Notas iniciais
Well, provavelmente você perceu que minha não pessoa não é gênia para escrever sinospse, but, se você está aqui, você é uma boa pessoa que resolveu dar uma chance à minha primeira fanfic de Percy Jackson.
So, I hope you enjoy, e deixe reviews, nem que seja para dizer o que faltou ou ficou confuso.

Poderia ter sido apenas mais um dia normal em New York. A cidade, como sempre, acordou agitada, carros, motos, ônibus e pessoas passando de um lado a outro sem parar.

Na cafeteria Mammas House, na Dikeman Street, muita gente começava a rotina básica da cidade. Numa mesa perto do balcão, um homem muito bonito lia um livro. O livro era A Arte da Guerra, já tinha lido muitas vezes, mas sempre era bom refrescar a memória, apesar de sua vida ser bem mais calma agora.

Ele vestia preto. Um clássico visual de motoqueiro, a jaqueta, as botas, as luvas de meio dedo. Seus cabelos eram negros e bagunçados, seus olhos eram da mesma cor, muito escuros. A pele era azeitonada e ele parecia desleixado sentado de qualquer jeito sobre a cadeira.

Quase de frente para ele, uma mulher bem vestida comia dunuts sossegada, indiferente à correria a sua volta. Ela mesma, um dia, fizera parte da correria, mas agora era mais um borrão na mente de todo que passavam por ela.

Ela era bonita também. Cabelos negros com uma mecha azul, olhos da cor de um raio, unhas cumpridas pintadas de vermelho. Calça de couro, botas longas, corpete
azul celeste. A pele era branquíssima, era como uma personagem de filmes de sedução.

Ele se espreguiçou discretamente e correu os olhos pela cafeteria, seus olhos negros cruzaram com os azuis dela. Ele sorriu. Voltou os olhos para o livro.

O Imperador Tai Wu conduziu mil tropas para atacar o general de Sung, Tsang Chih, em Yu Tai, no final do período Wei.

Primeiro, o Imperador solicitou a Tsang Chih um pouco de vinho, pois era comum, antes da batalha, a troca de cumprimentos e presentes. Tsang Chih lacrou um pote cheio de urina e enviou a ele.

[...]

Após trinta dias sem vitória, os cadáveres empilhavam-se até o topo das muralhas; os mortos excederam metade da força de Tai Wu.

O homem riu baixinho, ótima estratégia. Três homens entraram na cafeteria.

Análise: talvez civis; roupas comuns, calças largas, talvez escondendo armas; mãos nos bolsos, em potencial uma distração, em grande escala, uma bomba; sem contato visual ela anotou mentalmente.

Seus olhos voltaram a se cruzar com os do homem de preto. Ele ergueu uma sobrancelha sorrindo, talvez estivesse tentando jogar charme. Ela revirou os olhos.

Fingiu continuar a comer seus dunuts, mas na verdade observava os três homens que tinham acabado de entrar. Eles sentaram mais no fundo da loja, mas cometeram um erro, um deles olhou diretamente nos olhos dela.

O homem sozinho de preto colocou o livro de volta na mochila. Respirou fundo e se levantou, pensou em ir embora, mas logo desistiu sentando-se à mesa da mulher com quem trocara olhares.

Eu sei que você estava me olhando, o que quer? ele perguntou.

Foi a vez dela erguer a sobrancelha, pura falta de entendimento.

O que?

Seu nome e o nome do alvo, pode falar. Talvez alguém tenha dito que eu fui embora, mas, você sabe, Hades é imortal, ele nunca vai embora.

Cai fora, eu to ocupada e não tenho a mínima ideia do que está falando.

Qual é, garota, alugou meu tempo pra que? a voz dele alterou um pouco.

Os três homens na mesa ameaçaram um movimento brusco.

Droga. ela murmurou.

