Historia Heu doce mafioso

8 Capítulo - Reflexos de um passado sombrio


Notas iniciais
Olá amores eu trouxe esse capítulo pra vocês e espero não decepciona-los, esse capítulo é meu sonho realizado em relação a Claire, tirando a parte triste é claro mais é assim que eu gostaria de vê-la Enfim, espero que gostem. Beijos

PV: Claire

Eu estava acuada, do outro lado da porta eu ouvia os gritos de dor que Owen deixava escapar por sua garganta, eu sabia que ele estava com medo por mim, percebi isso quando nossos olhares se cruzaram minutos antes de Lucas fechar a porta atrás de se.
O infeliz me encarou com um sorriso malicioso enquanto olhava minhas pernas com uma luxúria que eu não gostava.
Owen foi o único homem que conseguiu me satisfazer sexualmente, o sexo entre nós era intenso e tão gostoso que eu já nem queria ser de mais ninguém, ele era o suficiente e sabia fazer exatamente o que eu gostava, por isso nos entendíamos tão bem na cama, ou fora dela, dei um meio sorriso com esse pensamento, e Lucas pareceu notar.
— Quando eu te vi dançando daquele jeito tão sensual e provocante, eu quis você na mesma hora, Lucas fala se aproximando da cama me deixando nervosa e apreensiva ao mesmo tempo.
Mas agora você será minha, e só pra mostra que eu sou bonzinho, vou deixar você escolher se vai ser por bem, ou por mal.
Seu dedo indicador deslizou por minha perna e só esse gesto me fez querer vomitar de tanta repulsa que eu senti.
Eu tinha uma decisão importante a tomar, deixar esse lixo miserável abusar de mim, ou acordar uma parte de mim que a cinco anos estava adormecida.
É claro que optei pela segunda alternativa, sorri maliciosa e Lucas franziu o senho em confusão.
— Acho que vai ser por mal, falei dando uma cabeçada em Lucas e logo em seguida saltei da cama em um giro alto e dando um chute forte em seus países baixos,
Lucas
caiu no chão se contorcendo enquanto eu
corri até meu closet, estava na hora de pegar minhas belezinhas e mandar esses invasores pro inferno.
Que tal a gente colocar esses vagabundos pra correr daqui, falei olhando pras duas Glock 380 em minhas mãos, abri uma segunda gaveta pegando um punhal que meu pai tinha me dado de presente. voltei pro quarto no mesmo instante que Lucas se levantava com sua arma apontada em minha direção.

— Então você é uma gatinha selvagem! Eu vou adorar domar você, seu sorriso perverso só não foi mais assustador que os gritos de Owen chamando por mim.
— Eu não tenho medo de vermes como você, vociferei, Lucas gargalhou vindo em minha direção tão rápido como um raio, sem pensar duas vezes disparei contra ele que desviou ao mesmo tempo que me deu uma coronhada na cabeça, vacilei dando dois passos pra trás, e o desgraçado por ser mais alto e mais forte que eu me agarrou por trás fazendo minhas armas cair longe de mim no processo, Lucas me jogou na cama com violência, esbravejei furiosa quando ele subiu em cima de mim ta tentativa de rasgar minha camisola, fiquei meus dentes em seu braço até senti o gosto do sangue em minha boca, ele gritou se distraindo com a dor e eu aproveitei pra lhe desferir um soco bem no meio da cara, de longe eu avistei meu punhal, e aproveitando que Lucas ainda se recuperava do susto de ter recebido um soco no rosto, corri até meu punhal e sem pestanejar atirei mirando em seu olho direito, ele gritou alto caindo no chão e sangrando, espero que morra! grite pisando com toda força que eu tinha em seus testículos, olhei pra mim mesma e vi que tinha sangue do desgraçado em mim.
— Eu amava essa camisola, choraminguei exasperada, retirei meu punhal que estava cravado em seu olho aproveitando pra lhe dá mais alguns chutes nas costelas, nem parei pra vê se estava vivo ou morto, Oliver estava gritando eu precisava ajudá-lo.
