Notas iniciais
Gente, só pra avisar, é normal eu demorar porque eu to escrevendo com a SooYang e ela não tem nyah e agora não moramos mais na mesma cidade para escrevermos realmente juntas. Então me desculpem, mas fica avisa do ok? Espero que não deixem de ler D:

SeungHo ficou praticamente desesperado ao ouvir a voz da amiga do outro lado da linha. RyoWoon soluçava e engasgava tanto em seu próprio choro que ele quase não pode dissernir que era ela quem estava suplicando por sua presença imediata. Avisou aos rapazes que não iria para a casa de Thunder e correu para a escola disposto a buscar a gêmea mais velha e descobrindo que a gêmea mais nova havia ido com urgência a casa de Joon. Ele teve que manter um grande controle no momento, porque a vontade dele ao ver Ryo naquele estado era entrar no colégio e socar quem quer que fosse o culpado por deixá-la daquela forma, mas então parou, acalmando-se e vendo que o que mais precisava naquela hora era pegar RyoWoon nos braços e cuidar dela, como ela estava pedindo enquanto apertava o rosto contra o peito dele humidecendo toda a roupa do rapaz.


—Calma... Calma... Eu estou aqui com você, Ryon. – ele falou acariciando seus cabelos ao chamá-la pelo apelido carinhoso. Ryon Pyon, ele sempre brincava com ela quando pequenos e sabia que ela sempre ria ao ouvir aquilo.


A garota apertou ainda mais a roupa do maior apoiando-se totalmente nele ao sentir seu corpo fraquejar. Era demais pra ela, seria sempre demais para ela enquanto se tratasse de sentimentos e ela fosse infantil e ingênua.


—Y-Yang... Dói... – ela só pode murmurar entre os soluços, tentando inutilmente continuar a falar, formular uma nova frase que fizesse sentido, mas foi interrompida totalmente por grandes gotas pingando em sua boca e mais um soluço se formando em sua garganta.


O rapaz sentiu uma dor no peito, talvez tão grande quanto a de Ryo e a pegou no colo, tirando-a dali e a levando para casa. Se DooJoon ou SooYang não estivessem lá para cuidar dela ele mesmo o faria.


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Para a infelicidade de SooYang a casa de Lee Joon estava vazia. Os país do garoto trabalhavam longe, por isso ele morava sozinho, e se a casa estava assim vazia significava que ele já havia ido até a casa de Thunder. Ela, com toda a certeza, não se dirigiria a outro lugar além da própria casa, que não era longe dali, pensando em uma forma de não ser vista por nenhum dos irmãos e qualquer outro ser humano até que suas lágrimas acabassem e Lee Joon a acalmasse. Havia pensado em correr para falar com Tiffany, mas sabe que a melhor amiga e prima não conseguiria dizer o que ela precisava ouvir agora já que era amiga de KyuHyun e esperava tanto do rapaz quanto SooYang.


Os passos rápidos a fizeram chegar em casa depressa. Soo agradeceu internamente por DooJoon já ter saído e RyoWoon não ter chegado. Subiu às pressas e colocou o travesseiro e o cobertor da irmã no quarto dela – cada uma tinha um quarto, mas em ambos haviam duas camas, por mais que cada uma tivesse seu canto elas não dormiam em ambientes diferentes, a não ser que fosse um momento como esse, em que elas precisassem ficar sozinhas afogando as magoas. Assim sabiam exatamente o que fazer quando as coisas estavam no outro quarto que dividiam.


Ela pegou algumas coisas na cozinha e correu de volta para o quarto, fechando-o e ficando lá chorando mais um pouco até adormecer, sem nem ao menos perceber a chegada de SeungHo com a irmã nos braços.


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O rapaz subiu as escadas afagando o rosto da menor que estava de olhos fechados e inchados enquanto lágrimas ainda corriam por seu rosto. Ele a colocou no chão quando a mesma pediu e tentou abrir a porta do quarto costumeiro das irmãs antes que Ryo o puxasse dali.


—Do... Do jeito... que... A Nyang... Tava... E-ela...


—Ela também está magoada? – ele perguntou abrindo a porta do outro quarto da melhor amiga e completando o raciocínio que ela tinha dificuldade de expressar.


