Hostility

8 But it's killing me


Notas iniciais
Primeiro, quero agradecer por todos que tem lido. E os que tem deixado Reviews principalmente. Nossa... Quando eu vi todas os comentários que tinham na fic eu quase chorei, e minha cabeça começou a transbordar de idéias. É incentivador demais isso. Então... Continuem... Eu amo cada uma delas *_*

Queria saber se vocês acham que meus capítulos estão muito longos. Eu estive olhando, e acho que me empolgo muito e acabo fazendo capitulo que possam ser cansativos. Se estiver me avisem para que eu possa me policiar, por favor. Na hora eu reduzo.

Ultimo aviso: Leiam as notas finais. É de interesse , eu garanto^^

Espero que gostem desse capitulo, eu me divertir fazendo...

Entramos no primeiro bar sujo de beira de estrada, cheio de homens barbudos, gordos com casacos de flanela que encontramos. Nos sentamos no balcão e eu pedi uma dose de Wisky com gelo. Syn me acompanhou na bebida. Em cinco minutos ele já estava flertando com duas morenas, sentadas no fundo do bar. Em dez minutos ele me deu uma desculpa esfarrapada e foi sentar na mesa das tais morenas sorridentes. Eu revirei os olhos. São os hormônios só podem ser. Pedi mais uma dose , e quando eu levei o copo a boca, olhei a mesa em que Syn estava sentado. Estava Syn sussurrando alguma coisa ao pé do ouvido de uma das morenas, a mais bonita na minha opinião e o Matt quase sendo engolido pela outra biscate. Eu forcei a vista para ter certeza e por alguns segundos o meu olhar e o dele se encontraram. Eu virei o rosto bruscamente na direção do bar, sentindo minha cabeça começar a pesar. Bebida não era meu forte, principalmente se eu bebia pelos motivos errados, Mesmo assim pedi outra dose. Como ele entrou no bar eu nem vi? Esse era o dia que esses homens resolveram escolher para me tirar do sério. E o que será que aconteceu? Nunca tinha visto Matt com ninguém antes, e agora ele estava ali se agarrando com aquela biscate desclassificada. A raiva era tanta que só notei que tinha alguém falando comigo uns cinco minutos depois que já estava olhando para a pessoa. Era um homem relativamente baixo, quase do meu tamanho. Seu cabelo era loiro e bem curto, com olhos azuis intensos e um sorriso que dava na cara que ele não prestava nem um pouco.

— E então gata, vem ou não vem?

Olhei mais uma vez em direção a mesa dos dois. Syn já havia sumido, e enquanto a morena gastava provavelmente toda a sua saliva beijando o pescoço de Matt ele não parava de me encarar. Não ia ser eu que desviaria o olhar. Não mesmo. Se ele queria guerra, era isso que ele teria. De onde eu tirei essa idéia eu não faço a mínima. Já que ele nunca demonstrou nada por mim e eu já estava costumada em ter ele por perto. Eu não sentia nada por ele a não ser amizade. Eu achava pelo menos. Mas eu estava completamente puta da vida de ver ele com outra mulher. Minha cabeça latejava a essa altura e meu sangue fervia tanto que se colocasse as mão nele ou nela, não sei o que seria capaz de fazer. Me levantei do banco, segurei o pulso do loiro e sair do bar. Sem nunca desviar os olhos de Matt.

— Nossa, você tem atitude e isso me deixa louco... – Disse o loiro o qual eu nem fazia idéia do nome quando me prensou na parede segurando minha cintura. Um pequeno pânico tomou conta de mim. Primeiro, eu não sabia quem ele era, segundo, ele estava babando meu pescoço e aquilo era realmente nojento. E terceiro, mas não menos importante, eu não estava afim de perder minha virgindade em uma parede suja atrás de um bar . Me guardei por tanto tempo para isso? Não mesmo... Tentei empurrar o “babão”, mas ele era bem fortezinho pra o tamanho.

— Nossa gata, você é bem agressiva... Que bom... Eu também sou- Ele imprensou mais meu corpo na parede e imobilizou meus braços. – É bom você ficar bem quietinha... Já que eu posso acabar machucando você de verdade, querida...

Gritei o mais alto que consegui e chutei com força entre as pernas do homem. Ele se inclinou um pouco para frente, mas com certeza pela expressão de seu rosto, quase vitoriosa, eu não tinha acertado o que pretendi. Como pude ser tão idiota eu não sei. Se soubesse que ia dar nisso, tinha ficado dentro do ônibus, no quentinho, bem quieta. Mas eu sou uma tapada. Quando eu fiz menção de me afastar ele enfiou as mãos pelo meu cabelo, bem perto da nuca onde dói mais, e puxou com força. Eu gemi de dor e um sorriso de escárnio surgiu no rosto daquele homem insuportável.

