Hot Blood
6 Dead? - No, I'm Alive
Notas iniciais
“Ela renasceu na hora, lugar e corpo certo, infelizmente quando ela conseguiu se encontrar já foi tarde de mais para os anjos, Nehe começou a escrever um novo livro onde narra todas as historias de todos os seres, desde começou a reconhecer todos como suas criaturas, híbridos, anjos, demônios, dragões, vampiros e tudo mais. Tudo que queremos era ser reconhecido, mas depois da abertura do portão do inferno já foi demais e assim continua a narração do livro dos mortos e vivos” 800:12 Nehw.
Yhyen...
Novamente estou eu aqui acordada, olho para o radio relógio que sinaliza que são três horas da manhã, daqui a poucas horas teria de me acordar e pelo jeito tive o mesmo pesadelo que estou tendo desde que eu completei meus 16 anos a algumas semanas atrás. Esse ciclo esta se repetindo e se tornando chato, eu estou na ponta de um penhasco e estou rodeada por sombras negras como a noite, eu sou diferente e meu cabelo ia de um tom a outro em questão de segundos, meus olhos deixavam evidente meu medo, cada vez as sombras chegavam mais e mais perto, olho para o céu e vejo ele ali. — Revivo esse pesadelo enquanto escrevo nesse caderno absurdo que guarda meus segredos. — Continuando. — Olho para o rosto dele que esta desfocado como nunca, mas vejo seu olhar de tristeza, uma lágrima até mesmo cai do olho dele, quando estou tão pressionada e triste a ponto de ver meu amor me deixar resolvo pular e ir embora, não deixando nem mesmo um aviso.
Assim que vejo, além de ouvir algumas vozes que vem do escuro. — Abro a porta que me leva a uma pequena estufa no telhado, paro na escada de ferro pintada de marrom e me enfio no meu roupão fofo e grosso e coloco meus chinelos de borracha, uso o led do meu Nokia XL para ver o caminho de subida, já que faz exatamente 22 dias que os vândalos quebraram a luz da rua que ilumina a escada.
– Sentei e olhei para cima, via o céu e pensava no meu pesadelo, subi mais dois degraus e soltei todo o ar que estava nos meus pulmões, ainda estava com o Daly na mão, Daly é meu único amigo, e Daly não é um humano, nem mesmo um cachorro e sim meu caderno onde escrevo tudo sobre mim e sobre meus fascinantes dias que são tão maravilhosos que ninguém queria ter que ouvir. Bem a escada esta congelando e meu bumbum ficou congelado, então resolvi subir e olhar minhas flores, minha dama da noite e minha beladona. Eu não sei como, mas eu era imune ao veneno da Beladona, rosas e algumas outras flores enchiam as prateleiras peguei meu saco de dormir e estendi ele, tirei as minhas sandálias de borracha e me enfiei dentro do meu saco de dormir. Olhava para cima e as estrelas estavam tão belas, elas brilhavam tanto que pelo jeito elas estavam brilhando para mim. Peguei meu fone de ouvido e conectei ao meu Nokia Xl, fechei os olhos e adormeci, era tão maravilhoso dormir sobre as estrelas.
– Novamente começou meus sonhos doidos, velhas me falavam que era minha hora, que nada poderia me impedir e que eu deveria reencontrar meu amor. — Yhyen acorda ou você vai se atrasar pra escola. — Minha irmã me chamava me cutucando com o dedo. Eu tenho ódio de quem me cutuca com o dedo.
– Eu já estou acordada caramba pare de cutucar ou eu quebro seu dedo okay? — Ella olhou para mim e riu, eu estava com meu cabelo uma verdadeira arapuca, a umidade da noite me deixou feia o bastante para assustar todos. — Yhy que cabelo é esse? — Ella ria de mim. — A umidade da noite fez isso Elly, estou aqui desde as três da manha.
