Honeymoon

7 É apenas um começo


Já era dia quando finalmente pegou no sono. Kori estava com a cabeça sobre o peito de Byakuya, e só dormiu depois dele. Ainda ficou olhando-o, perdida em pensamentos, acariciando o peito dele com a mão, até não aguentar mais com os olhos abertos.
Ela adorava dormir, e se deixassem iria passar o resto do dia na cama. Não era uma má ideia, ao contrário. Seu plano era exatamente esse. Só que os seus planos não combinavam com os de outra pessoa.
Em meio a tanta coisa boa que aconteceu naquela madrugada, Kori tinha que ter pesadelo com um bicho batendo as patas nas suas costas. Ela se mexeu agoniada na cama, fazendo Byakuya acordar. Ele tinha um sono mais leve que o da ruiva.
Quando o moreno abriu os olhos, levou um susto, porque não estavam sozinhos no quarto.
– Acorda, Kori! – Grimmjow estava vestindo só a calça branca do pijama, sacudindo com a mão os ombros da ruiva. – Porra Byakuya, o que você fez? Matou a mulher?
Byakuya coçou os olhos com os dedos, olhando novamente para Grimmjow parado ali. Ele achou mesmo que poderia ser um sonho, mas não era. Parecia mais um pesadelo.
– Aconteceu alguma coisa? – Porque para entrar no quarto dos outros daquele jeito, era sinal de que algo grave havia acontecido.
– Sim. Aconteceu. Eu engravidei minha mulher antes da lua de mel. Foi isso o que aconteceu. – ele parecia irritado, e Byakuya ficou preocupado com a saúde de Mariko e o bebê. – Acorda. Porra!
– Grimmjow, deixa que eu acordo ela. – Byakuya sentou-se na cama, ajeitando o lençol sobre o corpo da ruiva, porque eles estavam pelados ainda. E Grimmjow estava pouco se importando para isso.
– Vai dar um beijo nela pra acordar? – Riu, ignorando o olhar pouco ameaçador de Byakuya. – Confia em mim, ela não vai acordar. Essas malucas que a gente arrumou têm sono de pedra. Acorda! – Gritou.
A ruiva se mexeu na cama, irritada, xingando quem fosse que estava sacudindo ela. Virou o corpo na cama, e Byakuya tratou de arrumar novamente o lençol antes que ela tirasse tudo para bater nesse alguém. Kori abriu os olhos e bocejou, esquecendo de que estava brigando, voltou a dormir. Dessa vez Byakuya mexeu nos cabelos dela, e pediu, com uma voz tranquila, para ela acordar e ir ver Mariko. Bem, talvez fosse alguma palavra mágica, mas a ruiva abriu os olhos de uma vez.
– O que aconteceu com ela? – Perguntou, olhando para o moreno, só depois que Grimmjow falou alguma coisa, que Kori viu que ele estava ali.
– Ela tá vomitando sem parar. – Fez uma careta de nojo. – Se trancou no banheiro e não me deixa ajudar. Vai lá dar um jeito nela. – antes de sair do quarto Grimmjow ainda deu uma risadinha para Byakuya, que sabia que seria motivo de piada para o resto da vida.
Kori se levantou depois que ele saiu, indo atrás de uma roupa. Colocou um vestido rosa, de alças, e ficou procurando por sua sandália. Bateu a mão na testa, lembrando-se de que havia as perdido. E pior. Lembrou-se então que o vestido também fora perdido. Mas não era hora pra isso. Ela foi até a cama novamente, engatinhando sobre o lençol desforrado, dando um beijo em Byakuya.
Ele acariciou o rosto dela, pedindo para que fosse logo ver se Mariko precisava de um médico, pois poderia providenciar um rapidamente. Kori deu uns tapinhas no peito dele, pedindo para não se incomodar. Grávidas eram assim mesmo. Levantou-se em seguida, dando uns pulinhos até a porta, animando-se para acordar. Ainda estava morrendo de sono.

