How To Be The Princess of England

20 How NOT to murder your fiance


Notas iniciais
como NÃO assassinar seu noivo Hello. Fui postar o capítulo uns dias atrás, mas deu um problema, desculpatas!

— Dói Wanda. — Falo, me agarrando ao patinho de pelúcia de Wanda. Ela chama de "Patinho do coração quebrado". Que lindo. A primeira vez que gosto de alguém, ele me dá um chute. Quer dizer, enfia uma lança no meu coração.
— Ah, Emilyzinha... — ela se deitou ao meu lado. — A primeira vez, não é?
Assenti.
— Ah, essa é a pior. Você sente que nunca vai amar ninguém novamente... E quando vê está se agarrando com uma loira com sobrenome holandês atrás de uma árvore no parquinho cheio de crianças grudentas que se impressionam com lesbianismo. — faço uma careta, e olho Wanda, que da uma gargalhada que melhora meu dia. — Quer conhecer as carinhas? — ela sorri. Assenti, limpando meu rosto. Ela me deixa sozinha na cama, e vai pra sua mala. De lá, tira três amofadas bem gordas. Um tem uma cara vermelha de raiva, o outro tem dois olhos pulsando corações apaixonados, e o último tem uma carinha chorando.
— Que isso?
— O que você sente agora?
— Hã?
— Responde.
— Tristesa.
— Soca. — Pediu. Estranhei, mas soquei a amofada com força. Soquei novamente, e de novo, até eu começar a gemer de raiva.
— Ele é muito egoísta! Não liga por que eu estou sentindo!
— Agora o da raiva. — soquei a carinha raivosa.
— Ridícula e imatura, são as palavras para descrever essa atitudezinha dele! Por que ele não faz jus as qualidades dele? Jason é tão lindo, e o jeito que ele me faz rir... Vou sentir tanta falta desse... Idiota... — volto a fungar, diminuindo o ritmo dos socos. Me direciono a tristeza. — Não sei se vou confiar em alguém de novo. Eu não sou a Leila. Por que ele fica falando como se eu fosse ela?! Eu não sou ela! Por que ele não me conta o que aconteceu de uma vez?! Seria mais fácil!
Até que notei.
— Que bruxaria. — sorri pra Wanda.
— Funciona. Sempre funciona. — ela sorriu.
Respirei fundo.
Wanda voltou a se deitar do meu lado, e ficamos encarando o teto. Até eu sentir sua respiração ficar calma, e seus olhos fechados.
Agora eu podia realmente pensar.
Eu simplesmente não conseguia entender. Ele não me ama como eu amo ele?
Se amasse, jamais falaria.
Algo em mim diz que ele ama Leila. A garota na foto a seu lado. A garota que agora deve estar morta.
Morta.
Fechei os olhos com força.
Eu não consigo ficar com raiva dele. Quando seu sorriso me vem a cabeça, meu coração derrete.
Eu o amo. Como não percebi isso antes?
Não estou com raiva, estou cansada. Cansada de esperar ele falar algo que revele seus sentimentos.
Mas tenho que mostrar que posso ser orgulhosa.
Posso supera-lo. Posso fingir que não me importo. Posso fingir um sorriso. Como ele faz. Posso ser ele.
(...)
Assim que nossos olhos se encontraram, tive vontade de sair correndo, e me trancar no quarto.
Mas ai pensei direito. Jason não faria isso. Ele ficaria em seu lugar, fingindo que não sente.
Posso ser ele.
Fingi um sorriso, e comecei a prestar atenção na conversa que fluía na mesa do almoço.
— Pedimos as criadas para fazer alguns pratos que vão servir na festa — Dakota explicou.
"...quando eu me casar com Dakota..."
Fechei os olhos, e desviei o olhar dela. Estava me segurando para não odia-la mais ainda.
Sorriso.
— Emily, você tinha razão. Tinha uma mala grande cheia de fantasias. — Hlenah falou. — Do que vão se vestir?
