How To Be The Princess of England
30 How NOT to get shot
Notas iniciais
Como NÃO levar um tiro
Eeeiii! Tenho uma fic nova :3 Olhem no meu perfil ♥
Pisquei algumas vezes, atônita, fazendo uma única lágrima pesada cair como um raio dos meus olhos. Sorri, limpando a lágrima. Guardei o caderno no lugar, e me sentei, o observando dormir.
Droga, por que eu estava chorando?Pisquei algumas vezes, e sorri novamente.Ele me amava mesmo.Eu amava ele também.Ai meu Deus.— Em? — Sua voz soou do nada. Limpei as lágrimas antes que ele acendesse a luz. — O que foi?— Hum, nada. Não estava conseguindo dormir...— Tem certeza? Você parece abalada...— Eutôbem. — ele sorriu, e eu ri de nervoso. — Eu... Só estou feliz. — ele ergueu as sobrancelhas.— Feliz. — Eu sorri.— É, am, de estar... Passando um tempo com você. — disse, sentando do lado dele. Ele continuava descredulo do que eu falava.— É mesmo? — ele sorriu. — Então vamos passar mais tempo na floresta dentro de uma barraca.— Combinado. — Me deitei, de frente pra Jason, que fez o mesmo, me puxando pra ele.Estávamos tão perto que eu podia beija-lo sem me mexer. Ficamos assim, apenas nos olhando, até eu dormir.(...)Esfreguei os olhos, sem abri-los, e bocejei. Eu ainda estava com sono.— Tudo bem que você ficou exausta depois dos macacos, mas dormir 10 horas não dá. — Abri os olhos. Tinha esquecido que... Bem, dormimos juntos. NÃO, NÃO PASSOU DISSO. — Eu sou confortável?Sorri, tirando minha cabeça de seu peito.— É sim. — Ele sorriu.— Bem... Tem um lago aqui perto. Já que está cedo, eu pensei em nadar.— Pode nadar. — dei de ombros.— Você vem comigo.— É o que?!— Ah vai... Eu te seguro — ele fez biquinho. — Você não confia em mim?Bufei, e assenti, o que o fez sorrir.Comemos os bolos de cenoura de Jean, que sobreviveram a água (por incrível que pareça), e guardamos tudo.Jason tirou a camisa, e a largou na grama, e eu tirei os sapatos.Sua cicatriz ia do queixo até perto do ombro.— Vem? — ele estendeu a mão pra mim. Revirei os olhos, e a segurei, o acompanhando pro leito do rio.A água cobriu meu pé, e um arrepio passou por todo o meu corpo.— Por que você tem todo esse trauma de água? — Suspirei.— Eu... Fiquei muito tempo no mar... Depois que... Meu pai me tirou do barco. — Pisquei algumas vezes e o olhei. Ele se aproximou, e colocou uma mecha do cabelo atrás da minha orelha.— Eu vou te proteger. — ele seu de ombros, e segurou minhas mãos.Continuamos afundando devagar, e ele me segurava firme. Até que a água bateu na minha cintura, e eu conseguia sentir as inesistentes ondas do mar. — Tudo bem.Assenti, e balancei a cabeça. Eu estava sob controle, tudo bem. Respirei fundo.Tudo bem até que meu pé não alcançou mais o chão.— JASON, JASON, JASON... — Agarrei os braços envolta do pescoço dele com força.— Ei, ei, tudo bem.Soltei o ar que segurava, relaxando. Ele não deixaria nada acontecer comigo, estou segura.— Viu? Você está dentro da água! — Eu ri, sem tirar minhas mãos das costas dele. — Podemos ficar aqui mais um pouco? — pedi, gostando da idéia. Ele sorriu.— Talvez mais um pouco. — sorri, e deitei a cabeça em seu ombro, enquanto brincava com seu cabelo molhado. Ele me segurava firme pela cintura, e olhava as árvores em volta. Ficamos assim, aproveitando esse momento por mais um tempo. Até que o mesmo som que ouvimos no rio junto com Andrew se repetiu. O helicóptero.— Ai não. Prende a respiração. — ele pediu. Obedeci, tentando me manter calma, e emergimos.Finquei minhas unhas em seu pescoço, sentindo o desespero subir pelas minhas veias. Pra me tranquilizar, ele abriu os olhos e pediu silênciosamente para ficar calma. Assenti, mesmo sentindo meus pulmões a clamarem por ar.Eu não conseguia mais segurar.O cutuquei várias vezes, dizendo que eu não aguentava mais, e ele me levou de volta pra cima instantaneamente.Respirei fundo, aliviada pelo helicóptero já ter ido em bora, e tossi algumas vezes, conseguindo alcançar o chão de areia.— Você está bem? — ele esfregou os olhos. Assenti, ainda ofegante. — Eu não estou. Você furou meu pescoço com as unhas sua maluca!Ele reclamou, passando a mão na lateral do pescoço, onde linhas curvadas em forma de unhas estavam cobertas por um pouquinho de sangue.— Desculpa, eu me desesperei.— Tudo bem, isso foi uma má idéia. — ele riu pelo nariz. — É, temos que ir. — ele assentiu, me levando pra margem. (...)Andamos com cuidado pela floresta, até chegarmos perto da praia. A areia era branca e o mar azul claro, e a pequena ilha expreitava ao horizonte.— Chegou a hora. — ele me olhou, e eu engoli em seco.— Vamos ficar bem. — Respirei fundo. Quem sabe eu começasse a acreditar se repetisse isso mais vezes?— Vamos. — ele deu um sorriso pequeno.Abri minha mochila, e tirei de lá o lenço de Wanda. O enrolei na mão, e tentei guardar cada detalhe do seu cheiro, caso chegássemos tarde.— Ei. — ele se abaixou do meu lado. — Vamos salva-la. Eu prometo. — Assenti.Peguei o vidro redondo, que agora tinha menos gotas ainda, e coloquei seu conteúdo num pequeno frasco de amostra de perfume vazio, e guardei no bolso, enquanto Jason fazia fazia a própria varredura na mochila.