Peguei minhas armas em punhos e num rompante abri a porta do quarto, passei pelo corredor e de cima da sacada pude vê Owen sentado em uma cadeira amarrado nos pés e nas mãos, enquanto os brutamontes tratavam de tortura-lo , meu sangue ferveu ao vê aquela cena, Billy apenas sorria diabólicamente, tomei impulso e saltei de cima da sacada no meio deles os pegando de surpresa, Billy arregalou os olhos assustado apontando a arma em minha direção, disparei um tiro em sua mão o que fez a arma cair no chão e ele gritar de dor, os três patetas que estavam torturando Owen foram surpreendidos com meus disparo direto em suas pernas, os fazendo cair, chutei o rosto de um deles que mesmo ferido tentou me atingir, Owen estava com os olhos arregalados, sua surpresa em me vê em ação o deixou de queixo no chão.
— Quem é você? Billy perguntou embasbacado, de todos, ele era o que mas parecia surpreso com o que via.
— Alguém que estava adormecida, mas que você acordou, e agora eu estou muito puta, gritei enraivecida, ele tentou alcançar sua arma com a mão boa, mais eu a chutei pra longe, o desgraçado não desistiu e veio em minha direção mais atirei em seu pé e na outra mão , na verdade minha vontade era dar um tiro certeiro bem no coração contudo me segurei.
—Claire e esse sangue todo? eu ouvi um disparo lá em cima o que aconteceu? Owen parecia aflito, o pavor estava estampado em seus olhos.
— O sangue é do Lucas, e o tiro fui eu quem disparou, respondi sua pergunta enquanto o desamarrava, Owen se jogou em meus braços tateando meu corpo a procura de algum machucado,e quando viu que eu estava bem, respirou aliviado.
— E eu que pensei que o Slade estava se divertindo tentando assustar você, por isso não mandei ninguém ir lá em cima averiguar quando ouvi o tiro, quem diria que uma menina com cara de anjo, faria tudo isso? Billy sorria amargamente de se mesmo.
— Temos muito o que conversar Owen disse baixinho em meu ouvido, antes de pegar um celular e começar a digitar um número, dei de ombros enquanto mantinha minhas armas em direção os quatro idiotas a minha frente que me encarava com ódio mortal.
— Ta olhando o quê? Chutei a cara de um idiota que me encarou com malícia só porque eu estava de camisola.
— Se nos matarem toda a bratva e suas aliadas vão caçar vocês até no inferno, Billy cuspiu as palavras em minha cara.
— Vai valer a pena se for pra livrar o mundo de vermes como você! vociferei em resposta.
— Chamei meus dois amigos de confiança, eles vão chegar daqui a pouco, Owen fala vindo em minha direção,
— O que eu vou encontrar lá em cima? pergunta temeroso direcionando seu olhar pro quarto.
— Não sei, um cadáver talvez? falei dando de ombros.
— Sabe qual é a pena pra quem mata um membro da máfia, rolei os olhos em descaso e Owen soltou um suspiro pesado antes de responder sua própria pergunta.
— Tortura seguida de morte.
sua voz saiu falha.
Não demorou muito e os amigos de oliver chegaram, eu já os tinha vista antes na boat, se Oliver confiava neles eu também iria confiar.
— Caramba! Qual foi o furacão que passou por aqui? o moreno de olhos azuis perguntou assim que entrou em minha sala, Owen respirou aliviado assim que viu os amigos chegarem.
— Vinícius , Barry essa é Claire, minha namorada, arregalei os olhos surpresa com tal afirmação mas Oliver pareceu não perceber, acho até que nem se deu conta do que acabou de falar na verdade.
— Por quê você está só de cueca? Vinícius curioso.
— minha calça está lá em cima, respondeu dando de ombros.
— Dig vem comigo até o quarto chamou em um tom de comando e Dig imediatamente obedeceu.
— Se ficarem do lado dele vão colocar um alvo em suas costas, Anatoly gritou enquanto Oliver subia as escadas.
