Hope
18 Capítulo 17
Notas iniciais
17
– Ca-Casou? Com quem? – Jacob gagueja. Só então o Black repara no vestido branco e muito bonito de Isabella. Num instante um turbilhão de sentimentos assolam o rapaz... Ele não poderia acreditar. Não poderia acreditar que a sua Bella havia casado.
– Sim... – Bella abaixa a cabeça sem ter coragem para olhar para Jake. – O nome dele é Edward Cullen.
– Não... – Jacob diz baixo tentando negar tudo aquilo. Jacob conhecia o Cullen, de vista, mas já sabia que o tal Edward era muito rico e certamente não passava de um riquinho mimado, era o que Jacob pensava. – Não...
– Me desculpe Jacob, eu não tive escolha. Eu não tive... – Bella fala deixando suas lágrimas caírem livremente. – Tens que ir embora Jacob, ninguém pode o ver aqui.
– Não, não vou embora... Não sem ti. – Jacob chega perto de Isabella e pega as mãos da moça, Bella não se afasta do toque.
– O que queres dizer? – a jovem junta as sobrancelhas em dúvida.
– Que nós vamos fugir.
– Fugir?! Eu não posso... Eu sou casada agora!
– Casada por obrigação! Eu vou lhe esperar no nosso coreto, e se você não for eu lhe procurarei onde quer que estejas. Não deixarei que vivas com aquele homem. – Jacob aproxima-se ainda mais de Bella.
– Jacob... – Bella acaba deixando transparecer toda a sua dor na sua voz, ela queria ficar com Jacob, mas agora ela era casada e não poderia dar tamanho desgosto para a sua família – Eu não posso...
– Claro que pode meu amor. – Jacob fala com doçura, o fato de Bella estar casada não o desmotivava, ele não se importava com meros papéis que diziam que a moça agora tinha o sobrenome Cullen como sendo seu. – Diga-me que iras pegar as suas coisas e logo depois iras se encontrar comigo... Diga-me Bella!
– Eu... – Bella olha para os olhos pidões do homem a sua frente... Ela não resistia à aqueles olhos, principalmente quando os mesmos estavam tão sinceros e pidões. – Eu irei.
Jacob dá um grande sorriso com a declaração de Bella. O aproxima-se ainda mais da jovem e deposita um beijo na testa da mesma e logo depois desce os seus beijos em direção aos lábios que ele estava com tantas saudades. O beijo era terno e saudoso, estava banhado à vários sentimentos, à várias emoções tão distintas mas ao mesmo tempo tão iguais.
Os dois jovens se afastam ofegantes.
– Eu vou arrumar as minhas coisas... Darei uma desculpa qualquer e irei ao coreto... – Bella fala com a voz falha e a respiração alta.
– Eu vou lhe esperar. – Jacob beija a testa de Bella despedindo-se da moça.
Logo que Jake se afasta Bella volta para a festa, tentando ao máximo passar despercebida, ao longe ela via Edward e Charlie rindo de algo. Ao que parecia ninguém estava notando a jovem Isabella que passava entre as pessoas tentando ir para as escadas e assim poder ir para o seu quarto.
– Bella? – era a voz de Alice, Isabella apenas ignora a sua amiga e continua subindo as escadas – Bella?! – Alice torna a chamar, ela não sabia o que estava acontecendo, ela resolve então seguir a Swan até as duas chegarem ao andar de cima e logo depois no quarto. – Bella fale comigo! – Alice diz de forma desesperada.
– Alice, porque não me entregasse as cartas de Jacob? – a Swan fala, porém, sem olhar para Alice, a jovem falava enquanto tentava tirar o seu vestido sozinha. Bella havia se decidido, iria embora com Jacob, e não se importaria com os outros, pois todos a sua volta haviam a enganado, até mesmo Alice.
– Que cartas Bella? – a outra diz nervosa.
– Não tente mentir Alice, já sei da verdade.
– O que?
