Histórias de amor

4 Finjo que sou James Bond num internato feminino


Notas iniciais
Olá semideuses! A inspiração deste capítulo veio com uma uma parte especifica em A Marca de Atena que a Annabeth lamenta que eles namoraram somente por quase bons quatro meses. Espero que gostem!

Enquanto via minhas pernas balançarem contra um muro de quase 10 metros, pensei: bom, isso seria uma forma idiota de morrer. Imediatamente imaginei minha mortalha no acampamento meio-sangue, a cor verde com o tridente de Poseidon.

Aqui jaz Perseu Jackson, o idiota morreu nas roseiras de um internato feminino.

Suspirei de nervoso, aquilo não estava nos meus planos. Tinha imaginado que a parte mais difícil já havia passado, quando consegui enganar os seguranças com a névoa. Mas ei, eu sou Percy Jackson, as coisas sempre podem piorar.

Encostei na parte de trás na base da minha coluna, perto do meu calcanhar de Aquiles. Respirei fundo, era invencível, se caísse de frente, provavelmente nada demais aconteceria. Fiz uma careta, cair de cara em espinhos de roseira não estava nos meus planos da quinta feira à noite. Mesmo assim pulei, me certificando que caísse de frente.

Mesmo com o banho no Styx, aquilo doeu, saquei contracorrente abrindo caminho pelos arbustos. Estava na cara que aquela escola era arquitetada para ser anti-garotos.

Não percebi que os arbustos acabaram até tropeçar no último, cuspindo um espinho e retirando outros dos meus braços. Havia me arranhado bastante, como se um gato não muito amigável fosse meu colega de quarto.

Olhei ao redor, não sabia muito bem o que fazer depois dali. Andei silenciosamente pelas sombras, me sentindo o próprio Nico Di Angelo. Depois de passar por um gramado arborizado, observei a escola:

5 andares de um prédio retangular, tijolos amarronzados, janelas enormes em ferro preto: Parecia uma escola da Inglaterra. Meus olhos se mexeram varrendo o local, havia um saguão aberto e escadas. Provavelmente era por ali.

Tudo estava silencioso, talvez pelo horário. Imaginava que era quase dez horas da noite quando decidi passar furtivamente por ali, subindo as escadas correndo. Meu coração palpitava, as escadas iam se dobrando e em qualquer momento eu poderia dar de cara com qualquer supervisora, professora, ou aluna. As três opções não iam me ajudar.

Corredores que pareciam longos com vitrais enormes abriam a cada novo andar , mas eu continuei subindo. Ela havia me dito algo sobre isso "Thalia odiaria estar estudar lá, meu dormitório está no último andar"

Juntei as sobrancelhas quando ouvi um barulho ao longe. Contei que estava no quarto quando ouvi saltos vindo em minha direção. Toc toc toc. A sombra era longuíssima através do corredor perpendicular as escadas, uma luz forte da lua iluminava os vitrais.

Pense, PENSE.

E então entendi. Fechei os olhos, me concentrando. E então um pequeno som de estouro, os passos pararam, segurei a respiração. Toc toc toc.

Agora, pelo menos, o barulho se afastava.

Calculei que tinha pouco tempo, corri até o quinto andar subindo as escadas de dois em dois degraus. Quando ia colocar meu pé no corredor, uma voz feminina falava bem ao meu lado.

—E então, ele simplesmente parou de me responder

Dei um solavanco para trás, quase caindo do penúltimo degrau.

—Ele é ridículo, de verdade amiga...

Seja lá o que estavam conversando, as duas estavam realmente bravas. Não reconheci nenhuma das vozes, garotas de 15, 16 anos? Talvez. Elas passaram, e eu pensei que agora era a hora de avançar quando ouvi mais passos. Bufei, provavelmente aquele corredor era movimentado.

Concentrei-me de novo, pensando nas torneiras do banheiro.

Um pequeno estrondo, ouvi vários passos.

—Alguém feche a torneira! — gritou uma mulher claramente mais velha, espiei à minha esquerda, cerca de dez meninas se juntaram ao redor da porta, meio atordoadas.

