Hostility

38 To reminisce wont bring you back


Notas iniciais
Alow pessoas que tem me amado tanto nesses últimos dois dias!!! ( Sentiu o sarcasmo?)
Sei que vocês estão muito mas muito felizes mesmo com os últimos acontecimentos da fic * desvia de um machado
Mas tudo isso era necessário. Desculpa^^ Só digo uma coisa: Calma!!! Vai dar tudo certo! Eu prometo ^*
Nem acreditei que ódio de vocês pudesse me render tantos comentários. Sério. Fiquei tão feliz de ver a interação de vocês que como prometido, ta aí o novo capitulo! Continuem assim, eu preciso dessa interação. Meu cérebro só funfa com ela!
Então o bagulho é esse mesmo! Comentem, recomendem e sábado, próximo capitulo! Estamos quase em mil comentários!!!!!!!!! ( obrigada foREVerSullivan por ter me dado esse toque e todas a felicitem! Ela deixou o primeiro comentário na minha fic!!! EEEE)
Capitulo dedicado a SantannaGates!!! Muito obrigada mesmo sua gatchenha!!! Amei a recomendação vocÊ foi tão incisiva ! Obrigada de coração e pode deixa que a campanha : Não dê para seu ídolo sem camisinha só porque ele é seu ídolo que foi inspirada em seus comentários vai ser um sucesso!
Quero agradecer a aparição da Sweet, não é um complô contra você!!!E Cherry, obrigada por não esfregar minha cara no asfalto!
Então vamos ler essa bagaça!
Enjoy
Obs:: Leiam as notinhas finais...

Pov’s Zacky

Foi muito mais fácil do que eu imaginei. Achei que ela resistiria por mais tempo. Mas eu tinha plena consciência do domínio que eu exercia sobre a Jade. Era o mesmo que ela exercia sobre mim.

Suas pernas em volta da minha cintura. Seus gemidos. O movimento do seu corpo. Seu rosto se contorcendo. Ela me queria. Na mesma intensidade na qual eu a queria.

Eu não tinha mais nada. Tudo o que eu sabia é que eu queria ela exatamente assim. Rendida em meus braços. Me desejando.

Com pressa ela levou as mãos ao cós da minha calça enquanto eu a encarava. Beijou a ponta do meu queixo com delicadeza o que fez meu corpo tremer. Abriu o cinto com dificuldade. Ainda nos encarávamos. Abriu o botão e baixou o zíper. Colocou a mão por dentro da minha calça e cueca sem cerimônias e libertou meu membro já dolorido de tanta excitação.

Ao sentir sua mão envolvendo a extensão do músculo, fechei os olhos jogando a cabeça para trás. Arfei deixando o ar escapar por minha boca ruidosamente e ela sorriu. Um sorriso tão safado que não pude evitar que meu membro pulsasse em sua mão.

Ela me dominava ali. E era isso que eu queria. Que ela pensasse que estava no comando. Começou um movimento lento deslizando sua mão por meu membro. Movimento esse que me fez arfar mais uma vez e meu ritmo cardíaco acelerar drasticamente.

Com a mão livre afastei sua calcinha para o lado e deslizei meu dedo indicador pela região umedecida. Sentir o corpo de Jade se contrair e ela gemer mordendo os lábios. Logo ela levou meu membro até sua entrada e forçou o corpo para frente na tentativa de que eu a penetrasse.

-Não! Assim não. – Tirei a mão dela do meu membro e ela me olhou magoada.

— Porque não?

— Implora... – Disse sorrindo maliciosamente. Ele teria que implorar para me ter.

Apesar de tudo, eu não esqueci as palavras que ela me disse. Não me esqueci dela jogando na minha cara que o Matt comeu porque ela quis. O que significava que ela só transava comigo obrigada? Então essa era hora de provar para ela o contrário.

— Eu não vou implorar. — Disse sustentando o seu olhar nos meus.

Aproximei meus lábios do seu pescoço, depositei alguns beijos e apenas rocei meus dentes pela pele alva.

— Pede! Diz que você me quer dentro de você. – Sussurrei de encontro ao seu pescoço.