– Jacob me contou. Vai negar Alice? Vai negar que não me entregasses as cartas?! – Bella finalmente olha para a sua amiga e encontra o olhar nervoso da amiga sobre si.
– Perdoe-me Bella, sua mãe me convenceu que isso era o melhor, ela foi na minha casa logo depois que descobriu sobre o Jacob. Eu não tive opção Bella! Eu só estava pensando no seu bem! – Alice chorava. –
– Pensando no meu bem enquanto me afasta do homem que eu amo?!
– Perdoe-me, eu não queria... – Alice já soluçava.
– Sabias que Jacob foi preso? Que ele foi torturado sem ser merecedor disso?! Que eu e ele não pudemos nos casar por isso?! – Bella tentava de alguma forma ferir Alice, talvez ela se arrependesse mais tarde, mas no momento ela só queria falar tudo que tivesse vontade.
–Ele foi preso?! Eu não sabia Bella... Sua mãe não falou que o machucaria, nem quando eu pedi que ela não fizesse isso... Perdoe-me, eu não deveria ter concordado.
– É mesmo? – Bella fala de forma irônica.
– Bella... – Alice tenta chegar perto da outra jovem que no meio de toda aquela conversa já tinha colocado outro vestido e já se desfazia do seu penteado. As duas se olhavam nos olhos, uma demonstrava toda a sua raiva, a outra todo o seu arrependimento, elas estavam tão concentrados e estavam alheias a tudo que nem perceberam que naquele momento não perceberam que Edward entrara no quarto. O jovem escutara toda a conversa, ele estava paralisado, sua mente trabalhara rapidamente para que ele chegasse a uma conclusão: Isabella tinha alguém antes dele, ou talvez ainda tivesse.
– Alice, saia do quarto. – Edward fala de forma rude olhando diretamente para Bella. As duas jovens se assustam com a repentina presença do rapaz.
– Eu... – Alice não sabia o que fazer, Edward estava ficando vermelho o que lhe dava a certeza que ele havia escutado a conversa e ela tinha medo que ele pudesse fazer algo com a amiga.
– Saia do quarto. – Edward diz ainda mais rude, ele não media seu tom nem suas palavras, ele estava tomado pela raiva.
– Pode sair Alice. – Bella fala calma. Alice acaba saindo do quarto, mas sem deixar a sua preocupação de lado, ela ficaria na escada e se ouvisse gritos ela tentaria fazer algo para ajudar a amiga.
– Quem é Jacob? – o Cullen pergunta.
– Ninguém. – Bella matinha a voz e a expressão firmes.
– Diga-me quem ele é.
– Agora vais me dizer que não o conhece? Certamente também estavas de acordo com todo o plano da minha mãe. – a Swan não se rebaixaria, ela tinha sido muito passiva durante todo esse tempo e o casamento de hoje era fruto de toda a sua passividade.
– Quem é Jacob?! – Edward pega o braço de Isabella, ele não usava força.
– Queres mesmo saber?! Ele é rapaz que conheci e que tão logo nos conhecemos viramos... Namorados. – Bella queria de alguma forma machucar Edward.
– Continue. – o tom rude do rapaz ainda estava presente.
– Quando eu te conheci eu ainda estava com ele, ele iria me pedir em casamento, mesmo que minha família não concordasse por ele não ter dinheiro, então minha mãe descobriu sobre Jacob e deu um jeito de nos separar e... Aqui estamos-nos, nesse casamento que fui praticamente obrigada a aceitar. – Edward ficava com mais raiva à cada palavra que Bella falava.
– Vamos para casa, mandarei alguém pegar as suas coisas e iremos para a fazenda. – Edward ainda estava com o rosto avermelhado e com as mãos tremendo de raiva, mas ele não deixaria que nada o afastasse de Isabella, ele não deixaria a sua esposa para o tal Jacob.
– Não! Eu não irei! Não ouviste o que eu falei até agora! – Bella se afasta das mãos de Edward que seguravam o seu braço. – Eu não o amo! Não entendeu ainda?!