– O mesmo pesadelo das semanas que passou? — Eu sou muito apegada a Ella e lógico ela e minha mãe começaram a perceber que eu estava estranha e que eu havia começado a dormir no telhado, do difícil falar para minha mãe e ela não aceitou muito bem, mas não falou nada. — Sim Ella, o mesmo maldito pesadelo que só me deixa dormir quando eu olho para as estrelas. — Vamos que tenho que me arrumar para ir para a escola. — Falei para a Ella.
– Vamos que nesse ritmo esse seu cabelo duro não se arruma sozinho. — Ella riu. — Engraçadinha ha ha ha, melhor você correr Ella se eu te pegar você vai ver quem tem o cabelo duro. Coloquei meus chinelos nos pés e enrolei o fone no celular e joguei-o dentro do bolso do meu pijama. Depois de um banho e uma bela lavagem de cabelo eu estava pronta. — Ella seca aqui meu cabelo. — Gritei no meio do corredor. — Já vou Yhy. Depois de meu cabelo seco fiz um rabo de cavalo. — Vamos tomar café.
– Na cozinha minha mãe fazia bacon e panquecas. — Outro pesadelo Yhy. — Minha mãe ainda não estava acostumada com meus pesadelos. — Sim Mamãe, mas quando isso acontece eu escrevo no Daly e vou dormir no telhado perto da minha beladona e durmo bem, só que hoje uma pessoa resolveu me cutucar e eu sonhei com um bicho de grandes unhas. — Hey, como eu sou um bicho de grandes unhas. — Pior que é verdade, antes de abrir os olhos eu vi uma sobra por ente minhas pálpebras, como se não precisasse abrir os olhos para enxergar.
– Pare de falar besteira Yhy, tome seu café e vá para a escola, pois se você se atrasar mais uma vez será expulsa. — Okay mãe estou indo.
– Ella me de uma carona, please! — gritei da porta da sala. — o tempo estava da maneira que eu amo, nublado e calmo, minha rua era estranha, tínhamos algumas casas pequenas do século passado e a nossa havia sido uma casa que meu avô construiu com tijolos de areia e palha da mesma forma que as antigas culturas da Mesopotâmia. Eu sou a garota mais comum do mundo, tirando meu gosto musical, de resto tudo em mim é previsível, sou a garota estranha da escola a mais ou menos cinco anos, sou a típica estranha meio feia que todos temem. — No começo eu tinha problemas com todos, bem minha postura criava medo em todos que me olhavam. Meu cabelo no ombro e a tintura preta escondendo o castanho avermelhado aparente para todos, minhas roupas com a pegada masculina induzida a mim pelo Franz Ferdinand e minha pele esbranquiçada me deixava com cara de cadáver, mas foda-se, sendo quem eu sou consegui dois grandes amigos, Eligee e Kurt. Os dois únicos excluídos por todos durante três anos, Kurt era ateu, leitor de livros de terror e ele carregava sangue de bruxas dentro das veias. — Eligee era morena e tinha um cabelo preto, ela era bonita, muito bonita. Bem eu nunca entendi o fato de duas pessoas tão legais como Kurt e Eligee serem estranhos.
– Alguns anos depois e depois de muitos segredos entre nós, resolvemos confessar tudo. Eligee havia sido estuprada por um nazista maluco que a banhou com sangue de galinha e tentou fazer sexo com ela e duas galinhas vivas, ele era padrasto dela. — O nome dela foi dado em homenagem ao palácio abandonado no meio das montanhas que diziam que era a morada dos anjos séculos atrás.
– Kurt é gay e foi abusado sexualmente quando tinha sete anos, o adúltero era primo de sua mãe, aqueles olhos castanhos e rancorosos dele nunca me enganaram, ele tinha mais veneno dentro dele que minha beladona.
– Ei Yhy pare de tanto pensar e entre na caralha do carro. Agradeço a atenção. — Ella apontava para o 4x4 que estava com a porta aberta me esperando. — Calma eu só estava pensando okay? — Às vezes não controlo meus pensamentos que saem a correr para fora de mim. — A cabeça que muito pensa deixa o coração sozinho. — entrei no carro antes de Ella me deixar ir andando para a escola, chegando à frente da escola peguei minha bolsa no banco de trás do carro e sai.
