Historia de louco
2 1 de algo
Notas iniciais
No mesmo segundo acordo, estou em meu quarto, confiro se meu corte ainda estava ali, mas havia desaparecido, suspirei de alivio. 'A garota, quem será? pensava enquanto pegava o celular para ver a hora; 5:58, logo Nathalie iria me acordar, então resolvi levantar.
Como esperado, 6 horas Nathalie estava na porta de meu quarto.
—Bom dia, Adrien — disse Nathalie enquanto entrava no meu quarto, ela não respeita privacidade alheia, aposto — aqui está sua agenda, o café estará pronto em 15 minutos, não se atrase — saiu, parecia um robô.
Quando cheguei na escola já estava o Nino e a Alya conversando na sala de aula, sentei no meu lugar de sempre. O Nino tentava me levar pro meu da conversa, mas não tava afim, só queria entender o que ocorreu em meu sonho. Sentia que não era realidade a minha volta, como se você pura imaginação e a qualquer momento voltaria em si.
— Ai — Alya me beliscou, me trazendo de volta para a realidade.
— Oi pra você também.
— Silencio turma, hoje temos uma aluna nova, Marinette Dupain-Cheng. Então, por favor, sejam "amigaveis" com ela — havia uma menina ao seu lado.
Ela tinha olhos azuis da cor do céu, seus cabelos azuis escuros estavam presos em duas maria-chiquinhas e usava um vestido largo vermelho com bolinhas pretas. Será que era ela com quem sonhava ontem? Por que me esfaqueou?
— ADRIEN — o nino gritou no meu ouvido, me tirando dos meus pensamentos para a realidade até o que acontecia do outro lado da rua — a aula já acabou. Tu da no mundo da lua deste hoje cedo, é por causa da marinette? — falou baixo a ultima parte.
— Desculpa Nino, ela me lembrou uma pessoa — não quero mentir para ele, mas não posso contar que sonhei com ela me esfaqueando — quem é marinette?
— Agora que o Adrien acordou, bora tomar sorvete?- dei um pulo de susto, a Alya ouviu a conversa?
A NOVATA! Esqueci por completo dela. Virei para trás e ela estava toda encolhida na cadeira, ela teve ser tímida.
— Bora — falou eu e o Nino em unis solo.
-O que acha mari?- perguntou Alya, a novata só concordou com a cabeça — ok, então vamos ness... pera um pouquinho ai que meu celular da tocando- disse a mesma atendendo o celular saindo na nossa frente — alô, quem fala? Boa tarde senhora Madeleine, sim ela da bem e a lad...- ela já havia saído da sala.
Arrumei minha coisas, restando somente eu e o Nathaniel, que estava concentrado nos seus desenhos. Sai da sala e vi o Nino na porta da sala.
— Mudanças de planos, a Alya foi embora com a novata em um carro cinza.
— A Alya é rápida, mal sei o nome da novata e ela já é sua melhor amiga — dentei fazer uma piada, mas o Nino me olhou serio, me fazendo perder o sorriso.
— Elas são melhores amigas deste criança. Eu também conheci a Marinette a ao mesmo tempo que ela, mas nunca fomos próximos — disse com uma cara fechada — a marinette é muito isolada, e a sua mãe só permitiu ela estudar em uma escola se a Alya estivesse com ela o tempo todo.
— Por quê?
— Isso ai eu não sei, só a Alya e a senhora Madeleine sabem da história... bora o sorvete?- o Nino mudou de assunto.
Sabia que o Nino não queria continuar falando sobre isso, e felizmente (isso mesmo, felizmente, não infelizmente) o Gorila havia chegado, buzinando para me apresar.
— Foi mal cara, mas a carona chegou — fingi está triste — quem sabe na próxima? Tchau- entrei no carro e acenei para ele. Ele acenou de volta e foi embora com a cara fechada.
Estava me sentindo culpado. O dia passou voando.
Cheguei em casa e fui direto para meu quarto, estava tão cansado que queria dormir até o dia de São Nunca. Estava chovendo forte e nem acendi a luz, o que permitiu a luz de fora entrar; ótima cena pra filme de terror (olha, oi Freddy, veio me matar?) Em menos de meia hora tava desmaido dormindo.
Desta vez tudo em volta de mim estava preto, exceto por um borrão vermelho.Corri até o borrão, e quando mais eu me aproximava, mais ia ganhando forma de uma menininha que já havia visto, mas parecia ter uns 4 ou 5 anos, usava o mesmo vestido vermelho de pintinhas pretas, segurava um gato de pelúcia preto com dois botões verdes para os olhos e estava toda suja de sangue. Eu me aproximei dela.
— Por que está chorando? — perguntei enquanto me abaixava na sua frente.
— Eu não tenho culpa, eu não vis nada — ela olhou para mim, seus olhos azuis estavam molhados de lagrimas — por favor não me machuque, a culpa não foi minha, ele se matou — e começou a chorar de novo. Acalmei-a.
— Quem morreu?
— Meu pai, Tom.
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