Quando ouviu baterem na porta do banheiro, Mariko gritou, mandando Grimmjow ir embora. Ainda o xingou e brigou por tê-la engravidado. Ela não queria de jeito nenhum que ele a visse daquele jeito. Já era horrível imaginar que jamais a desejaria por ficar gorda, com um barrigão, quem dirá vê-la passando mal. Paranoias femininas.
Ao ouvir a voz de Kori, ela aliviou-se um pouco mais, e destravou a porta.
Kori entrou no banheiro, sentando na borda da banheira, olhando a amiga lavar o rosto na pia. Quando Riiko tentava explicar o que havia acontecido, virou novamente para o vaso e vomitou. Kori fechou os olhos, ela era bem sensível para essas coisas, olhar pessoas passando mal lhe revirava o estômago, mas aguentou, por Mariko.
Depois que ela estava se sentindo um pouco melhor, tirou a roupa e entrou na banheira para tomar um banho de chuveiro. Kori foi pegar roupas limpas, e trouxe para ela. Desceu a tampa do vaso – já limpo pela loira antes de ir tomar banho –, e sentou. Ficaram conversando sobre a gravidez, e claro que Mariko sabia sobre aquela fase dos enjoos, dependendo da mulher nem tem, ou vai até um período da gravidez, e as menos sortudas ficam os nove meses passando mal.
– Talvez foi a casquinha de siri que eu comi. Ou alguma fruta estava estragada. – Mariko resmungou.
– Você tem ideia de há quanto tempo esta grávida?
Mariko pensou, calculando as datas da última menstruação.

– Deve ter sido naquela festa que fomos no mês passado, lembra? Que a gente teve de chamar um táxi porque não dava nem pra dirigir.
– Eu lembro. – elas riram, recordando da festa de despedida de solteiro de uma amiga. Mariko aproveitou a oportunidade para fazer a dela, de última hora. Foi divertido, e não fez nada demais a não ser dançar e beber muito.
– Naquele dia eu cheguei caindo pros lados em casa, e o Grimmjow ficou puto. Ameaçou cancelar o casamento, me bateu. Desgraçado, ainda me engravidou.
Kori nem se alarmou com a violência deles dois. Ela sabia que Mariko sabia se defender do marido. E outra, eram apenas tapas de amor. Sabe, não dói. Não muito.
– Então, deve ser uma gestação de três semanas mais ou menos. Eu vou pedir pro Byakuya arrumar um médico, só pra ter certeza de que você está bem.
Mariko puxou a cortina de plástico da banheira, estreitando os olhos para enxergar melhor a amiga, já que estava sem os óculos. Kori não entendeu, mas depois que Mariko comentou sobre a intimidade da ruiva com o Kuchiki, não deu mais pra esconder. Até demorou muito pra ela contar.
– Sua safada! Se divertiu mais que eu na minha lua de mel. Isso é injusto. – elas ainda ficaram mais um tempo conversando, sobre os detalhes, porque Mariko queria mudar um pouco de assunto, pois passou a noite inteira conversando com Grimmjow sobre o filho deles e para completar passando mal.
Na cozinha, Byakuya havia acabado de receber o pedido que fizera de café da manhã por telefone. Já era horário de almoço, então não dava para ir ao restaurante. Ele pegou um pouco de café preto e pôs adoçante, mexendo a colher no líquido. Enquanto isso, Grimmjow assistia a televisão, resmungando da programação local.
O moreno não se deu ao trabalho de discutir sobre aquilo, já que não era dado a assistir televisão. Pouco ia ao cinema, gostava mais de ópera e teatro.
Sentou-se no sofá com a xícara na mão. Ele havia tomado um banho quente e colocado roupas confortáveis para aquele dia de calor.
Grimmjow olhou pra ele, como se esperasse ouvir alguma confissão. Byakuya não disse nada. Então já que era assim, o outro começou a perguntar. E fazer perguntas descabidas demais, íntimas demais. Descaradas demais.
– Eu acho que esse é um assunto pessoal. – Byakuya disse, bebericando o café quente.
– Qual é, você já me contou sobre outras mulheres. Tá com frescura por quê?
– Exatamente. Você a conhece. Não tem cabimento eu falar da intimidade da melhor amiga da sua mulher. – Byakuya tentou ver alguma lucidez na face daquele homem, mas foi em vão.
– Elas devem estar conversando sobre isso agora mesmo. Depois a Mariko vai me contar tudo. – Grimmjow fez uma cara de espertinho, era uma diversão a parte perturbar o pobre Kuchiki. – E aí? Prefere conversar de homem pra homem? Ou vai esperar a versão feminina chegar aos meus ouvidos?

