Notas iniciais
Bando de filho do capiroto que não me deram uma segunda recomendação, flw, mas eu vou postar aqui pra linda que quase implorou para eu postar, nem que fosse só pra ela, bjks pra ti linda

Epílogo

– Aqui está a conta Sr. Thiago. — Disse Mirta, minha secretária, depositando um envelope alaranjado em cima da minha mesa com seus dedos trêmulos compridos.

Eu olhava freneticamente para o relógio para dar logo 20 horas e eu poder pegar meu táxi e voltar para casa. Faltando cinco minutos para a hora já comecei a arrumar os meus pertences dentro da minha pasta, a fechei e me direcionei a porta, passando pelo espelho e parando na frente do mesmo para me ver e ajeitar o meu cabelo uma ultima vez, sai pela porta e cumprimentei todos pelo meu caminho.

Desci pelo elevador como sempre, minha vida era chata assim á 5 anos, e por mais que eu me recuse a admitir em voz alta, eu desisti de procurar pela Lucy, porque eu sei que um dia ela vai me encontrar ainda.

Passei pelo Hall cumprimentando o porteiro e passei pela porta -giratória, sentindo uma golfada afugentar o envelope que antes estava tão bem preso entre os meus dedos, e agora voava na direção de alguma coisa.

Corri atrás, obviamente, como louco, batendo no ombro de todas as pessoas e aguentando o xingamentos das mesmas, até chegar no semáforo, peguei o mesmo no chão, sentindo um alívio no meio, e ao me levantar uma ruiva no outro lado da rua me chamou atenção, seus olhos eram verdes, dentes perfeitamente brancos e alinhados, piercing no nariz, seu cabelo era um ruivo escuro, lindo, nas pontas faziam cachos simples, ela acenava para pegar o táxi, e meu corpo simplesmente sentiu uma vontade de correr atrás dela, e foi o que eu fiz.

Mas ao chegar lá a porta já estava fechada, bati na janela do mesmo e o motorista destrancou as portas, entrei e me sentei do lado da Mulher, sentindo um perfume leve de rosas misturado com um adocicado que eu não conseguia distinguir, e como um interruptor, a lâmpada se ligou na minha mente.

– Lucy! — Falei alto demais, a olhando e ela me olhou assustada.

– Não sei de quem está falando! — Ela respondeu olhando para os lados, principalmente para o motorista, o táxi parou na frente de um prédio marrom e branco, elegante, portas de vidros enormes, ela tocou a minha mão e então com um olhar, se despediu e saiu pela porta, sem olhar para trás, seus cabelos voavam por causa do vento.

– Qual é o seu destino? — O taxista falou, mas eu me perdi no tempo lendo o bilhete que ela havia deixado na minha mão.

"Arrume suas malas, 00:00, minha casa."

Notas finais
Então, esse foi definitivamente o fimmmm, choremmmm
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!