– Hey, Yhy não tem obrigado nem por nada nem nada disso? — Minha irmã é maravilhosa e vivemos entre piadas, mas as vezes ela gosta de me humilhar por se dizer. — Obrigado sua feia. — Ri quando xinguei Ella. — Por nada sua vaca, boa aula.
– No carro eu estava de fones de ouvido então Ella sabia que eu não queria conversar e nem vir para a escola. Passei os quinze minutos de viajem estuprando o play do meu Nokia XL para repetir "40" do Franz Ferdinand. Eu amo essa música de uma maneira que nem mesmo eu consigo explicar, mas amo. No pátio da escola pontual como sempre estava Kurt me esperando, as vezes vínhamos caminhando até a escola, mas não quando nós nos falamos ontem ele disse que teria de se atrasar, mas tirando isso corri para conversar com ele. Ele é alto e magro, mas não tão alto como você pensou ele tem no máximo 1,80 de altura, ele esta divino, para um garoto gay do segundo ano ele é a coisa mais fofa que eu já vi, ainda mais com esse cabelo grande.
– Oi K. — retirando meus fones de ouvidos vermelhos e comecei a enrolar eles no celular. — Oi Y. Bom dia. — K estava distante quando falei com ele, ele nem notou que eu estava enrolando o fone de ouvido no meu celular, ele fala que isso é homicídio contra os fones.
– Talvez eu conte pra você Y o que esta acontecendo, eu não sei o que fazer. — Em questão de segundo milhares de vozes tomaram minha cabeça, como se tudo fosse explodir e meu cérebro estivesse implodindo. — Yhyen o que esta acontecendo? — A voz de K estava mais baixa que as milhares que gritavam na minha mente, mas eu a conseguia ouvir mais clara que as outras. — Eu estou bem K, apenas com um pouco de dor de cabeça. — Respondi tentando controlar as vozes.
– Segundos depois tudo sumiu. Eu estava sozinha novamente e definitivamente podia ver Kurt na minha frente. — Esta melhor? — Perguntou Kurt. — Sim. Esta melhorando.
– Bu. — Tomei um susto quando Eligee chegou por trás de mim. — Para Eli isso não tem graça, além do mais acabei de passar por uma coisa muito estranha. — Eligee olhou para mim como se eu nunca houvesse tido uma dor de cabeça. — Bem eu estou melhor então vamos para a sala? — Para minha sorte todas as minhas aulas eram ao lado de Eligee e de K, mas as vezes gostava de ficar reclusa com meus fones de ouvido vermelhos. Alguns momentos eu ficava ouvindo e tentando lembrar o que eu fazia em alguns momentos da minha vida. Porem era como se as minhas lembranças sumissem através dos meses e dos anos.
– Y, pare de olhar para o nada e comece a escrever sua redação. — Era a aula do Senhor Burt e nem preciso falar que odeio ele, aquela maneira que ele trata os alunos e ainda passa essas redações chatas. O tema de hoje é: “Religião, cultura ou obrigação?” Nem preciso mencionar que meus pais são católicos assíduos, acreditam que deus é apenas uma farsa criada pelas igrejas protestantes para controlar as pessoas, eles tinham fé em Nehe. Nehe foi e sempre será o deus que criou tudo, e eles creem que por algum motivo desde o ano de 1820 após a morte da filha de Nehe com uma humana ele abriu os portões do inferno para castigar a terra. Dois filhos de Nehe vieram a terra e foram mortos, ele não poupou a humanidade pelo segundo erro que eles cometeram.
– Para minha sorte o sinal tocou assim que terminei minha maldita redação, a escola estava cada vez mais idiota, as únicas coisas boas que tinham estavam acabando e agora só sobraram o Clube de Teatro e Canto que eram duas coisas, mas tiveram de se unir e o clube do debate, eu era do Clube do coral, eramos o Explosões rítmicas, mas eu era estranha até mesmo para cantar, e eu não gosto de ficar cantando Madonna e Demi Lobato ou seja lá quem ela for, K conseguia aguentar mais uma semana cantando Justin Bieber, mas pra mim o único Justin e o Timberlake e mais ninguém. Bem tem o Justin lindíssimo de Queer as Folk, mas ele é gay. — Mas no intervalo de aulas pude perceber algo novo na escola e não era bem a tinta que estava renovando as paredes, mas sim um grupo, tinha três garotos e duas garotas com eles.
