Histórias da Ecomoda.
182 Nome do bebê.
Na Turquia:
— Aí Armando, não quero que você se machuque...
— Eu me machuco quando você se nega a fazer amor gostoso comigo, vem mi Betty, seja minha. As mãos de Armando começam a passear pelo corpo de Betty, fazendo com que seu corpo se arrepiei todo com seu toque.
— Aiiii Armando...
— Betty que delícia seu corpo é meu paraíso, me deixa te amar.
— Sempre mi vida. Te quero Armando.
— A Betty...
Armando puxa a calcinha se Betty, ele passa a mão na intimidade de Betty sente como ela está úmida.
— Aaaaa eu quero, quero te possuir, minha doutora.
— Faça o que quiser, meu doutor! Betty puxa com força a camisa de Armando, os botões arrebentam. Armando se levanta e arranca a calça ficando somente de boxe. Armando sobe em cima de Betty e começa a puxar devagar sua camisola. Ele deposita beijos quentes por todo o sei corpo.
— Doutor, eu estou queimando. Me possua... Por favor...
— Betty, quero te possuir, mas antes quero sentir cada sensação sua, quero sentir cada sensação sua.
Armando acaba de tirar a camisola de Betty, ele desce os lábios pelos seios senha amada.
— Lindos e meus, só meus... Armando passa a língua e começa a sugar os seios de Betty, que sente que seus seios ficam duros com os carinhos de Armando.
Armando continua a sugar os seios de Betty, sua mão esquerda segura as costas de Betty com força puxando no corpo de Betty pra mais próximo de si, enquanto a mão direita desce até o sexo de Betty, ele penetra Betty com dois dedos.
— Aaaaaaaaaaaaaiiiiii que delícia mi amor, não para... Aaaaaaaaaaaaaaaaaa.
— Isso mi vida, se entrega, se entrega pra mim. Armando suga, lambi e da pequenas mordiscadas nos seios de Betty, enquanto seus dedos brincam na intimidade de sua amada.
Betty não aguenta por muito tempo aos carinhos de Armando.
— Mi amor, eu não aguento... Eu vou.
Armando dirá os dedos de dentro de Betty e desce seu corpo encaixa a cabeça no meio das pernas de Betty, e começa a sugá-la.
— Armando, isso está muito gostoso... Aaaaaaaaaaaaaiiiiii.
Ele continua, até que Betty não aguenta e derrama nós lábios de Armando.
Armando suga e continua beijando o sexo de Betty.
— Que delícia mi amor, você é doce, doce igual a mel, o seu mel é só meu.
—Seu, todo seu.
Armando fica de joelhos, e abre as penas de Betty e se encaixa dentro dela.
— Aaaaaas delícia. Armando fala enquanto começa a se movimentar dentro de Betty.
— Isso minha gostosa, delícia.... Aaaaa.
— Aiiii Armando, que delícia. Não para!
Armando passa suas mãos pelos seios de Betty. _ Te quero, te quero. Preciso te possuir mi vida, você é minha.
— Sempre sua, e você é meu?
— Todo seu... Gostosa demais.
Em Bogotá:
Mário e Sandra chegam a casa de Sandra. Patrick não parava de chorar nem um minuto.
— Meu filho, fica quietinho, por favor!
— Doutor, ele está gripado não vai parar tão cedo de chorar. Me dê ele aqui! Sandra pega o pequeno Patrick no colo e balança bem devagar, até que ele se acalme.
— Nossa você leva jeito com crianças.
— Tenho duas irmãs mais novas, estou acostumada a tomar conta de crianças. Tome doutor, vou pegar o chá pra ele.
Sandra entrega Patrick para o pai. Depois ela segue para a cozinha, enquanto Mário não para de observá-la
— Nossa, como ela é linda. Como não vi isso antes. Mário fala.
— Disse algo doutor?
— Eu? Não, só queria saber onde está a Mariana.
— A doutor, ela está com o namorado, acho que não vem hoje pra casa!
Mas ruas de Bogotá.
