Notas iniciais
Bom, tava aq sem fazer nada e resolvi colocar mais um cap. espero que gostem, to muito sem tempo e irei viajar quarta-feira, mas eu e a minha bitch vamos tentar manter atualizada, espero que gostem.

Bom, mas como eu tenho muita sorte né. Synyster chegou e se sentou ao lado da sua irmã.

— Oi gente. – e deu um sorrisinho fofo.

— Ah, oi, depois eu te falo Hay. – Ela falou, me deixando ainda mais curiosa.

— Hum, beleza. – falei.

— O que você quer falar pra ela? E porque não pode ser na minha frente? – Ele perguntou sério.

— Coisas de mulheres, você não vai querer saber… Sabe. – Falei rápido e embolei tudo as palavras. Ele me olhou desconfiado depois olhou para Kristen. Ela riu de leve.

— É, você sabe syn, emergência de mulheres, a não ser que você queira falar sobre absorventes com a gente, daí eu vou ter que ser obrigada a te chamar de amiga. – E então Kristen começou a rir e aquele foi o momento que contagiou essa porra toda, eu comecei a rir muito também, menos synyster, que estava olhando com uma cara de poucos amigos, algumas meninas patricinhas chegaram e também começaram a rir, eu não estava entendo, mas eu to suspeitando que elas estão rindo porque a Kristen estava rindo, aliás, até onde eu sei a Kristen é bem popular. Eu parei de rir e meio que encarei aquelas meninas, acreditem se quiser mas tenho certeza que uma das três meninas era a Gabriella, hum, então a Kristen é com se fosse uma abelha rainha? Gostei, e ela estava virando minha amiga. Até que o dia está muito bom, ela era legal.

— Não tem graça. – Syn falou sério, o que fez a Kristen rir mais ainda, até perceber aquelas meninas rodeando ela, pelo jeito ela não gostava muito disso.

— Hay, vem cá. – Ela disse saindo da mesa, e me puxando. Saímos do pátio e ficamos sentadas na frente de alguns armários, bem longe do pátio.

— O que foi Kristen? – perguntei meio preocupada, porque tipo, do nada ela saiu de lá me puxando.

— Ai, é que eu não gosto disso tudo. – Ela me olhou, e eu fiquei com uma cara de “Ahn?” – ah, você sabe, eu não gosto dessas meninas me rodeando, elas só ficam atrás de mim por causa do Brian, e eu queria ter amigas verdadeiras.

— Eu também me sentia assim no meu outro colégio, só que as falsas eram as namoradas do meu irmão, quando iam lá em casa, era a maior falsidade quando estavam perto dele, e então quando ele saía elas metiam o pau em mim, me chamavam até de mofo. – Abaixei a cabeça, não gostava de lembrar daquilo.

— E o seu irmão não fazia nada? – Ela me olha um tanto curiosa.

— Ele não sabia, eu e meu irmão sempre estamos brigando mas eu não quero que ele seja infeliz, entende? – Eu amava meu irmão acima de tudo, quando morávamos em Nashville ele era o único que cuidava de mim, meu pai era um idiota.

— E você não tinha um único amigo?

— Tinha sim, mas era pouco, bem pouco, era o Josh, o irmão mais novo dele Zac, e minha melhor amiga, Dakotah. – Dei um leve sorriso ao lembrar de Dakotah, aliás, ela sempre esteve presente quando eu precisei.

— Hum, entendi, vida difícil. – E então ela me abraçou, tipo, do nada sabe. Eu estava sem reação, até que me toquei e retribui. Era bom sentir que eu tinha pelo menos uma amiga.

— Bom, já que não tem nenhum amigo aqui, vamos ser eu e você, o ano inteiro, juntas no que der e vier, ta bom? – ela me falou enquanto me abraçava.

— Obrigada Kristen. – Fechei os olhos, aquilo era bom, então a gente se soltou e eu comecei a comer meu lanche.

Não, eu não esqueci meu precioso lanche, mas quando dei a primeira mordida, a merda do sinal tocou, ótimo, estou curiosa, frustrada e com fome.

Tinha aula de geografia, até que encontrei a sala rápido, é, quando o corredor estava vazio. Bati na porta e a professora me olhou com aquela cara de mosca morta.

— Atrasada no primeiro dia de aula, senhorita… – me olhou esperando uma resposta.

— Williams, Hayley Williams. – disse um pouco envergonhada, afinal, essa vadia me deu uma bronca no primeiro dia de aula, duvido que nenhum aluno novo nunca se perdeu no primeiro dia de aula. Bom, ela deu um discurso desnecessário sobre chegar atrasado e me deixou entrar na sala, ela desperdiçou metade da aula com esse discurso, eu já estava cansada de ficar em pé. Sentei no ultimo lugar como sempre.

Tédio predominava, e dessa vez eu nem prestei atenção na aula, o povo que sentava no fundo não deixava, eu nem sabia em que aula eu tava, só sabia que não era de geografia. Então o sinal tocou, por um lado eu estava feliz em ir pra casa, mas isso significa, passar o dia com o Taylor, sinceramente, eu não entendi muito bem a porra dessa história, qual é mano? Ele gostava de mim ou da Gabriella? Esse pensamento tomou conta de mim enquanto eu saia do colégio e esperava pelo Jeremy sentada na merda de um banco que estava super quente. Qual é, não tinha sombras não? Preservem as arvores falo? Tá bom, mas vamos deixar meu lado ecológico de lado.