A menina assentiu positivamente e correu para o canto do quarto abraçando seu coelho de pelúcia e se jogando na cama maior que ficava na parede da extremidade direita do cômodo.


—Eu vou ligar para o Joon ajudar a Soo, vou lá embaixo preparar um chocolate quente para te alegrar e subo já para saber o que aconteceu e te dar o colo que você quiser, mas eu quero que você troque de roupa e tente se acalmar para poder me dizer quem é que eu tenho que assassinar, ok? – ele falou indo para a porta e sorrindo para ela com carinho.


Ryo riu fraco secando um pouco das lágrimas. SeungHo saiu, fechando a porta atrás de si, e foi para o cômodo inferior com o celular nas mãos discando o número de Lee Joon.



—Como assim?! – Lee Joon exclamou surpreso no telefone ao ouvir o que seu hyung havia dito. Ele se levantou de súbito, derrubando o controle do vídeo game de Thunder e ouvindo protestos da parte do dono da casa. Todos agora o olhavam assustados pela reação dele ao telefone e aguardavam uma explicação.


Não sei. A Ryon tá chorando lá em cima e a Soo pareceu ter chegado antes, tão mal quanto a irmã, e ido direto para um dos quartos.


—Eu vou para aí e dou um jeito nisso. – respondeu o outro saindo da sala onde todos estavam e indo para a cozinha, procurando falar mais baixo para não atrair DooJoon de volta para casa.


Não adianta, Joonie, a porta ta trancada e acho que ela dormiu. Só te avisei pra você vir assim que puder. Eu vou ficar aqui até o DooJoon voltar pra não deixar a Ryo sozinha.


—Aí você se complica, hyung. Ele combinou de sair com a HyunA hoje a noite e pelo visto vai demorar para voltar para aí. – ele parou pensativo por alguns segundos e concluiu – Não preciso da porta aberta. Se preocupe apenas com a RyoWoon que eu cuido da minha Soo rapidinho. Chego aí em dez minutos. – e desligou o telefone.


O rapaz olhou em volta para certificar-se de que ninguém havia espreitado pelo local a fim de ouvir o que ele dizia no telefone. Suspirou aliviado por nenhum curioso ter dado sinal de vida e voltou para a sala pegando suas coisas e se despedindo.


—Espera! – Victoria falou – O que era pra você ter que sair assim?


—Meu pai me ligou e disse que mandou uma encomenda importante pra minha casa e que eu preciso fazer algumas coisas para ele. Uma delas é estar lá. – mentiu abrindo a porta da frente e sorrindo para os outros. – Eu odiei a ideia dele, mas preciso ir do mesmo jeito. Annyeong.


Os outros acreditaram, ficando mais tranquilos, ainda mais os parentes de RyoWoon e SooYang que aliviados voltaram a se divertir.


Ele então foi rápido se dirigindo para a casa dos Yoon e colocando em prática sua tática para chegar até SooYang.


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Joon chegou à casa dos Yoon rapidamente. Com muita prática se pendurou na árvore do jardim que dava justamente na janela do quarto de SooYang. Ele entrou e observou bem o local do lado de fora e a encontrou encolhida na cama, agarrada a um coelhinho de pelúcia que ele havia lhe dado de presente de aniversário. Bateu na janela até SooYang olhar com os olhos inchados de tanto chorar. Ela pareceu alegre e ao mesmo tempo aliviada por vê-lo ali então levantou-se e abriu a janela para que ele entrasse. A menina não deixou bem que ele entrasse, pois segurou o corpo do amigo – que havia se colocado até a cintura pela janela para olhar com cuidado antes de pular pra dentro – e o abraçou deixando as lágrimas escorrerem pelo seu rosto e molhar a blusa do mais velho.


—Jonnie, que bom que veio. Eu... Eu fui na sua casa, mas não havia ninguém lá. – ela falou em meio a soluços sentindo a mão do mesmo em sua cabeça.


—Se acalme, meu anjo. – Pediu olhando-a aflito – Vai ficar tudo bem ok? Eu estou aqui com você. – tentou acalmá-la e ela levantou o rosto olhando-o e forçando-se a esboçar um pequeno sorriso. – Agora apenas me deixe entrar, acho que mais um pouco e eu caio pra dentro.