— Vou ser um anjo. — Dakota falou, sorrindo.
"Meu anjo"
Tive vontade de bater a cabeça na parede.
— Ah, deixem de serem fofoqueiros. Surpresa sempre é melhor. — Georgia disse, antes de dar um sorriso pra mim.
Algo estava escondido em seu sorriso.
Algo seria uma surpresa.
Ficamos em um silêncio estranho, e Kiro não gostou disso.
Geralmente ele comandava a conversa. Então puxou assunto.
— Por que está tão quieto, Jason?
Todos pararam, e olharam pra ele, que levantou o olhar do prato, e encarou Kiro a sua frente.
— Não é da sua conta. — Falou, frio.
E a mesa mergulhou num clima frio e silêncioso. Todos perguntando uns aos outros usando os olhos, o que tinha acontecido.
Obviamente, todos olharam pra mim, porque eu tinha ido atrás dele.
Onde estava toda a coragem que estava fingia ter?
Baixei o olhar, e não ousei levantar a cabeça antes do almoço acabar.

Depois, fui pra sala com um livro.

— Emily. — A voz de Jason me fez estremecer.
— Sim, príncipe Jason? — Saiu naturalmente.
Ele pareceu... Surpreso. Quem sabe abalado.
— Você... Na noite em que você se afogou...
— Ah, não tive TEMPO pra dizer obrigada. Obrigada.
— Não foi nada. — disse num sussurro. — Você me disse que alguém te impurrou.
Franzi o cenho.
Eu escorreguei. Não?
— Não lembro disso.
— Eu... Olhei as câmeras. Só tinha uma pessoa acordada.
— Quem?
— Wanda.
Me segurei pra não rir. Ele acha que Wanda me impurrou? Wanda nunca faria isso comigo.
— Alguém apagou as câmeras de todos os locais, menos o quarto, por algum motivo. Você devia...
— Você não precisa mais dizer o que eu devia ou não fazer. — Me levantei do sofá, e subi pro corredor do quarto.
Encostei na parede, e Respirei fundo.
— Tudo bem, Emmy? — Andrew. Abri os olhos num susto. — Ei, você não parece bem.
Suspirei.
Não tinha a mínima vontade de estragar a amizade dos dois.
— Tudo bem. São só as preocupações. — Esfreguei os olhos. Eu não tinha dormido direito.
— O que acha de nos distrairmos? — sorri. — Um filme? — Assenti. Ele segurou minha mão, e fomos andando até a sala de projeções.
— Ataque zumbi 15?
— Zumbi? Tem certeza? Que tal Uma Noite em Stmalltime? É de terror.
— Ah, pode ser. — sentei na cadeira, enquanto Andrew colocou o CD no projetor.
Ele se sentou do meu lado, e o filme começou.
Era divertido, levar sustos. Eu gostava de filmes de terror. Andrew parecia se divertir também.
Sorri, o vendo fechar os olhos quando um zumbi aparece na tela.
— Problemas com zumbis? — perguntei, sorrindo.
Até os personagens entrarem em um circo abandonado, e eu enterrar a cabeça nos ombros de Andrew quando um palhaço horrível aparece na tela. Ele passa o braço envolta da minha cabeça, e se esticou pra pegar o controle.
— Problemas com palhaços? — ele perguntou, dando um sorrisinho. Assenti, sentindo minhas mãos tremerem. Nem me lembro quando peguei essa fobia, só sei que isso me deixa maluca. Eu começo a tremer, como agora. — Não precisamos terminar de ver.
Andrew segura minha mão, e arregala os olhos ao me ver tremendo.
— Emmy, se eu soubesse que tinham palhaços... Eu juro que não...
— Tudo bem, tudo bem... Eu sei que não faria isso. Eu nem sei porque tenho medo deles, é bem ridículo. — Neguei com a cabeça, pressionando meus lábios um contra o outro. Me levantei, e minhas pernas falharam, mas Andrew estava lá para me segurar. Ele me abraçou forte.