A mulher puxou uma arma na bota e deu dois tiros em direção aos três no fundo da cafeteria. Civis saíram correndo desesperados. Os homens começaram a revidar. O primeiro homem, que se denominara Hades, sacou uma arma na mochila e também passou a revidar.

Ela foi rápida, com as mãos leves, arrancou as chaves do bolso do homem ao seu lado e saiu correndo. Pegou a única moto estacionada ali e partiu.

Minha moto, sua desgraçada! ele gritou correndo atrás. Já nem ligava para os homens atirando, aliás, por que ele atirou mesmo? Reflexos, dos tempos em que vivia na correria.

Parou um taxi qualquer no meio da rua.

Segue a r1, agora! esbravejou pro motorista.

Os três homens saíram da cafeteria, mas não tinham condições de seguir os dois. Um deles pegou o telefone e discou o número da chefe.

Reyna, ela fugiu. a mulher do outro lado da linha reclamava. Ela não está sozinha, virou na Van Brunt agora. um minuto enquanto a outra falava. Ok, estamos indo.

Will, o que a chefa disse?

Que se perdermos ela perdemos o emprego, Leo.

E quanto a nós? o último perguntou.

Para a casa dela, Jake, vamos montar guarda. Quando Thalia Grace voltar, nós a prendemos.


Thalia partia costurando qualquer carro em seu caminho, conseguira muito provavelmente despistar os agentes atrás dela, mas não o dono da moto. Garoto chato aquele, heim? Por que tanto apego a uma moto, se pegava um taxi pra perseguir uma ladra poderia pagar outra, certo?

Não tão fácil, gatinha. o homem no taxi pulou para o banco da frente e sentou na janela para ter uma mira melhor.

Desce, cara, se não vou parar o carro! o motorista ameaçou.

Ele simplesmente puxou uma segunda arma e colocou sobre a cabeça do taxista.

Cala a boca que eu to ocupado. acertou a mira, tiro na cabeça, seria certeiro, porém, na hora que puxou o gatilho, um carro bateu contra o taxi desviando a rota da bala. Merda! gritou quase caindo do carro.

Pulou para cima do carro que tinha acabado de bater no taxi, o taxista desistiu da loucura e virou na esquina seguinte, ignorando até o fato do lado de seu carro estar destruído.

No carro que batera, quem dirigia era uma ruiva de olhos verdes, mas quem apontava uma arma para a cabeça do intruso era um loiro de olhos azuis com uma cicatriz no rosto.

Parado em nome da lei, seu bastardinho! o loiro gritou.

Talvez se ele não tivesse falado nada, o moreno teria paralisado pelo susto básico de ter uma arma apontada para sua cabeça, mas ele o chamou de bastardinho, e se existia uma coisa que ele realmente se importava em ser chamado era de bastardo.

Errou feio, idiota. a arma dele foi mais rápida, atingiu o braço do loiro antes da ruiva sacudir o carro e jogá-lo no chão.

Ele, Rachel, a Thalia a gente se vira depois. Pega ele. o loiro ordenou a garota.

Rachel, a ruiva, deu a volta no meio da rua e ia passar por cima do moreno se ele não tivesse levantado antes e saísse correndo pela calçada e sumido no meio da multidão.

Saco! ela gritou batendo a mão no volante. O carro batido e parado no caminho chamava mais atenção que o cabelo laranja dela. E agora, Luke? Perdemos Thalia e o cara.

Não, Rachel. A câmera pegou uma imagem dele, ele ficou cinco segundos parados na frente da câmera, vamos identificá-lo, e saber se está ou não ajudando a Thalia a fugir.


Depois de sumir das vistas dos malucos do carro, o homem resolveu respirar. Escorou-se num beco qualquer e puxou o celular discando o número antigo.

Percy?

Quem deseja? a voz do outro lado perguntou.

Diga ao Tenente P. Jackson que quem está no telefone é o Hades.