Pensei que ali era minha deixa, me virei à direita, agora um corredor um pouco mais escuro e silencioso. E então virei de novo, me sentindo no Labirinto de Dédalo. Quando virei pela terceira vez, bati de frente com uma garota.

—Ai — falei, colocando a mão na minha testa. Sem muito tempo, percebi uma mão na minha boca e um empurrão para trás, me jogando dentro de um quarto. Os olhos de Annabeth me fitaram.

—O que você está fazendo aqui?

Ela falou cada palavra pausadamente, sussurrando. A primeira coisa que notei é que ela usava pijamas de cetim cinza, uma blusa de manga curta e shorts. Quando ela percebeu que eu percebi, corou fortemente.

—Você disse que me queria aqui — respondi, dando de ombros. Ela balançou a cabeça, negando. Depois entendeu.

—Oh, Percy... — percebi que ela abriu um pequeníssimo sorriso, então talvez não estivesse tão encrencado — Aquilo foi uma força de expressão, eu não estava falando sério.

Bufei, olhando ao redor. Ela tinha uma cama de solteiro debaixo da janelas de ferro. A escrivaninha ao lado quase não conseguindo conter tantos livros e anotações.

Um quadro de fotos acima tinha vários e vários planejamentos segurados por alfinetes vermelhos, mas também tinha fotos de nossos amigos meio-sangues, incluindo uma de nós dois juntos perto do píer.

—Eu sei que você não me chamou de verdade. Não sou tão bobo — coloquei as mãos nos bolsos — Mas percebi que você estava meio atormentada, queria estar por perto

Ela vacilou, pensando provavelmente em tudo que havia passado para chegar até seu quarto. Estúpido, eu sei. E então seus ombros relaxaram.

—Estou feliz que esteja aqui — ela abriu os braços, e eu a abracei rodeando seus braços pela minha cintura.

E só por aquele momento, tudo valeu a pena. Mas ela me deu um soco em seguida.

—Se te pegassem eu estava ferrada e você estava ferrado — mas ela não se afastou. Peguei uma mecha dos seus cabelos, jogando-os para trás. Assim consegui ver perfeitamente os olhos cinza de Annabeth, parecia o céu num dia de chuva torrencial.

E então a beijei, um beijo lento e alongado, como se tivéssemos todo o tempo do mundo. Ela encostou sua cabeça no meu peito, e aquilo parecia bom e certo.

—Ei- falei, meu queixo apoiado em sua cabeça — Porque você não me conta o que está rolando?

E então ela falou, era uma longa história sobre como Hera estava a atormentando, e como estava sendo especialmente difícil arquitetar o Monte Olimpo na última semana, como se os Deuses estivessem ficando meio malucos.

Depois de falar bastante, ela parecia bem mais aliviada. Era fácil aconselhar Annabeth, porque normalmente ela resolvia seus problemas sozinha. Quando pedia algum conselho, ela mesma meio que respondia em seguida.

—E a sua semana? — perguntou Annabeth, depois que estávamos algum tempo em silêncio observando o luar. Eu quis rir, minha vida estava uma fichinha comparado com tudo que ela passava. Meu maior problema da semana foi não conseguir fazer um flip no skate… E invadir um internato.

—Eu quase virei geleia naquelas roseiras — Annabeth deu uma pequena risada, o que foi bom. Olhei ao redor, observando os detalhes do seu quarto: As paredes eram pintadas de um azul marinho, o chão era de tacos de madeira. Ele estava mais ou menos organizado, parecia que ela se esforçava para deixar tudo no lugar mas as anotações e livros da escrivaninha começavam a tomar todo o espaço.

Antes que pudesse reagir, senti seus lábios encostando aos meus, massageando-os levemente. Senti minha respiração pesar pela surpresa, peguei seu rosto com minhas mãos em resposta. Até que ouvimos batidas estrondosas na porta, Annabeth se afastou, olhos arregalados.

—Abaixa — ela falou quase de forma inaudível

—Abaixar para onde?