Espantou completamente todas as minhas preocupações, ali, nos braços dele. Não tinha que me preocupar com nada agora.

Resolvemos ver um romance bem calminho. Calminho até demais. Meus olhos pesavam uma tonelada, e eu lutava para mante-los abertos. Até jogar a cabeça em seu ombro, e desligar.
(...)
— Okay, eu não sei com quem shippar ela. Ela não para quieta! — Wanda.
— Deixa meu priminho ver isso. Ele vai surtar. — Aly.
— Acho que não devíamos acorda-los... — Hlenah.
— EI, POMBINHOS, TÁ NA HORA DA FESTA. — Nós dois pulamos com o berro de Aly.
— E... Já era. — Hlenah lamentou.
— Definitivamente, vamos ter que conversar sobre essa sua repentina mudança de humor. — Wanda passou os braços pelos meus ombros.
— Calada Wanda. — ela riu. Como se ela fosse contar algo para alguém.
— Hora da festa? São que horas?
— Cinco e meia da tarde. — Aly bateu palmas. — Vamos logo.
Fui pro porão, escolher minha fantasia. Eu não queria uma festa, realmente, só queria ficar lindinha no meu canto. Mas eu estava bem. Pelo menos, eu devia mostrar a Jason como eu estava muito bem.
Revirei, revirei, e revirei aquele baú. Todos já tinham pegado suas fantasias, e deixado algumas poucas coisas lá. Então, resolvi montar uma.
Peguei um véu branco e um machado de plástico no fundo do baú, e subi.
— Aly, você não teria sangue falso aí, teria?
— Tenho. — ela me deu uma garrafa com um líquido vermelho. — 90% falso. Não me pergunte dos outros 10%, e não use tudo. Quero jogar isso na Georgia.
— Okay, obrigada. — sorri.
Vasculhei minha mala, e achei um vestido branco até os joelhos que Andy fez pra mim. Era uma pena que ficaria manchado. Fui pro banheiro carregando o sangue, meu vestido, maquiagem, um salto branco, um machado e o véu. Me vesti, e espirrei sangue pelo vestido, no meu machado e um pouco no salto, fazendo parecer que eu tinha matado alguém. Coloquei o véu e o sapato, e fiz uma forte maquiagem preta nos olhos, acompanhada de um batom vermelho.
Eu era uma noiva assassina.

Desci as escadas, e dei de cara com a sala enfeitada com luzes coloridas no teto.
O lado de fora estava parecido. Uma pista de dança que piscava como um arco-íris foi colocada sobre o chão de grama, e nela algunas mesas de comidas e bebidas foram postas com toalhas coloridas. Os balões eram das mesmas cores, amarrados juntos cheios de gás hélio.
A noite estava fresca, e todos dançando na pista.
Hlenah estava de sereia, assim como Wanda. Fofas demais. Sorri.
Kiro de ninja.
Eron de Jedi segurando um sabre de luz.
Aly estava vestida de uma viúva sorridente — até usava um vestido longo.
Lyly usava uma roupa rosa de fada adorável.
Anne estava de Arlequina.
Pedro XX de rei.
Georgia diabo. — o que era um pouco assustador. Dois chifres emergiam de seus cabelos loiros, e ela até segurava um tridente.
Até que vi Jason e Dakota.
Jason estava de pirata. Ele estava lindo, só ouvindo Dakota — seu novo anjo — tagarelar. Ele desviou o olhar desinteressado dela, e os cravou em mim. Ele se esforçava pra desviar o olhar, mas praticamente quase pulou do lugar quando eu tropecei perto da piscina.
— Opa. — Andrew segurou meu braço forte, antes de eu cair — Não devia to mais mais cuidado...? — ele sorriu.
Ele estava vestido de noivo assassinado.
— Eu te vi sair. Gostou? — Perguntou sorrindo.
Por cima de seus ombros vi Jason voltar a ouvir Georgia, ainda nos olhando. Ele parecia arrasado, por algum motivo. Se ele se importasse, diria que era ciúmes.