— Você pensa que vai onde vadiazinha?

— Você não está falando com a sua mãe! – Eu gruni tentando cravar minhas unhas no pulso do homem para que ele afrouxasse a aperto em meu cabelo. Péssima idéia. Foi quando ele levantou a mão para me dar um tapa que eu vi nitidamente, voando a minha frente, o Deathbat do Jimmy. Eu estava bêbada né gente, e eu não consegui notar de primeira que o Deathbat do Rev era aquele que estava tatuado na mão de Matt.

— Se eu fosse você eu não faria isso. – Ele disse muito serio e com uma voz que chegou a me dar calafrios. – Você vai embora, ou volta para dentro do bar, ou vai para puta que o pariu. A mim pouco importa o que você vai fazer da sua vida inútil. Mas se você tocar nela de novo, se olhar para ela de novo... Melhor... Se pensar nela outra vez, você é um homem morto. Fui claro?

O Homem demorou a responder então Matt apertou com mais força a mão que segurava.

— Foi sim.... – Disse o homem ofegando, Matt o soltou. O Afastando de mim com um empurrão. Depois de lançar um olhar de ódio para mim, o loiro voltou para dentro do bar.

— Você está bem?- Perguntou Matt um pouco mais suave, parecendo preocupado.

— Eu estou... – Tudo bem que eu estava um pouco em choque, e não conseguia sentir minhas pernas por causa do nervoso. Mas eu sou assim. Depois que a coisa passa é que eu fico em pânico. E claro, depois que ele se certificou de que eu estava realmente bem, veio o grito.

-O QUE VOCÊ TEM NA CABEÇA GAROTA? – Disse Matt me segurando pelos ombros e me sacudindo.

— Eu não sei... – Mais uma vez ele fazia com que eu me sentisse uma criança que tinha feito merda. Tudo bem que dessa vez eu tinha feito merda mesmo. Mas mesmo assim a sensação era péssima. – E para de me sacudir que ta me machucando. E de gritar também se não for pedir muito – Disse com a voz um pouco embargada devido a vontade louca que tive de chorar.

Soltou meus ombros após meu pedido, e segurou meu pulso, me arrastando para longe do bar pela noite fria. Pelo menos já havia parado de chover. Ele não me segurava com força , mas o toque dele era raivoso, e eu tinha total consciência de que se aquelas mãos grandes se fechassem com força, esmagaria meus pulsos com certeza. Mesmo que eu me sentisse um cão sendo passeado, eu preferi ficar calada. Ele parecia mais irritado que o normal, então eu não ia brincar com a situação. Quando chegamos perto do ônibus ele quase me arremessou contra sua lataria. Eu só o encarava assustada. Ele começou a andar de um lado para o outro e quando ia falar, desistia e voltava a andar de um lado para o outro me encarando. Aquilo estava começando a me assustar. Mas como eu ainda estava em pânico eu não conseguia ter nenhuma reação que não fosse encará- lo com meus olhos arregalados. Ele parecia um felino circulando a presa, e eu tinha certeza de que a qualquer momento ele me atacaria e não ia sobrar Jade para contar a história. Então se decidiu. Se aproximou de mim lentamente, colocou um braço de cada lado do meu corpo me olhando nos olhos. Naturalmente eu me perdi naqueles olhos verdes, tão diferentes dos do Zacky. Os do Zacky eram na maioria das vezes inocentes, por mais que tivesse certeza de que não era essa a personalidade dele. E eram de um verde diferente, um tom mais acentuado. Já os do Matt eram um pouco mais escuros, mas mesmo assim neles haviam um brilho inexplicável. Com o tempo eu descobri que somente eu via aquele brilho. Os olhos do Matt guardavam toda a doçura e compreensão do mundo ele conseguia acalmar as pessoas apenas com um olhar. Mas destilavam também todo o ódio e toda a fúria que ele sentisse e também podiam apavorar.

— Qual o seu problema garota? – Ele disse quase sussurrando — Aquele cara podia ter te machucado? O que deu em você para achar que sair com um estranho de dentro de um bar era uma boa idéia?

— E qual é o seu problema Mathew? O que deu em você para ficar se agarrando com aquela anorexa no bar? – Eu nem percebia o que estava dizendo, não tinha nada a ver com o assunto, mais as palavras saíram da minha boca simplesmente.

— O que eu faço da minha vida é problema meu! – Ele disse com raiva, quase colando seu rosto no meu.