— Não!- Ela jogou o quadril novamente para frente e eu recuei para não penetrá-la.

Meu sorriso se alargou e eu deslizei meu membro por sua entrada. Pressionei com um pouco de força a glande contra seu clitóris e o movi algumas vezes. Não consegui conter o gemido que escapou por meus lábios ao sentir o contato da sua pele na minha.

-. Jade! Diz... Implora pra que eu te coma vai. Eu sei que você quer.

Ameacei introduzir a glande em sua entrada e ela gemeu desesperada, cravando as unhas em meus braços. Gemi com a sensação da cabeça do meu membro sendo praticamente esmagada, mas a tirei. Eu precisava me controlar para ter o que eu queria. E eu teria. Ela se entregava aos poucos sentindo os movimentos que eu fazia. Ela fechava os olhos e gemia baixinho. Isso me enlouquecia e se meu orgulho não estivesse me perturbando tanto, eu teria deixado para lá esse lance de implorar e já a teria possuído.

Mas não. Meu orgulho dizia que ela teria que implorar por mim.

E ela fez.

— Ah... Zee... Por favor... – Me olhou manhosa e quase chorando.

— Por favor, o quê? Eu quero ouvi as palavras saírem da sua boca.

Ela segurou em meu rosto e levou os lábios ao meu ouvido. E sussurrou fazendo meu corpo todo tremer.

— Por favor, me come Zacky!

Penetrei de uma só vez e ela gemeu de surpresa. Comecei a me mover rapidamente dentro dela. Cada vez que meu prazer aumentava, eu apertava com força e ela gemia descontrolada. Nossos corpos suados faziam um barulho obsceno ao se chocarem e eu amava aquele barulho. Chegamos ao orgasmo muito mais rápido do que eu imaginei e ela desfaleceu ofegante em meus braços.

— Adoro fazer as pazes com você. – Disse risonha.

Desgrudei o cabelo que estava emplastrado em seu rosto e beijei sua testa.

— Também gosto de fazer as pazes com você.

Comecei a rir e ela me encarou assustada.

— O que foi Zacky?

— Nada... Só estou feliz.

Até parece que era só isso. A comédia disso tudo era como eu tinha conseguido chegar até esse ponto. E me lembrar de tudo era engraçado.

Sentei no balcão. Não iria ficar na mesa com alguém que não queria minha companhia. Não iria forçá-la a aturar minha presença quando ela estava fazendo de tudo para evitar.

- Então o que um guitarrista famoso faz por aqui, largado sozinho no balcão de uma boate?

Uma mulher loira que parecia ser um pouco mais alta que estava enfiada em um vestido prateado justíssimo disse ao se aproximar de mim.

— Ah! Isso? – Olhei significativamente para a mesa onde Jade estava. – Só cansado. Daqui a pouco vou embora.

— Megan- Ela estendeu o a mão em minha direção e eu a apertei- E você é Zacky Vengeance, estou certa?

— Groupie? – perguntei arqueando uma sobrancelha e logo ela gargalhou. Sua gargalhada era bonita mas eu não estava ali para prestar a atenção- Você é muito bonita mesmo, sem brincadeira. Mas eu não estou...

— Não meu querido. Não sou uma groupie e se fosse, eu escolheria o grandão tatuado ali. Faz mais meu estilo. Não que você seja feio...

— Então... – Depois dela jogar na minha cara que preferia o Matt eu não queria mais ser educado com aquela mulher.

— Então que você está bebendo água no meu bar. – Disse apontando para o meu copo.

— Você é dona daqui? –Perguntei terminando de beber minha água, fingindo interesse. E daí que o bar era dela? Agente pagou pra usar aquela porra. E pagou bem.

— Sim. Na verdade sócia. Eu e meu marido dirigimos esse lugar.

— Entendo. – tentei encerrar o assunto mas ela parecia insistente demais.

— Algo me diz que você está chateado por causa de mulher. – Disse Megan sorrindo.

— E porque você acha isso?

— Homens geralmente sentam aqui por causa de relacionamentos mal resolvidos. É costume de ver. Ela está na mesa não é?- Acenei com a cabeça afirmando que sim.- Por que não vai falar com ela então?

