Na Turquia:

— Aí Armando, não quero que você se machuque...

— Eu me machuco quando você se nega a fazer amor gostoso comigo, vem mi Betty, seja minha. As mãos de Armando começam a passear pelo corpo de Betty, fazendo com que seu corpo se arrepiei todo com seu toque.

— Aiiii Armando...

— Betty que delícia seu corpo é meu paraíso, me deixa te amar.

— Sempre mi vida. Te quero Armando.

— A Betty...

Armando puxa a calcinha se Betty, ele passa a mão na intimidade de Betty sente como ela está úmida.

— Aaaaa eu quero, quero te possuir, minha doutora.

— Faça o que quiser, meu doutor! Betty puxa com força a camisa de Armando, os botões arrebentam. Armando se levanta e arranca a calça ficando somente de boxe. Armando sobe em cima de Betty e começa a puxar devagar sua camisola. Ele deposita beijos quentes por todo o sei corpo.

— Doutor, eu estou queimando. Me possua... Por favor...

— Betty, quero te possuir, mas antes quero sentir cada sensação sua, quero sentir cada sensação sua.

Armando acaba de tirar a camisola de Betty, ele desce os lábios pelos seios senha amada.

— Lindos e meus, só meus... Armando passa a língua e começa a sugar os seios de Betty, que sente que seus seios ficam duros com os carinhos de Armando.

Armando continua a sugar os seios de Betty, sua mão esquerda segura as costas de Betty com força puxando no corpo de Betty pra mais próximo de si, enquanto a mão direita desce até o sexo de Betty, ele penetra Betty com dois dedos.

— Aaaaaaaaaaaaaiiiiii que delícia mi amor, não para... Aaaaaaaaaaaaaaaaaa.

— Isso mi vida, se entrega, se entrega pra mim. Armando suga, lambi e da pequenas mordiscadas nos seios de Betty, enquanto seus dedos brincam na intimidade de sua amada.

Betty não aguenta por muito tempo aos carinhos de Armando.

— Mi amor, eu não aguento... Eu vou.

Armando dirá os dedos de dentro de Betty e desce seu corpo encaixa a cabeça no meio das pernas de Betty, e começa a sugá-la.

— Armando, isso está muito gostoso... Aaaaaaaaaaaaaiiiiii.

Ele continua, até que Betty não aguenta e derrama nós lábios de Armando.

Armando suga e continua beijando o sexo de Betty.

— Que delícia mi amor, você é doce, doce igual a mel, o seu mel é só meu.

—Seu, todo seu.

Armando fica de joelhos, e abre as penas de Betty e se encaixa dentro dela.

— Aaaaaas delícia. Armando fala enquanto começa a se movimentar dentro de Betty.

— Isso minha gostosa, delícia.... Aaaaa.

— Aiiii Armando, que delícia. Não para!

Armando passa suas mãos pelos seios de Betty. _ Te quero, te quero. Preciso te possuir mi vida, você é minha.

— Sempre sua, e você é meu?

— Todo seu... Gostosa demais.

Em Bogotá:

Mário e Sandra chegam a casa de Sandra. Patrick não parava de chorar nem um minuto.

— Meu filho, fica quietinho, por favor!

— Doutor, ele está gripado não vai parar tão cedo de chorar. Me dê ele aqui! Sandra pega o pequeno Patrick no colo e balança bem devagar, até que ele se acalme.

— Nossa você leva jeito com crianças.

— Tenho duas irmãs mais novas, estou acostumada a tomar conta de crianças. Tome doutor, vou pegar o chá pra ele.

Sandra entrega Patrick para o pai. Depois ela segue para a cozinha, enquanto Mário não para de observá-la

— Nossa, como ela é linda. Como não vi isso antes. Mário fala.

— Disse algo doutor?

— Eu? Não, só queria saber onde está a Mariana.

— A doutor, ela está com o namorado, acho que não vem hoje pra casa!

Mas ruas de Bogotá.

Marcela andava de um lado para outro, até que um táxi para e Marcelo sai de dentro.