— Da mesma forma que o que eu faço da minha vida também é problema meu. – Se ele achava que porque ele era maior e bem mais histérico que eu ele ia me intimidar, ele estava muito enganado.

— A diferença é que você só faz merda na sua! Pode ser que um dia eu esteja ocupado demais para salvar você da próxima, então faz o favor de ser menos imbecil! E eu achando que se embebedar para esquecer o Vegeance ia ser a maior estupidez que você ia fazer essa noite! Eu esperava levar você para casa bêbada só, no máximo vomitando. Agora um quase estupro? E o babaca do Syn ainda te apóia nessas coisas... Se acontece...

— Você fala merda demais Matt! Ta aí me dando lição de moral sobre como eu devo agir ou me comportar, como se você fosse o exemplo a ser seguido. Você perde grandes oportunidades de ficar calado! – A essa altura eu não conseguia mais raciocinar, eu sentia minhas palavras carregadas de raiva. Havia um misto de sentimentos dentro de mim que eu não conseguia identificar, eu achava que era ódio. Eu já não ligava que o rosto dele estivesse tão próximo do meu, nem que seu corpo estivesse pressionando o meu de uma forma quase obscena. Qualquer pessoa que passasse ali, diria que estávamos fazendo qualquer coisa, menos discutindo. As lágrimas a essa altura já rolavam pelo meu rosto. Normalmente eu sou muito forte com essas coisas, mas bêbada e depois de ter passada por o que passei aquela noite? Minhas emoções com certeza estavam a flor da pele. — Por que você não me deixa entrar e volta pra porra daquele bar e se agarra com aquela puta? Ela com certeza está precisando mais de você do que eu!

A reação dele foi a ultima reação que eu poderia esperar de alguém naquela situação. Eu achei que ele ia me socar, sério. Mas ao invés disso ele sorriu. Ele sorriu e eu quase esqueci que estava discutindo com ele. As covinhas dele me deixavam com cara de idiota. Era isso. Eu estava com cara de idiota olhando pra as covinhas mais lindas que Deus criou. Na verdade naquele momento eu tive certeza que todas as tentativas de Deus de fazer “covinhas” nos outros seres humanos eram apenas testes para que ele chegasse à perfeição com Matt.

— É impressão ou você realmente está com ciúmes?

— Ciúmes de quê?- Perguntei me fazendo de desentendida.

— Da cena no bar com a morena – Continuou Matt alargando mais o sorriso em seu rosto.

— Não Matt. Não fiquei com ciúme dela até porque eu não a achei atraente. Pode pegar se quiser... Ela não faz meu tipo mesmo... Prefiro os peludos... – De onde eu tirava força ainda para fazer piada da situação,nem mesmo eu sabia.

Ele gargalhou e todos os pelos do meu corpo se ergueram. Eu tinha esquecido que a voz dele era incrivelmente sexy e que a sua gargalhada me deixava louca. Eu preferia não ter lembrado disso naquele momento. Mas eu podia culpar a bebida. Tudo fica mais intenso quando bebemos. Eu precisava culpa a bebida!

Pegou minha mão e a esfregou lentamente em seu rosto. Eu pude sentir os pelos da sua barba que estava por fazer pinicando minha pele. Eu engoli seco. Onde ele queria chegar com isso?

— São pelos suficientes para você? — Disse erguendo uma sobrancelha me encarando nos olhos, com um ar cômico no rosto. Aqueles olhos verdes me deixavam desnorteada e tudo que eu consegui dizer foi um “sim” sussurrado.

— Isso era tudo que eu queria ouvir de você.- E então, sem o menor aviso, seus lábios se juntaram aos meus. E não sei se foi a sensação de surpresa, ou se fosse simplesmente o fato de ser ele. Mas eu tive certeza de que aqueles lábios os melhores no que faziam. Meu coração disparava mais que nunca. Sua língua logo passava lentamente por meus lábios pedindo passagem para que ele aprofundasse o beijo. O que eu permiti sem relutar. Eu levei minhas mãos ao cós da calça dele e o puxei, o aproximando ainda se mais , se é que era possível, o corpo de Matt ao meu. Eu precisava dele e só me dei conta naquele momento. Sua boca tinha um gosto acre e ao mesmo tempo tão doce. Ele , tão diferente do que fora a alguns segundo, era tão cuidadoso em alternar carinhos por meu rosto e minhas costas que se eu estivesse raciocinando não poderia acreditar que ele pudesse ser assim. Eu voltei a mim quando ouvi um carro se aproximando. Me afastei dele e dolorosamente, interrompi o beijo. Ele me encarou com o mesmo sorriso de antes de me beijar.

