Notas iniciais
Quero agradecer de novo aos comentários da Tatiana Sofia e laridiva Tatiana Sofia, ainda não é este capítulo que tem a tua recomendação, para escrever essa parte quero que a Sophie seja mais velha um bocadinho, mas em principio vai ser no próximo episódio. laridiva quero agradecer o conselho mais uma vez. Boa Leitura.

Rachel Pov

Estava deitada no sofá a ver um programa qualquer. Estava com nove meses de gravidez e cada vez mais ansiosa pelo nascimento da Sophie. Eram nove da manhã do dia dez de Novembro, segundo a médica a Sophie nascia por volta do dia 20 de Novembro, faltava só dez dias para eu me tornar oficialmente mãe. O Finn tinha saído cedo para ir tratar de umas coisas na faculdade. Estava à espera que a Santana acabasse de preparar o pequeno-almoço, já está na cozinha há um bom tempo.

– Santana vais demorar muito, tou com muita fome e a tua afilhada também, não para de dar pontapés.- Disse, para ver se ela se acaba mais rápido.

– Já está pronto, vamos tomar ai na sala para ser mais confortável para ti.- Disse ela vindo com uma bandeja cheia de coisas que adoro.

– Obrigada Santana não era preciso fazeres isto tudo.- Disse pegando no meu copo de suco.

– Eu quero que a minha afilhada nasça super feliz.

– Ela hoje tá super agitada não para de dar pontapés.

– Ela está ansiosa para sair dai, para conhecer a sua querida madrinha.

– Menos Santana. Falando noutras coisas. O Sebastian vem hoje jantar aqui.

– Acho que vem e também vai dormir.

– Tentem é fazer pouco barrulho, eu quero dormir bem.

– Não te preocupes. Onde anda o Finn?

– Foi à faculdade resolver umas coisas.

Ficamos a conversar até à hora do almoço, foi quando o Finn chegou, e para alegria da Santana não veio sozinho, o Sebastian veio com ele. Pedi para almoçarmos na sala porque a Sophie não parava de dar pontapés e cada vez ficavam mais fortes, nem com a conversa do Finn ela se acalmou. Almoçamos o que o Finn e o Sebastian trouxeram da rua. Quando era perto das quatro da tarde sinto uma dor forte no meu ventre. Deixo passar, porque é normal ter contracções no final da gravidez, acho eu. Minutos depois senti uma dor mais forte, depois senti um líquido molhar as minhas pernas. O Finn e o Sebastian estavam no escritório a ver umas coisas da faculdade. Chamei a Santana, quando tinha acabado uma contracção.

– Santana, acho que a minha bolsa estourou.- Disse calma.

– Vou chamar o Finn.- Disse ela, se levantando do sofá e correndo para o escritório.

Depois disso foi tudo muito rápido, o Finn apareceu na sala muito nervoso, tentei acalma-lo, afinal era eu que estava em trabalho de parto, enquanto isso a Santana foi buscar a mala da Sophie ao seu quarto. O Finn pegou em mim ao colo e levou-me até ao carro, colocou-me nos bancos atrás. O Sebastian ia a conduzir, a Santana ia também à frente muito nervosa. Chegamos ao hospital em dez minutos e logo a minha ginecologista apareceu, ela já saiba porque eu tinha dito à Santana para lhe ligar no caminho para o hospital. Fui para um quarto, porque ainda não tinha o nível de dilatação certo para a bebé nascer. Perto das cinco horas fui para a sala de cirurgias e o Finn foi comigo. Antes de entrar tinha pedido à Santana que avisa-se todos. Eram cinco e meia quando a sala é invadida por um choro de bebé, mas não é um bebé qualquer é o meu bebé, o meu e o do Finn. Foi o Finn que cortou o cordão umbilical, despois disso o médica entregou a minha filha a ele e ele se aproximou de mim.

– É linda.- Foi a única coisa que consegui dizer. O Finn colocou-a no nosso meio, dei-lhe um beijo demorado depois de ter dado um beijo na testa da minha filha. A médica pegou-a de novo para limpa-la e fazer uns exames para ver se está tudo bem. Eu fui de novo para o quarto, para descansar um pouco antes de a minha filha voltar. Pedi ao Finn para ir chamar a Santana e o Sebastian.

– Olá mama.- Disse a Santana quando entrou no quarto acompanhada do Finn e do Sebastian.

– Olá. Santana, avisas-te todos, os meus pais, os pais do Finn e os outros?- Perguntei, estava ansiosa que eles chegassem para verem a minha princesa.