– Gente alguém tinha notado aqueles seres ali? — Para minha sorte K havia balançado a cabeça ou seja esses maravilhosos e lindos garotos não são gays. — Acabei de comprovar isso dois dele foram beijados pelas garotas, bem menos o que eu fiquei encarando. — Quem são eles? — perguntou Eligee. — São os alunos novos. — respondeu K. — Mas quem entra no meio do ano? — Perguntei.
– Sei lá filhos de pessoas importantes. — Respondeu Kurt. — Não sei, mas que aquele branquinho ali é bonito nós temos que admitir. — Humm, Yhy esta apaixonada, pela primeira vez eu vejo você falando em gatinhos. — Kurt ria. — Eu não estava apaixonada, mas realmente foi o primeiro garoto da escola que eu achei bonito. — Na mesma hora as vozes voltaram a minha cabeça. — Olha lá a estranho e a bicha amiga dela. Hummm àquele tal de Kurt é bonito. Que diabos aquela garota faz parada ali. — foi quando ouvi um som de frequência muito alta como se fosse um berro sustenido e que tentasse explodir meu cérebro.
Kurt...
– Gente ajuda aqui por favor. — Gritava enquanto as pessoas riam e passavam normalmente como se nada houvesse acontecido. — Eligee corre me ajuda. — me ajudou a levantar Y, mas mesmo assim ainda não conseguíamos leva -la para a enfermaria. — Eligee vá chamar algum professor para nos ajudar. — Eligee saiu correndo e subiu as escadas para a sala dos professores, mas do meio da multidão surgiu alguém empurrando todo mundo que estava apreciando o show de ver a Y inconsciente, se fosse por eles Y morreria aqui, era o garoto que ela achou bonito a segundo atrás. — Precisa de ajuda. — perguntou ele. — Lógico que sim. — Ele pegou no braço de Y e sua mão passou em meu braço. — Senti um arrepio no fundo da minha alma, meu lado Wicca e bruxo foi atingido. — Eu sou muito sensível e desde meus dez anos minha vó passou a me ensinar a usar meus poderes, sou um bruxo alternative, gay que sabe o que quer e vai com tudo em qual quer caminho escuro. — Uma espécie de flashback me atingiu e na minha visão eu via um ser de pele marrom cinza com um sangue quente como a lava que habita o centro da terra, ele dizia ao nada " Eu te amo para sempre, nem mesmo a sua morte poderá nós separar " — Você esta bem? — Perguntou o garoto que estava com Y nos braços. — Sim estou.
– Se pudesse me guiar até a enfermaria sua amiga melhoraria mais rápido. — Eu sorri e começa a a andar e guiar o garoto quando Eligee veio correndo em minha direção. — K o professor de biologia veio nos ajudar. — Era ele, Zach veio andando rapidamente e com graciosidade em minha direção. — A cada passo que ele dava em minha direção era como se Lana cantasse Ride em meu ouvido, mais e mais alto, era delicioso ver aquele homem lindo vindo e me hipnotizando com aquela forma graciosa de andar. — Acho que agora era a minha vez de desmaiar. — Sempre pensei em desmaiar nos braços de Zach, mas num tive essa chance. — Não precisa mais ajuda-la garoto, eu a levo para a enfermaria. — Zach falou para o garoto estranho. — Não precisa professor eu a levo. — Estava começando uma guerra para levar Y para a enfermaria e eu nem sequer tenho namorado. No final o professor ganhou e lógico que eu acompanhei-o ao lado de Eligee, Y estava cada vez mais pálida, porém seus lábios ficavam cada vez mais rosados.
