Hurt
1 Prologo
Notas iniciais
Prologo
PVF
A brisa da manhã estava deliciosa e o orvalho nas folhas já estavam presentes. Não era apenas mais um dia e sim era o dia. O dia que minha vida mudaria para sempre. Sai sem tomar café e peguei o trem rapidamente era o dia mais importante da minha vida e com certeza mudaria tudo. Sentando no banco do trem, pude pensar em toda a minha vida e como sou grato por tudo que tenho. Minha mãe veio para os Estados unidos com o meu pai quando eu tinha 2 anos de idade éramos da itália e sonhávamos com um futuro melhor do que o oferecido no nosso país. Meu pai arrumou um emprego em uma fabrica de tênis e logo tivemos a chance de alugar uma casa que depois com muito trabalho do meu pai fora comprada e a tão sonhada melhora nunca e o fato de meu pai ter morrido quando eu tinha 11 anos na mudou muita coisa e para não atrapalhar meus estudos minha mãe arrumou um emprego de enfermeira no hospital local o que me deixava em casa sozinho todas as noites e isso acontece até hoje, dediquei a minha vida inteira aos estudos e sempre tive notas excelentes e estou na lista de espera de uma das melhores faculdades do Eua e agora estou indo ver se fui aprovado. Deus me deseje sorte. Passei o dedo nas fileiras enormes até chegar na letra F e quase não acreditei quando meu nome estava lá.
– Ai meu deus! – exclamei com a voz mais alta que me saiu. – eu estou dentro. Eu to dentro. – ainda não conseguia digerir essa informação. As pessoas que ali estavam me encaravam e outras me davam os parabéns. –to dentro. – eu apenas repetia as mesmas palavras. –UCLA to chegando.
PVS
– Sammmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm! – ouvi uma voz feminina exclamar, provavelmente do andar de baixo. – desliga essa droga de musica. – os berros da minha mãe eram nada convincentes o que me fez aumentar ainda mais a potencia do Som, que para o meu azar minha mãe sabia onde ficava a caixa de força. Essa vida está cada dia um saco. Por que não posso apenas morrer? Seria tudo mais fácil. Acredito que não sentiriam falta de mim. Sou Samantha Puckett filha de um dos empresários mais ricos de Seattle, acredite algumas meninas da minha escola morreriam pra ter tudo o que eu tenho e eu se eu pudesse eu daria tudo pra elas. Odeio a minha vida e por isso eu tenho atitudes que não condizem com ela, como ser presa varias vezes apenas pra chamar atenção do meu pai, e eu não planejo ir a faculdade por que mesmo que eu quisesse minhas notas não ajudariam e os professores nunca me daria uma carta de recomendação.
– Sam! – as voz da “pam” ( como eu chamo aminha mãe) ecoou pelo quarto. – você não vai acreditar.
– vai ter promoção de cirurgia plástica pra você poder concertar a sua cara. – e disse com um entusiasmo irônico.
–não! – ela respondeu. – melhor chegou a sua carta de aprovação na faculdade.
– eu tenho certeza que não me inscrevi em nenhuma faculdade. – eu disse enfatizando cada palavra.
– sim eu sei mais seu pai a inscreveu. – ela disse indo a espelho verificar a sua maquiagem. – e como as suas notas não são boas então digamos que ele mexeu os pauzinhos e tirou a vaga de algum bolsista ai. – ela disse como se fosse a coisa mais natural possível.
– isso é trapaça. – eu gritei indignada.
– como se você ligasse pra isso. – ela disse saindo do quarto. – e arrume as suas malas que você vai na segunda feira.
– não era isso que eu havia planejado. – eu gritei indo até a porta.
– e eu não queria ter que colocar botox até maio do ano que vem. – Pam disse indo ao banheiro do corredor provavelmente retocar o batão. – sinto muito, querida. Aceite os fatos.
Segunda – feira.
– você pode ao menos sorrir pra foto? – meu pai me questionou ao entrarmos no carro. – quero me candidatar a governado de Seattle esse ano.
– Claro. – abri meu maior sorriso falso.
Ridículo! Meu pai insistir em me levar pra faculdade apenas pra ter certeza que eu não irei fugir.
Ele pensa que serei sociável? É o que vamos ver. Entrei no carro e coloquei meus fones de ouvido no volume maximo possível, queria apenas dormi e não havia niguem nesse mundo que me faria mudar de idéia. Mas o velho insistia em uma conversa.
– O que está pensando Samantha? – eu tirei os fones do ouvido deixando o ouvir a musica barulhenta que o fez fazer um carata. – seus gosto musical mudou. – ele sussurrou me fazendo rir. – então, o que está pensando?
–bom... nas mil maneiras que eu tenho pra estragar a sua campanha e você?
– Sam... não faça isso, você sabe que essa faculdade é para o seu bem. – ele passou aos mãos na minha perna. – quatro anos não vai te matar.
– Quatro anos é uma vida pra mim. – eu respondi enfiando os fones de ouvido outra vez.
Ele gesticulou pra que eu tirasse os fones do ouvido mais uma vez.
– só uma coisa, pra sua felicidade não terá que morar no campus com os alunos normais eu te comprei um apartamento perto da escola e ele está todo mobilhado.
– Oh, pelo menos uma coisa boa. – eu disse.
– e pra ter certeza que você ira na aulas, você terá um companheiro de quarto. – “o que?”. – ele é filho de uma funcionaria minha no hospital e que não tem condição de mate –lo por isso ele ira ficar com você.
– ele? – ele assentiu. – ta me zuando né? – ele fez que não com a cabeça, era só o que me faltava.
- Samantha, por tudo que é mais sagrado trate ele bem. – ele voltou a sua atenção ao volante. — isso só pode ser piada primeiro ele me faz ir a uma faculdade contra a minha vontande agora me traz um colega de quarto? Meu pai perdeu mesmo o amor a vida? Quem ele pensa que é pra fazer as coisa sem me consultar? Não tenho direito de opinião agora?Eu estou com muita, mas muita raiva.
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