– Sim Rachel, eles já estão a caminho. Queria era ver a minha afilhada linda.- Disse a Santana se aproximando mais de mim.- Estás bem?

– Melhor era impossível.- Digo, olhando para o Finn e sorrio, ele sorri como resposta.- Ela é mesmo linda, é perfeita.

– Parece que algum já está com saudades dos papas.- Disse uma enfermeira trazendo a minha filha (http://msalx.bebe.abril.com.br/2013/03/25/1458/7S3Oj/295-sono-recem-nascido.jpeg?1364234327). O Finn foi em direção à enfermeira e pegou a nossa filha com cuidado. Ele veio em minha direção e sentou-se ao meu lado na cama do hospital.

 — Ela é a sua cara, Finn.- A Sophie era a cópia do Finn, os poucos cabelos que tinha eram da avó paterna, loiros. A Santana também concordou que ela a cópia exata do pai.

Quando era perto das seis horas os meus pais, os pais do Finn, o Kurt, o Blaine, o Puck e a Quinn chegaram ao hospital, todos paparicavam a minha filha que agora estava no colo da avó materna. Em relação aos padrinhos, ouve uma mudança no padrinho que era o Kurt mas como a madrinha era a Santana ele decidiu dar o lugar de padrinho para o Sebastian, para formar um casal, como ninguém se opôs ficou assim.

À noite eu e o Finn dissemos para eles todos irem para nossa casa, eu ainda tinha que ficar no hospital mais uma noite. O Finn ficou comigo, dei de mamar à minha filha, no princípio é um pouco estranho mas depois habituei-me a essa situação. Eu e o Finn adormecemos abraçados a olhar para a nossa filha a dormir no berço do hospital. Agora sim estava tudo perfeito, estávamos a começar a nossa família linda.

No dia seguinte pela manhã já tive alta, vesti uma roupa quente na Sophie e coloquei-a no bebé conforto. Fomos em direção ao carro, o Finn colocou o Bebé conforto atrás eu fui atrás junto com a Sophie caso ela chorasse e o Finn foi para o lugar do condutor. Desta vez a viagem foi mais lenta, demoramos mais ou menos vinte minutos a chegar casa, a Sophie tinha adormecido no caminho, tinha aproveitado isso para tirar-lhe mais fotos, já tinha muitas, a minha foto de fundo no celular já era uma foto minha com o Finn e ela no meio. Quando entramos em casa fui surpreendida por todo o mundo dizendo SURPRESA, não muito alto para não assustar a Sophie. Havia um cartaz que dizia “Bem-vinda a casa Sophie”, também tinha muita comida e mais coisas normais para uma festa. A Sophia acordou cheia de fome, decidi ir dar-lhe de mamar no seu quarto, quando ela já tinha arrotado ouço alguém bater à porta, quando levanto o olhar para ver quem é vejo que é o Finn.

– Gostas-te da festa surpresa para ti e para a Sophie?- Perguntou se sentando ao meu lado no sofá.

– Adorei, mas parece que alguém já está cansado.- Disse olhando para a minha filha que já tinha adormecido outra vez no meu colo.

– Eu coloco-a no berço.- Disse ele, se levantando e pagando a Sophie do meu colo com muito cuidado para ela não acordar.

Os meses estavam a passar rápido, a Sophie estava agora com cinco meses. Neste tempo que passou, a Santana foi morar com o Sebastian, para um apartamento em baixo do nosso, eram nossos vizinhos, ela continuava sempre a ajudar-me com a Sophie, às vezes até ficava com ela de noite, para eu aproveitar com o Finn. Estava a ver um porta retractos, onde tinha várias fotos dela, ela com um mês (http://www.digitei.com/wp-content/uploads/fotos-de-bebes.jpg), ela com três meses (http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/foto/0,,45234609,00.jpg), ela como estava agora com cinco meses (http://3.bp.blogspot.com/-0WIHTemvMgM/URMpFKdSJVI/AAAAAAAAAUA/JbEApJQqgpM/s1600/155659_3_cocoon-conjunto-recem-nascido-de-3-pecas-para-menina-324186304.jpg), tinha muitas mais.

Eu e o Finn decidimos casar só quando ela estivesse com quase um ano. Ele era o melhor pai do mundo, sempre muito atencioso com ela, adora brincar.

Sophie tinha agora oito meses, eu a Santana, o Finn e o Sebastian, estávamos na sala de estar do nosso apartamento, despois de termos almoçado juntos. Finn e Sebastian estavam a ver jogo de futebol Americano. Finn começou a gritar pelo seu time começar a perder.