— Mi amor! Ela corre para abraçar Marcelo.

— Que cheiro é esse Marcelo?

— Cheiro? Que cheiro?

— Marcelo isso é perfume de mulher, onde você estava?

— Marcela, não exagere, você sabe onde eu estava.

— Sei, com alguma vagabunda por aí!

— Marcela, que loucura. Eu estava na casa de um amigo....

— Que amigo é esse?

— Paulo, ele é modelo e sofreu um acidente, feliz! Que falta de confiança, meu Deus como você é exagerada!

— Você estava com outra, acha que eu sou boba? Marcela fala batendo no peito de Marcelo.

— Para! Eu não sou o Armando Mendonza.... Não aguento isso por muito tempo! Quer terminar ótimo, cada um segue para um lado.

— Não, eu não quero terminar com você, é que eu pensei...

— Pensou nada, você desconfia de mim o tempo todo, caramba eu estava com um amigo, e o tal perfume deve ser algo da sua cabeça, não encontre com mulher nenhuma, só as meninas do quartel. Caramba Marcela, você me persegue o tempo todo, não confia em mim!

— Não, eu confio, eu amo você!

— Ama nada, a melhor coisa é terminarmos.

— Não Marcelo me perdoe. Eu confio em você, confio mesmo!

— Sei, confia, o que você está fazendo aqui então?

— Eu fiquei com saudades, e quis te fazer uma surpresa. Marcela fala com lágrimas nos olhos.

— Hum... Desculpa minha linda, eu estou nervoso, recebi uma proposta de trabalho pra fazer umas fotos em Cartagena esse fim de semana, mas não tenho dinheiro. E acabei me chateado com você. Marcelo fala abraçando Marcela.

— Como assim, de quanto precisa?

— Não Marcela, não me compre com seu dinheiro. Marcelo fala se afastando de Marcela.

— Não estou te comprando, só quero te ajudar! Vamos entrar em você me conta melhor como vai ser esse trabalho.

Na Turquia:

Armando vira Betty, ele retira seu membro de dentro dela, e começa a beijar as costas de Betty.

— Mi amor, me deixa... Por favor.

— Sou sua, faça o que quiser, sou sua, toda sua!

Armando coloca Betty de quatro, ele morde as nádegas de Betty, e depois de encaixa dentro dela.

— Aaaaaaahhhhhh Delíciaaaaaaaaaa!

Betty apertou o lençol com as mãos. _ Continua Mi amor, não para!

— Minha, Só minha!

Armando continua a penetrar Betty até que.

— Aaaaaaaaaaaaaa Betty. Armando chega ao ápice, ele cai sem cima da cama.

— Mi Doutor, como se sente. Betty fala se deitando no peito de Armando.

— Bem, mas com vontade de te ter mais uma vez.

— Aiii doutor não se cansa?

— De você jamais, vem mi amor! Armando fala puxando Betty para que ela se sente em cima de Armado.

— Vem mi amor. Armando fala dando um tapa no bumbum de Betty.

Betty começa a sentar devagar em Armando. Ao sentir como era prazeroso, Betty começa a se movimentar.

— Isso, delícia.

Na casa de Sandra:

Depois de dar o chá para Patrick, o pequeno cochila nós braços da moça.

Mário e Sandra conversam bastante até cair no sono sentados no sofá.

Mariana chega do passeio com o novo namorado. E vê Mário abraçado com Sandra e Patrick dormindo no sofá.

— Amiga, amiga acorda.

— Hum...

— Vocês estão dormindo aí no sofá!

— Nossa que horas são?

— 5:00 da manhã, vão dormir no quarto, o bebê parece estar com frio.

— Sim já vamos!

Mariana segue para seu quarto, enquanto Sandra acorda Mário e o chama para dormir em seu quarto.

O dia amanhece, e Patrick estava muito melhor, Sandra traz duas mamadeiras bem cheias de leite para o pequeno.

— Nossa que fome meu filho! Mário fala dando mamadeira para Patrick.

