Notas iniciais
N/E: Olá!
Eu sei, é tarde pra caramba, mas eu estava um pouquinho ansiosa pra postar esse capítulo. Primeiro por que eu achei que ele ficou razoável e ele ficou bem grandinho. Segundo: EU TENHO UMA PROPAGANDA! WEEEEEEE. kkkk
Agora, falando sério.
Todos nós já quisemos fazer perguntas para os nossos personagens favoritos, certo? Eu, motivada nesse pensamento, criei um tumblr para suprir esse desejo. Ele funciona assim: Você manda uma ask (em anonimo ou não) para o seu personagem favorito e ele - basicamente - te responde. Ficou interessado?
Aqui está o link, para quem estiver interessado.
http://make-your-question.tumblr.com/
Quanto mais louca a ask, mais legal o negócio fica *risus*
Bem...
Boa Leitura, cupcakes ♥

Pov. Erica

Depois da Tah ter dado uma pequena patada na Mione (o que era normal, já que ela dava patada em todos nós) e simplesmente ter saído correndo com meu irmão e com o “novo segurança” dela, eu entrei no castelo acompanhada de Annabeth e Hermione. Sabe, ninguém merece estar ao lado de duas Nerds.

Ninguém merece ser uma lerda do lado de duas nerds que falam mais que a boca.

Sem que elas notassem, desviei meu caminho para o dormitório da Grifinória. Eu realmente não queria ter que ficar ouvindo aquela conversa sobre feitiços.

Eu estava um pouco cansada, o dia de ontem foi extremamente cansativo. Por que?

Bom, começando: Tivemos uma aula mega entediante junto com a professora McGonagall.Ela começou falando as regras de classe e eu não estava extremamente interessada nisso. Logo após essa aula, tivemos trato com as criaturas mágicas e dai sim, veio o motivo de cansaço.

A aula de poções.

Flash back on.

Sentei na cadeira dura da sala de poções que ficava nas masmorras, o que deixava tudo frio. Estava sentada no fundo da sala, ou seja, pronta pra aprontar e/ou conversar.

Tah entrou saltitante, sorrindo e sentou do meu lado. E logo eu soube de uma coisa:

“Vai dar merda.”

–Tenta não me matar, ok? – Sussurrei pra ela.

Ela olhou para o meu rosto antes de jogar seus cabelos longos e loiros para trás e sorrir.

–Não prometo nada. – Ela sussurrou de volta.

–Argh, Tah...!

–Silêncio! – Snape entrou na sala todo esvoaçante. Em geral, eu só começava a aprontar e fazer piadinhas na segunda semana de aula, então, mordi a língua para não dizer o quão fabulosa e diva o professor estava.

Me espantei por saber que a Tah não tinha feito nada. Virei pra olhar pra ela e ela estava fazendo o que? O QUE?

Isso mesmo! Ela tava moscando.

Snape passou as instruções de como fazer a poção e eu não prestei atenção. Fiquei olhando minhas unhas e suspirando de vez em quando. Aquilo ali era chato até para uma filha lerda de Popo. Gente, como Hermione consegue ficar olhando tão atenta pro professor? Será que ela tem uma queda por ele? Oh MEUS DEUSES! Hum... Até que ele não é de se jogar fora...

HEHEHEHEHEHEHE HERMIONE SUA SAFADINHA. Deve tá pensando na bundinha sexy do Snape e...

–Podem começar.

Eu e Tah demos um pulo.

–O que é pra fazer?

–Eu não sei!

–O que vamos fazer?

–Eu não sei!

–Mas nós temos que fazer algo!

–Eu sei! – Sussurrei com raiva.

Tah olhou para os ingredientes na bancada.

–Quer saber? – Ela perguntou pra mim, levantando do banquinho e abrindo os braços em cima da mesa.

–O que você vai fazer...?

–FODA-SE ESSA PORRA TODA! – Tah berrou, antes de esfregar os braços em cima da mesa e jogar todos os ingredientes dentro do caldeirão.

Acho que eu conheci, naquele instante, a expressão “Me joga na parede e me chama de lagartixa”. Só que sem o grito de “lagartixa!”.

Flash back, off.

