I Believe...
6 Capitulo 6
Notas iniciais
Já havia se passado uma semana, Emma e Regina havia se tornado grande amigas. Estavam na escola e já estavam saindo Emma como sempre acompanhava Regina até o seu carro.
Emma: esta entregue senhorita Mills. – disse fazendo reverencia.
Regina: muito obrigada, ó cavaleiro de jaqueta vermelha. – disse sorrindo.
As duas gargalharam e Emma disse – sua mãe vai estar em casa hoje, quase não á vi essa semana?
Regina: vai sim, porque a pergunta senhorita Swan? – arqueou a sobrancelha.
Emma sorriu e disse – digamos que eu quero seqüestrar você hoje à tarde, posso?
Regina: ta me chamando pra sair? – perguntou com um olhar ansioso.
Emma: digamos que seqüestrar e mais profundo. – ambas riram – mas sim, quer sair comigo?
Regina: adoraria – sorriu de orelha a orelha.
Emma: ótimo! Te pego as 15h00min. – sorriu e se aproximou de Regina e deu um beijo em sua bochecha – até mais tarde. Regina. – e segui seu rumo sorridente.
Regina: até mais tarde. Emma. – pôs a mão na bochecha e sorriu de orelha a orelha.
No orfanato Emma que estava de fone de ouvido chegou em casa dançando no ritmo da musica, ela jogou a mochila no sofá e começou a cantar a musica.
Can't read my, can't read my
No he can't read my poker face
(She got me like nobody)
Can't read my, can't read my
No he can't read my poker face
(She got me like nobody)
P-p-p-poker face, p-p-poker face
(Mum mum mum mah)
P-p-p-poker face, p-p-poker face
(Mum mum mum mah)
nesse exato momento ela vira na pose da lady gaga e se depara com a mary parada a olhando assustada.
Mary: lady gaga?
Emma: e-e ner, o que foi? uma garota jovem não pode gosta de Artpop? – perguntou ela saindo da pose corada.
Mary: okay né, mas o porquê dessa felicidade toda? – perguntou mudando de assunto, mas gargalhando por dentro.
Emma: eu chamei a Regina pra sair. – disse, Emma nunca esconde nada a Mary.
Mary: hum... Pra sair éh. – falou erguendo a sobrancelha.
Emma: sim Mary! Pra Sair – sorriu dando ênfase na palavra sair – vou passar na casa dela as três.
Mary: e você já tem uma roupa pra sair nesse encontro?
Emma: n-não é um encontro, é só um p-passeio – falou corada – e sim eu tenho uma roupa okay, não se preocupe dona Mary. – falou dando um beijo na bochecha dela.
Mary: okay – sorriu – vamos, o almoço estar pronto jaquetinha! – e saiu rindo.
Emma: Ei! Não fale mal das minhas jaquetas – e ambas riram e foram almoçar.
Na casa Mills, Regina tinha chegado com um sorriso de orelha a orelha, o almoço já estava servido. Ela foi para o quarto e escolheu uma roupa simples um short jeans na cor branca, uma bata na cor azul e uma all star azul, os empregados a ajudaram a se vestir e quando terminou ela se sentou a mesa e esperou Cora chegar, mas depois se lembrou que teria que teria que falar com sua mãe e o sorriso se desfez, e não demorou muito pra Cora chegar.
Cora: oi minha filha. – falou dando um beijo na cabeça de Regina – como foi na escola?
Regina: foi ótimo! Obrigado por perguntar. – sorriu. Mas estava muito nervosa.
Cora estranhou – nossa! Geralmente você fala que foi normal ou que foi chata. – arqueou a sobrancelha – o que ouve filha?
E agora ou nunca! – mãemechamaramprasair – soltou de uma vez.
Cora: o que? Não entendi?
Regina respirou fundo e disse – mãe me chamaram pra sair. – falou encarando a mãe.
Cora: oh! Sério! e quem foi o sortudo que te convidou? – perguntou sorrindo.
Regina: na verdade foi uma sortuda.
Cora: oh! Ahm legal, e quem foi a sortuda então.
Regina gelou, respirou fundo e se preparou pra bronca – mãe foi a Emma que me convidou.
Cora olhou pra Regina com um misto de surpresa e susto, Regina começou a ficar preocupada sua mãe estava demorando a responder
Regina: m-mamãe?
Cora: aquela pirralha! – falou raivosa – Regina você não vai.
Já Ra 14h50min e Emma já estava arrumada ela vestia uma calça na cor preta, uma blusa do Mickey vermelha, um all star branco e os cabelos soltos.
Mary: olha só quem deixou as jaquetas de lado. – falou rindo.
Emma: há! Há! Hilário Mary – disse fazendo careta – bom já estar na hora, vou indo – disse se retirando – beijos mais tarde eu volto!– e saiu.