— Porque ela me odeia e não quer falar comigo.

Ela olhou alguns segundos para a mesa e em seguida se aproximou sussurrando em meu ouvido.

— Então porque ela não tira o olho daqui?

Olhei na direção da mesa e vi Jade desviando o olhar e voltando a conversar com Jess. Não pude evitar de sorrir quando percebi que ela parecia um pouco irritada.

— Eu sou mulher querido... – Ela continuou falando bem próximo a mim- Sei o quanto somos manipuláveis. Ela sente alguma coisa por você. Pode não ser amor. Mas sente. Se agente continuar assim, com certeza ela vai surtar.

Entrei no jogo e alisei levemente a bochecha de Megan. Ela riu e puxou minha mão me levando para perto das escadas.

— Querido, você vai subir os 3 lances de escada e pegar o corredor a esquerda. Lá é um pouco escuro, tome cuidado. No final do corredor tem uma porta de uma sala, digamos que VIP. – Ela riu e me estendeu uma chave dourada. – abra a sala e leve ela para lá.

— Mas como? – Eu perguntei confuso. Megan me puxou e pude ver Jade subindo as escadas próximas a nós. Ela não me viu. Mas pude perceber que parecia atordoada.

— Isso você dá um jeito querido.

Fiz menção de subir as escadas, mas logo voltei para encará-la novamente. Era estranho demais aquela mulher aparecer do nada e simplesmente me ajudar.

— Por que você está fazendo isso?

— Porque fui com sua cara e sinceramente querido. – Ela apoiou a mão no meu ombro e respirou fundo. – Você depressivo daquele jeito estava assustando os outros clientes.

Beijei novamente a testa de Jade a aspirei seu cabelo.

— Agora tudo vai ficar bem.

A analisei alguns segundos. As coisas mudariam de agora em diante.

Pov’s Jade

Um mês e meio haviam se passado e graças a Deus a turnê pelos Estados Unidos havia terminado. Estávamos próximos as festas de fim de ano e nenhum grande acontecimento surgiu nesse período.

Meu namoro mais forte e firme do que nunca. Zacky havia mudado. Não era mais instável e ganhou muito mais confiança e eu era obrigada admitir, eu estava apaixonadíssima.

Quando voltamos para Huntington Beach a primeira pessoa que procurei foi Taylor. Ele ficou feliz com minha volta, não sem antes fazer o famoso drama do “Agora você se lembra que tem amigos”. Depois fui ver minha mãe que me encheu de beijos e seguida gritou comigo por ser desnaturada e nunca mais a procurar. Já estava me acostumando com pessoas gritando comigo.

Não falava muito com Matt. Éramos distantes agora e eu tratava de agir como se nunca ele tivesse mexido comigo. Falávamos o primordial apenas e mentíamos a educação. Não iria reviver nenhum sentimento por ele. Sempre só me trouxe problemas desde o início. Eu gostava da situação em que eu vivia agora ao lado de Zacky e não iria estragar. Achava que ele e Val estavam juntos. Tendo em vista que ela sempre estava de ótimo humor ultimamente. Ela sim eu via com muita freqüência. Na verdade Val passou a ser muito mais presente na minha vida do que eu poderia imaginar ser possível.

Jess e Syn namoravam oficialmente agora. Apesar de achar que meu amigo estava muito instável. A conversa que teríamos sobre a súbita aparição de Michelle não aconteceu. Ele nunca me deu oportunidade para tocar nesse assunto. Mas eu sabia que alguma coisa estava abalado nele. Não que ele amasse menos a Jessica. Mas algo me dizia que a maluca da ex-esposa dele ainda mexia com seus sentimentos. Johnny sempre estava trocando de mulher como trocava de roupa. Mas ao voltar a sua cidade natal parecia que Lancey era sua única ocupação. E sinceramente eu rezava pra que ele tomasse jeito. Lancey era uma fofa e eles fazia um belo par. Arin se esquivava de mim sempre que podia. Olhava-me estranho e sempre parecia triste. O por que eu não fazia idéia.