— Jas... — Ele me olhou, preocupado. Suspirei. — Elas querem apenas a mim... Você não precisa ir... Não seria melhor se eu fosse sozi...— Não ouse continuar essa frase, Emily Rhondes. Eu nunca vou te deixar ir sozinha, e não se discute mais nisso. — ele disse irritado. — Agora me ajuda a esconder isso? — ele mostrou o caderno pra mim. — O que? Vou voltar pra pegar, isso é meu tesouro. Eu sei, eu li uma parte dele...Suspirei. — Ta bem. Vamos esconder as mochilas também.Nós os colocamos no meio de uma moita ao lado de uma árvore, e Jason pegou um canivete com uma faquinha.— Temos que marcar o lugar, né? — sorri, sabendo onde ele queria chegar.Ele desenhou um coração, e colcou um "E+J" no meio.Tentei conter o sorriso que se formou em meus lábios, mas falhei. Aquele era o momento mais feliz da minha vida?— Você vai falar o que eu estou pensando ou não? — perguntei, e ele sorriu, se aproximando de mim.— Não. — fechei a cara. — Eu vou fazer isso...Ele me puxou pra perto bruscamente, e celou nossos lábios antes que eu pudesse raciocinar. Toquei seus braços, me entregando completamente a ele. Separei meu rosto do dele, e ele fez uma cara indignada.— Você tem muito pouco fôlego. — Eu ri.— Não importa que você não queria falar, eu falo. Eu te amo, Jason Londres.— Eu sei, Emily Rhondes. — ele sorriu, e eu deitei minha cabeça em seu peito. — Vamos acabar com isso de uma vez. — Assenti, dando minha mão a ele.— Como vamos fazer isso? — Perguntei.— Elas devem vigiar a areia como uns falcões. — ele deu de ombros. -Já passeou na praia? — Assenti com a cabeça. — Bem, eu não. Vamos lá. — Ele deu de ombros, e eu sorri. A areia afundava a medida que andávamos por ela. Em uma outra época... Podíamos apenas andar na areia juntos, sem nos preocupar com nada.Olhei pra ele, sem parar de andar.— Por que não podemos ter uma vida normal? — ele me olhou, e sorriu.— Eu não gosto de coisas normais. — ele piscou pra mim, e eu mordi o lábio. — Eu já disse que amo quando você faz isso?Eu ri.Sim, eu li isso no seu caderno.— Não. — Bem, eu amo quando você faz isso. — sorri, mas fomos interrompidos por um som de motor se aproximando.Olhamos ao mesmo tempo pro mar, e vimos três barcos grandes se aproximando depressa.— Fica atrás de mim. — ele pediu, e eu segurei seu braço, o obedecendo. — Vai ficar tudo bem.Assenti, respirando fundo.— Confio em você.Os barcos atracaram no porto ao nosso lado, e numa velocidade impressionante várias delas deceram, segurando armas e vestindo armaduras.— NÃO SE MEXAM! — Uma delas ordenou. Ela se aproximou de nós, e tirou o capacete. — Sou Larah Frayah, e vou escoltar vocês pacificamente até a ilha. Se resistirem, morrem.— Tudo bem tia. Somos da paz. — Jason ergueu as mãos, e eu fiz o mesmo.Ela fez sinal pra duas delas nos revistarem, e eu rezei para não encontrarem o vidrinho de perfume.— Limpo. — Suspirei aliviada.— Ótimo. Atirem nela. — Jason estava prestes a entrar na frente do que quer que fosse acontecer, quando algo me atingiu no pescoço. Minha boca formou um perfeito "o", e meu corpo desligou completamente e começou a cair pro lado de Jason.
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