Chegou ao portão da casa Mills, apertou a campainha e esperou alguns minutos, e quando a porta abriu ela deu de cara com Cora, e ela não estava nada contente.
Emma: olár diretora Mills! – disse sorrindo.
Cora: Swan... – falou a encarando.
Emma: a Regina esta? – perguntou – vim buscá-la.
Cora: sim, ela esta lá dentro.
Regina: Emma? – disse Regina aparecendo ao lado de sua mãe.
Emma ficou boquiaberta, Regina estava linda, estava com uma roupa simples, mas estava radiante.
Emma: Uau! – sussurou, e Regina corou. – ah! Quer dizer vamos? – sorriu.
Regina: claro! – sorriu de volta.
Cora: vou pedir ao meu motorista para levarem vocês – falou cora ainda emburrada.
Emma: não será necessário, eu mesmo vou levá-la a pé, vamos só dar uma volta. – piscou pra cora que fechou ainda mais a cara.
Cora: tudo bem então – se aproximou da filha e disse – bom passeio filha. – e beijou a sua cabeça.
Regina: obrigado mãe. – sorriu.
Cora se aproximou de Emma e deu um abraço, Emma e Regina estranharam o ato, Cora então sussurrou na orelha de Emma e disse – fica esperta Swan, se fizer algo contra a minha filha eu te mato!
Emma sussurrou de volta – não se preocupe diretora, não farei nada contra sua filha. – para provocar ela completou. – a não ser que ela queira – sorriu.
Cora quase explodiu, mas se manteve firme. Ela se afastou e sorriu.
Cora: Emma cuide de minha filha okay? – forçou um sorriso.
Emma: xá comigo – piscou, Emma segurou a cadeira de Regina e saiu empurrando, mas não antes de Emma se virar e mandar um beijo no ar para Cora.
Cora apenas rangeu os dentes e entrou batendo a porta.
No passeio Emma levou Regina para conhecer a cidade e sempre conversando e falando e rindo, a cidade não era muito grande, mas tinhas alguns pontos bonitos como à praça e a praia.
Elas pararam na praça e Emma comprou dois sorvetes, Regina queria pagar o dela, mas Emma insistiu e pagou os dois. Emma foi para um banco próximo e colocou Regina perto e sentou.
Emma: como consegui que sua mãe deixasse você sair comigo? – perguntou rindo.
Regina: não foi nada fácil, ela não vai com sua cara de jeito nenhum. – falou rindo – “não quero você com aquela menina, ela e um péssimo exemplo de garota” – falou imitando a mãe. – foi uma hora tentando convencer ela a me deixar ir, mas niguetogetherm resiste a um olhar pidão ner.
Emma: sim, pelo menos mentindo ela não ta. – ambas riram.
Emma: olha eu sei que nunca toquei nesse assunto, mas eu queria saber se já fez algum tipo de fisioterapia – perguntou meio receosa.
Regina: já, eu fazia todos os dias depois que eu me recuperei do acidente – falou um pouco triste.
Emma: e você ainda faz?
Regina: não. eu parei, eu vi que não adiantava de nada – abaixou a cabeça – o medico disse que eu ainda tinha esperança de volta a andar era só eu fazer a fisioterapia, mas eu vi que não tava dando resultado e parei de acreditar. – falou triste
Emma: e você desistiu? Simplesmente desistiu? – perguntou triste também.
Regina: não tinha como eu continuar Emma! – falo um pouco zangada – toda vez que eu fazia eu me enchia de esperança, mas depois eu percebi que eu não sentia nada, não acontecia nada, eu ia ficar assim para sempre. – falou com a voz embargada.
Emma viu que isso afetava Regina, ela segurou a mão de Regina a apertou não muito forte e disse. – uma das poucas coisas que o ser humano ainda tem e a esperança. – falou encarando aqueles olhos chocolates – e se você perde-la, o que restará de você. A esperança e a ultima que morre nessa vida, não deixa a sua morrer em vão. – sorriu – eu quero te pedir uma coisa, não desista! Não agora que você tem a mim – Regina sorriu – eu quero que você volte a fazer a fisioterapia porque dessa vez eu vou acompanhar tudo de perto, eu vou estar ao seu lado, porque eu acredito em você – sorriu.
Regina: por que esta fazendo isso tudo por mim?
Emma: por que você entrou na minha vida de uma maneira inexplicável, e eu quero que permaneça nela sempre, e eu não vou desistir assim fácil de você. – sorriu confiante – e você acredita em si mesma? Acredita em mim?
Regina: eu acredito... – sorriu emocionada, nunca ninguém havia se importado tanto com ela.
Emma: together? – ergueu o dedinho.
Entrelaçou o seu dedinho ao de Emma – together...
(continua)
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