I Found My Fallen Angel
4 Capitulo 04° - Quem é o papai agora?
Notas iniciais
Ofeguei assustada com o que estava acontecendo, ainda não acreditando que ele se atreveria a isso. Meu cérebro já começou a pensar em mil e uma maneiras de me livrar dele, eu podia dar uma joelhada em suas partes baixas e sair correndo.
Droga!
Logo me lembrei, que para sair da sala precisava destravar as portas e o botão ficava atrás de sua mesa, longe demais para eu fazer todo percurso de salto alto, voltar e ainda passar por ele, na certa John me agarraria.
Encarei seus olhos azuis, pude notar um leve escurecimento... Ele parecia animado com o que pretendia fazer, sua respiração estava leve e concentrada, enquanto eu respirava rapidamente, com medo do que poderia acontecer nos próximos minutos.
–Posso farejar seu medo, Owen – Sussurrou, John segurou meus braços agora com o corpo atrás do meu, engoli em seco sentindo suas mãos afrouxarem o aperto em meus braços, seus dedos correram por minha pele de uma forma, extremamente excitante, fazendo meus pelos se arrepiarem.
–Me deixa ir embora – Sussurrei, tentando inutilmente me manter calma e concentrada em como sairia dali, sem levar suas famosas palmadas.
–Eu não estou te prendendo aqui – Falou cheio de descrença – Mas, estou dizendo que você não sai daqui, sem aprender a lição do dia.
–As duas coisas são muito diferentes – Ironizei – Eu não pretendo levar palmadas e isso me deixa presa aqui – Murmurei, ele fechou as mãos em torno dos meus braços, sua respiração em meu pescoço, senti seus lábios tocarem minha pele e eu fechei os olhos completamente perdida.
–Não use esse tom de voz comigo, Owen. Está em desvantagem, lembra? – John murmurou, sua boca subindo até o lóbulo de minha orelha, a qual ele deu uma leve mordida.
–Você não tem todo esse direito... Não somos nada – Falei tentando manter a voz firme.
–Vai querer se rebelar contra mim? Você tem certeza que é uma oponente a minha altura?
Ele afrouxou seu aperto novamente em meus braços, subiu suas mãos até meus ombros e desceu até minhas mãos, me virei e perdemos totalmente o contato, a corrente elétrica que passava por meu corpo foi cortada, e por dentro eu estava gemendo de frustração.
–Eu quem te pergunto – Eu precisava urgentemente virar esse jogo, não o deixaria fazer o que estava fazendo comigo, e ainda sair impune – Você acha mesmo que pode pelo menos tentar, seu um oponente a minha altura? – Ergui uma sobrancelha, sendo extremamente convencida e arrogante ao proferir minhas palavras.
John me encarou pelo que me pareceu uma eternidade, suas pupilas estava dilatadas e ele parecia estar novamente furioso, mas agora, eu não poderia recuar precisava mostrar que era imune a ele e seus dotes sensuais.
–Ah, Srta. Owen... Você não tem noção de quem está chamando para brincar no seu pequeno mundinho – Ele avançou sobre mim, seus lábios famintos amassando os meus de forma bruta, enquanto suas mãos seguraram minha cintura fortemente.
John foi me empurrando para trás, até me fazer encostar contra sua mesa suas mãos desceram até minha bunda e ele me levantou me colocando sobre a superfície de madeira escura, agarrei seus cabelos e puxei seu rosto em direção ao meu, seus lábios colidiram contra minha boca.
Suas mãos subiram minha saia, então apertaram minhas coxas com força me fazendo gemer alto contra sua boca. Eu sabia que precisava virar o jogo, não iria admitir perder para ele, só porque ele tinha um corpo bonito e uma pegada deliciosa.
Desci minhas mãos por seu ombro, então o empurrei com força o pegando desprevenido, me levantei da mesa e agarrei sua mão o levando para sua poltrona, o empurrei o fazendo sentar nela, ele não protestou, me sentei em seu colo, sentindo sua ereção contra minha bunda, John me puxou pelos cabelos me beijando.
Peguei sua mão em minha nuca, então a segurei separando nossos lábios comecei a escorregar por seu corpo, me ajoelhei no chão acarpetado, ele me olhou confuso e eu abri a braguilha de sua calça, seus olhos azuis estavam escuros de desejo, dei um sorriso de lado e John levantou um pouco me ajudando a puxar sua calça um pouco para baixo, revelando uma box branca com um volume muito satisfatório.