– Chega Isabella! Venha! – Edward novamente pega o braço de Bella e a puxa para fora do quarto. Ele a levaria para a fazenda mesmo que a festa do casamento ainda não tivesse acabado, ele só queria garantir que a sua esposa não fugiria.
A jovem não teve como fugir, ela tentou se livrar da mão do Cullen, mas ela nada poderia fazer a não ser ter que seguir os passos do seu esposo.
...
Bella já se encontrava no quarto em que o Cullen lhe havia indicado. A viagem até a fazenda havia durado algumas horas e agora ela finalmente descansava por estar durante muito tempo sentada.
Ela tentara fugir, mas Edward não a largava. Ela tentara fazer o Cullen desistir de a levar para aquela casa, mas ele era irredutível. Ela tentara evitar pensar que havia deixado Jacob esperando-a, mas era impossível.
A mulher estava apenas com a sua roupa de baixo, e estava envolta por vários cobertores de pena que ela havia encontrado no armário. Ela estava com medo, medo que Edward pudesse fazer algo com ela, mas pelo visto ela estava enganada. Edward não a merecia, ela se achava indigna para ele, porque em sua opinião ele era muito bom e nobre mesmo depois de toda a discussão que tiveram. E ela realmente queria gostar dele, pois assim seria mais fácil, não só para ela, mas para ele também.
Os seus pensamentos voaram para os últimos acontecimentos, mas de repente a porta se abre fazendo com que ela se assustasse.
Era Edward.
Ele andava em sua direção. Dava passos lentos, e pesados, no chão de madeira, empoeirado em decorrência do enorme carpete que cobria toda a extensão do quarto. Retirava o cinto de couro preto, enquanto, calmamente, murmurava:
− Como está minha querida? — Bella virou o rosto. Demonstrando a sua feição de assustada. − Não fique assim. Você vai melhorar já, já...
Agora ele encontrava-se apenas poucos centímetros de distância dela. Abaixou-se. Estava apenas com uma calça, e um sapato social marrom. Com sua mão direita, levou-a até a cintura dela. Com a outra, retirava as últimas peças de roupas de Bella. Sua língua foi até a vagina da garota, que depositava suas mãos na cabeça dele, alisando seus finos cabelos castanhos. Ela estava excitada.
Sentia um calor dominá-la, assim como um leão sedento. Gemidos. Esse era o som feito quando, agora, o Cullen, massageava com seus dedos o sexo dela, num ato de fervor. Ele levantou-se, trazendo uma feição repugnante. Retirou a calça que cobria suas pernas. Seu membro.
− Agora eu vou te mostrar o que acontece com quem brinca com Edward Cullen.
Colocou-se sobre ela, cobrindo seu corpo minúsculo, Edward começou a depositar beijos molhados e quentes por Isabella, enquanto mantinha as mãos da menina sobre sua cabeça, na cabeceira da cama, segurando-a com força.
–Edward não... – a pequena jovem tentava lutar contra aquilo, ela não queria, não devia... “Jacob” era apenas isso que rodeava a sua mente. – Me solte, por favor... — ela falava quase sem forças.
–É isso que você quer? — Perguntou o Cullen, olhando-a intensamente. Ele queria continuar, e ele podia continuar, afinal agora ela era a sua esposa, a sua.
O rubor preencheu o rosto de Isabella, ela não deveria se sentir assim, ela queria, mas se sentia enojada por si mesma com isso. Pois por tantas vezes ela jurou que seria apenas de Jacob. E agora ela estava ali, sendo oferecida como uma comida em uma bandeja.
Jacob. Jacob. Guardou seu corpo para seu amado, para seu toque, o qual almejava com tanto fervor. Mas nenhum fervor se igualava com o prazer fervilhante que Edward lhe causava.
A poucos minutos ela estava amedrontada por imaginar o que poderia acontecer entre ela e Edward, mas agora que os dois estavam juntos e sozinhos ela só conseguia sentir um calor a invadindo.
