I Just Cant Breath Without You...
20 -That Son Of A Bitch Will Never Leave Me Alone...
Notas iniciais
Eu amo vocês leitores queridos...
Boa leitura raivosa!
-Han... acorda...- Emily abriu os olhos devagar.
-Hum... que horas são?- ela perguntou sem abrir os olhos.
Emily espreguiçou-se e olhou para o relógio.
-É hora de acordar!- ela pulou da cama.- Anda, amor. São 7h00min! A gente tem que ir pra aula!
-Ah, não... a gente pode faltar um dia... deita aqui.- Hanna a abraçou fazendo ela cair na cama de volta.
-Não, Hanna. Temos que ir.- ela riu.
-Eu sempre soube que a escola ia acabar com a minha vida...- ela levantou hesitante.
Hanna não via, mas Emily sorria maliciosamente enquanto se vestia. "Haha, como eu imaginei. Ela não lembra que hoje é domingo..." Pensou ela.
-Anda, tomamos café lá.- ela puxou Hanna pela mão antes que ela botasse a torrada na boca.
-Mas que merda, hein...- ela reclamou.
Entraram no carro e Emily começou a dirigir.
-Ei, Em... eu tô com sono. Você se importa se eu der uma cochilada?- ela aquela carinha fofa que Emily não resistia.
-Não me importo, não... Na verdade, até prefiro. Ver você babando é muito engraçado.- ela riu.
-Ai, porque eu ainda me dou o trabalho...- ela virou e dormiu.
"O que me facilita muita coisa!" Pensou de novo.
Alguns minutos depois, elas já haviam chegado no local desejado. Emily saiu do carro sem fazer barulho para não acordar Hanna. Abriu a porta do lado dela, tirou seu sinto o mais delicadamente possível, e finalizou com um selinho para enfim acordá-la.
-Hum... chegamos?- ela se espreguiçou.- Ei, aqui não é a escola!
-Eu sei...- puxou-a pela mão.
-E aquele papo de 'não podemos faltar a aula'?- ela a olhou duvidante.
-Ah, sobre isso... Hoje é domingo, meu amor. Não tem aula...- ela deu uma leve risada.
-O que?! E você fez eu acordar 7h em uma manhã de domingo?!- ela parou.
-Sim!- ela abraçou-a pela cintura de forma ábil e até meio violenta.- Algum problema se eu quero passar o dia com a minha namorada sem que ninguém nos encomode?- ela moredeu de leve o lábio inferior de Hanna.
-Er... namorada?- ela tentou se afastar, mas Emily apertou mais o abraço.- Como assim?
-Ah, é verdade... Eu esqueci desse detalhe.- ela soltou Hanna e se afastou um pouco. Pegou algo no bolso do casaco e trouxe a mão de Hanna para mais próximo da caixinha que havia retirado.
Elas se olharam fixamente até Emily continuar.
-Hanna Marin... você aceita oficializar nosso relacionamento sendo minha namorada?- ela disse por fim.
-Er... eu... eu...- ela não conseguia pensar em nada.- Eu não sei o que dizer... não sei o que fazer... não...
-Shhh... não faça nada. Não diga nada. Não estou te obrigando a nada... faça o que seu coração mandar.- ela sorriu, acalmando Hanna.
-Bem... eu ainda não sei o que dizer...- ela falou.
-Se você quiser esperar... se acha que é algo precipitado, ent- ela foi calada pelos lábios de Hanna grudados nos seus.
-Acho que é melhor mostrar do que dizer...- ela sorriu fazendo Emily sorrir também.
-Então já que você me deu a resposta certa...- elas riram.- Tenho que te dar o prêmio, né?- ela pôs o anel no dedo de Hanna.
-Que eu saiba também tem um troféu em toda premiação...- ela fez cara de desconfiada.
-Hanna! Você consegue estragar um momento romântico!- ela riu e beijou Hanna.