Ela riu um pouco, o que o aliviou, e o soltou deixando que ele entrasse. O rapaz segurou na mão da pequena e foi com ela até a cama, sentando-se na cama de Ryo e deixando Soo sentar na própria cama, logo a sua frente. A menina respirou fundo e começou a contar os fatos analisando as reações de Lee Joon a cada palavra que ela proferia. Era visível que ele estava insatisfeito, ainda mais pelo jeito com que KyuHyun havia respondido SooYang, mas ele no momento só pensava em acalmá-la e em como odiava quando Soo ficava assim, chorando.


Ele respirou fundo, guardando para si os planos de quebrar a cara do rapaz que havia feito sua melhor amiga chorar e começou a falar a olhando com carinho.


—Ah Soo, então é por causa dele que você está assim... – Joon falou um tanto contrariado ao voltar a pensar no cara que havia a magoado. Ele sabia que SooYang gostava de KyuHyun, mas nunca pensou que ela teria coragem de fazer uma coisa dessas, já que a amiga ao mesmo tempo que é espontânea, era um tanto tímida para o lado do amor.


—Acredite Joon, não me arrependi de fazer isso, mas doeu muito. Ele foi muito seco comigo. – ela comentou olhando para o chão. Parecia pensar, se questionar de algo. Então formulou a pergunta em palavras proferindo-as para o amigo – Será que ele não gosta de mim? Quero dizer... Nem como amiga? Pela resposta dele não dá pra saber o que ele pensa... – falou limpando as lágrimas.


—Claro que ele deve gostar de você como seu amigo! – respondeu Joon surpreendendo-se com a pergunta dela. Apesar de Kyu ter sido maldoso ele não achava que o rapaz tivesse algo contra Sooyang. Ao menos ele preferia que não, senão ele teria que ter algo contra KyuHyun – Não tem como alguém não gostar de você – ele suspirou e passou a mão no rosto da amiga, acariciando-o. Talvez fosse a hora de ele tirar algumas dúvidas. Talvez ele não tivesse novas chances – Você é... – ele voltou a falar e respirou fundo vendo SooYang o olhar no olhos – Soo, você é tão linda, tão... Apaixonante. Eu não sei como alguém não gostaria de você.


Ele já estava realmente perto do rosto dela, que o olhava estática. Era normal seu melhor amigo parecer se declarar quando você está em crise? Soo apertou os olhos quando sentiu seus lábios sendo tocados e os abriu mais que o normal quando os dois se afastaram.


—O que... O que você fez? – perguntou ela fitando Lee Joon ainda sem entender.


—Ah droga... – murmurou o rapaz passando a mão na cabeça – Vou ser zoado pelo resto da vida. – ele falou levantando da outra cama e começando a andar de um lado pro outro.


Ela riu de nervoso e o encarou acompanhando-o com os olhos.


—Por ter me beijado, Lee Joon?


—Não. Por conseguir descobrir que só tenho mesmo amizade por você. Muito forte a ponto de me confundir, alias.


—E cadê o motivo pra zoação nisso, além da sua ação maluca e desnecessária?


Ele parou de andar e respirou fundo. Colocou as mãos no rosto e depois largou os braços ao lado do corpo antes de respirar mais uma vez e falar a ela o que o afligia.


—SooYang, eu sou gay.


Ela parou o olhando mais assustada que antes. Levantou indo até ele e colocou a mão na sua testa.


—Você ‘ta bem? – perguntou confusa analisando a face dele, que se mantinha séria no momento.


—É sério, Soo!


—Não, Joonie. Você ta de zoação comigo, é isso! – ela falou sentando de novo na cama e rindo – Claro, Lee Joon, o pegador, gay. Claro. Faz todo o sentido.


Ele foi até ela e sentou-se ao seu lado. Respirou fundo mais uma vez e a olhou nos olhos.


—Eu penso seriamente que estou gostando do novato da sua sala, o Mir. Ele... Praticamente me hipnotizou. SooYang, eu o quero pra mim.


—Você ta realmente de brincadeira...


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Do outro quarto SeungHo e RyoWoon ouviram um grito irritado de SooYang e a gêmea mais velha se assustou.


Eu to falando sério, Soo! Aí, para de jogar esses trecos em mim! – A voz de Joon vinha de lá e SeungHo fechou o rosto levantando-se e encostando a porta para que Ryo não se preocupasse com mais coisas.


