Notas iniciais
Primeiramente, estou desviando de todas as pedras possíveis por só demorar a postar nessa história. Seja lá qual for o problema do universo comigo, ele é bastante grave. Desta vez demorei bastante para postar por motivos de: a maior falta de inspiração de todos os séculos! Sério, eu olhava pro word e tentava escrever algumas palavras. Mas, tudo que saía era, resumindo, uma desgraça. So... Eu tenho algumas coisas para falar no final do capítulo, e todo mundo deve estar pensando que Ex ficou pequeno, mas tem um personagem novo, e ele merecia um capítulo só pra ele, sério! Queria agradecer à Isabella Rocha, que recomendou Humans de uma forma que me deixou, completamente, tremendo. TREMENDO. O próximo capítulo será dedicado totalmente a você, Bella! E você vai saber por quê. ENTÃO... já vou logo agradecer a todos vocês por terem respondido ao questionário, e acho que todos querem saber qual casal ganhou na porcentagem para ser o possível spin-off /one-shot de Humans. Thalico ou Caleo? Como eu sou má, vou deixar lá pras notas finais, sério, eu sou tão diabólica. Vocês foram tão fooooofos comigo no questionário, houve uma crítica construtiva tão boa que até fiquei emocionada. É, tipo, muito gratificante saber que vocês estão gostando tanto assim de Humans. A única coisa que me deixou, sinceramente, um pouco chateada foi que a maioria das pessoas não comenta normalmente. Contudo, nós vamos reverter isso, né? Quero ver todos expressando sua opinião através dos comentários! Vocês são lindos, sério! Agora vamos ao que interessa, no? Enjoy!

This feeling's very strange. Can anybody tell me what's your game?

Percy estava enésimas vezes mais provocativo do que era casualmente.

E, isso estava me deixando levemente irritada. Quer dizer, eu havia vindo ao Summit para curtir e realizar coisas que eram proibidas, na maioria das vezes, não é? Mas eu não havia colocado sequer uma gota de álcool na minha boca; estava encarando meu professor idiotamente gostoso de biologia sem nem estar na pista de dança; ou seja, eu não estava me divertindo como o esperado.

Contudo, eu tinha que admitir, não estava sendo absolutamente desagradável estar sendo atormentada por Jackson. Exceto pelo fato que ele era excessivamente abusivo quando queria — o que, certamente, ele ansiava hoje. Me tirar do sério. Não que eu fosse admitir tal coisa para ele. Jamais.

– Você não estava mesmo com ciúmes da Rachel, não é? – indagou Perseu, tentando esboçar casualidade, mas eu podia ver o contorno de um riso sem som se ampliar pelos lábios carnudos – Porque você parecia estar prestes a eclodir enquanto falava alguma coisa sobre eu ter fetiches por ruivas. Você não me engana, Chase.

Revirei meus olhos, de prontidão.

– Eu não estava com ciúmes da Rachel, Perseu — rosnei seu nome — Só estava reclamando por você ter dado em cima de duas ruivas no mesmo dia comigo de plateia. São coisas totalmente diferentes, se você não é capaz de perceber.

A risada dele foi mais do que gostosa ao meus ouvidos, mas tive que ignorar essa merda de percepção sobre suas ações, porque o motivo daquela gargalhada havia sido eu. E eu não gostava de ser motivo de chacota, de maneira nenhuma. Controlei, então, a vermelhidão que se apossava das maçãs de meu rosto, tomando um gole azedo do resto do suco de limão que eu havia pedido para aquele barman, barra, deus grego.

– Você é tão engraçada, Chase. Além de gostosa, uma deusa na cama, você tem um excelente humor, que chega a ser sexy. Acho que ganhei na bilheteria, não é mesmo, Annie?

– Sinceramente, Jackson. Se eu estou regredindo com os meus insultos, você está, notoriamente, decaindo com suas cantadas, que estão mais para de pedreiro... – deixei as últimas palavras no ar, repuxando um sorriso vitorioso no meu rosto, enquanto ele atuava um atingimento. Como ele conseguia ser tão falsamente dramático quando queria...