— Eu nunca gostei mesmo de você! minha lealdade é ao meu amigo, por Vinícius sorrir satisfeita.
cinco minutos depois Owen descia as escadas vestido e com a ajuda do amigo arrastava um slade quase sem vida, acho que o ditado que diz que vaso ruim não quebra é verdadeiro, eu jurava que esse desgraçado já estava morto.
— Ele perdeu muito sangue tem que ir pro hospital, Owen fala diretamente aos amigos.
Vinícius e Barry se encarregaram de levar Billy e os seus capangas em um hospital comum, de acordo com eles isso daria tempo pra Owen e eu fugirmos, se fosse em outros tempos eu diria pra matar todos eles e enterrar o problema de uma vez por todas, acontece que com a máfia as coisas eram diferentes, Owen queria fugir pra depois contra atacar, não sei por quê mais ele queria eliminar toda a máfia de uma só vez.
— Pega só o necessário e é melhor não demorar, falou me apressando, o fuzilei enraivecida, não fazia parte dos meus planos me tornar uma fugitiva da máfia.
— Não me apresse, respondi de forma ríspida enquanto colocava algumas roupas em minha mala, eu já tinha avisado as minhas amigas e a Laila que iria viajar por um tempo, e agora eu estava arrumando as malas pra fugir com um mafioso super gostoso sabe Deus pra onde.
— Você sabe que Billy não vai parar de nos caçar né? Oliver fala me fazendo encara-lo nos olhos.
— Então por que não matou ele de uma vez, assim acabaria nossos problemas, Owen pegou minha mala e saiu em direção a porta me fazendo bufar irritada.
— Se for matar um membro da Bratva é melhor matar todos de uma vez, eu cresci nesse meio Claire, sei como as coisas funciona, é melhor ficarmos fora da mira deles por enquanto, depois encontramos uma forma de acabar com cada um deles, Owen fala confiante.
— E os seus amigos? perguntei curiosa, tenho certeza que eles também são alvos de Billy agora.
— Não se preocupe eles sabem se cuidar, falou como se isso explicasse tudo.
Entrei no carro de Owen deixando minha antiga vida pra trás, se eu quisesse poderia ter me recusado a fugir, o problema é que eu não queria ficar sem Owen por perto, e só o fato de me sentir tão dependente dele estava me assustando, acho que eu estava me apaixonando por ele, só isso pra explicar eu virar uma fugitiva da máfia russa.
— Que tal a gente conversar sobre o que aconteceu no seu apartamento, Owen fala parando o carro.
— Agora? aqui! no meio do nada? Questionei confusa.
— Está chovendo, não vou dirigir na chuva é perigoso.
— Perigoso é ter a Bratva em peso na sua cola, respondi impertinente.
Owen solta um longo suspiro parecendo cansado.
—Claire eu nunca entrei na sua casa com minha arma por que não queria que sentisse medo de mim, sabe como eu fiquei surpreso quando te vi com duas armas em punhos e atirando como se fosse uma atiradora de elite profissional?
sua pergunta me fez desviar os olhos por alguns segundos até a maleta onde eu guardava minhas armas.
— Tudo bem! mas já que vamos ser sinceros você também vai ter que me contar por que sua própria gente queria te fazer mal.
— Você primeiro! falou sorrindo de lado ao mesmo tempo que eu soltei um suspiro cansado, falar do passado não era uma coisa que eu gostava de fazer.
Aconteceu dez anos atrás quando eu era só uma adolescente apaixonada e sonhadora, falei fechando meus olhos e descansando a cabeça no encosto do carro.
— Meu pai era um dos homens mais inteligentes e brilhante que eu já conheci, naquela época ele trabalhava pra CIA como inventor, fabricava armas tecnológicas, e ele era o melhor no que fazia, acontece que esse trabalho também trouxe muitos inimigos pra ele, minha mãe e eu sabíamos das atividades secretas do meu pai, eu até me sentia orgulhosa por meu pai ser tão forte e inteligente, as vezes ele me deixava participar de alguns dos seus projetos.