—Não precisa se preocupar. Eles se resolvem, seja lá o que for. – falou deitando de novo na cama e tendo seu corpo envolvido pelos braços da menina que o usava de travesseiro.


—Ok. – murmurou cabisbaixa.


—Não quer mesmo que eu bata neles e conte tudo para o diretor? – ele perguntou acariciando seus cabelos. Ainda estava indignado com o fato de o Sr Choi ter magoado a sua Ryon daquela forma.


—Não, Yang. Para com isso. – ela pediu apertando seu rosto contra o corpo dele. Mesmo com tudo ela sabia que o Sr Choi não havia feito por mal e ela não se perdoaria caso ele se prejudicasse por sua causa.


—Pf... – SeungHo bufou. – Aquele pedófilo...


Ryon riu e ele sorriu com ela beijando sua testa.


—Esse é o meu sorriso, apareça de novo senão vou forçá-lo a aparecer. – falou brincando e ela riu. – Isso mesmo.


O rapaz estendeu a mão para o celular de RyoWoon na mesinha de canto quando o ouviu vibrar.


—Tem mensagem. – disse ele esticando a aparelho pra ela que meneou a cabeça negativamente. – Quer que eu veja o que é?


—Por favor. – ela falou fechando os olhos e arrumando-se nele.


Ele abriu o celular e digitou a senha numérica. O dia do aniversário de Ryo, o dia do aniversário de Victoria e o dia do seu aniversário. Era sempre a mesma combinação que a pequena usava. Dizia que assim nunca esqueceria dos aniversários de seus melhores amigos e nem de sua senha.


Pyon, vou chegar tarde. Deixe a porta trancada e fale para a Nyang guardar a comida que deixei caso ela não tenha comido. Como sei que o SeungHo está aí peça para ela, por favor, lhe fazer companhia se puder. Para você não ter ido pro Thunder deve estar se sentindo cansada ou doente, então se cuide.

Doo”



—Ele demora. – O mais velho resumiu a olhando com preocupação. – Vai ficar bem ou prefere que eu fique?


—Aigoo... – ela murmurou e o apertou – Não... Não me deixa sozinha.


—Não vou. Eu prometo.


Ela sorriu e levantou o rosto, beijando a bochecha do rapaz.


—Yang, dorme comigo?


SeungHo arregalou os olhos de surpresa e ficou realmente vermelho. Ela estava pensando em dormir? Na mesma cama? Quer dizer... A noite toda?


—Eu iria pedir para o Doodoo oppa dormir comigo no quarto da omma e do appa... Mas ele deve estar ocupado demais com a Hyuna e eu tenho sono agora. – Ela fez bico e sentou-se direito o olhando. – Não quero dormir sozinha. E com você eu me sinto segura.


O rapaz suspirou e se levantou da cama indo até a porta.


—Vou tomar um banho e vestir uma roupa do DooJoon no quarto dele. Aproveite para se lavar e se arrumar aqui. Volto logo, ok?


—Nee. – ela assentiu sorrindo e apertou seu coelho, o brinquedo da infância, arrancando um sorriso do rapaz que se colocou para fora do quarto indo para o quarto do amigo.


Assim que saiu do quarto de RyoWoon ele colocou a mão no rosto e respirou fundo. Agora poderia ficar vermelho, um tanto mais do que já estava. O que essa Ryo não o faz fazer?


Caminhou pelo corredor do andar de cima indo até a porta do quarto de DooJoon e deu de cara com o outro rapaz que estava na casa, que estava sentado na cama de Doo sem camisa.


—O que estavam fazendo? – SeungHo perguntou passando por ele e indo até o guarda-roupas do amigo.


—Soo achou que eu estivesse brincando com ela quando contei algo que preciso falar pro hyung depois. – ele falou pensativo. – Mas agora ela viu que é verdade e pediu para deixá-la digerir enquanto aproveito pra me trocar pra dormir na outra cama do quarto.


—Também vai dormir aqui então? – Seung perguntou jogando uma toalha no ombro e pegando uma camiseta e um shorts que lhe serviriam.


—Acho que sim, já que já é quase meia-noite.


—Só quero ver a cara do DooJoon quando vir que nós dois estávamos aqui, cada um em um quarto com uma das irmãs dele e com as roupas dele. – o mais velho dos dois riu e o outro baixou a cabeça sem graça.


