I Almost Do
1 almost
Notas iniciais
Eu quase fazia, toda a vez que eu o via, eu quase fazia. Eu quase falava, eu quase contava como me sentia. Quase ligava para ele quando via seu número na minha agenda. Eu quase deixava minhas emoções tomarem conta de mim. Eu quase fazia isso tudo, mas não podia. Pois ele tinha a Alice, eu tinha o Edward.
Mas isso não me impedia de pensar nele, e também não me impedia de sorrir toda vez que eu pronunciava seu nome o ou ouvia. Eu podia viver sem ele, mas não queria. Mas eu tinha que, porque a vida é assim. Nem sempre você pode ter seu bolo e comê-lo também. Ele era feliz com ela, e eu era feliz com ele. Ou era isso que as aparências diziam, eu quase falava da minha paixão, do meu amor. Quase. Quase sempre, mas nunca o fazia. Eu sabia que não tinha a coragem de rasgar aquela família, eu sabia que não teria coragem de machucar minha melhor amiga daquele jeito. Mas isso não me impedia de quase fazer. E era isso que minha vida sempre seria. Eu sempre estaria quase feliz. Eu sempre estaria quase completa. Porém, só quase. Por que eu sabia que sem ele, eu não poderia estar completamente sorrindo.
“Você me deixou esperando por muito tempo.”
Pelo menos ela esperou e o teve, já eu nunca o teria. Por isso, eu era assim agora. Passando pela vida, mas nunca a aproveitando completamente. Por que eu não o tinha, meu amor, meu companheiro.
E era por isso, que eu estava quase morta, só um corpo se misturando com os outros.
Eu quase o fazia, mas quase, nunca é o suficiente.
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