- Que bom. — Falei sorrindo.

Pov. Tomás

É o sorriso mais lindo que eu já vi.

- Você vem sempre aqui? — Falei tentando descontrair.

- Que cantada clichê em essa hein. — Disse ela rindo.

- Foi mal. — Falei envergonhado coçando a cabeça.

— Tudo bem sempre recebo cantadas! — Disse ela de um jeito meigo.

- Então pra me desculpar dessa cantada "clichê", você quer tomar alguma coisa? — Falei apontando para o bar que tinha na balada.

- Não obrigada na verdade eu est... — Disse ela quando foi interrompida por um garoto que parece ser conhecido dela.

- Ô Carlinha onde você estava? — Disse o garoto olhando pra ela.

- É que eu esbarrei nele quando a gente estava indo embora. — Disse ela respondendo a pergunta.

- E quem é ele? — Disse o garoto apontando pra mim.

- Ele é o... — Disse ela também olhando pra mim.

- Tomás. — Falei me apresentando.

— Eu sou Diego. — Disse ele apertando minha mão.

- E qual é o nome da senhorita? — Perguntei.

- Carla muito prazer. — Disse ela sorrindo.

- O prazer é todo meu. — Falei olhando em seus olhos.

-Ta tudo muito bem, mas Carlinha a gente já estava de saída né! — Disse Diego olhando pra Carla.

- É mesmo. — Disse Carla.

- Então tchau. — Falei.

- tchau. — Disse Carla me dando um beijo na bochecha.

Pov. Carla

Depois de conhecemos o Tomás, saímos da balada e fomos pegar um táxi, já no taxi o caminho inteiro foi um silêncio perturbador. Chegamos a casa e já era 02h00min eu fui tomar meu banho enquanto o Di ficava vendo TV, quando acabei meu banho fui pro meu quarto colocar meu pijama, logo peguei no sono.

Acordei e já era 10h00min, fiz minha higiene matinal e desci para tomar meu café da manhã encontrei o Di vendo um filme.

- Bom dia Di. — Falei animada.

- Bom dia Carlinha, animada assim logo de manhã? — Disse Diego me olhando desconfiado.

- É, tenho a impressão que hoje vai ser um lindo dia. — Falei sorrindo.

- Que bom que você acha isso. — Disse ele voltando a olhar pra TV.

Tomei meu café da manhã, vi um pouco de TV e fui pro meu quarto já que eu ia dar uma caminhada.

Pov. Diego

Enquanto a Carlinha estava no quarto dela, eu fui pro meu e me arrumei rapidinho e sai antes que ela pudesse me ver. Vocês podem estar se perguntando o porquê deu ter feito isso, e a resposta é que ontem na balada enquanto a Carlinha estava dançando eu acho que encontrei o amor da minha vida ficamos conversando e eu marquei de encontrar com ela, e não contei pra Carla por que ela com certeza ela iria fazer um questionário pra mim sobe a garota então preferi manter sigilo.

Pov. Carla

Acabei de me vestir e fui pra sala, mas não encontrei o Diego, não liguei, pois afinal ele é livre pra sair, mais achei meio estranho. Entrei no elevador, e desci, sai do prédio, corri mais ou menos uns dois ou três quilômetros, quando cansei sentei em um banquinho da praça que tem perto do prédio, e bebi água, quando levantei esbarrei em um garoto, derrubando minha garrafa d’água.

- Ai, não olha pra onde anda não? — Falei irritada.

- Olho, pelo visto quem não olha é você. — Disse o garoto agachando para pegar a garrafinha.

- Eu? — Falei ainda irritada.

- É! — Disse o garoto.

* O garoto vai levantando e fica vidrado no corpo da Carla. Quando ele se levanta por completo...

- Ei você não é aquela garota da balada? Carla né? — Disse ele olhando meio que desconfiado pra mim.

- Sim, sou eu! Se eu não me engano seu nome é Tomás né? — Falei meio surpresa por ter encontrado ele aqui.

- Sim sou eu, aqui a sua garrafinha. — Disse Tomás entregando a garrafa e sorrindo.

- Obrigada, e me desculpa a grosseria. — Falei envergonhada.

- Que nada eu também fui grosseiro. — Disse ele com aquele sorriso de canto.

- Mais eai você mora por aqui? — Perguntei.

- Sim, eu moro naquele prédio ali. — Disse ele apontando pro mesmo prédio que eu morava.

- Eu Também moro naquele prédio, acabei de me mudar! — Falei sorrindo.

- Que coincidência, e onde você morava antes de se mudar pra cá? — Perguntou.

- Eu morava na Suécia, com o Di. — Falei

- Vocês são namorados? — Perguntou.

- Claro que não ele é meu melhor amigo. — Falei rindo.

- Ata, mais o que o uma linda mulher como você está fazendo perambulando por ai? — Perguntou sorrindo.

- Na verdade eu estava fazendo uma caminhada, e eu sei que sou uma linda mulher. — Falei meio que me gabando.

- E não é nem um pouco modesta. — Disse ele rindo.

- To com fome quer almoçar? — Falei botando a mão na barriga.

- Claro, mais aonde? — Perguntou.

- Lá em casa, modéstia parte eu sei fazer comida muito bem. — Falei

- Quero ver então. — Disse ele me.