–O que está fazendo? – Ele expirou com força, me olhando com aqueles olhos azuis que mostravam o nível de excitação que ele se encontrava.
–O que isso parece, John? – Deixei minha cabeça pender um pouco para o lado, então baixei sua box, revelando seu membro.
Eu o segurei com uma das mãos, fazendo movimentos de vai e vem lentamente, seus olhos dilataram enquanto sua boca se abria em forma de O. John, puxou o ar devagar, sorri então o segurei com as duas mãos, meus lábios envolveram a cabeça do pau dele, chupando de leve. Suas mãos agarraram a beirada da mesa, fazendo suas juntas ficarem pálidas com o esforço.
A maciez de sua pele e seu cheiro gostoso, me fizeram gemer, senti uma onda de excitação percorrer meu corpo, junto com uma vontade louca de deixar que ele me dominasse, mas meu orgulho era maior, e eu queria domina-lo. Senti sua onda de excitação percorrer seu corpo e ouvi um som áspero ressoar em seu peito.
John segurou meu queixo e me fez olha-lo.
–Lambe – Sua voz soou como um comando.
Eu tinha que admitir que aquela voz, me deixou mais excitada, percorri com a língua toda a extensão, estremeci de tesão quando ele emitiu um jorro quente de líquido pré-ejaculatorio. Agarrei a base do seu pau com uma das mãos, abri bem a boca e comecei a fazer movimentos ritmados, eu queria tira-lo de seu comando, mostrar quem estava no controle... Queria deixa-lo fora de si.
–Ahhhhh, Hilary... Continua chupando, assim, ahhh! Com força – Ele gemeu alto, segurando meus cabelos, passei as unhas por sua coxa coberta pela calça social, então a apertei com força, ouvindo seus gemidos se intensificarem.
Minha cabeça subia e descia sobre ele, masturbando-o com uma das mãos enquanto chupava e lambia a parte de cima do seu pau. Percorri com a língua, as veias grossas daquele pau, virando a cabeça para encontrar e contemplar cada uma delas.
Seu pau foi ficando cada vez mais duro e mais grosso, meus joelhos estavam doendo, mas isso não importava agora, fitei John, sua pose mandona e imponente havia caído, mostrando um homem apenas apreciando o prazer, que eu estava proporcionando a ele. Ele jogou a cabeça para trás, tentando não perder o fôlego..
–Você vai me fazer gozar... Se não quer, pare – Ele falou entre um gemido e outro, seus olhos dilatados pela excitação me fitaram, e eu sorri de canto, John inspirou o ar com força sabendo que essa era minha intenção, fazê-lo chegar ao clímax.
O primeiro jato de sêmen foi tão grosso que tive que fazer força para engolir, John continuava perdido em seu prazer , enquanto seu pau preenchia todos os espaços da minha boca. Meus olhos se encheram de lágrimas e senti meus pulmões em chamas, mas ainda assim, cerrei os punhos e extrai dele tudo o que eu podia. Seu corpo estremeceu quando arranquei a última gota.
Eu o lambi até que estivesse limpo, impressionada com o fato de não ter murchado imediatamente após um orgasmo tão explosivo. Ignorei e me levantei me debruçando sobre ele, os lábios próximos aos seus, as mãos em seus ombros, acaricie seu rosto, abri um sorriso vitorioso.
–Quem é o papai agora? – Dei dois tapinhas em seu rosto, então me afastei apertando o botão da trava da porta, pude reparar que ele arrumava a calça rapidamente, na tentativa de me alcançar – Até outro dia, John – Dei um tchauzinho para ele, fechei a porta com a visão dele colocando a camisa por dentro da calça.
Apertei o botão do elevador para descer, esperando pacientemente, me sentindo satisfeita com minha vingança, pude sentir os olhos curiosos das secretarias sobre mim, entrei no elevador, as portas se fecharam a tempo de eu vê-lo aparecer na sala de espera, com o cabelo todo desgrenhado, apenas com a camisa azul, o deixando malditamente sexy, dei um sorriso de lado e as portas se fecharam.
Fui para a casa, me sentindo leve e vitoriosa, provavelmente ele estaria se sentindo frustrado e furioso, como eu me senti quando ele me disse todas aquelas coisas, quando ele me atentou e me deixou lá sozinha na sala de meu pai, frustrada.