Não precisa falar que nós duas tomamos culpa, certo? E também não precisa dizer que tomamos uma bronca de meia hora da professora McGonagall. E também dos nossos pais.

Acho que a Tah sofreu mais nesse quesito do que eu, já que Poseidon estava tão ocupado lá no mar que apenas mandou um bilhete escrito:

Não faça isso de novo.

–Papai.

Admito que fiquei com raiva... E com ciúmes. Poxa, ele fala mais com Percy do que comigo. E é meio óbvio que eu não dou motivos para ele se orgulhar de mim. Não matei um minotauro e nem nenhuma bosta parecida. Eu apenas apronto, explodo salas de aula, brigo e tomo bronca.

Mas foda-se. Não é como se a minha mãe humana também me desse atenção.

Suspirei frustrada e olhei para o relógio. Decidi andar por ai, já que não tinha nada pra fazer. Desci as escadas do dormitório feminino correndo e corri pelo são comunal.

E é ai que eu penso: Por que? POR QUE?

Não entendeu? Eu explico.

Assim que passei pela mulher gorda, bati de cara com o Malfoy. Eu fui pro chão, batendo os braços dolorosamente e ele se desequilibrou, caindo de bunda.

–Sai da frente, sangue ruim! – Ele urrou pra mim, se levantando com a ajuda de Goyle. – Você não olha por onde anda não, ô sua estúpida? – Ele perguntou, me olhando de cima, arrogante.

–Olha lá como você fala comigo, seu loiro de merda! – Falei alto, chamando a atenção dos quadros, me levantando. Apontei um dedo na cara dele. – Sangue ruim é a sua avó! Eu tenho sangue do Deus dos Mares nas veias, coisa que você nunca vai poder ter, seu bosta.

– Não fale da minha família e nem da minha linhagem! – Ele elevou a voz, ficando vermelho. Seus olhos cinzentos brilhando de raiva.

– Ai, meu nome é Draco Malfoy e eu tenho sangue de bruxo nas minhas veias! Nunca vou ter sangue divino nas veias e agora eu vou ficar sendo recalcado pro resto da vida! – Fiz voz de bicha, imitando ele. – Me erra, Malfoy! – Reclamei.

Passei esbarrando nele, com força. Sai furiosa, em direção ao lago negro. Com quem ele pensa que estava falando?!

Eu precisava de sol. Muito sol. Precisava sentir o calor dos raios batendo na minha pele. Me sentei em um lugar contrário à sombra de uma grande árvore e suspirei. Comecei a sentir aquele lento calor, subindo pelo meu rosto e se concentrando nas minhas bochechas. Eu estava envergonhada naquele momento, afinal, eu tinha derramado a minha raiva em cima do Malfoy de uma maneira ruim. Decidi que depois eu iria me desculpar.

Fechei os olhos e, como se o Sol soubesse o que eu precisava, comecei a me sentir aquecida.

Nesses momentos, eu sabia que ele queria estar comigo, mas não podia.

Suspirei.

Onde Tah estaria agora e o que ela estaria fazendo?

(Quem seria esse ‘ele’? Façam suas apostas. LOL, nem teve graça isso.)

Pov. Taah.

Bufei, mais que irritada, me virando para o meu novo “segurança”. Já haviam se passado mais de quatro ou cinco horas desde que meu querido pai, Damon, havia mandando para mim. Ele ficava grudado em mim e mesmo que eu tentasse despista-lo, eu não conseguia, porque ele era – infelizmente – um vampiro e sendo o que é, ele espantava as pessoas de perto de mim, o que me deixava irritada e triste.

–Olha... Vou ser bem objetiva. Você poderia parar de andar no meu encalço o dia todo? – Minha voz tremeu de raiva na última palavra.

–Fui contratado para isso, my lady – Ele ironizou as últimas duas palavras. Encarei aqueles olhos vermelhos com muita raiva. Ele me encarou espantado, provavelmente por que ele podia ver a carga elétrica que neles tinham.

–Eu quero que você pare de me seguir por ai.

–Eu fui contratado para ser seu segurança. – Ele parecia ter prazer em ver a minha expressão raivosa.

