Hurt

5 Capítulo 5 - Bebida nunca foi meu ponto forte.


Notas iniciais
Heey guys, desculpa ter excluido o mesmo capitulo é que eu não vi e foi postado incompleto então. Vou posta-lo de novo

PVS.

Nunca foi segredo pra ninguém que eu não sou amante de festas, mas eu precisava de distração. E essa julgavam ser a maior do ano. Afinal era a festa de estreia dos calouros e não era fiscalizada pelos diretores da escola. Coloquei a roupa melhor que eu tinha trazido e me despedi do Freddie que estava muito entredido com seu livro. Ai esse povo NERD.

– Sam! — Carly gritou pra mim, ao me avistar entrando na casa. — que bom que você veio. — eu acenei com a cabeça. — vem, pegar uma bebida.

Era um festa comum nas universidades, pessoas bebadas pra todo lado, gente sem roupa correndo pela casa, casais quase fazendo sexo publicamente, piscinas imundas. Eu na verdade estava me sentido deslocada, depois que Carly me largou pra ir dançar com um menino qualquer.

– me dá uma vodka, por favor. — eu pedi a barmem que saiu para pega-lá "deus, como essa musica está alta eu pensei." e sorri ao pegar o copo em minhas mãos e dece-lo de uma vez só. — mais uma por favor. — poisé, bebida nunca foi o meu forte.

(...)

– UHHUHUHUHU. — eu estava gritando de cima do palco, onde o Dj estava mandando bala no som. — é isso aii.

– Sam! — eu ouvi a voz da Carly. — desce dai.

– você não é minha mãe. — eu respondi malcriadamente, não sei o que estava acontecendo comigo, mas eu estava muito, mais muito feliz. — o que você quer?

– acho que está na hora de você ir pra casa. — " Mas eu não quero ir".

– Casa? — eu fingidno de desintedida, pra ver se ela não me enchia mais o saco.

– sim, casa. — ela me puxou pra um canto sem barulho. — como você vai dirigir assim?

– Carly! — ouvi uma voz masculina atras dela. — estão te chamando parece que o Brad está tendo uma convulsão.

– OH MEU DEUS! — e lá se foi toda a preoucupação dela. Eu estava ali sentando no chõ daquele banheiro imundo e nem percebi quando peguei meu celular e disquei um numero.

PVF

– Se o numero de mols e igual ao numero de massa. — eu estava tentando estudar, mas não parava de pensar no que a Sam poderia estar fazendo, eu sei muito bem o que acontece nessas festas. E por que eu estou tão preocupado com ela? Essa loira demoniaca conseguiu fisga meu coração mesmo. Um sorriso bobo brotou em meu rosto. Que foi atrapalhado pelo som do telefone.

– Alô. — eu respondi entediado enquanto virava as paginas no meu livro de Quimica.

– Freddie. — uma voz fraca chamou meu nome. — Freddie.

– SAM!.- eu gritei, pelo seu tom de voz algo estava errado. — onde você esta? o que aconteceu?

– estou na festa. — ela respondeu fracamente. — vem me busca estou no banheiro. — e a ligação caiu.

Peguei o meu casaco o mais rapido possivel e sai sem ao menos trancar as portas do apartamento, milhares de coisas estavam passando pela minha cabeça agora, o que estaria acontecendo com ela? Será que alguém a machucou? por que ela está no banheiro? será... que. Não. Afastei esses maus pensamentos enquando corria desesperadamente em direção a escola.

A casa estava um arregaço, havia lixo pra todo canto e a musica alta estava ensurdecedora. Entrei me esquivando dos casais se agarrando nos cantos e fui procurar o tal banheiro. E no caminho eu fui constante assediado pelas garotas bebadas que ali estavam.

- ei gatinho. — uma garota ruiva me parou. — quer ir lá em cima pra me te mostrar o paraiso?

- não obrigado. — eu desviei da garota que estava completamente destruida e com os cabelos e a maquiagem totalmente arregaçada.

Andei um pouco mais, pela enorme casa e avistei um banheiro que aparentemente era feminino. Entrei desesperado e deparei com a Sam deitando com a cabeça apoiada na parede e aparentemente ela estava dormindo. Ainda bem eu pensei, o pior não aconteceu.

- Ei. — eu chacoalhei ela tentando acorda-lá. — vamos Sam. — ela apenas se mecheu. Não tive opçã, se não de carrega -la para casa.

PVS

Acordei com uma cabeça e com o Som do despertador que não ajudou nenhum pouquinho, espera... Estou na minha cama? Mas... como? Levantei decidida a fazer algo pra curar essa ressaca e fazer essa maldita dor de cabeça passar.

- Bom dia. – falei ao perceber que Freddie estava sentando assistido TV enquanto parecia comer algo como Cereal.

- hey. – ele respondeu meio seco. O que de fato me dez estranhar.

- o que aconteceu? – eu sentei do seu lado. – por que está todo assim “fresco”.

- não estou fresco. – ele saiu pra colocar a tigela na pia. – um obrigado já é o bastante.

- obrigado? – por que ele iria querer ser agradecido. – não to entendendo...

- Ah, o fato de me fazer ir te buscar bêbada as duas horas da manha não te lembra alguma coisa? – as sobrancelhas dele arquearam, o que na minha opinião é fofo.

- Ah, então foi você... – eu sussurrei pra mim mesmo. – essa é a hora que eu sinto vergonha de mim mesma.

- por que bebeu? – ele me encarou.

- não sei bebida nunca foi o meu “forte”. Eu posso bater em você até a hora que você implorar pra morrer, mas se você quer me destruir é só me dar uma bebida. – eu disse fazendo o dar um sorriso amargo. – mas só um minuto, você não é meu dono e eu não te devo satisfação.

- puxa! Então eu não devia ter arriscado a minha vida pra ir te busca naquela festa maluca.

- Era uma festa, Freddie e não o apocalipse. – só agora notei a proximidade em que nos encontrávamos.

- coisas ruins acontecem nessas festas, Sam. – ele sussurrou. – apenas não quero que você se machuque. – “o que?” ele pareceu meio nervoso ao perceber o que tinha falado e tentou desconcertar. –quer dizer, como iria explicar ao seu pai o que te aconteceu?

- não se preocupe ele ficaria é feliz. – eu respondi em um tom mais doce que meu normal.

- não diz ele te ama. — sua voz era musica para os meus ouvidos.

- não ele ama os troféus que eu ganhei quando era pequena em patinação artística. – eu disse sincera. – por falar nisso, hoje é domingo, por que não saímos para dar uma patinada?

- ah, mesmo sendo impossível acreditar que você patina... Não posso. – ele saiu se movimentando rapidamente até a mesa. – tenho que estudar pro teste de amanha.

- Freddie, você é o cara mais inteligente que eu conheço. – eu respondi. – não precisa se matar de estudar, vai se sair bem.

- pêra, você está me elogiando? – ele disse nem um tom brincalhão. – o que colocaram na sua bebida ontem?

- espera que o efeito não dure muito. – eu disse rindo. – odeio ser gentil. – sai abrindo a porta. – você vem?

- estou de pijamas. – ele coçou a nunca.

- e eu também, mas quem liga? – eu disse saindo.

Notas finais
ZzZzZ
Eu vi um comentario falando que as coisas estão indo rapido demais!!!! kkkkkkkkkkkkkkk
ai dels, eu escrevo assim. não posso fazer nada é meu defeito ou qualidade não sei explicar