– Chegamos à enfermaria e não havia nem uma enfermeira lá. — Porra hoje não tem enfermeiras de plantão. — Eligee estava revoltada. Mas eu poderia tentar fazer algum sal de odor para que ela acordasse. — Vamos coloca-la na maca, pois pelo menos ela poderá descansar um pouco. — Zach deitou Y na maca com tranquilidade e com uma delicadeza que ele não tinha, ele é tão lindo, aquele rosto com seus olhos negros e o queixo quadrado, aquele cabelo preto com alguns fios brancos e aquele corpo escultural, ele estava com uma camiseta azul e uma calça de moletom preta que caia no joelho, aquele tênis de corrida o deixava ainda mais hot. — Para K, ele é casado e tem três filhos. — Eligee avisava pela milionésima vez. — Ela trabalhou um tempo em um shopping que fica na frente do condomínio dele, além da informante dela, Mervyn era a garota que ficou com ele na faculdade, ela tentou durante todo o ensino médio Pegar ele, mas nunca conseguiu, porem no segundo semestre da faculdade eles ficaram. Pena que ele é casado e pai.
– Eu sei que ele é casado, mas olhar não arranca pedaço. — Da dentro do ouvido de Eligee. — Ele olhou bem para nós e viu que estávamos fofocando sobre ele, mas ele preferiu ficar calado. — Bem eu tenho que ir antes do sinal bater para pegar meu material, sugiro que vocês a deixem descansar e se ela continuar pálida chamem os pais dela. — Balançamos a cabeça em afirmativa e ele saiu. — Bem ela não esta bem Eligee o que vamos fazer? — Perguntei, pois mesmo sendo o gay nerd e feio da equipe meu cérebro sempre falha em meio a pressão. — Eu não sei, o bruxo do grupo é você, então tente alguma coisa.
Peguei meu livro de feitiços que carrego sempre comigo como se fosse algo necessário sempre, abri-o e folheie, mas não achei feitiço algum que pudesse nos ajudar, mas na penúltima página falava sobre o uso de magia manual o que eu já havia tentando fazer a alguns meses. — E ai achou algo? — Eligee perguntava roendo as unhas. — Infelizmente não. Apenas magias negras para ressuscitar pessoas mortas e outras coisa, mas eu não achei feitiços para acordar pessoas.
–Droga, droga, droga não podemos deixar ela aqui, até mesmo a temperatura do corpo dela esta caindo. — Eligee estava cada vez mais desesperada e quase chorando. — Vou tentar magia manual ao invés de poções e feitiços simples, vou fazer o meu próprio com minhas palavras. — Bem pelo menos irei tentar, pensei dentro de meu cérebro, era difícil agir assim tao rápido e lento fazendo uma coisa que nunca havia tentado. — Comecei a ensaiar as palavras na minha mente antes de lança-las sobre minha amiga. — Era difícil fazer um feitiço do nada. — boch rur pemHov, vem je maS. jIyIn laH chav, vabDot SoH harm yIn qaSchoH ghaH qabDaj, pagh 'e' chu' pagh ngeH mIgh/ e acordar como um brilhante Sol Lua. Não seremos capazes de viver a vida dele e até mesmo prejudica-lo, ele enterrou o rosto nele ou o mal que você sabe perfeitamente bem que você enviou. — uma fumaça escura saia de lugar alguma de uma maneira desconhecida.
– Não houve efeito algum sobre Y, ela ainda continuava fria e quando a fumaça tentava toca-la ela se transformava em fumaça branca e subia para o teto. — Tentei novamente e toda a fumaça ficou branca e flutuava no teto, de repente ouvi um barulho na fechadura, estavam tentando abrir a porta. — Assim que a porta começou a abrir e a ranger, toda a fumaça sumiu e finalmente pudemos ver quem era.
Eligee...
– Finalmente pude ver Kurt fazendo magia, ele tinha dons, mas parece que nosso grupo a mais normal é Y, já que eu posso controlar coisas da terra e posso ouvir vozes, além de sentir presenças de espíritos. Magia é uma coisa estranha, pois Y não foi afetada pelo feitiço de K, e olha que ele já fez algumas coisas como roubar canetas e derrubar coisas de pessoas. Ele treina com a avó dele que nem sei quem é, mas pelo que ele fala deve ser uma grande bruxa...