Ele desenvolveu uma tecnologia super poderosa, um programa capaz de invadir qualquer servidor e tirar todo tipo de informação, inclusive esse programa podia encontrar qualquer pessoa ou coisa em qualquer lugar do mundo em tempo real, mesmo sendo um projeto pessoal e secreto, alguns inimigos ficaram sabendo e nós tivemos que fugir, meu pai largou o emprego mm a CIA e com a ajuda do seu parceiro jhon nos escondemos por um tempo.
Balanço a cabeça em negação me lembrando do dia que minha vida começou a mudar de forma drástica.
Eu estava terminando o colegial, eu era uma nerd bem diferente da mulher que sou hoje, dou uma pausa respirando, Owen não fala nada apenas me encara curioso.
Eu conheci um rapaz, Cooper Sheldon ele era bonito, tão inteligente quanto eu, e se mostrou muito interessado em mim, não demorou muito e ele me pediu em namoro, sorrio com amargura.
Meu pai não gostou dele, disse que não confiava nele, e que ele só queria se aproveitar de mim por ser mais velho que eu, eu não acreditei, fui tola, me entreguei de corpo e alma a ele, eu estava apaixonada e cega, quando dei por mim já estava brigando com meus pais por causa dele, ficamos juntos por seis meses, nesse tempo ele me pediu pra ajudá-lo em um projeto, eu aceitei ajudá-lo, outro erro que eu cometi, ele sempre me perguntava se meu pai tinha algum projeto que fosse melhor que o nosso, e eu ingenuamente acabei dando todas as informações que ele precisava sem nem ao menos perceber, no meu aniversário de 16 anos mamãe fez um jantar pra comemorarmos, eu pedi pra convidar meu então namorado e mesmo a contra gosto papai aceitou, foi a última vez que vi meus pais com vida, Owen limpou minhas lágrimas e só agora me dei conta que estava chorando.
— O que aconteceu? Owen pergunta timidamente.
— Lembra aquela adaga que eu furei o olho do Slade? Owen faz que sim com a cabeça.
— Foi a última coisa que meu pai me deu antes de cooper cortar a garganta dos meus pais bem diante dos meus olhos.
Acontece que o desgraçado era o filho de um dos criminosos do colarinho branco mais conhecidos e poderosos dos Estados Unidos, ele queria agradar o pai e pegar uma cadeira na mesa do crime organizado, ele se aproximou de mim me seduziu somente pra pegar o projeto do meu pai, imagina o que um criminoso poderoso como o senador Cooper poderia fazer com aquela tecnologia? o mundo veria a terceira guerra mundial com certeza,
É claro que meu pai se negou a lhe entregar o projeto, nunca foi a intenção dele criar uma arma que pusesse destruir a vida das pessoas, ele só queria melhorar as coisas, mais não deu certo,
Eu implorei pra que ele não fizesse nada contra minha família, nunca vou esquecer os gritos de minha mãe, mais pra cada súplica minha, era um tapa que eu levava na cara, eu era fraca não sabia me defender, ele matou meus pais a sangue frio e depois fez o mesmo comigo, mais falhou, por quê eu sobrevivi, e quando eu fiquei boa quis ir atrás de cada um dos membros da família dele, eu não estava ligando pra o azar de nada, eu sentia culpa, vergonha e um ódio descomunal dentro de mim, foi então que o Jhon que era parceiro do meu pai e meu padrinho fez uma proposta e me mandou pra um lugar chamado Nanda Barbat, lá eles me ensinaram tudo o que eu sei hoje, canalizar minha raiva em uma coisa menos letal era o que eu precisava, fiquei lá por dois anos, quando sai de lá fiz o que eu queria, vingar minha família.
O Senador tinha negócios com a Yakuza, eu só tive que mexer meus pauzinhos e toda Yakuza caiu em peso em cima do senador e sua família incluindo o Cooper, finalmente eu tinha me vingado, mesmo assim eu não me sentia aliviada, os pesadelos ainda me assombrava todas as noites, foi então que eu me envolvi
com a dança, o resto você já sabe, falei relaxando os ombros, parecia que eu tinha tirado uma tonelada de peso das minhas costas.