— Hoje ele está bem melhor doutor.

— E vocês dois? Fala Mariana chegando à cozinha.

— O que tem? Sandra pergunta arrumando os óculos.

— Vão assumir que estão juntos ou não?

— Só estou esperando sua amiga me dizer que sim, Mariana! Mário fala com um sorriso. Deixando Sandra envergonhada.

As 8:00 da manhã os funcionários chegam a Ecomoda para trabalhar.

As meninas do quartel se encontram na porta da empresa.

— Mariana, por favor...

—Sim eu já sei, não vou comentar nada com as outras de seu caso com o doutor Calderón, mas amiga você acha mesmo que isso é sério? Digo por que ele já teve um enrosco com a Aura Maria.

— Não sei amiga, esse é meu medo. Ele é assim todo fofo e sempre me fala e que me ama...

— Bom, até onde sabemos o doutor Calderón não ama a própria mãe, e vocês já dormiram juntos algumas vezes né?

— Sim, mas eu tenho medo amiga, vamos deixar as coisas como estão.

— Sim amiga! Espero que dê tudo certo pra vocês.

Ao se aproximar da porta da empresa, Sandra e Mariana começam a rir.

Aura Maria estava batendo no Freddy.

— Bom dia, o que está acontecendo aqui? Pergunta Mariana.

— Esse cachorro que não pode ver um rabo de saía! Fala Aura Maria.

— Não minha rainha, eu só estava mostrando aquelas senhoritas onde é a entrada da empresa, ela vai ensaiar com o seu Hugo minha vida! Freddy fala tentando se defender dos tapas de sua esposa.

— Nossa, mas apanhando tão cedo Freddy. Fala Sofia se aproximando com Bertha e Inezita.

— Minha querida cunhada postiça por favor explique a minha finíssima esposa que eu sou um homem fiel.

— Sim, muito fiel, igual ao Efraim com a vendedora de bolachas. Fala Bertha irritando Aura Maria é Sofia ao mesmo tempo.

Wilson que assistia de longe, se aproxima das meninas e fala. _ Meninas é melhor entrar o doutor Valência vem chegando.

— Meninas vamos, não queremos problemas com ele! Fala Inezita.

O carro de Daniel, se aproxima ao mesmo tempo que o ônibus que Patrícia parava no ponto de frente a Ecomoda.

— Desgraçado! Amanhã não venho nessa pocilga!

— Amanhã no mesmo horário meu amor! Grita o motorista que sai em disparada.

— Patrícia, que vergonha, nem pra pagar um táxi você tem dinheiro!

— Não começa Daniel.

— Olha nunca pensei que fosse tão pobre que fosse se entregar ao primeiro motorista de ônibus que passa.

— O que quer dizer com isso?

— Que você é tão fácil, que qualquer um consegue te levar pra cama, até mesmo um motorista de ônibus, tudo por uma carona.

As meninas do quartel começam a rir, enquanto entram na empresa. Patrícia passa correndo pois não pode esbofetear Daniel.

Na Turquia:

— Aaaaaaaaaahhhh Mi amor, isso foi lindo! Fala Armando abraçando Betty.

— Aí Armando, hoje você estava insaciável!

Armando abre um sorriso, mas logo some.

— Mi vida, será que machucamos o grãozinho?

— Não Armando, com certeza está tudo bem! Falando nisso, já pensou em algum nome?

— Não mi vida.

— Dá outra vez você acertou, era a nossa Milinha e agora o que você acha que é?

— Pra falar a verdade não faço ideia mi vida. Mas dessa vez gostaria de um menino.

— Hum... Um Armandinho Júnior!

— Não mi amor, um Armando Mendonza já basta no mundo. Mas e você já pensou em algum nome?

— Se for menina eu queria que fosse Ana Maria. Betty fala fazendo carinho em Armando.

— Hum... Gostei Ana Maria Pinzón de Mendoza e se for menino?

— Estava pensando em Armando Júnior, mas como você não gostou...

— Não mi anjo não é que eu não gostei, mas eu pensei em outro nome.