Kurt...
– Era ele, o garoto que ajudou Y no intervalo, ele estava pálido, ele era diferente de todos da escola. — Todos os outros preceituosos e preconceituosos não estavam nem ai. — Ela esta bem? — Perguntou o garoto olhando para mim. — Ela esta melhorando, acho que foi apenas a enxaqueca que ela estava quando chegou. — Ele olhou e se aproximou de Y que estava deitada. — Apoiando a mão na cabeça dela ele disse. — Ela esta quente, ela esta com febre? — Eu não sabia o que dizer, mas antes ela estava gélida como se estivesse morta e agora ficou quente como uma brasa no meio de um fogaréu?
– Apoiei minha mão na cabeça dela e esperei alguns segundos, minha avó havia me ensinado a nunca precisar de termômetros, comecei a esperar o calor corporal dela esquentar a palma da minha mão e assim posso dizer a temperatura exata. — Ela esta com 39,2* Celsius, mas não é febre e apenas o corpo dela reagindo a queda da temperatura que foi muito drástica.
– Um Bruxo? — Perguntou o senhor sorriso perfeito. — Sim. — respondi com calma. Do nada a algum lugar ele elevou uma lâmina grande com milhares de gravuras, era uma espécie de espada demoníaca. — Ele estava pegando em meu pescoço e tentando me matar agora.
– Ei vai com calma. — Gritou Eligee. — A menos que queira morrer. — Eligee estava brincando com o cara que tinha a faca na minha garganta. — Y ainda dormia, ou seja, meu feitiço não havia funcionado, minha avó diz que é mais fácil quando se concentra o poder numa varinha, mas eu me sinto incomodado de andar por ai com uma varinha. — Ele pressionava cada vez mais a lâmina contra meu pescoço, nem mesmo Eligee poderia me salvar agora.
... ...
– Era a décima vez que eu estava descendo ao submundo e depois da cena de canibalismo que presenciei na terra deveria levar tudo para o submundo e após isso para o inferno. O salão dos mortos foi reaberto e agora ficou tudo mais fácil desde ir ao mundo de vai até o inferno. — Agora é como uma viajem de trem. — Mas ainda estou excitado depois daquela cena de canibalismo louca, bem eu pensava que a antropofagia havia morrido desde 1960, mas pelo jeito Isei Sagawa se transformou em um herói, depois da história varrer o mundo ele se tornou a ficção de algum escritor de merda e virou Hannibal Lecter, porem a cena que eu presenciei era diferente, não havia lógica e nem o sentido de Hannibal, mas tinha apenas o desejo de um casal maluco em chegar a Mefistófeles e eles faziam rituais. Pobres trouxas eles nunca conseguiriam se aproximar de Mefistófeles, no máximo um dragão iria enganar eles e ficar com as almas, mas isso séria muito fácil, porem estamos procurando as almas mais especiais e enquanto essas não aparecem juntamos todas tentando achar a certa que cairá no próximo Sangue Hjier/ Quente, na ultima vez fizemos errado e ela se matou, M não gostou nem um pouco e nem muito menos Nehe a segunda filha dele morta e condenada a vagar em um corpo humano sem memória durante séculos e séculos até que o corpo certo e a hora certa chegasse para ela, mas nunca conseguimos ver se ela reencarnou ou se ela irá reencarnar.
– Ele a chamava de BL, isso quer dizer Beladona era Hera venenosa, eles conheciam as regras, desde como matar, atrair e estrangular. Todas as torturas com uma pessoa morta que ainda vive, o suicídio era o pai deles, o ódio era a mãe, ela os pariu matando seus espíritos com giletes, pobre garota no longo de seus dezoito anos acreditar que aquele cara nojento a amava. Ele apenas vivia uma vida dupla e iria usa-la para agradar um outro demônio que lhe prometeram vida eterna e poder. Malditos Serial Killers, eu sinto o tesão deles em meu corpo, sinto a sexualidade deles em minha alma e naquele pequeno apartamento no velho prédio abandonado da Carmen Avenue. — Pobre garota minha mente repete pela milionésima vez, Essas salas de bate papo ficam cada vez mais perigosas.