– Se seu objetivo é me machucar, Annabeth, sabia que está conseguindo – após esboçar algo parecido com um cachorrinho caindo de um caminhão de mudança, ele ingeriu uma quantidade não recomendável em só um gole da bebida azul que continha em seu copo. O vidro foi depositado severamente no balcão imaculado e esbranquiçado, e logo após, Percy soltou um suspiro refrescado – Se você soubesse o quanto essa bebida é boa, você entenderia porque eu não quero parar.

– Não acha que está sendo meio que hipócrita me proibindo de beber, e simultaneamente se embebedando? — questionei-lhe, franzindo o cenho – Preciso de exemplos bons, não exemplos repletos de hipocrisia.

Ele deu de ombros.

– Não, eu não acho nada hipócrita da minha parte, se quer saber. Sou um maior de idade que tem 32 anos por incrível que pareça, e você ainda não tem nem 18 anos, lembra?

– Bem lembrado, professor Jackson — sussurrante, eu sibilei. Meus lábios se contorciam numa faixa que espelhava malícia pura, e ele a notou, cerrando seus olhos, como quem dizia que estava de olho em mim – Você tinha dito que faria minha noite ser melhor, não está lembrado?

– É claro que eu estou lembrado. Normalmente, eu cumpro minhas promessas com bastante êxito.

– Normalmente não é a mesma coisa que sempre, Percy – retruquei, um tanto quanto insolente. A música remixada por um DJ bastante eficiente retumbava em meus ouvidos, então, eu necessitava falar um pouco mais alto do que o recomendável. Contudo, nenhum dos presentes pareciam estar interessados conosco, já que, com certeza, todos tinham coisas pendentes a resolver. – Vai me dizer o que pretende fazer? Não vai me dizer qual é seu jogo para hoje?

Eu estava mais do que curiosa para desvendar o que ele estava planejando, mas ele não precisava estar a parte disso. Meus dedos brincavam com a barra de minha jaqueta, cuja lavagem clara agora se encontrava roxeada pela luz intensa do local.

Percy notou os meus dedos, então, algo cálido se ascendeu em seus olhos esmeraldinos, enquanto ele terminava de bebericar sua bebida.

– Você está se contorcendo para saber... Interessante. Quais outras sensações eu provoco em você, Annie? Eu adoraria saber – ele baixava o tom de sua voz gradativamente, fazendo eu me arrepiar mesmo que de longe pela rouquidão que saía de sua boca.

Pisquei meus olhos, discretamente, seguidas vezes, para depois assumir uma faceta perceptivelmente indesvendável.

– Você terá que descobrir o que causa em mim, Percy. Sensação por sensação. Sentimento por sentimento. Não sou tão fácil como imaginam.

– Será um prazer, sabe, te patentear, Chase. Talvez não seja fácil – ele admitiu, dando de ombros e movimentando o copo – Só que com certeza deve valer cada esforço. Agora, se me der licença, preciso ir ao banheiro. Toda essa bebida me deu uma vontade imensa de fazer... você sabe o quê.

Ele pulou da banqueta, colocando-se em pé de forma bastante firme para quem havia bebido tantos drinks, e depois, retraiu os olhos sedutoramente, enjaulando-me nas orbes verdejantes.

– Volto já. Nada de dar em cima de barmans fumantes, ou qualquer um homem que possa te colocar numa combe e te estuprar, entendido? Até que fico sexy sendo ridiculamente responsável, cara – dito a frase mais narcisista que ele poderia jorrar na noite, ele rodou os calcanhares, aprofundando-se na multidão do Summit à procura de um banheiro, no qual ele ejetaria líquidos que não eram de meu interesse.

Havia outras pessoas sentadas nos bancos altos aos arredores, mas nenhuma que fosse chamativa o suficiente para que eu mantivesse o meu foco. Então, minha visão estava vagueando por todas as arestas do pub, observando minuciosamente cada acontecimento. Contudo, nenhum era bandeiroso o suficiente para que eu perdurasse minha atenção por mais de dez segundos. Era praxe de todos os estabelecimentos do porte. Bebedeira, drogas em demasia, casais tanto do mesmo sexo, como heteros, se comendo com uma lascívia quase que exorbitante. E eu mal sequer havia tomado uma boca específica para mim, ou feito todos os outros citados anteriormente.