–E DAI? – Explodi. – EU QUERO QUE VOCÊ PARE DE ME SEGUIR COMO UMA SOMBRA ESTÚPIDA!

–Eu sou contratado para seguir a senhorita. Para mantê-la longe de problemas.

–Eu te pago.

–Como...? – Ele parecia um pouco chocado.

–Eu pago pra você me deixar livre. Pago mais do que Sr. Damon paga pra você. – Falei firme e objetiva. Realmente, eu não gostava de espantar as pessoas de perto de mim. Até Percy ficava saindo de perto de mim quando nos esbarrávamos.

–Eu... Eu... Não quero trair a confiança de Damon. Ele é meu amigo.

–Só algumas horas! – Implorei. – Só quero algumas horas pra conversar com meus amigos. Só algumas horas pra conversar com a Erica! Com a Annaberth! Com a Hermione! Por favor! – Apliquei meu truque infalível. A cara do gato de botas. Essa técnica foi criada por nós quatro (Annie, Mione, Kinha e eu) quando assistíamos O Gato de Botas. Ótimo filme, aliás.

–Ok. Você tem apenas quatro horas. Estarei observando de longe. – Ele falou antes de sumir. Dei um grito e vitória e pulei feliz. Fiz rapidamente uma dançinha e então sai correndo, berrando pelo nome das meninas.

Acabou que eu encontrei apenas Harry, Rony, Hermione, Annabeth e Percy. Nada da Erica.

Eles estavam sentados no chão do corredor, rindo e brincando. Me joguei do lado de Harry e sorri.

–Oi gente.

–Olá. – todos disseram ao mesmo tempo, animados.

–Alguém viu a Erica? – Perguntei curiosa. O que? Eu tenho esse direito, ué.

–Não sei. – Todos responderam juntos de novo.

–Isso foi estranho.

–Sabemos. – Falaram juntos de novo. Olhamos uns para a cara dos outros e começamos a gargalhar.

Ficamos por algum tempo zoando, até que Percy levantou e disse que ia procurar a sua irmã. Desnaturado! Deveria saber onde ela estava desde a hora em que eu havia perguntado. Esse ai é um péssimo irmão. @-@

Quinze minutos depois ele voltou carregando ela no colo com pouca dificuldade. Ela estava dormindo. Ai, que lindo! Preguiçosa.

–Onde ela tava? – Annie perguntou.

–Encostada na árvore do lago negro. – Ele revirou os olhos verdes. Rimos. Isso era tão... Erica.

–Leva esse troço mega jumbo na torre da Grifinória e pede pra Gina desativar as escadas pra você poder subir. – Aconselhei.

–Vou fazer isso – Percy disse. – Menina gorda! Nem parece que pesa tanto. Saco de batatas – Resmungou se afastando. Rimos mais um pouco quando meu olhar parou num canto sombrio da parede. Vi uma figura branca de olhos vermelhos me encarando fixamente, parecendo um pouco entediado. A figura levantou dois dedos e bateu duas vezes com eles na parte de oposta do pulso, quase em cima da mão. Suspirei frustrada, reconhecendo a figura.

–Tenho que ir. – Amarrei a cara e me levantei – Bom resto de noite pra vocês. – Bufei.

–Bom resto de noite. – Pude ouvir eles falarem. Ignorei ele e me dirigi direto para o caminho da Torre da Grifinória.

–Não é muito educado ignorar as pessoas. – A voz de Garrett chegou aos meus ouvidos. Vinha de trás de mim.

–Não é educado seguir as pessoas. – Resmunguei alto para ele ouvir. Ignorei ele pelo resto do caminho.

Cheguei no dormitório e tive uma surpresa. A anta do Jackson havia colocado Erica na minha cama, que era a maior do dormitório. Bufei e fui me trocar. Empurrei Erica até a ponta da cama e me joguei na mesma.

Acabei dormindo um sono sem sonhos no momento em que fechei os olhos.

Notas finais
O que acharam? Comentários? Eu estou falando sozinha? Não? Sim? *risus*
Só pra reforçar, deem uma passadinha lá no meu tumblr de Ask's e deixem as suas perguntas ;3
http://make-your-question.tumblr.com/
O próximo capitulo é da Tah.
Bem... Até mais!