HprocuraM diz : — Oi.
MBonita18 diz : Oi HprocuraM tudo bem?
HprocuraM diz : Sim e vc? Gata.
MBonita18 diz : Beem rs. O que você procura Aqui?
HprocuraM diz : Procuro uma gata assim como você que queira czar e passar a eternidade e ai quer marcar um encontro?
MBonita18 diz : Sim adoraria. Eu nem sou tão bonita. Você esta me deixando vermelha rsrs, mas onde podemos ir?
HprocuraM diz : Podemos tomar um café e irmos a um apartamento na Carmen Avenue para vermos o pôr do sol, marcado amanhã na Starbucks da Elimina Bulevares as 17:00.
MBonita18 diz : O.K, marcado então nos vemos lá, beijos e até amanhã rsrs. — Depois de esperar alguns minutos sentada numa das mesinhas de madeira com seu Chá Gelado ele aparece com um copo branco com uma mistura de café com limão e pó de mandrágora, ele não é mais afetado, ele pediu que ela desse um gole no café e eles saíram rumo ao velho prédio, ela havia ouvido pela ultima vez Wake Me Up no Nokia X dela, ela estava feliz por finalmente encontrar alguém que lhe faria algo especial, no meio da sinfonia que o vento tocava e em seu pensamento Avicii cantava animado, mas o final da melodia dela nunca chegaria ao fim.
Eles chegaram ao prédio e entraram, subiram vários halls de escadas até chegarem ao trigésimo andar. Entraram em uma porta branca no meio das outras marrons, ele abriu a porta e disse "As Damas primeiro" ela entrou e foi surpresa por uma mulher que já se encontrava lá dentro, a dama que ja estava nua pegou-lhe pelo pescoço com uma corda tentando estrangular a nossa sonhadora. Infelizmente ela perdeu o ar e fixou inconsciente, o cara a levou para dentro do apartamento e a amarraram em uma cama com um colchonete encima das grades de madeira eles a amarraram com a cabeça voltada para a janela que era exatamente a pronta de onde o sol iria se por. — Ele jogou-a uma panela de água morna na nossa pobre sonhadora, tadinha ela inda não sabia que o pior estava por vir, Ela acordou em um pulo e tomou um susto, aquela água mesmo que morna ainda ardia, ela com o pouco movimento que ela tinha ela pode ver que estava amarrada e com uma mordaça em sua boca, porem ela pode ver uma mulher na sua frente. A mulher que estava na frente de nossa sonhadora tinha cabelos negros como a noite e ela era uma mistura de amarelo e pardo fazendo dela uma quase indígena. A mulher na sua frente segurava uma faca de cozinha que estava pronta para matar e cortar qual quer coisa em pedaços. O cara que ela pensou ser o amor da vida dela segurava uma grande taça de prata e erguia ela para o céu varias e varias vezes, ele estava completamente nu a única coisa que ele tinha sobre o corpo era um cinto de couro que tinha uma bolsinha onde se via uma pequena adaga e um dos outros acessórios era uma máscara de elefante com chifres, era uma máscara de couro vermelha escuro. "Vamos começar nosso ritual” Eles foram enquanto nossa sonhadora não sabia o que a aguardava.
– Ele já estava ereto, totalmente excitado, o pau dele estava duro como uma rocha, eu podia a ouvir pedindo para que o suicídio fosse sua mãe e ela fosse uma filha bastarda de deus e que ele olhasse para ela pela última vez. Mas Nehe apenas a ignorou e fingiu que não havia a visto, ele apenas deu as costas e em segundos era o fim da nossa sonhadora, até deus havia abandonado ela. Ele estava tão duro que uma viga de aço, seus 21 centímetros por 6 de diâmetro, aquele pai latejava de tão duro, ele deixou a boca de fora e cuspiu na mão, e passou-a no pai da maneira mais rude possível, a dama do cabelo preto saiu da frente da nossa sonhadora, ele apalpou o sexo dela com a mão úmida pela sua saliva e com o sangue dos cortes feitos por ele, ele posicionou-se na frente da entrada do sexo dela e ela gritou, nossa virgem sonhadora não esperava que um encontro acabasse assim. Ele a penetrou com força e seu pau entrou com uma certa dificuldade na virgindade da nossa sonhadora, ele deu a primeira estocada que acabou com toda a pureza daquela bela criatura, ele tirou o pau de dentro dela e viu que o sangue dela estava em seu pau e o sangue dele estava dentro do sexo dela e dentro dela.