– Foda-se, jogador não joga nada, com o pode falhar este lance?- Finn gritou.

– Finn! Não grites. Tá aqui a tua filha.- Repreendeu a Rachel.

– Desculpa amor. Anda aqui princesa.- Disse Finn chamando a Sophie.

Sophie engatinhou até Finn, que a pegou ao colo e começou a fazer cócegas, logo ela começou a gargalhar.

– Papa.- De repente o Finn para de fazer cocegas ao ouvir a minha filha a dizer a primeira palavra.

– Foi mesmo ela que falou?- Perguntou ele atónico, olhando para mim apenas assenti com os olhos marejados.- Ela falou mesmo papa?- Ele pegou-a no colo começando a beijar-lhe o rosto todo.

Agosto chegou rápido, com isso vinho o dia mais esperado do ano, o dia do meu casamento com o Finn. Estava no quarto de uma quinta que alugamos em Lima, o Kurt tinha contratado um cabeleireiro privado para me arranjar o cabelo. Ele estava a por o meu vestido pronto para o vestir quando acabar de arrumas o cabelo. A Santana estava a arrumar a minha princesa noutro quarto. Finn estava no quarto mais longe do meu, estava a ter ajuda do Blaine, do Puck e do Sebastian.

A nossa vida em conjunto não podia estar melhor, nos dias a seguir à Sophie ter dito a primeira palavra que foi papa, ele ficou mais bobão do que já era. Decidimos que não íamos passar a lua-de-mel no mesmo sítio. Primeiro íamos à Disneylândia, para a Sophie se divertir um pouco, aproveitávamos e íamos a Paris, a cidade do amor. Também queríamos ir a Londres, a San Diego e ao México. Eu e o Finn vínhamos a guardar dinheiro desde o nascimento da Sophie, e dava para fazer essas viagens todas, ele recebia todos os meses uma quantidade de dinheiro elevada pelo seu pai ter morrido no exército, a defender a pátria.

–Preparada Hobbit?- Perguntou a Santana quando entrou no quarto com a Sophie. A minha princesa estava linda num vestido de menina das alianças, parecido com o meu. Santana também estava linda com o vestido que escolhemos para as Damas de Honor.

– Falta só vestir o vestido.- Disse caminhando até ela para ela para pegar minha filha.- Olá princesa.- Disse pegando a Sophie.

– Vou ver como está o Frankenteen? Anda à madrinha, princesa.- Logo a minha filha foi para o colo da madrinha quando ela chamou, ela adora a Santana.

Narrador pov

Santana saiu em direção ao quarto do Finn com a pequena Sophie no colo. Antes de entrar no quarto bateu na porta para ver se era seguro entrar. Logo que recebeu a confirmação que podia entrar, ela entrou. Finn já estava vestido com paletó que tinha escolhido, o Sebastian, o Puck e o Blaine também já estavam prontos.

– Olha quem veio ver o papá.- Disse a Santana com voz infantil, enquanto caminhava até Finn.

– Princesa anda ao colo do papá.- Disse Finn esticando os braços para pegar a Sophie.

– Então Frankenteen, estás nervoso?

– Não, estou ansioso. A minha princesa está muito bonita.- Disse Finn encarando a filha que brincava com o cabelo curto do pai.- Como está a mamã?- Perguntou para a filha, mas sabia que ela não ia dizer muita coisa ainda só sabia dizer poucas palavras como Mamã e Papá.

– A Rachel está quase pronta, só falta vestir o vestido.- Disse a Santana indo até Sebastian.

Finn estava a brincar com a filha ainda no quarto, quando entrou a sua mãe.

– Então filho, estás pronto?- Perguntou Carole quando chegou à beira do filho e da neta.

– Mais que pronto.- Disse se levantando com a Sophie no colo.

– Acho melhor ir para o jardim. Eu levo a Sophie até à Rachel. Sophie anda ao colo da vovó.- Carole esticou os braços para pegar na neta, no princípio ela não queria sair só colo do papá, mas com mais um pouco de insistência da avó e do pai ela lá foi.