Zacky passou a dormir quase todas as noites em meu apartamento. Vivia insistindo que era melhor ficarmos em sua casa, mas sinceramente, eu não me sentia muito bem lá. Toda a vez que eu entrava parecia que eu via estampado em cada móvel, decoração e cômodo o nome de Gena. Preferia ficar mesmo no meu apartamento pequeno e aconchegante.

O natal veio e passou muito rápido. Na verdade rápido demais para meu gosto. Já que uma data extremamente difícil se aproximava.

Comemoramos a véspera com minha família. E no dia de Natal fomos para a casa dos pais de Syn. Fiquei muito feliz de conhecê-los. Trataram-me como se já me conhecessem há séculos. E pude assistir o sorriso bobo da irmã mais nova de Syn ao receber a guitarra personalizada que era , até ali, exclusiva para ela.

Não deixei de notar quando Brian sumiu da sala. Eu estava sentada no braço do sofá, conversando com Suzy, Val e Jessica sobre os planos para o próximo ano quando percebi Syn se esquivando de uma conversa com Matt e Zacky e entrando pela a porta que levava a cozinha.

Todos tinham razão, eu me sentia melhor quando Brian estava por perto. Retirei-me sem ser notada pelas mulheres que conversavam ainda animadas e entrei na cozinha dos Haner. Não o vi. Caminhei até uma porta de vidro que dava para os fundos da propriedade e a abri. Ao sair da casa pude ver Brian deitado em uma espreguiçadeira olhando fixamente para frente. Quanto mais me aproximava, pude notar que seus olhos estavam marejados. Aquilo me partia o coração. Na minha concepção se havia alguém no mundo que não podia chorar ou sofrer. Esse alguém era Syn.

— Hey!- Disse e me aproximei da espreguiçadeira. Rapidamente ele limpou o rosto.

— Ta fazendo o que aqui fora no frio?

Ele sorriu e me chamou com a mão para que eu sentasse entre suas pernas. Me sentei e ele abraçou minha cintura e apoiou seu queixo em meu ombro.

— Agora eu estou abraçado a você. – Disse forçando um sorriso.

— Brian, eu sei que tem algo errado...

— Tudo Cat.

Enlacei minha mão a dele e passei a acariciar a pele da região.

— Sabe Cat. Eu estou com medo de fazer uma merda, porque eu sei que eu vou me arrepender depois.

— É só não fazer. Assim você não terá pelo quê se arrepender.

— E você não me conhece? Como se eu pudesse evitar fazer uma merda bem grande.

— Então... – ri sem emoção- Você não me conhece também? Quem melhor para dar conselhos sobre grandes merdas feitas pela humanidade do que eu? Sou a rainha delas querido!

Nós gargalhamos juntos e ele apertou o abraço. Era tão bom ficar abraçada com Syn. Chegava a me dar sono.

— Gosto de te abraçar. Você me conforta.

— Eu estava pensando nisso agora. Eu me sinto tão bem quando você me abraça. Dá soninho...

Senti ele rindo novamente e ficamos ali, por um bom tempo. Só abraçados porque em alguns momentos é melhor poupar as palavras. Elas podem parecer erradas.

Ele não precisava me dizer nada para que eu soubesse que ele estava confuso. Eu podia não saber com o que. Mas eu conhecia Brian tão bem que no seu olhar eu podia vê-lo perdido. Sentia-me uma inútil diante disso. Eu não queria deixá-lo naquela situação. Ver ele triste era mesma coisa que eu estar triste. A minha felicidade era diretamente conectada a dele.

Ele respirou fundo e pude ouvi-lo sussurra.

— Ele faz tanta falta. E não adianta quanto tempo passe. Sempre vai doer...

Eu sabia a quem Brian se referia. Era impossível não saber.

Tentavam até disfarçar, mas era fato que conforme o dia 28 se aproximava os meninos iam ficando mais abatidos. Na verdade tudo ia ficando mais abatido. A cidade parecia não ter mais brilho. Tudo era mais triste e confuso. Essa era o efeito que a falta de James Sullivan causava no mundo. E mesmo sem nunca tê-lo conhecido isso me atingia também. Eu era sua fã, sem duvida alguma. E estava ao lado de pessoas que o amavam como suas próprias vidas. Não tinha como não se contagiar com o clima nostálgico e melancólico.

