Notas iniciais
O tão esperado momento chegou! Espero que gostem, Se tudo der certo, postarei outro ainda hoje. Beijinhos.

Estávamos em pé, no mesmo lugar em que havíamos chegado em Asgard. Heimdall nos esperava para abrir a Ponte para a gente, junto com ele estava Lady Sif. As armas estavam prontas e engatilhadas: eu, Sophie e Jade com armas de fogo, Camille com o arco, Peter com a espada e Drake era nosso cientista logo estava preparado com o localizador, porém carregava uma arma para emergências.

– Prontos? — Heimdall perguntou e assentimos.

– Um minuto! – Drake pediu e nós suspiramos. Tinha que ser ele.

– O que aconteceu Drake? – Jade perguntou.

– Quase esqueci de uma coisa! – ele abriu a mochila e tirou um pacote de onde retirou o que parecia ser um comunicador para cada um de nós. Tipo aqueles de super-espiões de filmes. Peguei e coloquei no meu ouvido. – Assim vai ser mais fácil manter a comunicação.

– Não quero nem saber de onde você tirou isso. – falei. – Todos prontos? – assentiram. — Quando você quiser Heimdall! – falei.

– Que o destino possa sorrir para vocês hoje jovens guerreiros. – então tudo após isso passou como um borrão. Aterrissamos no planeta. Tudo o que eu via a minha volta era gelo. Literalmente. A terra em nossos pés, as montanhas a nossa volta... tudo era de gelo.

– Lembrem-se! Fiquem sempre juntos. – falei

– Sophie, comece a colocar seu poder em pratica e ache a nossa porta de entrada. – Peter pediu.

– Eu preciso de alguns minutos! – ela pediu, se ajoelhando e colocando as mãos no chão.

– Fiquem atentos. De acordo com o que Lady Sif disse essas coisas são completamente feitas de gelo! Podem muito bem se misturar e nos atacar sem que percebamos! – falei e eles assentiram. Fizemos um circulo em volta de Sophie, procurando por qualquer vestígio do inimigo por todos os lados, mas nem sinal dele!

– Soph. – Camille pediu.

– Vocês ficarem me chamando não vai ajudar em nada ta legal! – falou, visivelmente tensa. – Achei. – falou. – Direita, uma entrada no pé da montanha.

– Isso esta quieto demais! – Drake falou.

– Temos o elemento surpresa! – falei. – Enquanto tivermos isso do nosso lado, a sorte estará sempre ao nosso favor.

– Você sabe que o ultimo personagem que disse essa frase, morreu no livro, né? – Camille falou.

– São apenas detalhes. – corremos para o pé da montanha e encontramos a entrada, ela era protegida por calotas de gelo altas, no qual nos escondemos, e estava sendo vigiada por um monstro de gelo.

– Prestem atenção! – Peter falou enquanto erguia a espada, mas Jade o parou na hora.

– Vão saber que estamos aqui!

– Como quer fazer então? – perguntou Peter.

– Deixem comigo. – falei, coloquei minha mochila no chão, retirando uma faca de dentro dela. Segurei a lamina da faca com meus dentes e me preparei para escalar aquela “montanha” , atacaria aquela coisa pelas costas. Já havia praticado montanhismo antes, nas férias com meus tios e Sophie, entretanto naquela época, eu usava equipamento.

Tomei cuidado para não escorregar ou deixar alguma pedrinha cair. Cheguei a um ponto onde eu estava da entrada da caverna, logo o guarda estava de costas para mim e, aparentemente, ainda não havia me visto. Me ajeitei e me joguei em cima do guarda caindo sobre seus ombros, peguei ele desprevenido e antes que pudesse reagir eu peguei a lamina e passei sobre seu pescoço, arrancando sua cabeça fora. Cai em pé no chão.

– Isso é nojento! – Camille falou, fazendo cara de nojo.

– Vamos logo. – Peter falou, entrando no túnel. – Para onde Sophie?

– Reto! – falou, liderando a gente.

– Devagar Sophie! Não pode sair correndo desse jeito. – falei, repreendendo-a.

Nada, nenhum outro guarda. Pela minha experiência com vídeo games, isso não poderia ser coisa boa! Sophie ia nos guiando e eu ia ao seu lado, protegendo minha irmã de qualquer cilada. Soph parou.

– O que foi? – Drake perguntou.

– É ali! – falou, apontando para uma das entradas dentro do corredor da caverna. Seguimos para onde ela falou e era verdade. Nossos pais estavam ali. Em capsulas, como Sophie havia nos avisado. Meu pai estava ali, bem na minha frente, congelado, mas estava. Minha mãe, como minha tia havia descrito para a gente, como vimos nas fotos.

– Drake.. – chamei-o e ele me olhou. – Comece a fazer a sua mágica! – falei e ele assentiu.

Drake correu e sentou atrás do computador, fazendo a sua mágica. Caminhei entre aquelas “cabines” , olhando para os nossos pais ali. O meu pai, minha mãe, o pai de Jade, o pai e a mãe de Peter, os pais de Drake, e os pais de Camille.

– A nossa sorte esta muito farta pra começarmos a vacilar agora! Anda logo Drake! – falei, olhando pela porta, a procura de alguém.

– Tenta você decifrar o código de um programa alienígena! – ele falou, trabalhando extremamente rápido, mas não o bastante. Avistei dois guardas vindo em nossa direção.

– Peter. – chamei-o e ele assentiu, me ajudando. Começamos a lutar com os guardas, ganhando o máximo de tempo possível para eles.

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A luta acontecia do lado de fora da sala. Os meninos não estavam dando conta sozinhos, logo Camille foi ajuda-los do jeito que podia. Corríamos contra o tempo. Minha aflição estava a mil. Minha mãe estava ali na minha frente e eu não podia fazer nada para ajuda-la a não ser esperar.

Logo Drake deu o sinal. Estava tudo pronto. O código foi quebrado. Ele conseguiu. Aos poucos as cabines foram abrindo e, tive certeza, de que o gás, seja lá qual for esse gás, parou de ser introduzido nas cabines.

O primeiro a acordar foi Tony Stark. O bilionário caiu de joelhos, tossindo e sem entender nada. Drake foi ajuda-lo, mas ficou com receio de ser ignorado pelo pai.

Logo depois Thor e Melisse foram libertados, o primeiro tossia constantemente enquanto se apoiava nas paredes de sua capsula. A mãe de Peter caiu desmaiada no chão, ainda acordando.

Bruce, Natasha e Clint acordaram praticamente ao mesmo tempo. Os três com dificuldades de respirar. A alegria de Jade ao ver o pai vivo era enorme.

Julia e meus pais acordaram logo depois, ainda meio grogues por causa do sedativo. Eu estava parada em frente a minha mãe, esperando que ela se recuperasse para enfim conhece-la. A poucos metros de nós, ouvi alguém fazer a pergunta que tanto esperávamos:

– O que esta acontecendo? Quem são vocês?- Melisse perguntou.

– Nós... Somos seus filhos. – Jade respondeu, olhando para o pai.

Todos eles estavam abismados, afinal, não é todo o dia que se é libertado de uma prisão alienígena por adolescentes que dizem ser seus filhos. Olhei para Alexandra na minha frente, ela me analisava, procurando por respostas.

– Sophie?

– Oi mãe!

Notas finais
Ficou horrivel? Por favor sejam sinceras! Estava doida pra escrever essa parte então espero que vocês tenham gostado. Beijinhos