— Eu sinto muito pelos seus pais, Owen falou me surpreendendo, sorri em resposta, falar sobre essa parte da minha vida nunca era fácil.
— Acho que nossos caminhos se cruzaram por alguma razão Claire, Owen fala pensativo.
— Eu também vi minha família morrer, e o responsável por isso foi o homem que me criou como um filho, também desejo a mesma vingança que você deu a sua família, nunca vou te jugar por isso, sorri satisfeita com sua afirmação.
— Como ninguém nunca desconfiou de você? quer dizer, a Yakuza e uma das máfias mais poderosas, nem a Bratva teria coragem de enfrenta-la
— Herdei a beleza da minha mãe e a inteligência do meu pai, falei como se isso explicasse tudo.
— Só o Jhon soube das coisas que eu fiz, dois anos de treinamento intenso me deram algumas habilidades especiais, se juntar isso com a minha inteligência vai saber do que sou realmente capaz de fazer, Owen assentiu.
— Passei muito tempo tendo pesadelos terríveis com os meus pais, mas depois que começei a dançar foi como ter encontrado a paz que o Cooper tirou de mim, falei sincera.
Ficamos um tempo em um silêncio confortável, a chuva ainda caia forte lá fora,
Depois de cinco anos essa foi a primeira vez que falei sobre o meu passado, Owen também estava perdido em seus próprios pensamento, eu podia sentir a tensão se acumular em seus ombros.
— Por quê você veio comigo? quer dizer, você enfrentou a Yakuza sozinha, colocou seus inimigos na linha de fogo e ainda saiu ilesa de tudo, ta mais que provado que você não precisa de ninguém pra cuidar de você, por quê aceitou fugir comigo?
Owen pergunta pensativo e temeroso ao mesmo tempo.
— Pelo sexo é claro! respondi com um sorriso malicioso
— Você tem um pau gostoso pra caralho e ainda sabe usar a língua com uma maestria que eu nunca vi antes, Owen me encarou com os olhos arregalados, o que me fez gargalhar.
— Ta me dizendo que a única razão pra estar comigo e por que eu sei te foder com vontade? dei de ombros e Owen revirou os olhos.
— Estou me sentindo um objeto sexual, você está me usando, falou com uma falsa mágoa.
— E você gosta, gosta tanto que já está de pau duro só de me ouvir falar assim, constatei o óbvio, coloquei a mão em cima de seu membro ereto apertando e Owen gemeu fechando os olhos.
não pensei duas vezes, tirei minhas botas e em seguida minhas roupas, precisava que a água da chuva levasse embora a tensão que meu corpo estava sentindo naquele momento, Owen abriu os olhos e quando percebeu o que eu estava fazendo engoliu em seco.
— Ta fazendo o quê? perguntou assustado.
— Tirando a roupa, respondi dando de ombros ao mesmo tempo que tirava minha calcinha e sutiã.
— Não precisa ficar só olhando, falei sugestiva e Owen piscou três vezes, abri a porta do carro e mesmo estando frio era confortávelmente aconchegante. fui pra frente do carro onde eu sabia que Owen
estava me olhando abrir os braços, fechei os olhos e começei a girar sorrindo ao mesmo tempo, era como se a água da chuva estivesse de certa forma me libertando de todo o peso que o meu passado refletia em mim, quando abri meus olhos Owen estava a minha frete pelado obviamente excitado, mas o que me chamou a atenção foi seu olhar em mim, tinha algo diferente escondido naquele mar azul, Owen me olhava com admiração, seu sorriso era o mais sincero que eu já tinha visto, ele me agarrou pela cintura me trazendo mais pra perto de seu corpo, sua mão atrevida foi direto pra minha intimidade, seus dentes parecia rasgar a pele do meu pescoço, sua língua quente lambia meus seios me arrancando gemidos de prazer, esse homem tinha o dom de me deixar de pernas bambas com apenas um toque.