— Adorei. — sorri de orelha a orelha, entrelaçando nossos braços.
Ele usava um terno preto comum, com gravata borboleta. Mas no peito tinha uma grande mancha vermelha.
— Adorei mesmo.
— Vejo que combinaram. — A voz nojenta de Georgia me fez revirar os olhos, e Andrew percebeu. Me virei, e encarei a loira. — Ficou legal.
— Obrigada. — Falei áspera.
— Os chifres caíram bem em você. — Andrew piscou pra ela, que pareceu ofendida por um milésimo de segundo. Mas ela também era uma Londres, então tinha um histórico de um orgulho e de um ego inflável. Ela apenas sorriu.
— Vocês se merecem. — E saiu andando.
— Vocês se merecem — imitei a voz dela. — Não aguento mais essa garota. Quem sabe eu não a impurro morro a baixo? — ele riu.
— Vivo com ela a mais tempo, e aguentei a tentação de bater a cabeça dela na parede até rachar. — sorri.
— Adorei a fantasia de vocês! — Wanda gritou. Acho que já estava sobre efeito do álcool.
— Como tiveram essa idéia? — Hlenah sorriu, de apoiando em Wanda.
— Ah. Não sei. — sorri. — Vocês também são as sereias mais lindas da festa.
— Mas é claro minha linda! — Wanda fala, pegando um copo de tequila do garçom.
— Acho que já está bom, Wandinha. — pego o copo dela.
— HLENAH MINHA MÚSICA. — Ela berra.
— Vamos dançar, minha amiga. — as duas saem cantando alegremente.
Andrew sorri.
— Ela não costuma beber, né?
— Wanda é fraquinha. — digo, bebendo o copo de uma vez.
— Ah claro. Já estou vendo quem vai cair hoje. — Andrew pega um copo, e faz um mesmo. Sorri. — Vamos pra lá. — Ele abre um sorriso, e me puxa pra pista de dança.
Meus olhos se encontram os de Jason novamente. Mas ele desvia o olhar na hora.
Esqueça Jason.
— Tem algo errado com você... — Andrew fala.
— Já disse que estou preocupada.
— Ah claro. Então por que você não para de encarar o Jason?
Gelei.
Eu não quero falar sobre isso com você, nem com ninguém.— Meu cérebro gritava.
— Nós brigamos.
CALADA.
— Me fale mais. — pede, segurando minhas duas mãos.
— Não quero falar sobre isso.
— Tudo bem, não tem problema. Mas não tem nada a ver com.. Vocês...
— Ah, não. — menti.
Minha cabeça gritava para dizer que não tínhamos nada. Que nunca tivemos nada. Que nenhum de nós sente nada. Quanto mais eu aceitasse isso, mais fácil seria.
— Já te disse várias vezes que não gosto dele assim, Andrew.
— Ta bom. — Ele deu um sorriso pequeno.
— É sério! — falo seria.
— Disse que acredito, princesa.
— Bom mesmo.
Corri os olhos na multidão pra ver o que estavam fazendo. Até que Jason começou a tirar fotos das pessoas, que posavam pra ele propostalmente.
Me lembrei de todas as fotos que ele tinha minhas em seu quarto.
Suspirei.
Ele se livraria delas? Ou as guardaria como fez com Leila?
— Venham vocês dois! — Eron nos puxou para a foto em grupo.
As garotas ficaram em pé, fazendo poses lindas, enquanto os garotos se impurraram e faziam chifrinhos uns nos outros, enquanto uma criada tirava as fotos.
Depois, todos se dividiram novamente pela festa. Mas como eu disse, eu não estava afim de festa agora.
Cometi o erro de ir pro morro onde Jason me beijou a última vez.
Mas eu não consegui sair de lá. Me sentei na grama, com um copo de refrigerante vazio na mão.
Uma brisa bateu contra mim, me fazendo arrepiar. Mas era uma sensação boa. Fiquei assim por bastante tempo.