Ela lutava contra tudo que sentia, contra todos aqueles sentimentos luxuriosos que sentia dentro de si. Mas ela não estava obtendo nenhum resultado desejado, ela continuava a sentir o toque quente e delicioso de Edward na sua pele.
Ela não tinha forças e nem vontade para pará-lo. Ela queria mais, queria senti-lo mais colado em seu corpo, como um só.
Os lábios do rapaz deslizavam pela pele nua de Bella, o que a fez despertar de seus pensamentos e voltar-se para ele, que contemplava o seu corpo nu.
Ele já soltara suas mãos, e agora se ocupava em tocar cada parte dela
– Eu amo você. Sempre amei. Mas você me enganou, por que você ficou com outro? Porque Bella?! – sua voz saía num tom desesperado, mas era assim que ele se sentia. Estava tão desesperado e obcecado que ele era capaz de cometer alguma loucura, e talvez no momento ele já fizesse uma.
–Eu... — Agora as lágrimas tomavam conta de seus olhos, escorrendo pelos cantos. – Eu amo Jacob, sempre o amei. Eu não amo você. – ela falava com o último pingo de coragem que lhe havia restado. – Eu tenho nojo de você!
Edward parou. Podia-se ver dor nos seus olhos, mas depois de alguns segundos as suas orbes foram tomadas pela raiva.
– Nojo?! — Ele vociferou. A visão do rapaz fora tomada pelo vermelho. A raiva o consumava. No momento ele seria capaz de apertar o pescoço de Bella até que o mesmo se partisse ao meio, ou melhor, ele queria acabar com Jacob, acabar com o homem que pretendia fugir com a sua mulher. Que tipo de sujeito planeja roubar a mulher de outro de forma tão suja?
– Sim, nojo. — Respondeu a moça num último murmúrio. Fora a gota d'água para ele. -Deixe-me ir embora Edward, por favor!
–Ir? Com o Jacob, não é? – Ela assentiu medrosamente. -Por quê? Por que esse desejo insano de partir com ele? E deixar a mim, seu marido? Que a ama tanto?
–Um casamento construído sem amor recíproco não é um casamento, é uma tortura!
–Está dizendo que a torturo? – Vociferou o Cullen. Bella assentiu temerosa.
–Força-me a amá-lo, algo que nunca irá acontecer. Existe martírio pior do que este?
–Sim, ser abandonado por causa de outro, é um sofrimento bastante ruim, mas, não se preocupe minha querida, não a forçarei a me amar, pelo contrário... Gostaria de fazer isto sem amor algum?
Levou os lábios ao pescoço da morena, sugando e mordendo com força, fazendo-a gritar. Edward parou.
–Se grita quando eu estou apenas no pescoço, imagina quando eu descer mais? – As mãos deles desceram.
–PARA POR FAVOR! NÃO VOU DEIXAR QUE ME TOQUE! NÃO ME GUARDEI TODO ESTE TEMPO PARA PERDER A VIRGINDADE COM VOCÊ! Guardei-me pro Jacob e só pra ele! Amamo-nos, Edward!
–Se ele te amasse de verdade você não estaria nesta cama, comigo, agora. Estaria bem longe daqui. Por que se fosse eu no lugar dele... Iria embora com você na minha primeira oportunidade, e largaria tudo.
–Mas você não é o Jacob. Nunca chegará aos pés dele! – Ele riu com escárnio.
–Numa coisa você tem razão... Senhora Cullen. – Pôs ênfase no novo sobrenome de Bella. A moça chorava e começara a se debater, tentando se soltar.
Mas Edward cobriu a boca da moça com demasiada volúpia, chegando a machucar os lábios dela, as mãos apertavam todo seu corpo, despudoradamente. Isabella sentia dor e repulsa de seu próprio corpo, mas, ao mesmo tempo, era dominada por uma onda de calor e umidade. Oh, céus, ela queria que ele parasse, mas seu corpo ansiava mais, mais pelo toque de seu marido.