Marcela andava de um lado para outro, até que um táxi para e Marcelo sai de dentro.
— Mi amor! Ela corre para abraçar Marcelo.
— Que cheiro é esse Marcelo?
— Cheiro? Que cheiro?
— Marcelo isso é perfume de mulher, onde você estava?
— Marcela, não exagere, você sabe onde eu estava.
— Sei, com alguma vagabunda por aí!
— Marcela, que loucura. Eu estava na casa de um amigo....
— Que amigo é esse?
— Paulo, ele é modelo e sofreu um acidente, feliz! Que falta de confiança, meu Deus como você é exagerada!
— Você estava com outra, acha que eu sou boba? Marcela fala batendo no peito de Marcelo.
— Para! Eu não sou o Armando Mendonza.... Não aguento isso por muito tempo! Quer terminar ótimo, cada um segue para um lado.
— Não, eu não quero terminar com você, é que eu pensei...
— Pensou nada, você desconfia de mim o tempo todo, caramba eu estava com um amigo, e o tal perfume deve ser algo da sua cabeça, não encontre com mulher nenhuma, só as meninas do quartel. Caramba Marcela, você me persegue o tempo todo, não confia em mim!
— Não, eu confio, eu amo você!
— Ama nada, a melhor coisa é terminarmos.
— Não Marcelo me perdoe. Eu confio em você, confio mesmo!
— Sei, confia, o que você está fazendo aqui então?
— Eu fiquei com saudades, e quis te fazer uma surpresa. Marcela fala com lágrimas nos olhos.
— Hum... Desculpa minha linda, eu estou nervoso, recebi uma proposta de trabalho pra fazer umas fotos em Cartagena esse fim de semana, mas não tenho dinheiro. E acabei me chateado com você. Marcelo fala abraçando Marcela.
— Como assim, de quanto precisa?
— Não Marcela, não me compre com seu dinheiro. Marcelo fala se afastando de Marcela.
— Não estou te comprando, só quero te ajudar! Vamos entrar em você me conta melhor como vai ser esse trabalho.
Na Turquia:
Armando vira Betty, ele retira seu membro de dentro dela, e começa a beijar as costas de Betty.
— Mi amor, me deixa... Por favor.
— Sou sua, faça o que quiser, sou sua, toda sua!
Armando coloca Betty de quatro, ele morde as nádegas de Betty, e depois de encaixa dentro dela.
— Aaaaaaahhhhhh Delíciaaaaaaaaaa!
Betty apertou o lençol com as mãos. _ Continua Mi amor, não para!
— Minha, Só minha!
Armando continua a penetrar Betty até que.
— Aaaaaaaaaaaaaa Betty. Armando chega ao ápice, ele cai sem cima da cama.
— Mi Doutor, como se sente. Betty fala se deitando no peito de Armando.
— Bem, mas com vontade de te ter mais uma vez.
— Aiii doutor não se cansa?
— De você jamais, vem mi amor! Armando fala puxando Betty para que ela se sente em cima de Armado.
— Vem mi amor. Armando fala dando um tapa no bumbum de Betty.
Betty começa a sentar devagar em Armando. Ao sentir como era prazeroso, Betty começa a se movimentar.
— Isso, delícia.
Na casa de Sandra:
Depois de dar o chá para Patrick, o pequeno cochila nós braços da moça.
Mário e Sandra conversam bastante até cair no sono sentados no sofá.
Mariana chega do passeio com o novo namorado. E vê Mário abraçado com Sandra e Patrick dormindo no sofá.
— Amiga, amiga acorda.
— Hum...
— Vocês estão dormindo aí no sofá!
— Nossa que horas são?
— 5:00 da manhã, vão dormir no quarto, o bebê parece estar com frio.
— Sim já vamos!
Mariana segue para seu quarto, enquanto Sandra acorda Mário e o chama para dormir em seu quarto.
O dia amanhece, e Patrick estava muito melhor, Sandra traz duas mamadeiras bem cheias de leite para o pequeno.
— Nossa que fome meu filho! Mário fala dando mamadeira para Patrick.