Finn já estava no altar. A decoração estava perfeita (http://bo.quintadocorvo.pt/fileuploads/quintadocorvo_casamentos_festas_batizados_eventos__a.JPG; http://bo.quintadocorvo.pt/fileuploads/quintadocorvo_casamentos_festas_batizados_eventos_interior_25.JPG ; http://www.cascadovo.com/slideshow/quinta-vale-fornos/quintas-de-casamentos-1.jpg; http://www.cascadovo.com/slideshow/quinta-vale-fornos/quintas-de-casamentos-3.jpg) , tudo arranjado ao pormenor pelo Kurt, pela Carole, pela Santana e até pela própria Rachel. A decoração era branca com detalhes rosa no jardim e onde seria servido o jantar, era numa sala enorme com decoração champanhe e detalhes rosa. O almoço seria servido também no jardim onde tinha umas mesas decoradas das mesmas cores.

Consoante o tempo passava, Finn ficava mais nervoso. Todos os convidados já estavam devidamente sentados. Na fila da frente estava a sua mãe, o Burt, a Shelby e Hiram. Leroy ia trazer a Rachel até ao altar.

Os padrinhos também já estavam no altar, Puck e Quinn no lado do Finn e Santana e Sebastian no lado da Rachel. Inicialmente era para o Mr. Shue ser padrinho juntamente com Emma, mas como a segunda estava no final da gravidez e a barriga já pesava muito, não conseguia ficar a cerimónia toda de pé no altar, então teve que ser alterado.

Começa a tocar a música que eles escolheram para tocar quando Rachel estivesse a entrar, era a música dos dois desde a adolescência, Faithfully. Ele olha para o fim da passadeira vermelha e vê Beth, a filha adoptiva de Shelby com quase quatro anos, ajudando a pequena Sophie a andar, ela só conseguia dar pequenos passos. A seguir a elas vinha, para ele, a mulher mais linda que estava ali, a mulher mais linda do mundo e a mulher com quem ele queria viver o resto da vida.

Quando ela chega ao altar, Leroy pede a Finn que cuide bem dela e da Sophie, cumprimente-o com um aperto de mão e vai-se sentar ao lado do marido. Finn só consegue sussurrar no ouvido de Rachel “Você está linda!”, recebendo um sorriso como resposta, ela realmente estava muito gira (http://www.polyvore.com/casamento_rachel/set?id=120730426).

– Estamos aqui reunidos para celebrar a união de Rachel Berry e Finn Hudson…- O responsável pela celebração continuava a falar com a atenção de todos. Como Rachel é judia, eles decidiram casal só pelo civil. Os votos foram trocados e agora só faltava trocar as alianças. Finn e Rachel olharam para trás para um dos pais deles lhe viessem entregar, mas para surpresa foi a pequena Sophie que as levava no pequeno cesto. Ela caminhava com passos muito curtos com a ajuda da suposta tia Beth, Finn foi até ela e ajudou-a a ir até ao altar. Quando chegou lá pôs Sophie no meio dos dois e fizeram a troca de alianças, beijando cada um a aliança um do outro trocando palavas de carinho.

– Papá colo.- Disse Sophie quando Rachel tinha acabado de por a aliança no dedo do Finn. Todos se riram da pequena, Finn se abaixou e pegou a pequena no colo enquanto distribuía beijos pelo pequeno rosto da pequena. Rachel também beijou a pequena com os olhos marejados. O que não é para menos, ter uma família perfeita como a dela não é para todos.

– Pode beijar a noiva.- Disse o responsável depois de eles voltarem a atenção para ele. Como tradição Finn se inclinou e beijou a sua agora mulher, mas antes colocou a pequena Sophie sentada a sua cadeira. Finn pegou outra vez na filha, entrelaçou os seus dedos nos dedos da Rachel, juntos caminharam por entres os convidados que atiravam pétalas de flores.

Foram todos em direção às mesas onde estavam os aperitivos. Como estava perto da hora de almoço que a Sophie tem de almoçar, Rachel pediu a um empregado para trazer a comida que tinha pedido para fazerem para a Sophie.

– Finn vai buscar a Sophie, ela tem de almoçar.- Sophie estava a brincar com Beth, num sítio onde Finn Rachel decidiram colocar brinquedos para a filha e os convidados mais pequenos se poderem divertir. O empregado entregou uma taça com a comida para a Sophie, logo Finn voltou com Sophie no colo, ela estava muito animada.

– Princesa, vamos papar?- Rachel perguntou quando Finn e Sophie chegaram perto dela.

– Papar.- Disse ela animada, saltando no colo do pai. Eles foram se sentar num sofá exterior que estava perto da piscina. Sophie ficou no colo do pai enquanto Rachel lhe dava a comida.

– Sophie tás a gostar da festa?- Perguntou quando acabou de lhe dar a comida, pousando a taça na mesa de centro que estava em frente ao sofá.

– Mamã.- Ela disse, ainda não sabia dizer muitas palavras.