Ela bufou me empurrando com tudo para o chão e chutando minha bunda para embaixo da cama. Bem legal. Rolei enquanto ela ajeitava os cabelos e abria a porta.

—Você ouviu o que aconteceu? — uma voz, felizmente adolescente, irrompeu na porta.

—O que? — Annabeth perguntou descontraidamente, disfarçando que estava ofegante.

Bom, eu não sabia quem era a garota e tudo que consegui ver foram suas pantufas rosas. Então daqui para frente vou chamá-la assim.

—Meu-Deus — Pantufa Rosa falava pausadamente — Simplesmente as torneiras estouraram, molharam a Sra. Reynolds da cabeça aos pés, foi hilário.

Annabeth arfou de surpresa, o que me fez imaginar que poderia estar ferrado daqui a pouco com ela. Mas então ela deu uma risada, uma digna risada que me deixou contente.

—Isso foi um merecido karma — respondeu Annabeth

A pantufa rosa andou rápido e num pulo se sentou na cama, eu podia sentir mesmo escondido que minha namorada ficou tensa. Agora, as pantufas rosas de Pantufa Rosa estavam a poucos centímetros da minha cara. Segurei a respiração.

—Depois disso ela nunca mais vai ficar vigiando nos corredores, como se tivesse como a gente fazer qualquer coisa errada nesse lugar

Eu consegui, pensei e depois me senti um baderneiro.

—Não consigo pensar em nada que eu quisesse fazer de errado aqui — constatou Annabeth, não sei como a garota não percebeu seu tom claramente irônico.

Pantufa Rosa balançava suas pernas, eu tive que desviar meu rosto para que ela não me acertasse com seu pé em forma de unicórnio.

—Uh-um — ela respondeu divertida — Nem em fazer algo com seu namorado? Você está sempre falando dele.

Segurei uma risadinha.

—N-não estou — respondeu Annabeth, eu não podia ver seu rosto, mas sabia que estava envergonhada. Fiz uma nota mental de brincar com ela em relação a isso depois.

—Bom, e o presente? Você vai mostrar a ele? — o tom de Pantufa Rosa era malicioso, me remexi um pouco, curioso. Presente?

—Ainda não — Annabeth foi ríspida, mas Pantufa parecia não ter notado.

—Pois deveria, tenho certeza que ele vai gostar — ela se levantou, e eu notei que as pernas de Annabeth estavam um pouco trêmulas.

Eu precisava descobrir o que era aquele presente.

—Eu estou super atarefada com o trabalho do Sr. Samuels sabe… — Annabeth desconversou, mas isso não iria me distrair. Pantufa Rosa se levantou.

—Tudo bem, tudo bem- seu tom era rendido — Eu sei como você fica com a aula de geometria. Eu vou ver se Sra. Reynolds ainda está ensopada. Te conto os detalhes mais tarde.

E então vi Pantufa Rosa saltitar para fora do quarto. Eu rolei para fora, Annabeth estava vermelha igual tomate.

—Foi por pouco — ela murmurrou. Quando olhou para o meu rosto (que provavelmente tinha um sorriso nada inocente) ela revirou os olhos e bufou — Percy...

—Onde está o presente? — perguntei, olhando ao redor atrás de algum embrulho. Annabeth estava realmente vermelha.

—Não é nada demais — peguei em sua cintura, fiz minha melhor expressão pedinte. Ela suspirou de novo.

—Eu vou morrer de curiosidade

—É uma surpresa... Ou era — ela cruzou os braços, brava. Me afastei um pouco, eu não tinha mais tanto medo dela brava quando criança, mas ainda tinha algo de bastante intimidante nos seus olhos. Tentei fazer a minha voz mais macia possível:

—Posso saber pelo menos para qual ocasião seria?

Também era um suplício, talvez eu estivesse esquecendo alguma data importante, como sempre. Era importante ficar esperto. Ela abaixou os ombros, agora parecia rendida. Foi até sua cômoda de roupas, um longo móvel de madeira, suspirando e com as bochechas vermelhas, pegou uma pequena sacola rosa pink.