Fiz a tentativa de me distrair com qualquer outra coisa, entretanto, não tive sequer um triunfo. Por sorte do destino ou seja lá quem comanda o universo, a melodia ditada na pista não era desagradável. Eu adorava baladas e seus derivados, mas na maioria das vezes, as músicas tocadas estavam longes de me agradarem. Era tão pouca letra, e tanto remix exagerado e sem noção, que chegava a pulsar uma dor na minha alma. Música era uma arte. Não algo manipulado por tantas coisas eletrônicas.

Não sei quanto tempo levou para a cadeira ao meu lado ser ocupada novamente, mas quando uma voz que não era de Percy ecoou no ambiente, quase que me joguei ao chão. Não podia ser ele, podia?

– Um duplo e sem gelo, por favor.

Sondei aquele silhueta masculina no mesmo instante, surpreendida ao confirmar minhas suspeitas, que consistiam em talvez saber quem era aquele cara com aquela voz conhecida. Luke Castellan, meu ex-lance, estava de volta à cidade, e no mesmo estabelecimento que eu.

Ponderei diversas coisas, ao passo em que eu o olhava. Dentre as opções, pensei em sair dali imediatamente, fingir que não o havia reconhecido dado que ele ainda não havia notado minha presença. Mas eu estava enfitando-o tão profundamente que logo, ele captou-me. Ah, qual é, Chase. Você está com medinho do seu ex-namorado? É claro que não.

– Annabeth? – ele reverberou um sussurro, quase que como estivesse presenciando uma assombração. Seus olhos azulados como o dia mediam-me da cabeça aos pés, e logo, um sorriso de lado se implantou em sua face – Quanto tempo.

Havia incontáveis coisas para ele dizer, mas ele decidiu sibilar a mais irrevogável. Quanto tempo. Não era como se ele tivesse passado 20 anos fora da cidade, mas ainda sim, havia sido oito meses. Tudo bem que eu sabia que sua ida era de suprema importância, mas ele não deveria ter feito o que fez comigo. Absolutamente não. E depois de, oito meses, ele simplesmente me reencontra e diz quanto tempo? Era integralmente difícil de acreditar.

– Se divertiu em Nova York? – foi apenas o que eu disse, mais ácida do que eu pretendia. Apenas falar com ele envolvia controlar minha raiva, e eu não sabia como fazê-lo – Foi realmente fácil sair da cidade, não acha? Principalmente depois de sumir e dois meses depois enviar uma merda de bilhete para mim com as simplórias palavras. Estou em Nova York por tempo indeterminado, fazendo um curso. Você sabe que é importante para minha carreira, Annabeth. Então, até mais. Eu me senti bastante especial depois de lê-lo, se ficou se perguntando. Claro que eu ficaria bem mais realizada se você tivesse mandado essa merda de papel um mês antes, para adiantar meu papel de trouxa.

Depois da torrente inédita e quase que uma cópia de uma música do Eminem por eu ter ditado tudo tão célere, eu resfoleguei, e no compasso, Luke parecia estar fazendo o mesmo, atordoado pelo meu surto repentino de fúria e indignação. Mas, qual é? Ele até que requeria muito mais.

Castellan escancarou sua boca em inumeráveis doses, aparentemente ainda processando minhas palavras. E eu odiava o fato de ele estar ainda mais lindo do que da última vez que eu havia o visto. Estava mais forte, magnifico, e todos os adjetivos que eu, com veracidade, não deveria estar listando. Meus olhos vagaram para sua face, o queixo coberto por uma fina camada aloirada e escassa de fios, formando uma barba sensual. Os olhos pequenos estavam acesos numa luz azul ciano que iluminava a totalidade em volta. Ele era alto. Com certeza o cara mais elevado que eu já ousara em conhecer. Seu lábio era fino, porém, pintado naturalmente por um vermelho genial e singelo, um aspecto que com certeza aperfeiçoava sua beleza.