— Qual?

— Jorge Enrique.

— Jorge Enrique? Nossa é lindo, parece nome de príncipe.

— Claro, vai ser o nosso príncipe. Armando fala passando a mão na barriga de Betty.

Betty boceja.

— Está com sono mi vida?

— Pra falar a verdade, estou um pouco cansada, você acabou comigo hoje doutor.

—Eu? Eu me lembro que uma certa doutora Mendonza me devorou...

Betty ri e fala. _ te amo, meu doutor.

— Não mais do que eu, minha doutora! Te amo mais que tudo.

Os dois se beijam apaixonadamente, depois Betty se aconchega nós braços de Armando e dorme.

Armando fica passando a mão nos cabelos de Betty, dando beijinhos em sua bochecha. Pouco depois cai no sono também.

Na Ecomoda:

Todos estavam concertados trabalhando, até que escutam um grito vindo do ateliê de Hugo.

— Aaaaaaaaaaaaaiiiiii!

— Meninas que grito é esse? Fala Aura Maria ao se aproximar de Bertha e Sófia.

— Não sei, mas está vindo do ateliê. Fala Bertha.

— Bertha, vai lá. Você é a que tem melhor audição, escuta o que está acontecendo e vem contar pra gente. Fala Aura Maria

Betha sai na ponta do pé, quando chega próximo vê Hugo dando um de seus chiliques.

— Menina, o que você pensa que é? Como assim engordou dois quilos, o que foi terminou com o namorado é?

— Aí Hugo nem da pra notar!

— Não, claro que não, está uma baleia de gorda. Olha aqui esse desfile tem que ficar tudo um luxo, meu nome está em jogo e você me aparece assim gorda desse jeito? Aí preciso do meu chá INEZITA!

— Já vou!

—Onde está o Marcelo, eu preciso dele pra fazer a coreografia?

— Ainda não chegou!

— Claro, só porque está namorando uma das donas da empresa, pensa que pode fazer o que quiser.

—Oi Betinha.

— Aaaaai. Marcelo que susto.

— Que foi minha linda, por que está aí escondida?

— A é que eu ouvi um grito, e vi ver o que era.

— E o que era?

— O seu Hugo, que está soltando a franga como sempre.

Só dois começam a rir, depois Marcelo segue para a passarela.

—ONDE VOCÊ ESTAVA? ISSO É HORA SE CHEGAR? NÃO SABE QUE TEMOS UM DESFILE PRA FAZER?

— Huguinho calma, eu já cheguei. Me atrasei porquê...

— NÃO QUERO NEM SABER, VÁ SE TROCAR ANDA. E VOCÊ O QUE FAZ AI SUA GORDA? PERDEU O QUE AQUI?

Bertha corre e volta para sua mesa.

Nesse momento a porta do elevador abre, o delegado Dylan Ribeiro e Thiago Albuquerque, saem do elevador.

As meninas do quartel quando vêm os dois começar a sonhar com eles.

Pois se tratava de dois belos homens.

— Bom dia. Meu nome é Dylan Ribeiro e esse é o investigador Thiago Albuquerque, gostaríamos de falar com o presidente dá empresa.

— Sim! Vou avisar ao doutor Valência. Fala Aura Maria.

— Doutor? O delegado Dylan Ribeiro e o investigador Thiago Albuquerque gostariam de falar com o senhor.... Sim senhor!

— Senhores, por favor podem me acompanhar. Aura Maria fala levando os policiais, até a sala de reuniões.

Os policiais entram e se sentam, Aura Maria oferece café, mas eles não aceitam a moça volta para sua mesa.

Poucos minutos depois Daniel entra na sala de reuniões.

— Bom dia senhores, eu sou Daniel Valência, presidente da Ecomoda em que posso ajudar? Daniel fala estendendo a mão para Dylan e Thiago.

— Doutor Valência, estamos aqui investigando a compra de tecidos contrabandeados pela sua empresa, a carga foi apreendida ontem a noite no porto.

— O que?

Continua...

Notas finais
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