Nenhuma caixa ou embrulho, então não seria a nova edição do meu jogo favorito que estava em lançamento (eu secretamente esperava que fosse isso). Ela me entregou a sacola, desviando o olhar de mim o tempo todo. Me sentei na cama, observando o quão delicado era aquela sacolinha. Puxei uma cordinha dourada e olhei para Annabeth, ela que tinha decidido que a janela era um ponto muito interessante do quarto.

Dei uma espiada, abrindo o papel seda num tom igualmente rosa. Eu nunca tinha visto Annabeth com algo tão rosa em toda minha vida, entendi porque ela poderia estar envergonhada, seja lá o que fosse aquilo.

Enfiei minha mão, sentindo apenas um tecido bastante macio. Puxei ele, que era bem... Eu demorei um pouco para entender o que era.

—O que é isso? — juntei minhas sobrancelhas, então estendi a peça. E entendi.

—Eu esperava que pudesse te mostrar no nosso aniversário de quatro meses — sua voz era tímida, mas ela se esforçou bastante para não se mostrar envergonhada.

—Oh...

Minha mente de semideus com TDAH estava em vários lugares ao mesmo tempo: Primeiro no belo decote da peça vermelha, o que fez em segundo eu imaginar aquilo no corpo da minha namorada, e depois tudo que poderia significar: senti que minhas mãos começaram a suar.

—Então você estava planejando... — eu não queria, mas sabia que minha voz tinha saído bem maliciosa. Annabeth deu um tapa em meu braço.

—Não fica espertinho, eu não tinha certeza ainda

—Acho uma grande ideia — respondi, sem pensar. Arregalei os olhos, pensando se tinha passado dos limites. Ela somente encarou a lingerie.

—E eu não tinha planejado muita coisa... Só esperava que as coisas não fossem tão... Instintivas, como foi em Montauk.

Senti minhas bochechas ficarem bastante vermelhas. Algumas semanas atrás, tínhamos passado o fim de semana na praia. Talvez a mudança de ambiente ou o fato que estávamos sozinhos ou uma conversa repentina sobre preservativos nos deixou um pouco no clima. O que aconteceu foi que passamos bem além da segunda base, digamos assim.

Tivemos ótimas preliminares que ainda fazia meu cérebro derreter quando eu me lembrava. De qualquer forma, parecia ter sido uma experiência a parte.

—Eu acho legal planejar — respondi, dando de ombros. Ela mordia seu lábio inferior, um pouco pensativa — E amei o presente, espero que você não desista de usá-lo.

Guardei a lingerie novamente, entregando para ela a sacolinha. Percebi que ela me encarava.

—Você é um bom namorado — murmurrou, sentando-se com as pernas ao redor do meu corpo. Senti meus braços se arrepiarem.

—Eu tento

E então ela me beijou. Um beijo urgente e cheio de segundas intenções. Ela arranhava meus braços e beijava meu pescoço, suspirando nele quando eu apertava suas pernas. Antes que eu perdesse a coragem, lhe fiz um pedido:

—Ei, eu sei que é uma surpresa e tudo... — ela se afastou do meu pescoço, me encarando — Mas imaginei que seria legal, sabe... Tipo um preview?

Ela me deu mais um tapa no braço, mas agora sorria. Então eu sabia que não estava totalmente ferrado.

—Tudo bem, mas feche os olhos — eu fechei prontamente.

Ela se afastou um pouco, ouvi seus pés fazerem a madeira ranger.

—Ok, pode abrir

Foi um pouco maluco. Nem em todos os meus sonhos tinha imaginado ver ela daquele jeito, como se estivesse se preparando para mim. Senti minha calça se apertar.

Algo entre ela estar com uma lingerie completamente lasciva mas uma expressão completamente inocente. Deuses. A peça apertava em sua cintura, as delineando.

—E aí? — ela perguntou, as bochechas vermelhas. Eu respondi algo entre "uhum" e "skateboard", não fazia a mínima ideia. Mas ela gargalhou, satisfeita, e por algum motivo eu quis matá-la, como ela podia ser tão adorável vestindo aquilo?