Byakuya olhou para a televisão, a programação era realmente sonífera. Ponderou por um minuto o que Grimmjow disse, sendo vencido pelo cansaço. Ele precisava mesmo conversar com alguém, porque não sabia o que fazer dali em diante. E para Grimmjow a resposta para esse problema era simples.
– Você gostou? Então continua, até enjoar. – Ele riu, enquanto Byakuya tentava acreditar que era só brincadeira. Mas não era.
Kori saiu do quarto, dando risada. E parou na sala, com as mãos na cintura. Olhou para os dois homens calados, suspeitos. Mariko veio depois. Vestiu uma camiseta regata e short, prendeu os cabelos para caminharem, Kori ia levá-la nos lugares que Byakuya e ela foram no outro dia.
Grimmjow nem se moveu do sofá, era bom Mariko dar uma volta, assim ele podia ir ao bar do hotel beber. Não deu nem cinco minutos, e eles já estavam caminhando em direção oposta as mulheres
Byakuya não queria beber, sua cabeça doía um pouco, preferiu tomar um suco reforçado e comer uma salada. O dia estava muito quente para aquelas comidas pesadas e afrodisíacas como dizia o cardápio.
– O que eu quero dizer, é que você não precisa pedir ela em casamento. – Grimmjow ainda estava bancando o psicólogo para cima do moreno. – Vocês são adultos. Qual o problema em sair de vez em quando?
– O problema... – Byakuya iniciou, mas parou assim que o garçom lhe trouxe um caldo frio de legumes e peixe. Grimmjow fez uma careta pra tigela e voltou a devorar o bife que pediu. – Ela não é uma mulher que eu encontrei em uma noite, sem compromisso. Como você consegue pensar em me aproveitar da situação?
– Eu só sei que se você fizer besteira, quem vai pagar o pato sou eu. – O maior bebeu a cerveja e enfiou mais um pedaço de carne na boca. Continuou falando. – Só não vai engravidar ela. – riu.
Byakuya respirou devagar, um pouco cansado. Às vezes era difícil conversar com Grimmjow e não achar que ele tinha quinze anos.