Na noite do dia 27 de dezembro, Zacky demorava em chegar ao meu apartamento. Isso geralmente não acontecia. Mas levando em consideração o clima que estava, deduzi que ele estivesse com os outros. Eu não queria incomodar qualquer momento desse tipo entre eles.

Entrei na cozinha e decidi preparar algo para quando ele chegasse. Independente de Zacky já ter comido ele com certeza iria querer jantar. Ele era assim. Apesar de que agora ele malhava, o que deixou o corpo dele ainda mais lindo, a meu ver e triplicou sua fome.

Terminei a janta e senti uma leve fisgada em minha barriga. Mas uma fisgada leve, como que ensaiasse uma cólica.

— Justo agora.,.. – Murmurei me retirando da cozinha e indo para sala. Ia deitar para assistir algum filme.

Minha menstruação não tinha dado as caras a algum tempo. Mas como sempre foram desreguladas devidas algumas disfunções hormonais que eu tinha. Não fiquei muito abalada. E depois da leve cólica que senti na cozinha tinha certeza absoluta de que tudo iria normalizar.

Deitei no sofá e liguei a TV. Mudei de canal algumas vezes, mas nada parecia ser agradável. Deixei em um canal qualquer onde estava tendo um daqueles programas apelativos onde só se falava de desgraça. Até que estava interessante. Um travesti dizia que estava tendo um caso com um homem casado e esse homem não queria assumir a relação.

Sinceramente era triste ver o homem ou mulher ou sei lá o que ele era se debulhando em lágrimas por amar alguém que não lhe dava a atenção e o carinho que ele precisava. Mas não pude deixar de rir quando ele disse se dirigindo ao homem que agora também dividia o palco com ele: “Pode falar Mark! Em quem mais você enfiou esse pinto? “ (N/A: Plagiado descaradamente do capitulo 11 de I Love a Criminal escrita por Fernanda. Uma das minhas fics favoritas. Se você não leu faz o favor de ir logo lá ler e comentar. Ta aí o link: https://www.fanfiction.com.br/historia/220321/I_Love_A_Criminal)

Olhei para o relógio do celular e marcavam 23:37. E nada de Zacky. Nenhuma chamada nem mensagem. Eu já estava ficando preocupada, afinal ele teria me avisado se algum contratempo tivesse ocorrido.

Já era meia noite quando finalmente ouvi a porta do apartamento sendo aberta lentamente. Logo passos macios se fizeram ouvir. Abri um largo sorriso. Estava feliz por ele já te chegado. Senti se aproximar do sofá e a sua mão deslizar por meus cabelos lentamente. Sorri ao sentir a leve caricia que seus dedos extremamente quentes produziram no topo da minha cabeça. Aquilo era tão gostoso e relaxante. Podia ficar sendo acariciada assim para sempre. Era melhor que qualquer outra sensação que eu pudesse sentir. Melhor do que tudo o que eu poderia imaginar.

— Amor, eu já estava preocupada com você.

Disse sorrindo e me levantei esticando os braços que estalaram. Saí do sofá ainda de costas me espreguiçando. Me virei de frente para o sofá, sorrindo para que pudesse olhar para Zacky. A surpresa foi tão grande que meu sorriso foi sumindo lentamente. Meu coração disparou e eu não conseguia emitir nenhum som naquele momento. Acredito que meu coração tenha falhado uma ou duas batidas.

Não era Zacky parado na minha frente.

Notas finais
Então gatchenhas!!! E quem está no apartamento da Jade? Hein hein hein???
Quem acertar lá nos coments vai ganhar o corpo nú de Matt Shadows por uma noite! Isso mesmo meninas!!!
Corram, comentem. Digam quem é que está no apartamento da Jade e me convençam do porque essa pessoa está lá.
Aquela que acertar e for mais convincente na explicação terá uma noite SUPER calhente com nosso ogro tatuado e gostoso. E aínda vai poder escolher se quer em uma one shot ou inclusa na fic!
Beijos e comentem por favor!