– Vamos para a festa?- Perguntou o Finn recebendo um aceno com a cabeça da pequena que começou a gargalhar quando o pai começou a correr até onde os convidados estavam. Rachel ia atras deles, ia mais devagar, para além do vestido ser comprido os sapatos eram muito altos. Estava com um sorriso enorme no rosto a ver aquela cena da sua filha com o homem que ela ama.

O dia estava a ser perfeito para Rachel e Finn e até para a pequena Sophie. Chegou a hora de atirar o bouquet, já estavam todas as mulheres reunidas, até as mais jovens. Finn ajudou a Sophie ir também, mesmo ela sendo muito pequena também queria estar lá. Rachel fez a contagem e atirou-o que foi directo para as mãos da Quinn. Quinn sorriu e olhou para Puck que também sorriu para ela. Rachel foi até ela e a abraçou, mas depois sentiu um par de braços puxando o seu vestido, separou-se de Quinn e viu a pequena Sophie esticando os braços para ser pegada ao colo pela mãe.

– Mamã colo.- Falou com a sua voz infantil. Rachel abaixou-se e pegou-a ao colo.

– Quinn, ainda não consegui te perguntar, mas estás bem com a presença da Beth e da minha mãe?- Perguntou Rachel um pouco mais baixo para ninguém ouvir.

– Estou. É um pouco estranho ainda, mas tenho muita coisa aqui para me distrair.- Disse antes de Puck e Finn chegarem.

– Estavam a falar de que?- Perguntou Puck assim que chegaram perto delas.

– Sobre a Beth e a Shelby.- Respondeu Quinn.

– Amor, acho melhor nós irmos, a Sophie está cansada e já é muito tarde para ela estar acordada. Acho que todos vão perceber.- Disse Rachel para Finn, ele pegou Sophie do colo de Rachel, que estava quase a dormir no colo da mãe.

– Vamos só nos despedir dos convidados.- Disse acomodando melhor Sophie nos seus braços.

– Vou só buscar o carrinho da Sophie para ela estar mais confortável enquanto fazemos isso.- Disse Rachel, se afastando e indo buscar o carrinho que estava perto da mesa dos noivos. Rapidamente começaram a despedir-se dos convidados com a Sophie a dormir no seu carrinho.

Quando acabaram de despedir-se de todos os convidados, foram em direção ao carro, colocaram Sophie na cadeira do carro, Finn abriu a porta a Rachel no lugar do passageiro e foi para o lugar de condução. Foram em direção à casa que tinham alugado em Lima, no dia seguinte iam embarcar para Nova Iorque e depois de pegar as malas iam em direção à Disneylândia. Quando chegaram a casa foram colocar a Sophie no quarto onde tinha um berço, a pequena ainda dormia e parecia que não ia acordar tão cedo. Eles foram em direção ao seu quarto. Chegando lá Finn abraçou Rachel por trás e antes de entrar pegou Rachel no colo, para cumprir a tradição, quando a colocou de novo no chão começou a distribuir beijos pelo seu pescoço. Rachel virou-se de frente para ele e começaram um beijo calmo mas cheio de desejo e paixão. Rachel começou por tirar o paletó do seu agora marido. Finn tentava tirar o vestido de Rachel, mas não encontrava nenhum botão nem nenhum zíper, com ajuda dela encontro um zíper na lateral do vestido, logo o abrir e retirou com cuidado. Ambos caminharam para a cama, não se desgrudando um segundo dos lábios um do outro. Depois de provarem mais uma vez o gosto um do outro atingiram juntos o ápice. Caíram sobre a cama, a Rachel acomodou-se no peito nu de Finn, entre aqueles braços que a protegem de tudo. Os seus olhares se encontraram.

–Eu te amo, Finn Hudson!- Disse Rachel massajando o peito de Finn.

– Eu te amo Rachel Hudson.- Disse Finn ressaltando agora o sobrenome Hudson.

E assim adormeceram nos braços um do outro, da pessoa que amavam e que iriam passar o resto da vida. Agora sim estavam juntos para sempre, “até que a morte nos separe”, como disseram na manha deste dia enquanto trocavam votos de amor e fieldade.

Notas finais
Por favor comentem, mesmo só dizendo "Estou a ler" ou dizendo que não gosta, mas os comentários ajudam e incentivam a escrever mais rápido o próximo. Mais uma vez digo que não sou brasileira, sou portuguesa. Podem sempre darem ideias para o que querem nos próximos capítulos. Até ao próximo. Beijos.