Os ombros eram largos, como eu lembrava. Estavam acobertados por uma camiseta quadricular, cuja cor era totalmente irreconhecível. O tecido mutante cobria os bíceps de Luke, que eram salpicados por tatuagens tribais e que o tornavam pateticamente gostoso. O cabelo cor de areia estava diferente do que eu lembrava. Anteriormente, os fios aloirados eram deixados livres, eram como os meus: indomáveis. Já nesta ocasião, o cabelo estava inovado em um topete grande e até um pouco espalhafatoso. Nada que retirasse a sua beleza berrante. Ele deveria ter ido para New York e engordado ao ponto de se tornar a personificação de uma baleia, e não ter voltado mais irresistível do que já era.

– Eu sinto muito mesmo, Annabeth.

Então, depois da maior merda que pôde sair da sua boca, ele me fala que sente muito?

– Você. Sente. Muito. Luke? – A cada pausa, eu deixava minha respiração descompassada pela raiva se evidenciar – Sente muito por qual parte, mesmo?

– Por tudo! – ele exclamou – Desculpe por não ter te avisado antes de partir, mas eu não tive coragem. Pois é, eu fui um covarde e espero que você entenda que eu reconheço esse erro.

Perguntei-me, mentalmente, a partir de qual momento Luke havia aderido a confissão e a admissão à sua vida. Pelo que me vinha à memória, ele era estritamente orgulhoso, jamais chegaria a dizer isso.

– Parece que a cidade grande te mudou – balbuciei, sem nem mesmo analisar o que saía. Mal jogada. Eu estava aparentando estar com ciúmes, quando na verdade, eu estava surpresa e com bastante fúria aglomerada – Digo – tornei a falar, dando ênfase à palavra –, desculpas não irão amenizar minha raiva, sério.

Ele balançou a cabeça seguidas vezes, concordando, como se soubesse que era tudo culpa dele. Era tudo culpa dele, sendo sincera. Nosso lance não havia sido tão sério, contudo, eu o considerava como algo que deveria ter honestidade. Pelo visto, era apenas minha pessoa que havia pensado sobre tal elemento. De todo o jeito, aquilo não deveria ter qualquer significado para mim. Afinal, Luke Castellan era pretérito, não era? E ele havia deixado mais do que translúcido ao partir por tempo indeterminado para fora sem sequer me avisar.

– Sei disso, e você tem todo o direito de estar magoada comigo. O que a gente teve foi bastante especial, desculpe-me mais uma vez por te deixar desamparada.

Engasguei com meu próprio ar adentrando as minhas narinas, ao ressonar de desamparada. Minha segunda reação foi, subitamente, gargalhar de forma histérica, puxando como um imã o foco dos demais presentes. Luke Castellan além de estranho, estava completamente desprovido de mentalidade. Claro que o nosso lance havia sido inédito, mas não ao ponto de me deixar totalmente indefesa.

– Não estava desamparada quando você foi para Nova York – rosnei, quase que animalesca. Minha voz reverberou totalmente seca e sem emoção. – Apenas estou com raiva da sua reação depois de tudo. Não pense que ainda sinto algo por você divergente à raiva ou até mesmo ódio.

– Então, quer dizer que você não sentiu minha falta? – Ele quase que gritou, com um teor de ceticismo e indignação. – Impossível.

Rolei meus olhos, por um segundo, desviando minha visão daquele ser ao encontrar o blackout passageiro. Oh, céus.

– Estive bastante ocupada enquanto você esteve por fora – esbocei descaso ao falar. Mas, nada era balela. Eu realmente não fiquei esperando Luke voltar quando bem entendesse – Nada que seja de seu interesse – antes que ele questionasse, esclareci.

– Não está mais aqui quem perguntou... – ele ergueu seus braços, como quem se rendia. – Você está, hm... – ele engoliu em seco, antes de falar, mas tentava também, demonstrar que estava sem interesse. – Sozinha?

