Cortez ligou para Liz, mas não foi atendido; preocupado, deixou recados; depois foi a casa do suspeito.

— Como vão as coisas?

— Não temos nenhuma movimentação suspeita — respondeu o mais jovem. — Não é algo que minore nada, saber que ele não sai, que não está machucando ninguém. Preferia pegá-lo no ato.

— O desgraçado quer nos confundir— replicou o outro. — Sabe que estamos aqui.

Cortez imaginou que sim, ele saberia. Mas algo lhe dizia que aquele silêncio não estava certo e começou a se preocupar.

— Há quanto tempo ele não sai? — questionou.

— Dois dias — foi a tenebrosa resposta.

O tempo do sumiço de Liz.