Mariko e Kori andaram muito, e aproveitaram para tirar fotografias e comprar diversas coisas pela ilha. Visitaram lugares incríveis, almoçaram num restaurante muito simples, mas com uma comida maravilhosa. Voltaram para o hotel ao pôr do sol, e depois de um banho pra relaxar, elas pediram sorvete e refrigerante. Sentaram no sofá e ligaram a televisão, o canal não importava, estavam mais a fim de tomar todo aquele pote de sorvete e conversar. Mariko não estava mais enjoada, mas mesmo assim iria se consultar com um médico que só chegaria ao hotel no outro dia.
Depois do almoço, Grimmjow e Byakuya ainda ficaram um bom tempo no bar do hotel, ate descobrirem a área de jogos. Eles passaram o resto da tarde jogando cartas numa mesa bem restrita aos convidados que gostavam de apostar.
À noite, Grimmjow voltou com o dinheiro da carteira triplicado por causa da sorte que tivera, e Byakuya não estava tão abalado com o dinheiro que perdeu. Não ia fazer assim tanta falta em sua conta bancária.
Kori ofereceu sorvete aos dois, que negaram. Grimmjow foi tomar banho e escovar bem os dentes antes que Mariko sentisse cheiro de bebida nele e começasse uma nova discussão. Byakuya também foi para seu quarto, e tomou um banho. Ficou lá por mais tempo arrumando suas malas. Ele recebeu uma ligação no começo da noite, era sua secretária. Ela estava avisada de que ele tiraria o final de semana de folga, mas se acontecesse qualquer coisa, poderia ligar e a viagem seria suspensa. E assim, ele marcou o retorno para casa. Seria antes do almoço, assim poderia chegar ainda em tempo para a reunião que foi marcada as pressas para fechar um novo negócio, e como Grimmjow estava de férias, era ele quem deveria se responsabilizar por aquela conta, já que a empresa que estava tratando era bem importante.
Estava dobrando e guardando suas roupas na mala, quando Kori bateu na porta e entrou logo em seguida. Ela espiou o quarto, muito bem arrumado pela camareira e a mala quase pronta em cima da cama.
Não perguntou nada, porque a cena já estava bem óbvia. Ele estava se preparando para ir embora. Kori ofereceu ajuda, porque era a única coisa que poderia fazer. Byakuya pediu para ela se sentar na cama e ouvir o que ele tinha a dizer, mas a ruiva adiantou-se.
– Você não me deve nenhuma explicação. Acho que eu sei lidar com essas coisas, sabe, sou bem crescida. – Ela sentou-se na cama, e dobrou uma camisa.
– Eu gostaria de saber uma coisa. – Byakuya se levantou e caminhou até o armário para ver se havia mais alguma coisa lá dentro. – Será que podemos nos ver novamente quando você voltar?
– Sim, por que não? – Kori sorriu. Não estava chateada com ele. De verdade. Queria poder aproveitar sim a ilha com uma companhia. – Eu ligo para você quando voltar.
– Ótimo, podemos sair.
– Claro. – ela terminou de dobrar algumas coisas e colocou dentro da mala. – Eu vou pedir algo para comer aqui mesmo, não estou com vontade de me arrumar para ir em restaurante. Quer alguma coisa?
– Estou sem fome.

– Que pena. – Kori levantou-se e acenou para Byakuya.