— Hoje ele está bem melhor doutor.
— E vocês dois? Fala Mariana chegando à cozinha.
— O que tem? Sandra pergunta arrumando os óculos.
— Vão assumir que estão juntos ou não?
— Só estou esperando sua amiga me dizer que sim, Mariana! Mário fala com um sorriso. Deixando Sandra envergonhada.
As 8:00 da manhã os funcionários chegam a Ecomoda para trabalhar.
As meninas do quartel se encontram na porta da empresa.
— Mariana, por favor...
—Sim eu já sei, não vou comentar nada com as outras de seu caso com o doutor Calderón, mas amiga você acha mesmo que isso é sério? Digo por que ele já teve um enrosco com a Aura Maria.
— Não sei amiga, esse é meu medo. Ele é assim todo fofo e sempre me fala e que me ama...
— Bom, até onde sabemos o doutor Calderón não ama a própria mãe, e vocês já dormiram juntos algumas vezes né?
— Sim, mas eu tenho medo amiga, vamos deixar as coisas como estão.
— Sim amiga! Espero que dê tudo certo pra vocês.
Ao se aproximar da porta da empresa, Sandra e Mariana começam a rir.
Aura Maria estava batendo no Freddy.
— Bom dia, o que está acontecendo aqui? Pergunta Mariana.
— Esse cachorro que não pode ver um rabo de saía! Fala Aura Maria.
— Não minha rainha, eu só estava mostrando aquelas senhoritas onde é a entrada da empresa, ela vai ensaiar com o seu Hugo minha vida! Freddy fala tentando se defender dos tapas de sua esposa.
— Nossa, mas apanhando tão cedo Freddy. Fala Sofia se aproximando com Bertha e Inezita.
— Minha querida cunhada postiça por favor explique a minha finíssima esposa que eu sou um homem fiel.
— Sim, muito fiel, igual ao Efraim com a vendedora de bolachas. Fala Bertha irritando Aura Maria é Sofia ao mesmo tempo.
Wilson que assistia de longe, se aproxima das meninas e fala. _ Meninas é melhor entrar o doutor Valência vem chegando.
— Meninas vamos, não queremos problemas com ele! Fala Inezita.
O carro de Daniel, se aproxima ao mesmo tempo que o ônibus que Patrícia parava no ponto de frente a Ecomoda.
— Desgraçado! Amanhã não venho nessa pocilga!
— Amanhã no mesmo horário meu amor! Grita o motorista que sai em disparada.
— Patrícia, que vergonha, nem pra pagar um táxi você tem dinheiro!
— Não começa Daniel.
— Olha nunca pensei que fosse tão pobre que fosse se entregar ao primeiro motorista de ônibus que passa.
— O que quer dizer com isso?
— Que você é tão fácil, que qualquer um consegue te levar pra cama, até mesmo um motorista de ônibus, tudo por uma carona.
As meninas do quartel começam a rir, enquanto entram na empresa. Patrícia passa correndo pois não pode esbofetear Daniel.
Na Turquia:
— Aaaaaaaaaahhhh Mi amor, isso foi lindo! Fala Armando abraçando Betty.
— Aí Armando, hoje você estava insaciável!
Armando abre um sorriso, mas logo some.
— Mi vida, será que machucamos o grãozinho?
— Não Armando, com certeza está tudo bem! Falando nisso, já pensou em algum nome?
— Não mi vida.
— Dá outra vez você acertou, era a nossa Milinha e agora o que você acha que é?
— Pra falar a verdade não faço ideia mi vida. Mas dessa vez gostaria de um menino.
— Hum... Um Armandinho Júnior!
— Não mi amor, um Armando Mendonza já basta no mundo. Mas e você já pensou em algum nome?
— Se for menina eu queria que fosse Ana Maria. Betty fala fazendo carinho em Armando.
— Hum... Gostei Ana Maria Pinzón de Mendoza e se for menino?
— Estava pensando em Armando Júnior, mas como você não gostou...
— Não mi anjo não é que eu não gostei, mas eu pensei em outro nome.