-Hum... esse lugar é lindo!- Hanna disse se separando de Emily e andando em volta.
-Verdade, né. Eu sempre vinha aqui quando era criança. Meus pais sempre me traziam aqui.- ela falou parando do lado de Hanna.
-E porque eu nunca soube dele antes?- ela perguntou.
-Porque meus pais tiveram o primeiro encontro aqui.- ela sorriu.- E meu pai me disse que eu só deveria trazer a pessoa mais amada aqui...- ela segurou a mão de Hanna.
-E você trouxe... a Maya?- ela perguntou triste.
-Ele frizou bem a parte da pessoa mais amada.- ela apertou a mão dela.
Hanna sorriu toda boba quando ouviu o que EMily havia dito.
-Então...- ela passou para a frente de Emily segurando agora as duas mão da morena.- Isso significa que... eu sou a mais amada?
-Hum... eu só acho que eu não preciso te responder isso com palavras...- ela sorriu e beijou Hanna de novo. Dessa vez foi mais demorado, mais intenso e mais gostoso.
-Ai, tá frio aqui...- Hanna disse. Emily riu e a abraçou, fazendo-a encolher-se dentro de seus braços.
-Acabei de me lembrar de outra coisa.- ela pegou Hanna pela mão e foi puxando-a para dentro da floresta.- Há uma casa que o meu pai construiu naquela época. É pequena, mas acho que é o suficiente.
-Se tiver um quarto e uma cama de casal, pra mim tá ótimo.- ela riu maliciosa.
-Hanna!- elas riram mais.
Ao chegar na porta da casa, várias lembranças vieram à sua cabeça. Ela sabia que não era certo enganar Hanna, mas nada podia interromper aquele momento tão maravilhoso.
-Nossa... que lugar lindo, Em.- ela disse.
-Me disseram que era pra trazer a pessoa amada aqui...- ela parou e a beijou.
-Eu tabém te amo... muito.- ela disse sorrindo.
-Gostaria de passar o resto da vida e o que tiver depois dela com você... Mas só dá pra ser no resto da vida.- elas riram.
-Nunca se sabe...- ela respondeu.
-Eu te amo, Maya.- ela falou séria.
-E eu já disse que eu também te amo!- ela falou.- Emily, pare de me fazer te amar mais ainda!
-Se é que é possível...- elas riram mais.
-Ei, Em... o que foi?- Hanna atrapalhou seus desvaneios.
-Ahn, nada, não. Só lembrando de umas coisas aqui.- elas entraram.
-Onde fica o quarto?- Hanna perguntou.
-Ali do lado. Vai lá que eu vou ver se tem alguma coisa que não esteja estragada na cozinha.- elas riram.
-Tá bom.- ela estava se virando, mas Emily a puxou pelo pulso dando uma beijo leve em seus lábios.
-Por favor, independente do que aconteça...- ela olhou nos seus olhos.- Promete que não vai nunca esquecer ou deixar de levar em consideração o fato de que eu te amo? Muito.- ela perguntou.
-E-eu prometo...- o jeito que Emily falava com ela ainda a fazia extremesser dos pés a cabeça. Era como se as vibrações de sua voz conseguissem tocar seu coração, provocando-lhe calafrios.- Não demora, tá?
-Aham...- Emily ficou observando sua namorada entrando no quarto, e quando ela fechou a porta, desabou na cadeira da cozinha. Pensando em tudo o que havia relembrado na porta da casa.
-Droga, Emily... você ama e está com a Hanna agora. Não pode deixar um erro do passado te atormentar agora...- ela bateu em sua cabeça.
Priiiim. Priiiim.
Seu telefone tocou.
Mentir é muito, muito feio, Emily. E desonrar a memória de uma morta é mais ainda.
-A.
-Essa filha da puta nunca vai me deixar em paz?- ela deixou uma lágrima rolar por sobre seu rosto.
Notas finais
reviews (?)
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