Notas iniciais
~le eu ressurgindo das cinzas LIKE A FÊNIX~
Olha eu aqui de novo!! Voltei! Para sua alegria! Ou não!
EU SEI QUE DEMOREI. ME DESCULPEM. EU ESTOU MUITO OCUPADA: ESCOLA, FAZER PROVA PRA ENTRAR NO ENSINO MÉDIO NUMA ESCOLA BOA, ETC.
Bem, eu fiz esse capítulo inspirada na música tema (a do iní­cio do cap.). Acho que a música dar certo, exceto talvez que o Nico não é irmão da BFF da Cel. Salvo isso, acho que é só. Whatever, sem mais blá blá blás, ~le cosplay de Mr. D~ ao capítulo.
Hope ya enjoy!

Yeeeeaaah, my best friend's brother is the one for me

Yeeeeaaah, a punk rock drummer and he's 6 foot 3

I don't want to, but I want to

Cause I just can't get you out of mind! — Victoria Justice

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– Acho que você não quer. Que tal pedirmos uma pizza então?

– Gostei – respondi com um sorriso.

Ele retribuiu o sorriso e começou a dirigir. Parou em frente à uma casa toda pintada de preto com um monte de árvores e flores lindas no jardim. Descemos do carro e ele destrancou o portão. Ele abriu a porta da casa e entramos. Eu me sentei no sofá enquanto ele pedia a pizza. Então me dei conta de que estávamos sozinhos na casa.

– Onde estão seus pais? – perguntei.

– Estão viajando para Miami – respondeu ele. – Estão sempre em viajens de trabalho. – ele bufou.

– E a sua irmã? – tentei me lembrar o nome dela. Beatriz, Bárbara, Bianca, talvez?

– Bianca saiu com o Leo – disse ele se sentando ao meu lado no sofá.

– Ah – eu disse.

– Então... – ele estava corando, deixando sua pele pálida numa cor linda. – Você foi muito bem lá no Karaoke Dokie.

– Obrigada. Você também foi muito bem.

Ele sorriu. Então sua expressão mudou. Ele se inclinou e me beijou. Foi um beijo calmo, mas que logo começou a ficar quente. Quando dei por mim, estava deitada no sofá com ele por cima de mim e minhas mãos dentro de sua blusa, deslizando por seu tanquinho. Será que tudo nele tinha que ser perfeito? O corpo, a voz, o gosto musical, tudo?

Quando estava quase tirando sua blusa a campainha toca.

– Merda – disse Nico e se levantou para atender a porta.

Voltou alguns segundos depois com a pizza. Comemos em silêncio por alguns minutos. Nico quebrou o silêncio.

– Posso te perguntar uma coisa? – perguntou.

– Claro – eu disse. O que ele queria me perguntar?

Ele corou, o que me deixou mais confusa ainda.

– Você... hum, gosta de alguém na escola?

– Estou começando – eu disse sorrindo. Sua expressão agora era convencida.

– Quem? – ele sorriu.

– Bem – começei. – Ele tem o cabelo escuro – eu cheguei perto dele e acariciei seu cabelo negro enquanto falava. – olhos negros que me deixam perdida – olhei dentro dos seus olhos negros. – e uma boca que me deixa louca – eu disse o beijando.

Quando nos separamos, perguntei:

– E você? Tá gostando de alguém? – perguntei.

– Sim – ele disse e me colocou em seu colo. – Ela é linda, doida, rockeira e o que eu mais admiro numa garota: sincera. Você fala o que pensa e faz eu gostar ainda mais de você.

Confesso que me derreti. Sim, eu amei o que ele disse. Então nos beijamos. Um beijo feroz e desesperado. Nossas línguas travavam uma batalha em nossas bocas. Ele acabou ganhando. Sua língua fez uma dança sensual em minha boca e explorava cada canto.

Então eu tive o pensamento que eu nunca diria em voz alta. Eu me sentia segura com ele. Senti que ele não faria o mesmo que... cortei de novo o mesmo pensamento.

Você deve estar pensando: Porque você não pode dizer a ele que você se sente protegida, segura, perto dele, sua idiota?

Simplesmente pelo fato de que quem precisa de proteção são pessoas frágeis, e eu nunca, NUNCA gostei de ser tida como uma pessoa frágil. EU era a malvada. EU era a vilã. EU era a maluca que corria raxa e era gótica. EU era a metaleira, a rockeira, a punk revoltada que não precisava de ninguém.

Mas eu precisava sim de alguém. Alguém que conseguisse me acalmar quando eu estava brava. Alguém que gostasse de mim. Alguém que me conhecesse e não tivesse medo do meu jeito revoltado.

Alguém que me amasse.

Desde pequena, eu nunca recebi atenção dos meus pais. Minha mãe era uma cantora famosa que sumia e reaparecia de vez em quando. Meu pai era um empresário ocupado que nunca me deu atenção.

Por isso eu e Percy éramos assim. Revoltados, rebeldes. Percy nem tanto, já que ele tinha uma natureza mais gentil. Mas mesmo a gentileza tem limites. Até ele se revoltou contra tudo que nos machucava: nossos pais. Não machucar de bater, mas machucar de falta, aquela falta que cobre o nosso coração.

Nico era diferente. Ele parecia gostar de mim e não parecia se sentir nem um pouco incomodado com o meu jeito louco de ser.

Ele me deitou no sofá e continuou me beijando de uma forma muuuito quente. Em poucos segundos, arranquei sua camiseta e ele a minha blusa.

Como descrever? Eu fiquei, tipo: MEUS DEUSES, ELE ESCONDIA TUDO ISSO DEBAIXO DAQUELAS CAMISETAS?! Não, é sério, quem vê o Nico pensa que ele é um pouco magrelo, mas acho que é porque suas camisetas são largas, mas CREEMZEUSPAI, não é que ele tem um corpo sarado? Eu poderia dizer que ele malha, mas ele não é igual aqueles bombadões, é apenas porque seus músculos e peitoral são bem definidos e em seu abdômem dá pra contar os gominhos e...

Justo quando ele começou a me beijar de novo, a porta da sala se abre. Nós olhamos para a porta com um salto. Bianca, a irmã mais velha de Nico, havia chegado em casa.

Notas finais
E aí, o que acharam? Pequeno, né? Mas, bem, espero que tenham gostado! O que acharam? Mereço rewiews? Recomendações? Tiros na testa? Declarações de amor? Planos para dominar o mundo? Talvez planos terroristas? Bombas nuclares?
E no próximo capí­tulo: vai ser Pov do Nico *YAY!*
VOCÊS QUEREM HOT SCENES OU PREFEREM QUE NÃO TENHA? RESPONDAM E EU POSTO O PRÓXIMO!
Hope ya had fun!
~beijos com gostinho de Logan Lerman *OMG*