Seus lábios tremiam de nervosismo, e ora sim, ora não, Bella os mordia para refrear gemidos e gritos de prazer, sim, era isso que ela sentia, mas não daria esse gostinho ao Edward. Este de posicionou entre suas pernas olhou dentro dos orbes de chocolate dela e penetrou sem dó alguma, encontrando sua barreira, mas esta cedeu com seu esforço. Bella gritou e cravou suas unhas nas costas de Edward, sentiu-as afundar em sua carne.
–Ahhh... Edwar... – Ele estava dentro dela, parado, e então começou a se mover.
Os movimentos eram fortes e profundos, fazendo Bella quase quicar na cama, ela gritava e afundava mais seu rosto do peito de Edward, enquanto sentia-o tocar em algum lugar desconhecido dentro de si, doía, sim, mas era imensamente prazeroso.
Ele apoiou uma mão na parede acima da cabeça de ambos e intensificou as estocadas. Suava e as mãos da morena começavam a escorregar por suas costas, então, agarrou sua nuca, colocando a cabeça no vão entre o pescoço e o ombro dele. Sem demora alguma, cravou os dentes no ombro dele, Edward gritou num misto, fazendo Bella soltá-lo e ele tomar seus lábios, esmagando-os e passando a língua pelo inferior e infiltrando-a.
A pressão no ventre de Bella aumentou, chegando a doer, e esta repudiou seu corpo e a si própria muito mais, ela queria esfregar as pernas e fazer aquilo passar. Pensou em Jacob, em seu sorriso e palavras doces, mas, chegou ao ápice de seu prazer, retesando seu corpo e logo sendo invadida pela umidade forte e quente de Edward, Edward, a imagem de Jacob fora apagada e a de seu marido tomou conta.
Isabella respirou com dificuldade e colocou as mãos no rosto e engoliu o choro, não queria dar-lhe um motivo para tomar seu corpo de novo.
Ela separou os dedos vagarosamente, e a forma dele se formou, os olhos ainda fechados e a respiração sôfrega, aos poucos, foi abrindo os olhos e fitou-a, Por um momento, Bella imaginou que ele ficara arrependido, mas, o que disse a seguir, provou o contrário
–Você é minha agora, Isabella Cullen.
Deitou-se ao lado dela e virou-lhe as costas, ela fez o mesmo, mas deslizou o corpo para fora da cama e sentou-se no chão, dobrou os joelhos e começou a chorar baixinho. Era só isso que poderia fazer agora, chorar por um ato já feito, por algo que ela não poderia mudar.
Ela se sentia extremamente envergonhada e humilhada, não acreditava que há segundos atrás tivera a sua intimidade invadida de uma maneira tão abrupta. O pior, era que no fundo Bella havia gostado, e ela mesmo se punia por isso.
Mas o peso da humilhação era maior do que os poucos segundos de prazer. Ela já sentia o seu peito doer pelas tantas lágrimas que saiam de seus olhos.
Bella olhava para um canto qualquer do quarto, sem ver realmente o que estava na frente de seus olhos. Mesmo estando mergulhada em sua própria dor ela escutara Edward soltar um resmungo, talvez o mesmo praguejava pelo ato feito, não que ele não tivesse apreciada todas as sensações que sentira, mas aquilo não fora certo, mesmo como marido de Bella ele não tinha o direito de fazer isso com a esposa. Segundos depois Edward levanta-se da cama e sem recolher as suas roupas ele sai do quarto, Bella não saberia dizer se ele ao menos a olhou quando fazia esse trajeto.
Mesmo sozinha no quarto, a jovem continuava ali. Seus pensamentos estavam vindo a tona todos juntos, e ela começara a culpar a todas pela sua desgraça.
Bella ficou por minutos, ou talvez horas, apenas tentando, em vão, colocar toda a sua dor para fora de si através de suas lágrimas, até que enfim o cansaço abateu e ela dormira ali no chão de madeira.
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