Hold On Your Way Untill The Goodbye
4 You can't always see me, but I'm always there
Notas iniciais
Um pouquinho de faberry pra quem curti.
Santana:
Já liguei pra Brittany 5 vezes e não tenho nenhuma resposta. Será que aconteceu alguma coisa com ela? Tenho medo de deixa-la sozinha, sinto vontade de cuidar dela todo o tempo. Ela nem ao menos me respondeu se vêm ou não jantar com meus pais. Acho que foi pressão demais pra ela, mas não quero esperar muito tempo, quero aproveitar e viver cada momento que puder, ao lado dela. Acho que vou até a casa dela busca-la. Não, melhor não. Ela vai aparecer, eu sei que vai. Joe: A enfermeira chegou no quarto e foi verificar os aparelhos nos quais Quinn estava ligada. Eu estava nervoso e aflito, ansioso pra que ela acordasse logo e voltasse a cantar docemente, como ela sempre fez. Não pude permanecer no quarto e continuei esperando alguma resposta sobre sua reação à música do lado de fora, na sala de espera. Pensei em ligar para a Mercedes e a Rachel, por mais egoísta que isso possa parecer, cheguei à conclusão de que queria ver ela antes de qualquer outra pessoa e queria que eu fosse a primeira que ela visse também. Depois de mais ou menos 40min de espera a enfermeira saiu do quarto e eu fui correndo até ela pra saber como a Quinn estava. — Oi, er... Como ela está? Ela está acordada? Posso falar com ela? — Calma, ela está bem, fique tranquilo. Ela só precisa repousar. Fiquei aflito, queria vê-la. Precisava vê-la. — Posso entrar? — Não sei se é uma boa ideia, ela ficou muito agitada com toda aquela cantoria. Pode não fazer bem e... — Não se preocupe, não entro com o violão, só preciso vê-la. Prometo não mexer com ela. Não esperei a enfermeira dizer mais nada e nem precisava. Entrei no quarto e a vi, deitada, com os olhos fechados de novo. Me aproximei e a admirei por alguns segundos. Mesmo em uma cama de hospital e com alguns ferimentos no rosto ela continuava linda, como sempre foi. O batimento cardíaco dela acelerou, fiquei assustado. Fechei os olhos e pedi pra que ela pudesse me ver ali; Quando abri os olhos ela estava com o olhar fixo em mim. Achei que estava imaginando, mas não, era real. Ela tentou falar alguma coisa, mas estava sem forças. Novamente fiquei com os olhos rasos d’água. Não me contive a abracei, com todo o cuidado que pude, mas foi o suficiente. Senti o calor dela de novo, senti ela viva e isso foi melhor coisa que poderia acontecer. — Quinn, estou aqui. Não se preocupe, logo você voltará para casa. Apenas fique bem, ok? Vou continuar orando por você. Ela assentiu de leve com a cabeça, mandei um beijo pra ela e saí do quarto. Foi difícil deixa-la, mais difícil do que nos outros dias em que a visitei, porque desta vez eu tive certeza de que ela é uma mulher forte e que vai se recuperar. Liguei pra Rachel, ela precisava saber o que havia acontecido. — Rachel sou eu, Joe. Quinn acordou, venha pra cá. Beijos.Santana: Já passam das 8h e a Brittany não me ligou. Não acredito que ela vai deixar meus pais esperando, ME deixar esperando. Ela não pode sumir desse jeito, sem dar explicação nenhuma, esse é um momento muito importante pra mim, pra ela... Pra nós duas. Não faz sentido. Chega. Não vou ficar esperando por ela. Não espero por ninguém, mesmo que esse alguém seja a Brittany. Vou jogar fora toda essa comida. Amanhã ver Brittany, não será como antes. Não depois disso.Rachel: Estava estudando a música que vou sugerir para as Nacionais quando meu celular tocou. Imaginei que fosse o Finn me ligando pra dizer boa noite, mas era o Joe. — Alô? — Rachel sou eu, Joe. Quinn acordou, venha pra cá. Beijos. Ele não me deu tempo de perguntar como ela acordou e nem o por que. Não pensei duas vezes, enquanto pegava minha bolsa, liguei pro Finn me encontrar no hospital. Eu sabia que ela conseguiria. Eu sabia. Joe: Fiquei na porta do hospital esperando Rachel chegar. Com certeza Finn viria junto, mas isso não seria problema, eu estava muito feliz pra me importar com qualquer outra coisa. Os dois chegaram, como previ, juntos. Rachel estava eufórica e Finn estava com a cara de assustado que ele costuma fazer. — Joe! Como ela está? Ela falou alguma coisa? – Rachel estava me segurando pelos ombros como se eu fosse um boneco, mas não liguei, sei como ela se sente. — Ela abriu os olhos, tentou falar, mas estava muito debilitada. A enfermeira disse que ela precisa de repouso, mas acho que você consegue entrar pra vê-la. Vamos subir. Entramos no hospital e fomos até a porta do quarto. Assenti e Rachel entrou, Finn tentou entrar junto, mas eu achei melhor deixa-las a sós.Rachel: Chegamos ao hospital e Joe nos esperava na porta. Quando o vi fiquei tão eufórica e ansiosa em saber como Quinn estava que talvez tenha exagerado, mas eu estava muito feliz. — Joe! Como ela está? Ela falou alguma coisa? – Disse pegando-o pelos ombros. — Ela abriu os olhos, tentou falar, mas estava muito debilitada. A enfermeira disse que ela precisa de repouso, mas acho que você consegue entrar pra vê-la. Vamos subir.
Subimos até a porta do quarto dela. Ficamos em completo silêncio, nada precisava ser dito naquele momento. Entrei no quarto e, confesso que por um momento, me esqueci de que Finn estava ali. Eu me aproximei da cama dela, fiquei com medo de tocá-la, ela parecia tão frágil, como uma boneca de porcelana que poderia quebrar a qualquer momento. — Quinn? Sou eu, Rachel. Por favor, tente abrir os olhos, quero ter certeza que está bem. Esperei por alguns segundos, mas não houve nenhuma reação. Imaginei que, talvez ela estivesse tomado algum remédio pra dormir. Fiquei mais alguns minutos observando-a, peguei sua mão e dei um beijo. Quando me virei pra ir embora, ouvi um sussurro. — Rachel?
Notas finais
Comentários e críticas são sempre bem-vindos -A
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