I Killed My Father

1 Morra demônio (Introdução)


Em meio a uma noite chuvosa em Londres eu corria, desesperado, com passos firmes. Não poderia ser pego, não poderiam me encontrar. Seria o fim. Eles eram rápidos, mas minha inteligência já me havia tirado de grandes ciladas, não me deixaria na mão em momentos do tipo. Passei por um beco escuro, e decidi me camuflar, por uns instantes pensei: "Por que fugir? Por que não encarar meu destino como homem? Não, meu destino foi forjado pelos deuses, morrer de tal forma não me traria glória... aliás, morrer nunca traz glória, afinal, todos morrem, não?”

Sai do beco, após ter visto que todos meus perseguidores teriam passado direto, fiz um giro de noventa graus, voltando na direção em que tinha vindo. Estava satisfeito com minha furtividade, sempre em alta, mas quando me viro por completo percebo alguém, não tive sorte, me choquei com tudo em seu tórax, parecia alguém bastante grande, por baixo do meu capuz que ofuscava levemente minha visão, não pude enxergar sua face totalmente. Arqueei as sobrancelhas, subindo meu olhar do tórax a face do mesmo, de momento me espantei, o ser parecia rosnar para mim, me olhara de forma totalmente furiosa, certamente queria me engolir, seus olhos tinham cores negras, seu globo ocular se fundia junto a íris e pupila, deixando-os apenas com uma cor, totalmente negra. Seria ele um demônio? Não importara, se realmente fosse, naquela distância ele faria o que quisesse, apenas torci para que não me matasse com um só golpe, foi quando percebi uma mão, bastante grande, que cobria totalmente meu estomago, me tocando e de forma assustadora me lançando para trás, só consegui perceber que já teria tirado os pés do chão, e em uma fracção de segundos cai no solo, e fui arrastado pelo impacto mais alguma distância. Exausto e totalmente dolorido parei por alguns segundos, e observei a chuva cair, logo ergui meu pescoço com dificuldade, e o vendo vir em minha direção percebi que tinha sido lançado a cinco metros. Realmente, a força dele era desumana, na hora em que ele começou a caminhar, senti um frio tocar minha espinha, me arrepiei, e por pouco não perdi os sentidos, me mantive imóvel. Ele me encarava, parecia sentir o gosto do sangue, e ele com certeza gostava, lambia os lábios enquanto caminhava em passos firmes, mas bastante vagarosos em minha direção. Não me aguentei, apenas puxei meu revólver, e de forma rápida e precisa disparei um tiro contra seu tórax, mas de forma assustadora ele colocou a palma a frente do tiro, fazendo com que o projétil atravessasse sua by Savings Sidekick\" href=\"http://ikilledmyfather.weebly.com/\">pele, e consequentemente sua própria carne. Na hora me espantei, ele continuou a caminhar como se nada tivesse acontecido. Engoli a seco, um medo impressionante tomou contade mim, e na hora a tal chamada adrenalina apenas me fez se erguer levianamente do chão e começar a engatinhar para trás enquanto o encarava, possui-a poucos fios de cabelo em sua cabeça, que eram totalmente loiros, estavam bastante molhados e caiam sobre a testa, seus olhos negros já lhe davam uma aparência assustadora, juntando-o com sua face robusta e seu aspecto de ogro, me dava ainda mais medo, ele parecia o homem mais grande que já tinha visto em toda minha vida, o medi dos pés a cabeça, e quando olhei para o alto... percebi. Ele estava passando bem abaixo de um objeto que estava em uma janela, a mais ou menos vinte metros do chão, possui-a trinta centímetros de altura, comprimento e espessura. Então mais uma vez vi uma saída, um certo tom de satisfação tomou by Savings Sidekick\" href=\"http://ikilledmyfather.weebly.com/\">conta de mim, apenas apontei a arma e disparei, o tiro preciso acertou tal objeto, que caiu de forma espetacular bem de encontro ao crânio do brutamontes, duvido que conseguiria continuar de pé depois daquilo. Dito e feito, o homem caiu inconsciente, após isso apenas me ergui, o fitando de canto fui caminhando em sua direção, após passar pelo o tal apenas me virei, trazia um sorriso sádico ao canto dos lábios, naquele momento não consegui esconder a gratificação, me virei e disse a mim mesmo.

- Não se meta comigo, me chamo Phoenix...Kevin Blanchard Phoenix, demôniozinho medíocre.

Sim, esse é o meu nome, Kevin Blanchard Phoenix, prazer, sou o filho de um dos piores demônios já conhecidos pela humanidade, e de uma bela e falecida humana.