Estacionei a Mercedes-Benz de meu pai ao lado do meu Audi R8 Spyder, peguei minha bolsa e meu celular descendo do carro logo depois, fechei a porta e o travei.
–Olá – Me virei, deparando com os olhos verdes água de Sebastian.
–Olá, Sebastian – Ele colocou as mãos no bolso da calça, seus olhos me fitaram calmamente.
–Queria pedir desculpas, pelo que aconteceu semana passada. Não acho que nosso relacionamento deveria ser abalado, por meu estresse – Sua voz demonstrava seu arrependimento, desviei meus olhos dos seus fitando a grama verde que se expandia pelo horizonte na frente da casa.
–Tudo bem, espero que esteja melhor — Sorri um pouco – Agora eu preciso ir... – Desviei dele, sua mão se fechou em meu braço, me segurando ao seu lado. Sebastian virou o rosto e seus olhos verdes me fitaram.
–Então, está tudo bem entre nós?
–Claro, só acho melhor darmos um tempo... Por enquanto – Ele franziu a testa, confuso.
–Mas, você disse que está tudo bem... Para que um tempo?
–Porque preciso de um tempo, agora – Coloquei a mão sobre a sua o fazendo me soltar – Eu preciso ir, até outra hora – Ele respirou fundo, então assentiu e eu o deixei indo para a casa.
Em meu quarto, eu parei um pouco pensando no dia de hoje. Muita coisa havia acontecido e a grande maioria delas envolviam John. O cowboy arrogante, mandão, frio, de olhos azuis, que por trás de toda aquela banca de durão, tinha seus pontos fracos.
Quando o conheci ele me deixou completamente sem palavras, eu cogitei a hipótese de deixar para lá, ignorar. Um simples peão não me faria perder meu tempo, mas agora, depois de provar o doce sabor da vingança, e mostrar a ele quem está no comando, eu queria mais... Eu queria a competição e eu a teria, eu iria mostrar para John que ele não era um oponente a minha altura.
–Acorda para a vida pirralha! – Fui atingida no rosto com uma almofada, a peguei e a joguei com toda a força no garoto que eu chamo de irmão e peste quando ele faz coisas como essa. Ele desviou e o objeto que estávamos usando como arma de ataque, caiu no chão.
–Você só tem mão para fazer esses tipos de idiotices, mas não tem mão para bater na merda da porta, Santiago! – Ele gargalhou se jogando no Puff vermelho, sentando despojadamente, com as pernas abertas, seus cabelos completamente despenteados ainda o deixava lindo, como meu pai era.
–Então, querida irmãzinha... – Ele começou a falar, ignorando totalmente minha fala – Como você sabe, minha corrida vai ser amanhã. E papai e mamãe vão fazer uma viajem de última hora, pegam o voo hoje à noite...
–Para onde? – Perguntei me encostando nos travesseiros que estavam na cabeceira da minha cama, enquanto o ouvia atentamente.
–Para o Texas, parece que o marido da nossa Tia Judith está meio mal de saúde. Eles vão lá dar um apoio – Ele murmurou, eu achava incrível o modo como meu irmão nunca chamava o marido de nossa tia de tio. Só porque o marido dela, disse para nosso pai que havia visto Santiago fazendo racha – Voltando ao assunto central, eu estou muito confiante que vou ganhar a corrida, então falei com nosso pai se posso dar um tipo de festa aqui com apenas os amigos próximos, caso eu ganhe. Ele liberou, mas eu não pretendo dar uma festa pequena, entende onde eu quero chegar?
–Quer que eu encoberte você, porque pretende dar uma festa cheia daqueles seus amigos malucos?
–Não – Ele revirou os olhos, então se levantou e veio até a cama se deitando ao meu lado – Quero que voltemos aos velhos tempos, precisamos aprontar um pouco. E é claro que eu sei que você adora uma festa de arromba, então, está comigo nesta? – O olhei séria, ele me fitou ansioso. Eu sabia que caso eu apoiasse ele ou não, ele daria a festa. Mas ficaria decepcionado de eu não apoia-lo, mas eu não tinha motivos para isso, como ele disse, eu adoro uma festa de arromba.
–Não sei por que perguntou, era só dizer para eu começar a procurar a roupa perfeita para a festa – Ele sorriu e eu devolvi seu sorriso, com um cúmplice. Essa festa prometia!
Não se esqueçam de ler as notas finais.
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