— Você fez isso de propósito não foi? perguntou apertando minha bunda com gosto, reprimir um gemido mordendo meu lábio inferior, minhas mãos desceram até a sua bunda e dessa vez fui eu quem desferiu um tapa estalado, Oliver gemeu em resposta e eu gostei disso.
— Lembra que você me castigou me proibindo de gozar quando eu quisesse? dessa vez arranhei seu peitoral e Owen gemeu.
— agora é a minha vez de ficar no controle, seja um bom menino ou então vou castiga-lo, falei chupando seu mamilo, senti a pele de Oliver se arrepiar, e tenho certeza que não foi de frio.
Caminhei empurrando ele até o carro e assim que Owen caiu de costas em cima do carro, abocanhei seu pau com gula, Owen grunia como um animal com a intensidade das estocadas que eu desferia com minha boca em seu pau, minha língua subia e descia toda a extensão de seu membro duro enquanto eu sugava e chupava sua ponta sensível, ele estava louco de tesão, seu corpo começou a dar sinal que seu gozo estava próximo, brinquei com suas bolas chupando e lambendo de forma atrevida, Owen se remexeu tentando se levantar mais eu o empurrei de volta, apertei seu membro e ele rosnou se contorcendo, fica quieto, ordenei e ele obedeceu, subi em seu quadril sentando de uma só vez em seu membro o engolindo completamente, um grito alto e animalesco ecoou de sua garganta, Owen revirava os olhos e mordia os lábios reprimido seus gemidos de prazer.
—Claire por favor! sua súplica não passou de um sussurro, rebolei ainda mais rápido me deliciando com o prazer que era foder um homem tão gostoso como Owen, tê-lo submisso aos meus desejos, era tão bom quanto o orgasmo que ele me proporcionava.
— Ta gostoso? perguntei intensificando ainda mais minhas estocadas, sentir Owen quase vir então parei de supetão.
— Você está querendo me deixar louco? suas mãos trêmulas agarraram minha cintura com força, comecei a me mexer bem devagar sentindo se pau pulsar dentro de mim, era tão gostoso não aguentei e soltei um gemido alto, a chuva caia sobre nossos corpos sem piedade mais não sentíamos frio, pelo contrário quando as gotas cai em nossos corpos parecia evaporar de tão quente que a nossa temperatura estava.
debruçei-me sobre seu corpo atacando seus lábios em um beijo esfômiado, mordi de leve a ponta de sua língua e minha cavalgada prazerosa em cima de seu pau ganhou velocidade, Owen se debatia abaixo de mim, ele estava sentindo os efeitos de um orgasmo avassalador prestes a explodir.
— Quer me foder assim Owen? perguntei com a voz falha, eu também estava me segurando a horas.
— Você nem faz ideia de como eu quero te foder Claire! um sorriso travesso escapou de seus lábios.
Lambi sua boca chupando a ponta de sua língua enquanto guiava a sua mão até meu ponto sensível.
— me faça gozar na mesma hora que você, rebolei mais forte e mais rápido em cima de seu membro, Owen fez uma massagem gostosa em meu clitóris e na mesma hora que ele rosnou pelo gozo derramado me desmanchei de prazer, fincando minhas unhas em sua pele e mordendo sua carne em uma tentativa inútil de reprimir meus gemidos, cai sobre seu peito seus batimentos assim como os meus estavam mais que acelerado.
Ergui meus olhos pra encarar Owen, ele estava sorrindo com os olhos fechados, beijei seus lábios com calma e delicadeza sentindo uma emoção que por mim era desconhecida, foi então que eu percebi, eu não só estava perdidamente apaixonada por oliver, meu coração gritava que um sentimento ainda mais forte que uma paixão avassaladora era o que eu sentia por meu doce mafioso.

Notas finais
Eu queria soltar esse capítulo só amanhã mais não consegui me segurar, 9999 eu espero que gostem, e se não gostarem me diga por favor vou amar saber a opinião de vocês Se tiverem alguma dúvida pode falar que eu vou tentar esclarecer, obrigada por todo carinho de vocês amores, Nos vemos em breve no próximo capítulo. Beijos