Jeremy chegou com um menina, suponho que seja a Katy. Ótimo, só o que faltava, amanhã eu é que vou deixar ele na escola, só pra ele ver como é humilhante, já ia entrar no carro quando ele me pediu pra chamar o Taylor, só o que me faltava agora né. Voltei no colégio e comecei a procurar o Taylor, quando o encontrei ele estava “conversando” com a Gabriella, que porra é essa? Pensei que ele se odiassem, agora quem odeia ele sou eu, e nunca mais vou perdoar ele, caramba, eu gostava muito dele, muito mesmo, e ver ele com essa menininha otária que não sabe nem se vestir ou ouvir musica que preste.

— TAYLOR! – quando eu gritei ele levou o maior susto, e uns guris que estavam passando começaram a rir dele e ficaram parados assistindo a cena, percebi que o Synyster tava no meio dos meninos, mas eu só estava focada em fazer uma coisa, humilhar ele na frente dos garotos, não é nada mau, é só um pequeno troco do que ele me fez passar.

— Hum, não ta me vendo aqui não? O meu irmão, Jeremy, lembra dele? – falei irônica. – então, ele veio nos buscar, você quer ir com a gente ou quer terminar o que estava fazendo? – Sinceramente eu estava com a maior vontade de rir da cara dele, mas me contive ao Maximo, os garotos permaneceram lá, rindo também a não ser por syn que olhava aquela cena bem curioso.

— Tá, já estou indo.

— Então tá, vou te esperar no carro, maninho! – disse com um sorrisinho falso, e então fui para o carro, fiquei sentada esperando aquele idiota, ele não demorou muito.

O caminho foi silencioso, quando cheguei em casa, fui direto pro quarto meu quarto que já estava pronto, era um quarto normal sabe, cama, guarda-roupa, escrivaninha, notebook, essa coisas, minha parede ela preta e estava escrito “RIOT!” por toda a parte, com a borda branca e por dentro preenchida de laranjada, eu disse que ia usar as três tintas, demorou um tempão mas fiz na parede inteira, hehe.

Deitei na cama e apaguei. Acordei com o meu celular tocando, era Kristen. Nossa, eu nem me lembro de ter pegado o numero dela, mas tudo bem.

— Oi Kris. – Falei sonolenta e bocejando.

— Oi Hay, desculpa ter te acordado.

— Não, ta tudo bem, mas eae, está tudo bem por ai? – perguntei, aliás porque ela me ligaria agora?

— Lembra aquilo que eu ia te contar no pátio mas daí o Brian interrompeu? – não me esqueçam de agradecer a Kristen por me lembrar, EU ESTOU DEFINITIVAMENTE MORTA DE FOME.

— Lembro sim, então, o que era? – curiosidade bateu na porta agora.

— Então, acho melhor você ver com seus próprios olhos.

— Como assim? Ir na sua casa agora? Tu é rápida com as amizades hein, vai que eu sou um ladrão ou um seqüestrador profissional?

— HAHAHA, muito engraçadinha você… Mas é sério, vem cá, quem sabe assim você se desilude do meu irmão otário. – nem foi sarcástica. Sentiu o sarcasmo?

— Tá bom, mas me passa o endereço.

— Moro aqui na frente da sua casa. – Okey, agora eu fiquei com medo.

— Você é uma super espiã profissional? Como você sabe onde é a minha casa?

— Eu vi você entrando ai. – falou com séria. Comecei a rir.

— Ta bom, tchau.

Fui me arrumar, aliás, é do syn que estamos falando, fiz minha higiene pessoal, lavei o cabelo, sequei, coloquei minha calça de oncinha, era preto, ta bom?! Minha blusa dos Ramones e meu Nike. Peguei meu celular, e sai bem rápido para que ninguém fizesse perguntas. Chegando lá me deparo com uma casa ENORME, mano, quantas pessoas moram nessa casa? 20? E como eu nunca havia notado ela ai? Enfim, vamos sair do meu momento tosquice e ir direto ao que interessa, essa merda de noticia que pelo jeito seria ruim pra caralho, toquei a campainha e fiquei esperando, mas não muito, Kristen me deu um espaço pra entrar.

— Eai, preparada? – nossa, o que que aconteceu? O garoto anda se drogando?

— Para o que exatamente?

— Shhh

Ela me levou pra sala como se não quisesse que ninguém ficasse sabendo.

— Ninguém pode ficar sabendo que a gente vai espiar o meu irmão. – ela sussurrou. Ah, entendi, mas perai, ela ta lendo meu pensamento? Muito sinistro.

— ta bom. – Sussurrei de volta.

Ela olhou e fez um sinal pra mim olhar também, ah, qual é, nada demais, só o irmão dela quase comendo uma loirinha oxigenada no sofá onde a família senta pra assistir TV. Me lembrem se um dia eu vir aqui de novo de nunca sentar ali, ainda bem que o tapete no chão parece ser bem confortável.

— Vamos zuar com ele. – Kristen sussurrou rindo baixinho.

— como? – perguntei sem acreditar no que estava vendo, que burra eu sou, eu nem conheço ele e já estou falando que não posso acreditar no que vejo.

Notas finais
Desculpem se tiver algum erro ortográfico,até o prox. cap, amo você, Feliz ano novo *O*