—Então vamos esperar até o aniversário — falei, minha garganta parecia um saco de areia. Mas entendi que mesmo ela fingindo que era bobagem, talvez lá no fundo queria que fosse algo especial. E com muita resistência, decidi que não iria estragar isso.

E então aconteceu algo que me deixou completamente apático. Ela tirou a lingerie bem ali, aquele maldito pedaço de roupa que se apertava contra o seu corpo. Por alguns segundos, eu a vi completamente nua. E então ela colocou seus shorts, sua bunda era arrebitada. Parecia macia e boa de apertar, engoli em seco. Ela se aproximou enquanto abotoou a blusa do seu pijama. Um sorriso malicioso percorreu seu rosto por algum tempo, meu coração perdeu uma batida.

—Isso não significa — ela me roubou um selinho — Que não possamos fazer nada.

Arqueei uma sobrancelha, incrédulo. Definitivamente tava rolando algo muito difícil de controlar nas minhas calças. Ver ela completamente nua tirou minha fala. Seus braços contornaram meu pescoço.

—Até porque você se tornou o James Bond por mim — dei um sorriso de satisfação. James Bond, boa comparação. Apertei sua cintura em resposta. Algo que não saía da minha mente era o fato que ela não usava uma calcinha, apenas aquele bobo short cinza de cetim. Passei meus dedos por baixo de sua blusa, a fazendo suspirar.

Se controle, Perseu.

Ela tirou minha blusa em resposta. Alguma tensão pairou ali. E eu percebi que tínhamos chegado naquele momento que começávamos a fazer as coisas sem pensar.

—Vamos só...

—Uhum

Ela parecia ter entendido. Suas mãos macias percorrem minhas costas, indo levemente com as pontas dos dedos onde estava meu calcanhar de aquiles. Senti minha pele formigar onde seus dedos passavam. Por fim, ela desabotoou minha calça e abriu o zíper, tudo tão calmamente. Era excruciante.

—Juntos — ela falou, olhando diretamente nos meus olhos. Acenei que sim em resposta.

Ela passou sua mão direita em minha coxa, subindo até ir para dentro da minha cueca. Coloquei minha mão dentro de seu short, senti que ela estava molhada assim que apertei a parte interna da sua coxa, perto da sua bunda. E então aconteceu, ela começou a movimentar sua mão, fazendo eu ofegar e fechar os olhos. Fiz o mesmo, pressionando seu clítoris com meus dedos freneticamente.

Nossos corpos estavam começando a se movimentar, e eu resistia a tentação de não abaixar seu quadril e a fazer se movimentar contra meu corpo. Ela encostou sua testa na minha, seus olhos cinza intimidadores bem perto, trocamos olhares embargados, nossas bocas semi abertas enquanto gememos baixinho. Foi de longe, o momento mais íntimo que tivemos no nosso namoro até ali.

A sensação de gozar junto com sua namorada? Algo entre ver estrelas, comer a melhor comida do mundo e fechar os olhos para dormir depois de dois dias de insônia. É uma sensação de puro prazer instintivo, como se seu corpo precisasse daquilo. Foi algo tipo isso que senti quando nossos corpos tremeram juntos.

—É, isso foi legal — ela respondeu brincalhona. Se deitou ao meu lado na cama, nós dois ofegantes.

—Estou ansioso pelo nosso aniversário — respondi, e ela deu uma risada.

18 de dezembro. Eu esperei por esse dia ansiosamente, até quando me lembrei dele. A verdade é que nós nunca tivemos a oportunidade de concluir nossos planos. Gostaria de ter prestado mais atenção quando ela me falava sobre como os Deuses estavam malucos. Talvez eu pudesse ter agido antes... Antes de ter minha memória apagada e ser chutado para o outro lado do país. Sem sequer conseguir completar nosso aniversário de quatro meses.

Notas finais
Enfim, espero que vocês tenham gostado. É a cara do Percy fazer uma bagunça num internato, não é? kkk Não se esqueçam de deixar suas críticas, e até o próximo!