Ergui uma de minhas sobrancelhas aloiradas, sem conseguir acobertar a malícia que instantaneamente se enjaulou em minhas feições ao escutá-lo perguntar se eu estava desacompanhada. A quem queria enganar mesmo? Eu até me senti até um pouco melhor depois da indagação, mais por ele estar ainda atraído por minha vida, do que qualquer coisa. Castellan já não era mais parte do meu convívio, e mesmo depois disso, continuaria excluído do círculo.

– Quer saber se eu estou sozinha? – deixei uma quase que inaudível risada escapar. – Está mesmo interessado em saber isso, Castellan?

Ele deu de ombros, rondando seus olhos para o painel afrodisíaco do bar, no momento em que aquela maldita barman ruiva — falsificada -, peituda e bastante enxerida, voltou com seja lá qual fosse o drink que ele pedira. As ações que aquela mulher endiabrada passou a usar com Luke foram quase que semelhantes com às que ela havia utilizado com Percy. Voz com uma rouquidão descomunal e artificial, com o intuito de ser sexy. Olhos estreitos, contudo, totalmente desastrosos. Um decote quase que do tamanho da orbita terrestre com direito à sabe-se lá quantos botões escancarados, dando à visão masculina a cena catastrófica de um par de seios totalmente plastificado.

Aquela ruiva de caixinha, definitivamente, me enojava.

– Seu uísque duplo e sem gelo, senhor.

Depositou, sucessivamente, o copo cujo formato era totalmente espetacular e inexplicável. Tentei não me manter atenta a sua próxima fórmula barata de dar em cima em qualquer homem que passava perto daquela bancada.

– Obrigada – agradeceu Castellan, apenas repuxando o lábio num meio sorriso murcho e sem adicionais obscenos. Logo em seguida, a barman desesperada por testosterona esvaiu-se, provavelmente, à procura de qualquer outra presa. A cabeça de Luke se angulou para que ele pudesse oscilar-me, totalmente instigante. Essa noite estava mais do que atípica. – É bastante anormal te ver em uma festa sozinha, sem estar bebendo e fumando. O que te abduziu quando eu estava fora da cidade.

– Exatamente nada me abduziu – esclareci, concentrando-me em qualquer coisa que não fosse aquele bar. A verdade era que eu estava sedenta por álcool. – Apenas novos círculos de amizade. – Ignorei que tais círculos de amizades se resumiam a duas amigas a menos, e aulas particulares com meu professor aberrantemente sedutor de biologia. – Parece que não mais muita coisa mudou enquanto você não estava. – agora, tive a plenitude de que fui hostil.

– Novas amizades são sempre boas, não são?

– Amizades?

Saltitei sobre o coro do banco no segundo em que Percy materializou-se ao meu lado totalmente sem um aviso prévio e inquiriu.

Antes que eu pudesse respondê-lo, Luke se pronunciou, incréu, ao sondar Percy.

– Jackson?! Oh, porra, faz quantos meses que eu não te vejo?

A única conclusão que pude reproduzir ao finalmente processar o que havia acabado de acontecer era que eu estava fodida.

Notas finais
Luke e Percy se conhecem doejdoiejd será que isso vai dar certo? Então, percabeth, algumas bombas, e mais uma surpresa tudo pro próximo capítulo. NÃO ME MATEM. Luke merecia um capítulo só dele! Quem ganhou, e provavelmente terá spin-off, foi THALICO. Sim, migos. Caso mais de 15 pessoas queiram spin-off thalico é só comentar nesse capítulo. 15 pessoas. GENTE, vou postar Humans como original no wattpad, então, aff mais dor pra vcs! GENTE, quem quiser falar comigo eu me encontro no grupo Fuck, meu twitter é infinitywarg e vcs podem me seguir lá no wattpad: https://www.wattpad.com/user/starkjackson Não se esqueçam de dizer se querem thalico ou n idjeoidjeoidj percabeth no próximo capítulo starkjackson, xx.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.