I Believe...
20 Capítulo 20
Notas iniciais
mma P.o.v
Lily iria embora na semana que vem, e eu estava um pouco triste porque por mais que a Lily tenha uma queda por mim que não é recíproca, eu a considero minha irmã e eu não queria que ela fosse embora da minha vida novamente.
"Orfanato sete anos atrás... "
Emma: vamos Lily, nos vamos nos atrasar — já era a quarta vez que eu batia na perna de Lily para ela acordar, Poxa nos vamos nos atrasar para ir a escola.
Lily: só mais cinco minutos Duckling — resmungou virando para o outro lado da cama.
Emma: Lily, se você não levantar agora eu vou te derrubar da cama. — Ameacei fazendo bico, eu já estava pronta só faltava essa Maria preguiça.
Lily: Emma eu num quero ir pra escola — resmungou novamente colocando o travesseiro na cabeça.
Emma: mas você vai sim, Poxa já é a última semana de aula — cutuquei mais uma vez ela é ela nem se mexeu — não diga que eu não avisei.
Peguei o cobertor dela e puxei de uma vez e a empurrei da cama. Ela levantou e começou a correr atrás de mim, eu somente ria dela.
Terminamos de nosso café e fomos rumo a escola em meio às palhaçadas.
Eu e Lily éramos como carne e unha, já perdi a conta De quantas vezes eu brigava na escola por causa dela. Ela tinha uma mania absurda de pegar na bunda de todo mundo, e sempre as meninas viam tirar satisfação.
Tínhamos acabado de sair da escola, já era a última semana de aula e logo as férias estariam chegando.
Lily: finalmente em casa — se jogou no sofá da sala — não aguentava mais a professora de história, o muier nojenta.
Emma: Lily me diga qual professora você gosta da escola? — Sorri .
Lily: pra falar a verdade nenhuma — Riu e eu joguei o travesseiro nela.
Continuamos brincando de guerra até Mary Margareth aparecer na sala com uma expressão meia triste.
Lily: Hey tia Mary.
Emma: Oi Mary — acenei escondendo o travesseiro.
Mary: Oi meninas , Lily eu posso falar com você?
Lily: oh! Claro — Sorriu e colocou o travesseiro no sofá novamente.
Mary: me acompanhe por favor. — Elas seguiram rumo a sala da diretoria do Orfanato. Passou se alguns minutos e eu como uma boa e curiosa menina fui atrás.
Me encostei na porta e comecei a escutar.
Mary: eles são pessoas ótimas e você irá ter uma vida maravilhosa.
Lily: mas é a Emma? Eu não vou deixar ela aqui — como assim me deixar aqui.
Mary: mas a Emma vai ficar bem, eu vou cuidar muito bem dela Lily. E eles só querem você. — Cuidar? Será que...
Lily: eu só vou ser adotadar se a Emma vier junto.
Adotada! A Lily vai ser adotada. Não pode ser, ela não pode me deixar aqui. Sair correndo chorando e fui para o meu quarto.
Porque as melhores pessoas são tiradas de mim. Primeiro os meus pais me abandonam e depois morrem, segundo meu meu cachorrinho Toby que eu o considerava uma pessoa porque ele sempre esteve comigo nas horas mais difíceis e agora a Lily, minha irmãzinha que eu tanto amo.
Passei um bom tempo chorando e refletindo, mas se eu obrigar ela a ficar aqui seria muito egoísmo meu.
Ela pode ter tudo que sempre sonhou: pais amorosos, um lar, novas amizades e amor. Quem sou eu para impedir isso.
Fui tirada dos meus pensamentos pelo barulho da porta, era ela.
Lily: eu sei que você ouviu a conversa Emma. — Sorriu triste e sentou na beira da minha cama — saiba que eu não v...
Emma: vai Lily — segurei sua mão, eu sabia que era o certo a fazer — vai...
Lily: mas, eu não posso deixar você aqui. Não posso te deixar maninha. — Soluçou e me abraçou. Sentia suas lágrimas molhando meu uniforme.
Emma: não chore por favor. — A apertei — você vai ter uma vida melhor, vai ter pais que vão te amar. Não se prive disso por mim, a Mary tá certa ela vai cuidar de mim.
Lily: Emma, promete para mim que você nunca vai me esquecer? — Me olhou apreensiva.
Emma: prometo de coração — fiz um X no meu peito. Ambas sorrimos e eu apertei ela novamente em meus braços.
No dia seguinte os novos país de Lily vieram e arrumaram toda a papelada, ela estava arrumando suas coisas e eu estava ajudando ela.
Lily: Emma eu quero que você fique com isso — me entregou um moleton do perna longa — é a minha preferida. — Sorri e logo vestir.
Emma: obrigado Lily — a abracei.
Mary se despediu de Lily e os pais dela logo entraram no carro.
Emma: se cuida tampinha — Sorri e belisquei seu nariz.
Lily: você também Duckling — Sorriu e rapidamente me pegou pelo ombro e beijou meu lábio.
Se afastou me olhando e foi para o carro. Fiquei apenas parada e encarando o carro que já estava longe. Aquele simples gesto foi estranho mas ao mesmo tempo bom.
"Orfanato dias atuais... "
Fui tirada dos meus devaneios pelo barulho da porta do meu quarto.
Lily: Hey Duckling — Sorriu e se aproximou.
Emma: Hey tampinha — baguncei seus cabelos e ela fez bico.
Lily: não faz isso sua Nerd encubada. — Ambas sorrimos. — vim comunicar que vou embora amanhã.
Emma: amanhã? Não era semana que vem?
Lily: tive que mudar meus planos, coisas de família. — Fiquei meio triste. — Não fique triste, eu venho mais vezes.
Emma: nós crescemos tão rápido Ner — Sorri pensativa.
Lily: er, eu ainda me lembro no dia que eu fui embora — Falou se aproximando — lembra do que eu te dei — Sorriu.
Emma: sim, na época eu nem sabia o que significava aquilo — a encarei — mas agora eu sei...
Lily: Emma, eu sou gostava de você desde aquela época e agora que eu volto para tentar algo você me aparece com essa Menina.
Emma: Lily, a nossa relação e de irmãs. Sempre foi, e a Regina e a garota que eu escolhi para ser minha. — Expliquei a ela calmamente — eu à amo, amo muito. E eu creio que você vai achar uma pessoa que vai te fazer sentir o que eu sinto. Apaixonada.
Lily: mas você me faz sentir assim Emma, você me faz sentir Apaixonada — segurou me rosto — eu te amo.
Emma: Lily, eu também te amo. — segurei suas mãos — mas não de
sse jeito — delicadamente afastei suas mãos do meu rosto.
Lily: entendo — abaixou a cabeça triste — fico feliz que você encontrou seu amor. — Sorriu triste.
Emma — Hey, não fique triste — a abracei — você também ai de achar o seu amor, não desista Okay? — Sorri e ela me apertou.
Lily: agora chega de drama e deixa eu arrumar minhas coisas — Sorriu e saiu do quarto.
Fiquei feliz por ela me entender, não queria que ela ficasse triste ou parasse de falar comigo por isso, adoro ela demais.
Emma: tá Regina agora você pode sair de trás da porta. — Olhei para porta e ela saiu com uma cara de culpada. — Eu ter amo Okay.
Ela sorriu e pulou no meu colo — eu te amo mais — nos beijamos e passamos a tardes toda em meio às carícias.
(Continua...)
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