Historia De Uma Semideusa Em Crise
17 Capítulo 17 - A luta.
Notas iniciais
Puxamos as laminas. VI o metal da minha espada e a dele se tocarem . Ele confuso me olhou e falou:
-- Como é aqui? — Piscou forte e deu um passo para tras falando: — Não vou ter que te fazer ficar semimorta né? — nervoso.
Olhie para ele. Agora sabia, porque as vicatrizes, tudo nele significava que ele tinham outro meio de treinar. Um jeito totalemente diferente.
-- Vamos lutar ate o outro desistir...
Ele sorriu e investiu me pegando desprevinida, na verdade só vi o movimento dele no ultimo minuto que eu bloqueie com a minha lamina, Ele era rapido, senti meu braço sofrer o impacto de um segundo golpe.
Dei um passo para tras e para o lado e investi com golpes sequenciados e sem fim. Quando minha lamina apanhou o braço dele a perfurando a pele de leve., ele perfurou a pele da minha coxa. Paramos as laminas e ficamos nos vendo a lamina dele tocando de leve minha coxa me deixava asustada. Imagina estava no meio de uma luta e de repente eu me vi com os pes na terra e a espada dele entre minhas coxa, não.. ta ela estava quase dentro na parte do meio tocando de leve onde saia sangue mais ainda estava numa area intima demais! Recuei.
Lado positivo, eu tinha acertado o antebraço dele com mais força que ele havia me atingido. O negativo era que ele tinha acertado minha coxa, mesmo de leve. Ele havia me acertado. Mas ele arfava . olhei para ele. Atacando em outra sequencia sem fim. Ele amparava todos os meus golpes e eu os dele. Mas eu suava, ele nem isso fazia ele arfava, ou xingava. mais não saia uma gota de suor do desgraçado! Pega de surpresa me vi com um lamina no pescoço enquanto a minha estava no torax dele.Ele sorria. a poucos centimetros de distancia. Corri e fiz um movimento com o pulso que tirou a lamina dele para a minha mão. Sorrindo ele pegou uma adaga do bolso. Continuou lutnaod aofra eu tinha duas espadas.
Porém não sabia o quanto ele era habilidoso. Ele tinha a adaga, eu acabei ficando na defensiva.
Ele acertou meu braço, me dixando com um corte perto do pulso. Sorriu e me vi desarmada. Com minha armas no lago. Elas meio que flutuavam. na agua. Era oleito do lago que ia para o acampamento aquele?
Fiquei furiosa encarando o Tomás ele tinha me desarmado. Porém eu não tinha desistido. Estava furiosa, mais tão furiosa que uma oliveira cresceu e ela a atacou. Gritei correndo para arvore enquanto ele partia a pobre arvore em pedaços com as espadas.
-- Para! — Gritei e a arvore caiu.
Sai correndo chorando para perto da arvore.
-- oi alguém Ninfa!? — Olhei para o Tomás com odio.
Ele me encarou e eu falei:
-- Nunca pensei que você mataria uma árvore, uma Ninfa!
--Foi você que fez a arvore nascer não tinha ninfa. -- ele soriru e me abraçou e falou: -- Mas você se rendeu!
Tocando o meu rosto e sorrindo olhei para ele e falei:
-- Eu pedi para parar não me rend...
-- Mas valeu, você desistiu!
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