Ela fez o pedido, e não demorou muito para receber o jantar. Já era quase meia noite, e estava na sala comendo a batata frita que pediu com molho, assistindo um canal que falava sobre a cultura do lugar. Era bem interessante. Assim que terminou de comer, deixou a bandeja em cima da mesinha lateral, e deitou no sofá. Acabou pegando no sono ali mesmo.
Byakuya achou estranho o barulho que vinha da sala, e quando chegou lá, a televisão já estava sem sinal, fazendo um chiado. Ele desligou o aparelho e pegou Kori no colo para levar até o quarto. Cobriu-a com o lençol, mas antes de sair do quarto, ouviu a psicóloga chamá-lo. Ele não entendeu o que ela disse, por isso se aproximou mais da cama.
– Fica? – Pediu Kori, com os olhos apertadinhos, quase que fechados.
Byakuya pensou um pouco, e sentou na cama, para depois deitar. Talvez ele pudesse ficar lá até ela pegar no sono. É seria bom. Mas acabou pegando no sono também, e só acordou no outro dia. Eram nove horas da manhã, e era pra ter acordado as sete. Havia até programado seu celular para despertar, porém ele não estava em seu quarto para ouvir o aparelho tocar.
O moreno se levantou, não muito apressado, apesar de estar atrasado duas horas. O voo sairia em três horas, e ainda tinha de fazer diversas coisas, como fechar sua conta no hotel e ainda pegar um barco para o aeroporto que ficava em outra ilha um pouco afastada, onde somente lá tinha um voo direto para o Japão.
Kori acordou com o barulho de Mariko reclamando de alguma coisa. Ela se levantou e constatou que Byakuya não estava ali. Vestiu um roupão e foi pra sala ver o que estava acontecendo.
A loira brigava com o marido, isso não era novidade alguma.
– O que aconteceu? – Kori passou as mãos nos cabelos, jogando-os para trás.
– Você sabia que o Byakuya ia embora hoje? – Mariko perguntou, cruzando os braços.
– Sim. – Kori respondeu bocejando, ainda sentia sono. – Ele me falou ontem à noite, ajudei a arrumar a mala até.
– Viu Mariko? Eu disse que ele ia falar pra ela. – Grimmjow esbravejou, estava já cansado daquela lua de mel maluca.
– Mas por que ele não se despediu?
– Ele já foi? – Kori não sabia dessa.
– Foi. – Mariko fez uma careta.
– Posso voltar pra cama? – Grimmjow perguntou, mas recebeu um não de resposta. – Que culpa eu tenho que ele foi embora? O Byakuya tinha uma reunião importante. Ele não pode largar tudo pro alto por causa de mulher não.
Ops. Quando viu já tinha falando a besteira. Mas que se dane também, Grimmjow nunca foi de medir suas palavras. Pelo menos até agora, ele ia aprender do jeito mais difícil que algumas coisas não poderia falar para uma grávida, já que o corpo dela estava todo em transformação e os hormônios estão borbulhando. Uma hora Mariko ia explodir com qualquer besteira.
Mariko xingou ele, e bateu o pé pra dentro do quarto, fechando a porta com força.
– Deixa ela, Grimmjow. Vai passar. Só está um pouco agitada por causa da gravidez. Toda essa novidade mexe com a mulher de um jeito que às vezes é melhor não contrariar.
– Kori, o Byakuya foi mesmo embora por causa da reunião.
– Eu sei que ele é ocupado. Não precisa justificar nada não. Obrigada por avisar. Acho que vou me arrumar e ir comer algo. Pensei em fazer uma massagem, se a Mariko quiser, manda ela me encontrar no spa do hotel.
Como imaginava, Mariko apareceu lá no spa. Elas aproveitaram a tarde toda para fazer massagem, relaxar nos banhos de imersão e a sauna. Depois foram fazer as unhas e cuidar dos cabelos.
– Você não está brava com o Byakuya? – Mariko perguntou, assoprando as unhas da mão, enquanto a manicure passava um gel esfoliante nos seus pés.
– Não. – Kori respondeu, virando a página de uma revista.
– Por que será que eu não acredito nisso? – ela virou-se para a amiga. – Eu te conheço mais do que qualquer outra pessoa. Não minta pra mim mocinha.
Kori riu, se era verdade, que Mariko a conhecia desse jeito, então ela não precisava dizer muita coisa. Ou quem sabe somente para desabafar.

– Fiquei um pouquinho triste. Mas eu aprendi a não apressar as coisas. Não quero estragar tudo como sempre faço.
– Não gosto de te ver triste.
– Eu não estou mais triste, já passou. – Kori sorriu, afirmando novamente que estava tudo bem, e que eles haviam combinado de se encontrarem quando ela voltasse.
As duas terminaram o que tinha a fazer e voltaram para o chalé, e iam se preparar para o jantar. Aquela noite parecia que haveria algo especial em comemoração no restaurante. Kori entrou no quarto, indo procurar alguma roupa que combinasse para a ocasião, ela espalhou todas as roupas em cima da cama, sem notar que havia um envelope ao lado da mesinha de cabeceira. Quando se decidiu pelo vestido que ia usar, achou o envelope no chão. Ela abriu, e leu o conteúdo do papel. Era de Byakuya, um pedido de desculpas por não tê-la acordado, mas preferiu deixá-la dormindo ao invés de se despedir. Era melhor ficar esperando para se encontrarem novamente em breve.
Mariko entrou no quarto no instante em que ela guardou o papel dentro do envelope, a ruiva estendeu a mão entregando-o para Mariko ler.
– Ah! Que lindo. Kori e Byakuya tão namorando. – Cantarolou a loira, dando risada.
– Você não cresce.