Então ele começou a bombar dentro dela dando estocadas cada vez mais fortes, a essa altura os olhos de nossa sonhadora já estavam desidratados de tanto chorar, por algumas vezes ele tirava o pau de dentro dela para admirar e fazer com que a dama de cabelo preto o chupasse com vontade. Ela adorava o sabor de sangue e sexo que havia naquele pau ela chupava e lambia e deixava ele louco e ele voltava a meter e foder nossa querida sonhadora, ele deu uma ordem para a garota de cabelos negros que tirou a adaga do cinto de couro do nosso monstro e ela lambeu a lamina da adaga, fazendo-lhe um corte enorme na língua, ela pegou uma corda e amarrou no pescoço da nossa sonhadora e puxou até que ela começasse a perder o ar dos pulmões e estivesse parando de respirar, infelizmente isso foi em questão de minutos, pequenos minutos e quando restava apenas um fio de ar para nossa sonhadora, ela começou a ataca -la, nossa sonhadora sentia cada golpe daquela adaga perfurando o corpo dela, depois de muito sangue e dez facadas bem dadas ele gozou e gritou como nunca antes, ele era um animal, nem mesmo o pior demônio que estava preso dentro do inferno ou no mundo de baixo poderia fazer uma atrocidade dessas. O corpo de nossa sonhadora empalideceu, ela ficou fria e mesmo assim ele e a dama de cabelos negros continuaram a fazer sexo com o corpo de nossa sonhadora, depois de mais ou menos meia hora eles terminaram o sexo e a limparam, tudo isso apenas para começar a corta-la em pedaços. A primeira parte a ser cortada foi a nádega direita, eles cortaram e começar a comer cruelmente a carne da nossa sonhadora, mas o sabor não era tão bom, com uma faca elétrica eles cortaram-lhe os braços e pernas fora, depois foram experimentar a carne dela de todas as formas, crua, com pimenta, cozida com ervas, depois cortaram-lhe fora os dois seios e o nariz, que logo jogaram fora, eles comeram um dos seios da nossa sonhadora cozido no vapor e com molho de mostarda picante. Que triste fim para uma criança, para a sorte de nossa sonhadora eu poderia ajudá-la, ela vagava pelo limpo sem imaginar que estava morta, apenas vendo aqueles dois animais fazendo sexo com as vísceras e o cadáver dela no chão, ela tentava voltar para o corpo, mas nem conseguia o tocar e quando conseguiu viu que ela já estava morta a milhares de segundos e quase a 120 minutos. “Precisa de ajuda?" — perguntei a nossa sonhadora. "Como somente você pode me ver?" — perguntou o resto da garota que agora era apenas espírito e energia. Depois de explicar para ela que eu poderia ser a fada madrinha do mal dela, ela se recusou na hora a fazer pedidos para mim, mas quando mostrei a ela o sofrimento da mãe dela e das irmãs ela logo aceitou, fizemos um trato e pronto. Ela não ira renascer, mas ira ser uma nova criatura, a parte mais difícil foi mostrar o diário onde ela escrevia tudo a mãe dela, tive que joga-lo abeto nos pés da mãe dela e depois de contatar a policia informando que a filha havia desaparecido lendo um trecho do diário ela descobriu onde estava nossa pobre sonhadora e correu com a polícia para lá. Infelizmente a cena mais chocante para uma mãe é ver sua filha morta e despedaçada, com seu sangue e partes do corpo jogadas dentro de um apartamento e ainda ver que tiveram a coragem de comer a carne de sua filha...
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