Hope

1 Apresentações.


Notas iniciais
Espero que gostem.
Desculpem se não perceberem alguma palavra!
Boa leitura

Scorpius Malfoy, o pequeno caçula dos Malfoy e também o único. Vivendo sempre na sombra do seu pai, julgado por todos os seus erros como se fossem dele. Filho do ex-comensal, como todos o conheciam, ou como doninha albina, assim chamado pelos Weasley's e pelos Potter's. Os únicos amigos eram pessoas que ele nem sabia que assim os podia chamar. Eram apenas pessoas com ele se dava para não se sentir tão sozinho.

Mas era impossível.

Por muito que tentasse se integrar nesse grupo, sentia-se sempre só. Sentia-se um slytherin diferente, não via prazer em gozar ou rebaixar os mais novos, não desprezava a escola, chegando ao ponto até de desfrutar desse pequeno prazer.

A família nunca fora a definição de felicidade mas Scorpius acreditava que não podia ter um nível superior a esse. O pai esforçava-se para demonstrar amor mas sempre fora difícil de fazer e pior, difícil de aceitar. A mãe o compreendia, apesar de tudo e o apoiava em todas as decisões, más ou boas.

E depois as raparigas que sempre foram o maior e pior problema de Scorpius. Negava todas as que lhe apareciam, pois sentia que nenhuma deles um dia lhe pudesse proporcionar aquilo que ele desejava. Ele não queria, como todas elas, uma pessoa de uma só noite. Ele queria uma rapariga, que pudesse fazer todo o tipo de lamechices com ele, passear de mãos dadas ao luar, beijar, abraçar, enfim. Scorpius era um rapaz sensível apenas julgado por todo o tipo de coisas que ele nunca cometera.

Rose Weasley, ou ruivinha como o irmão a chamava. Metida numa confusão de primos, ela simplesmente adorava aquela vida. Toda a gente a conhecia pelos seus pais. Famosos por terem derrotado o temível Lord Voldemort e por outros grandes feitos.

Apesar de ter vários primos, sentia que lhe faltava uma peça importante no jogo. Como o pai diria, o que é feito de um belo jogo de xadrez sem a peça principal?

Era uma estudante normal, dedicando-se plenamente à escola tentando ser sempre, a melhor.

A família era o seu ponto alto na felicidade. Todas as festividades, tinha os seus tios e primos reunidos numa animação total. Os primos brincavam, gozavam, trocavam segredos. E os pais, Rose adorava os pais. Apesar de serem exagerados, eram perfeitos.

Os amigos eram, como é óbvio, os seus primos. Mas o seu amigo/primo com quem sabia que podia confiar era Albus. Sempre calmo e relaxado e raramente se enfurecia por coisas estupidas, por isso apoiava sempre as decisões dela.

E os rapazes davam a volta à cabeça de Rose. Não havia ninguém que lhe fizesse palpitar o coração como em todas as histórias que ela lia. Rose era apenas uma pequena rapariga que sonhava em ter esperança naquele jogo estranho do amor. E da vida.

Notas finais
Espero que tenham gostado!
Deixem comentários, é muito importante mesmo.