— Qual?
— Jorge Enrique.
— Jorge Enrique? Nossa é lindo, parece nome de príncipe.
— Claro, vai ser o nosso príncipe. Armando fala passando a mão na barriga de Betty.
Betty boceja.
— Está com sono mi vida?
— Pra falar a verdade, estou um pouco cansada, você acabou comigo hoje doutor.
—Eu? Eu me lembro que uma certa doutora Mendonza me devorou...
Betty ri e fala. _ te amo, meu doutor.
— Não mais do que eu, minha doutora! Te amo mais que tudo.
Os dois se beijam apaixonadamente, depois Betty se aconchega nós braços de Armando e dorme.
Armando fica passando a mão nos cabelos de Betty, dando beijinhos em sua bochecha. Pouco depois cai no sono também.
Na Ecomoda:
Todos estavam concertados trabalhando, até que escutam um grito vindo do ateliê de Hugo.
— Aaaaaaaaaaaaaiiiiii!
— Meninas que grito é esse? Fala Aura Maria ao se aproximar de Bertha e Sófia.
— Não sei, mas está vindo do ateliê. Fala Bertha.
— Bertha, vai lá. Você é a que tem melhor audição, escuta o que está acontecendo e vem contar pra gente. Fala Aura Maria
Betha sai na ponta do pé, quando chega próximo vê Hugo dando um de seus chiliques.
— Menina, o que você pensa que é? Como assim engordou dois quilos, o que foi terminou com o namorado é?
— Aí Hugo nem da pra notar!
— Não, claro que não, está uma baleia de gorda. Olha aqui esse desfile tem que ficar tudo um luxo, meu nome está em jogo e você me aparece assim gorda desse jeito? Aí preciso do meu chá INEZITA!
— Já vou!
—Onde está o Marcelo, eu preciso dele pra fazer a coreografia?
— Ainda não chegou!
— Claro, só porque está namorando uma das donas da empresa, pensa que pode fazer o que quiser.
—Oi Betinha.
— Aaaaai. Marcelo que susto.
— Que foi minha linda, por que está aí escondida?
— A é que eu ouvi um grito, e vi ver o que era.
— E o que era?
— O seu Hugo, que está soltando a franga como sempre.
Só dois começam a rir, depois Marcelo segue para a passarela.
—ONDE VOCÊ ESTAVA? ISSO É HORA SE CHEGAR? NÃO SABE QUE TEMOS UM DESFILE PRA FAZER?
— Huguinho calma, eu já cheguei. Me atrasei porquê...
— NÃO QUERO NEM SABER, VÁ SE TROCAR ANDA. E VOCÊ O QUE FAZ AI SUA GORDA? PERDEU O QUE AQUI?
Bertha corre e volta para sua mesa.
Nesse momento a porta do elevador abre, o delegado Dylan Ribeiro e Thiago Albuquerque, saem do elevador.
As meninas do quartel quando vêm os dois começar a sonhar com eles.
Pois se tratava de dois belos homens.
— Bom dia. Meu nome é Dylan Ribeiro e esse é o investigador Thiago Albuquerque, gostaríamos de falar com o presidente dá empresa.
— Sim! Vou avisar ao doutor Valência. Fala Aura Maria.
— Doutor? O delegado Dylan Ribeiro e o investigador Thiago Albuquerque gostariam de falar com o senhor.... Sim senhor!
— Senhores, por favor podem me acompanhar. Aura Maria fala levando os policiais, até a sala de reuniões.
Os policiais entram e se sentam, Aura Maria oferece café, mas eles não aceitam a moça volta para sua mesa.
Poucos minutos depois Daniel entra na sala de reuniões.
— Bom dia senhores, eu sou Daniel Valência, presidente da Ecomoda em que posso ajudar? Daniel fala estendendo a mão para Dylan e Thiago.
— Doutor Valência, estamos aqui investigando a compra de tecidos contrabandeados pela sua empresa, a carga foi apreendida ontem a noite no porto.
— O que?
Continua...
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