Só um minuto. ele aproveitou para recuperar o fôlego restante Fala sério que é você, to te vendo. Você está correndo igual a um louco. Verona, Columbia, Bay. Tá indo para onde, Nico Di Angelo?

Sei lá, to dando um rolé. Sabia que você estava me rastreando, mas você está com preguiça, né? Perdeu oportunidades interessantes de me pegar.

To te dando um tempo.

Vem me pegar, agora, vou atrás da Annabeth. ele desligou.

Saiu correndo de novo, ainda sem saber para onde ir. Pegou outro taxi, bem mais longe de onde pegara o outro.

Para onde, senhor? o taxista perguntou.

Parte da Dikeman, entra na Van Brunt e segue, Verona, Columbia, Bay...

Algum destino específico?

Só segue isso, eu vou te dar um destino.

O homem deu partida e Nico puxou o celular de novo. A mochila jogada no banco deixava a mostra uma parte da carga, armas, facas, munição, algemas e um binóculo.

Hazel, mana, tá na escuta?

Nicolas! Percy está em polvorosa, você ligou pra ele?

Liguei, alguém roubou minha r1, e você sabe que o meu cão infernal tem quase um valor sentimental. Quero de volta, mas preciso de vocês. Localiza a Sra. OLeary pra mim.

Tá maluco, meu chefe me mata. Você ameaçou a Annabeth. ela sussurrou.

Foi brincadeira, rápido Hazel.

Clinton...

Passa para a Clinton. Nico disse ao motorista.

Foram seguindo os rastros da mulher até ela parar na Dekalb Avenue, Fort Greene.

Quase não deu tempo de ser uma boa pessoa pagando o taxista e correr atrás da mulher maluca que iria largar sua moto de qualquer jeito no meio do mato.

Hey, espera, sua maluca! ele bradou.

Thalia olhou para trás e sorriu, começou a correr, mas Nico foi atrás. Sorte de ambos que o parque estava vazio. Ele a segurou pelo braço, ela virou e acertou um soco na cara dele, seguida de uma joelhada. No bolso da jaqueta, Nico puxou uma arma, apontou para ela. Escondida sob a calça, Thalia puxou uma arma, apontou para ele.

Chega, princesa. Eu só quero saber qual é a tua.

Não, me chama de princesa, cara.

Ela foi rápida o suficiente para chutar a arma da mão dele, mas ele a chutou, nas costas. Thalia quase caiu, Nico a segurou, de costas para si, prendendo os braços.

Como me achou? ele perguntou.

Eu sei lá quem é você, achei que você estava atrás de mim.

Claro, você roubou minha moto.

Eu precisava cair fora de lá antes que levasse um tiro ou fosse capturada, ou os dois.

O telefone dele tocou.

Discorso, sorella¹.

Cinco minutos para Percy Jackson te achar.

Merda, eu preciso de tempo, acabei de pegá-la.

Thalia entrou em desespero, para ela era óbvio, aquele homem era um agente disfarçado, também estava tentando capturá-la em nome da DISK, precisava fugir o mais rápido possível.

Ela pisou no pé dele e deu um coice que o acertou na canela. O celular caiu e Nico também. Ele rastejou rapidamente e pegou sua arma no chão, deu um tiro perto do pé dela, ela saiu correndo. Nico a segurou e a algemou consigo, puxando-a para onde tinha largado a mochila e a moto.

Não vou embora sem você, preciso saber qual é a tua e também não ficar pra ser preso. Portanto você vem comigo. ela bufou, mas não tinha nem argumentos. Chamar a polícia estava fora de questão e se gritasse por socorro alguém chamaria a polícia.

Mesmo algemado a ela, Nico e Thalia subiram na Sra. OLeary e partiram. Não sem que Nico destruísse o rastreador antes.

Notas finais
¹ - Fala, irmã._Acredite, esse italiano de Google Tradutor não foi à toa.
Pois é, fim do first, até o próximo.