Até um ouvir o mesmo barulho de moita que ouvi na noite passada. Larguei o copo, em alerta, e espreitei os olhos pela escura floresta densa. Uma mão tapou minha boca, e eu gritei o mais alto que consegui. Dei um coice para trás que acertou as pernas do agressor.
— Emily, sou eu! Andrew!
Coloquei a mão no peito, tentando estabilizar a respiração.
— Quem chega tapando a boca do outro?
— Você ia gritar! — ele riu, se sentando na grama e esfregando a perna. Suspirei.
— Ta doendo?
— Não, tudo bem. — Mentiu. Me sentei a seu lado. — Desculpa ter te assustado. É que depois que vi que você sumiu, meu coração parou, literalmente... — sorri. — Te procurei em todo lugar.
— Devia ter avisado. — sorri com o jeito que ele ficava quando eu sumia.
— É, não me assuste assim. — Pediu.
Quando notei, estávamos observando estrelas.
— Eu gosto de estrelas. — ele disse. — Me lembra seus olhos.
O olhei, apavorada.
Estrelas eram lindas demais para serem comparadas comigo.
— É verdade. — ele alega, tirando uma mecha do meu cabelo de meus olhos, e a colocando atrás da orelha. — Emmy...
— Sim? — Disse, enquanto alterno o olhar entre sua boca e seus olhos. Ele parece se segurar para não me beijar. Sorrio, quando percebi que ele não ligaria se ele o fizesse.
Pude sentir sua respiração bater contra meu rosto. Eu estava paralisada, esperando, mas acho que ele queria me observar de perto. Apreciei o ato.
Até que ele acabou com a curta distância entre nós, e me beijou de forma intensa.
Pude sentir seu coração acelerado a medida que tocava seu peito coberto pelo smoking. Ele sentia um fogo que eu não era capaz de apagar.
Andrew passou as mãos pelos meus cabelos, os embolando na mão, enquanto eu encontrei sua outra mão e a agarrei com força. Ele queria fazer isso a mais tempo. Meus pulmões gritavam por ar, mas eu não queria me desgrudar dele.
— Emmy, você...
Não o deixei terminar. O puxei pela gravata e fundi nossos lábios novamente. Era diferente, ansioso e cauculado. Como se ele tivesse imaginado tudo que faria quando o momento chegasse.
— Emmy...
— Cala a boca. — Pedi, sorrindo. Ele deu um sorriso enorme, e voltou a se aproximar.
Assim que perdemos totalmente o fôlego, ficamos com as testas coladas e nossos narizes se tocando de leve, enquanto fazíamos carinho no cabelo um no outro.

— Acho melhor irmos. — ele diz.
— Sim.
Nós levantamos, e quando estava prestes a andar pra lá rapidamente, ele segura minha mão, e vamos pra lá assim. Quando nos aproximamos, desvencilho nossos dedos, e vou até Wanda sentada com um gelo na cabeça.
— Vomitei 3 vezes. — eu ri.
— Devia ir dormir. — digo, se sentando em seu lado. Ela revira os olhos.
— Só porque estou com uma dor de cabeça horrível. — sorri. — Boa noite.
— Boa noite. — digo, antes de beijar sua bochecha. Ela acena, e entra na casa. Todos ainda dançavam animados na pista, como se não fosse 3 horas da manhã. Vou pra mesa de comidas, e me empanturro de doces, até ver Jason se aproximar da mesa. Finjo que não o vi, e continuo olhando os outros.
Quando barulhos de tiros começam a abafar o lugar. Copos se quebram, e as pessoas se abaixam ou se esconde, mas eu só consegui ficar ali, parada, estática.
Elas descobriram onde estávamos. Vão bombardear algum país. Pessoas vão morrer.
Novamente os tiros ecoam, e alguém pula em minha direção me forçando a abaixar e ficar atrás da mesa. Quando vi, era Jason que estava em cima de mim.