— Eu não sei o que você tem garota... Mas eu ainda vou descobrir. – Me deu um selinho demorado e por alguns segundo a pessoa do carro teria nos visto ali. Matt se entrando no ônibus. Eu fiquei do lado de fora por um tempo, tanto que consegui ver que quem estava no carro era Zacky e uma garota loira que dirigia. Ele a beijou e saiu do carro. Pode ter sido impressão, mas ele pareceu constrangido com minha presença.

— Jade? Ta fazendo o que aqui fora?- Perguntou assustado.


— Ah... Estava pegando um pouco de ar...- Disse me abananado com as mãos. – Ta quente lá dentro.

Ele me olhou parecendo confuso. Com certeza calor não poderia estar dentro do ônibus. Mas ele preferiu não comentar nada.

— Você está muito vermelha. Isso deve ser o porque aqui fora está frio... – Agradeci a Deus o fato dele ser meio tapadinho as vezes.- Vamos entrar. – Ele disse e eu passei por ele de cabeça baixa e ele respirou fundo.

— Que cheiro é esse?


— Como assim? – Eu perguntei confusa.


— Esse não parece seu perfume Jade. Essa volta que você deu era com quem? – ele disse sorrindo sem graça.

— Com o Gates... Nós fomos a um bar...

— Então deve ser isso... O Syn tem que parar de usar os perfumes do Shadows sabia? O Cara ainda vai matar ele por causa disso- Eu dei uma risada amarela e assenti.

Entramos no ônibus. Matt já estava deitado, olhando para o teto. Quando eu entrei ao lado de Zacky, ele me encarou de uma forma estranha. Ele não sorria, ele simplesmente nos mediu de cima a baixo. Demorou seu olhar em meus olhos e os fechou. Eu me sentei em minha poltrona. Nem olhei para o lado. Eu não conseguia assimilar ainda o que tinha acontecido. Eu rezei para chegar o dia seguinte. Nós iríamos dormir em um hotel... E deus sabe como eu precisava dormir em um hotel... E de como eu precisava de um banho quente que prestasse... E de como eu precisava, pelo menos por alguns segundos, ficar longe deles. Pensando nisso adormeci e só acordei com o barulho do pessoal se levantando já e com a mão do Synyster em volta da minha cintura enquanto ele babava em cima do travesseiro. Eu merecia isso né... E o pior. Ele fedia a perfume de vadia!

Notas finais
E aí? O que acharam? Bom... Tem muita coisa ainda por vir, e eu sei que vocês ainda vão querer me matar. Eu tenho certeza disso. Mas enfim, chamei vocês até aqui em baixo, por que resolvi aderir a uma idéia que eu achei muito divertida.

Gostei da idéia que outras autoras tiveram de interagir diretamente com os leitores (Por sinal participei de uma e ganhei um capitulo!!! *_* Amo a Heagle *_*²) então lá vai:

O próximo capitulo terá cenas um pouco (muito) mais adultas, diga-se de passagem. Finalmente, Jade, aquela velha vai ser deflorada ( Não ri que a palavra é super bonitinha ahshauhsuha). Então eu decidi que aquela que acertar primeiro quem vai ser o malévolo que vai tirar a pureza da minha filha, ganha participação fixa na fic como companheira/ namorada/ peguete/ pente rala (essa ultima eu nem sei muito bem o que significa) de umas das opções a baixo:

Synyster “funcking” Gates

Johnny “jojo super fofo” Christ

Arin “ Vamos dar um crédito ao cara, ele ta na banda” Ilejay

Jason “ O Rodie pra ser gostoso assim aqui em casa” Barry

Valary “ Vai saber né... Tem gente que gosta e isso aqui é uma democracia” DiBenedetto

As opções de resposta são...

a) Zacky, que finalmente vai sair de cima do muro e vai mostrar pra Jade do que ele é feito (Ui)

b) Matt, que já mostrou a que veio e vai provar que essa história de homem bombado ser broxa é mito.

c) Syn, porque ele é um dos melhores amigos da Jade mas não deixa de ser homem e a carne (principalmente a dele) é fraca mesmo.

d) O cara loiro do bar que até agora não tem nome, que vai aramar uma emboscada para a Jade, provar que é realmente um grande babaca e que só consegue mulher bêbada e a força.

Vocês têm até sexta para enviar sua resposta. O Capitulo já está pronto e eu vou postá-lo no mesmo dia em que anunciar a ganhadora.
Conto com vocês, eu preciso mesmo de uma nova personagem!!!
Beijos e não se esqueçam dos reviews