SeungHo virou-se e foi até o banheiro do quarto do irmão Yoon para seu banho. Assim que ele saiu Joon se levantou pegando uma camisa de cima da cama e a vestindo.


—Comigo ele nem precisa se preocupar, agora com você... – murmurou sozinho.


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—Niika. – SooYang chamou a irmã em tom baixo da porta do quarto que ela se encontrava. RyoWoon foi até ela sorrindo fraco e com a face ainda inchada, assim como a da irmã.


—Oi Nyang. – murmurou de volta para a irmã – Está melhor?


—Não. Ainda mais agora que o Joonie acabou de explodir o resto dos neurônios que me restavam. – ela falou esfregando a testa. Ryo riu, apesar de não entender nada. – Eu só vim ver se você vai dormir só. Sei que não gosta de ficar sozinha quando está assim e o oppa está demorando...


—Não vou ficar só. O Yang não deixa eu ficar só. – ela falou sorrindo e expressando em sua face uma espécie de orgulho e segurança. SooYang sorriu pra ela.


—Se é assim não preciso me preocupar. Boa noite. – ela falou abraçando a irmã e virou-se indo pelo corredor.


—Nyang. – a mais velha chamou e ela parou, virando para olhá-la dando a entender que a outra poderia continuar – Você vai querer contar o que houve?


—Mais tarde, quando você for me contara sua parte.


Ela assentiu e a mais nova voltou a dirigir-se para o outro quando, o do irmão e não o seu, para chamar Lee Joon agora que estava mais calma. Ela foi até a porta e o viu sentado na cama. Não disse nada, apenas sorriu quando ele a olhou e o rapaz se levantou seguindo-a até o outro cômodo.


—É, o Mir é bem bonitinho. – ela falou entrando em seu quarto e arrancou um riso do melhor amigo que suspirou aliviado por ver que ela não o julgaria.


—Podemos manter em segredo? – ele perguntou e ela sorriu.


—Só até o momento em que você conquistá-lo. – ela falou dando um abraço nele que afagou os cabelos da menor e beijou-lhe a testa.


—Que fique claro que se não houvesse esse novo interesse eu te faria minha namorada. – ele falou sério.


—Porcaria de hormônios trocados e desejo por homens, Lee ChangSeon. – ela falou fazendo uma careta e dando um tapa no traseiro dele.


—Não fala assim que eu ainda não me acostumei. – ele riu e ela foi pra cama, cobrindo-se.


—Boa noite, Joonie.


—Boa noite, Soo.



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—Preciso ter bons sonhos. – murmurou RyoWoon já abraçada novamente a SeungHo que acariciava seus cabelos controlando-se para manter sua respiração regular, já que a menina estava com a cabeça sobre seu peito.


—Pense em coisas boas. Tente sorrir e pensar em chocolate, vai que você visita uma fábrica mágica em seus sonhos? – ele falou brincando e ela riu.


Ryon respirou fundo e o apertou com força.


—Vou pensar em você e agradecer por você ser tão bom pra mim, mesmo eu não merecendo. – disse a morena já sonolenta.


SeungHo ficou quieto e ela murmurou algo incompreensível. Ele estava tão feliz em poder cuidar dela, mas ao mesmo tempo tão irritado pelo motivo dela estar assim que não podia se distrair muito pelo medo de não conter seus sentimentos.


—Seu cheiro é bom... – ela murmurou já semi tomada por seu cansaço. O rapaz riu baixinho e beijou sua testa antes que ela se mexesse o soltando e virasse de frente para ele, deitada de lado e o abraçando pelo corpo obrigando-o a ficar perto.


O rosto do rapaz enrubesceu-se ainda mais com isso. E piorou quando ela puxou seus braços jogando-os por cima de cima para que ele a abraçasse.


—Boa noite, Yang... – ela murmurou com a voz embargada de sono.


—Boa noite, minha Ryo. – ele falou rendendo-se e fechando os olhos para que o sono o tomasse.


Notas finais
Tirei o Joonie de Nárniaaaaa /o/
E a conversa do Joon e da SooYang foi escrito pela Nyang, eu só revisei e mudei algumas palavras, mas os fatos foram ela, então por isso ela tirou casquinha do cara gostoso bronzeado u_u
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.