- Isso é um desafio? — Falei olhando em seus olhos.

- Sempre. — Disse ele chegando mais perto.

- Éer melho-or a gente ir logo. — Falei se afastando.

- Então vamos. — Disse ele olhando fixamente pra mim.

* Em caminha ao Prédio.

- Mais então quer dizer que você é Sueca? — Perguntou Tomás.

- Não, na verdade eu nasci aqui no rio, mais quando eu fiz seis anos meu pai aceitou uma proposta de trabalho na Suécia, por isso eu to lá até hoje. — Falei sorrindo.

- Então você e sua mãe foram obrigadas a morar lá? — Disse Tomás olhando pra frente.

- Minha mãe morreu quando eu tinha quatro anos. — Falei meio cabisbaixo.

- Sinto muito. — Disse Tomás me abraçando de lado.

- Ta tudo bem. — Disse dando um sorriso meio fraco.

* Logo eles chegaram ao apartamento da Carla.

- O que você vai fazer pra gente comer? — Perguntou Tomás sentando do sofá

- Já que você é o convidado, você escolhe. — Falei sentando ao seu lado.

- Eu vou ter que pensar. — Disse Tomás.

- Enquanto você fica ai pensando, eu vou tomar um banho, to fedendo. — Falei indo em direção ao banheiro quando...

- Verdade, da pra sentir daqui. — Disse ele rindo

- Ai que ridículo. — Falei tacando uma almofada nele.

- Aai doeu. — Disse ele ainda rindo.

- Você mereceu. — Falei entrando no banheiro.

* Carla toma seu banho e sai do banheiro já vestida.

- Eai já pensou no que você vai querer? — Perguntei, mas não fui respondida.

* Tomás estava vidrado no corpo escultural de Carla, e ela percebe.

- Ei Tomás, quer um babador? — Perguntei rindo.

- hã? — Disse ele voltando do "transe".

- Eu perguntei se você precisa de um babador. — Repeti

- Pra quê? — Perguntou confuso.

- Deeixa pra lá lerdinho. — Falei virando os olhos. — Posso saber que comida senhor escolheu pra eu fazer? — Perguntei.

- Eu escolhi... Tãtãnana LASANHA. — Disse olhando pra mim.

- Boa escolha eu AMO lasanha. — Falei indo pra cozinha fazer a "lasanha".

- Que bom. — Disse Tomás sorrindo.

* Carla começou a fazer a comida.

- Conta um pouco da sua vida! — Falei ainda olhando a comida.

- Por exemplo? — Disse Tomás em pé na porta da cozinha me olhando.

- Por exemplo: É pegador? Onde estuda? Mora em que andar? Tem namorada? Já teve um grande amor? Coisas simples. — Perguntei.

- Sou pegador, estudo no colégio Elite Way, 5° Andar, não tenho namorada, Nunca tive um grande amor, mas agora você. — Disse Tomás

- Não sou piriguete, também vou estudar no Colégio Elite Way, você sabe o andar que eu moro, e não tenho namorado, já tive decepções amorosas, mas nenhum grande amor. — Falei

- Então quer dizer que você vai estudar no mesmo colégio que eu, vai ser muito bom estudar com você. — Disse ele com um sorrisinho bobo.

- Sim, já que você esta virando meu "amigo", tem a obrigação em me apresentar a todos. — Disse levando a bandeja pra mesa com a lasanha já pronta.

- Ok. — Disse ele olhando pra mim.

Pov. Diego

Já tinha saído com a garota o nome dela é Roberta, ela é simplesmente linda, tem uma personalidade forte, Estamos namorando.

No momento estou levando ela pra minha casa. Combinei com ela que iríamos almoçar La em casa. Entramos no elevador e entramos no apartamento quando...

- Carlinha já chegou em casa? — Perguntei.

- Diego você lembra-se do Tomás lá da balada? Então eu esbarrei nele de novo lá na pracinha e convidei-o pra almoçar aqui em casa, em falar nisso você não vai me apresentar à moça? — Perguntou Carla me olhando.

- Me desculpa essa aqui é a Roberta, minha namorada. — Falei olhando pra Roberta, com os olhos brilhando.

- Fala Roberta, quanto tempo ainda vai continuar no colégio? — Perguntou Tomás, pro meu espanto e o da Carla.

- Claro né Tomás. — Respondeu Roberta.

- Espera ai isso tudo está confuso pra mim, primeiro: DIEGO POR QUE VOCÊ NÃO ME CONTOU QUE TAVA NAMORANDO? Segundo: Tomás da onde você conhece a minha cunhada? Terceiro: EU NÃO ACREDITO QUE VOCÊ NÃO ME CONTOU! — Disse Carla me metralhando com o olhar.

- Desculpa Carlinha, na verdade eu comecei a namorar a olhos lindos hoje, eu ia te contar! — Falei tentando me desculpar.

- E ela é minha melhor amiga lá na escola. — Disse Tomás como se fosse óbvio.

- Entendi, já ia me esquecendo, prazer Roberta eu sou Carla a melhor amiga do seu namorado. — Disse Carla cumprimentando Roberta.

- Prazer. — Disse Roberta com aquele sorriso que eu amo.

Continua...

Notas finais
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