...-obrigada -pego ambos

—não a de que minha,querida — sorri

Dessa vez eu consigo enxergar um pouco mais nítido as coisa em minha volta, como por exemplo: o rosto da mulher da enfermaria.
A porta do quarto e aberta mais uma vez, por ela entra um garoto forte, cabelos negros, olhos verdes, pela branca. Olho pra porta e me de paro com ele, o mesmo garoto que me atropelou no outro dia.

Não sei o que ouve comigo. más,meu coração disparou ao velo ali tão magnífico parado ali na porta me fitando com um pequeno sorriso torto no rosto.

—to vendo que você esta um pouco melhor, estou certo? -pergunta ele com o sorriso que me tirará o fôlego de qualquer garota, mais comigo isso não aconteceria porque não dessas que ficam abismada por um garoto como ele.
Mesmo assim,Tenho que concorda, ele é magnífico, mais não serei eu que direi isso alto e bom som.

—huuum, o que devo a honra de sua visita ao meu simples quarto hospitalar -dico com sarcasmo

—uuuuuei,essa doeu Lindinha! — se sente ofendido

—me desculpa se machuquei seus sentimentos,queridinho — tento me levantar, mais sinto um poco de tontura e quase Caio da cama. Por sorte a enfermeira ainda estava do meu lado.

—cuidado, você ainda esta com os sintomas da pancada -diz ela como as mãos em minha cintura.

—não se preocupe eu estou bem -digo com os olhos fechados, sentindo a cabeça giras como um carrossel.

—não, não esta -diz ela com uma voz autoritária -você esta dispensada de suas aulas por hoje -afirma ela

—não precisa tando, senhora-tento argumentar com ela.

—precisa sim,senhorita teimosia.

—argh, esta bem -entediado. Ela desvia o olhar de mim e olha pra o garoto parado na frente da porta,nos encarando com uma cara que eu não consegui decifrar.

—haaaam, você? -ela aponta pra o garoto

—Quem? Eu? -aponta o dedo pra si mesmo

—sim,você. -confirma ela -você poderia levar essa jovem pra casa?- pergunta o olhando

—oque? Não e pra tanto eu estou bem eu não preciso de um segurança na minha cola -digo ríspida

—chega -diz a mulher numa voz grossa -ele te levara por bem ou por mal, não é -ela olha pra ele

—claro -diz ele com os olhos meio arregalados de medo da mulher

— ... -bufo de raiva mais não discuto com ela...