O corpo aos seus pés parecia estar olvido, calmo e plácido, se não fosse pelo sangue em sua camisa e a poça que se formava ao seu redor.

Agarrou um pano qualquer e começou a passar pelos móveis, procurando apagar toda digital comprometedora. Depois retornou e enrolou o corpo no tapete, agradecendo pela casa não ser acarpetada.

Foi difícil levar a vítima até os fundos, colocá-la no carro e sair dali sem chamar a atenção dos policiais, apesar de saber como driblar a lei. Logo, rodou até o parque nacional aonde livrou-se do corpo.

No fim, sorriu; estava a salvo.