Histórias da Ecomoda.
180 Longa história mana.
Na Ecomoda.
— VOCÊ ESTÁ ME EXPULSANDO DA EMPRESA?
— SIM, FORA DA MINHA EMPRESA. A SOCIEDADE ACABA AGORA!
Gabriela sai da presidência.
— AURA MARIA!
Aura Maria entra na presidência correndo.
— Sim senhor?
— Chame o Olarte!
— Sim!
No corredor.
Como assim? O Daniel acabou com a sociedade? Hugo fala colocando a mão no rosto.
— Sim, o doutor Valência acabou de desfazer a sociedade, eu vou embora, Bertha você pode me ajudar a esvaziar a minha sala?
— Sim senhora.
Betha segue Gabriela, e as meninas começam a fofocar.
— Meninas essa empresa está uma confusão. Fala Sofia.
Na Turquia.
Armando é levado para o quarto.
— Mi amor? Betty fala batendo na porta.
— Oi mi vida!
— Tem uma pessoa que veio te ver!
— Oi mano!
— Mila, oi mana!
— Vou deixar vocês a vontade. Betty fala fechando a porta.
— Mi amor!
— Oi?
— Aonde vai?
— Ligar para a Fiediris, quero saber como está a Milinha.
— Tá mi vida, mande um beijo pra ela.
—Sim! Betty manda um beijo para Armando e sai do quarto.
Camila puxa uma cadeira e se senta ao lado do irmão, ela passa a mão nos cabelos de Armando e fala. _ O que você aprontou dessa vez?
— Longa história mana...
— Conte tudo, não me esconda nada!
— Eu vou contar, mas cadê o dentuço e o Michelzinho?
— Eles ficaram na China, não conseguimos passagens pra todos.
— Pena...
— Mas amanhã eles chegam. Agora me conte!
— Eu estava na minha sala, com a advogada do Tardu, eu me lembrava dela de algum lugar, depois de discutir um pouco entramos em acordo, e ela foi me entregar os documentos, quando começou a falar de coisas que vivemos...
— Hum... Nisso você a agarrou e começou a beijá-la a Betty entrou e viu tudo!
— Não! Ela se aproximou e me beijou, a Betty viu e o resto você já sabe.
— Armando não me engane.
— Não mana, eu sou apaixonado pela minha Betty, ela me deixa louco. A amo mais que a minha vida, principalmente agora que ela está grávida do nosso segundo filho.
— A Betty está grávida? Meu Deus, que coisa boa.
— Sim, Mila minha Betty é tudo pra mim... Ela sempre esteve ao meu lado, e agora grávida. A Mila ela disse que ia se separar que ia embora com a Milinha e o grãozinho. Eu corri atrás dela, ela correu pra rua e o carro vinha na direção dela...
— Nossa mano, eu pensei que você tinha traído a Betty.
— JAMAIS. PREFIRO MORRER! MINHA BETTY É TUDO PRA MIM. Armando fala chorando.
Betty estava entrando no quarto, quando viu Armando chorando.
— Mi amor o que foi? Betty corre e abraça Armando.
— Mi vida, eu te amo, me perdoa, Betty fica comigo.
— Mi amor, eu perdoo, eu também te amo, nunca vou te deixar.
Betty abraça Armando e o beija com paixão.
— Betty, Armando me perdoem. Mano eu não queria...
— O que está acontecendo? Betty pergunta.
— Eu pensei que o Armando tinha te traído, mas vejo que não. Desculpa mano.
— Não se preocupe mana.
— Eu vou ligar para o Nick. Camila sai do quarto.
— Mi amor, me deixa eu te explicar o que aconteceu...
— Armando deixa isso pra lá...
— Não mi amor, eu quero te explicar. Me deixa por favor.
— Está bem Armando, se explique.
Na Ecomoda.
Depois de vários amassos na sala Sandra sai de dentro da vice-presidência, as meninas do quartel estão reunidas fofocando da saída da fashion grup.
— Meninas o que vocês estão falando?
— Aí Sandra? Onde você estava? Não viu o que aconteceu? Fala Sofia desconfiada.
— Trabalhando....
— Sandra, a parceria da Ecomoda com a Fashion Grup acabou. O doutor Valência expulsou a dona Gabriela da empresa. Responde Aura Maria.
— Mas como assim, ele não pode fazer isso!
— Já fez, primeiro o meu chefe, depois o os funcionários do corte e agora acabou com a sociedade com a Fashion Grup. Meninas a Ecomoda não vai durar muito. Fala Sofia.
— EI VOCÊS, FAZENDO FOFOCA COMO SEMPRE!
— Aí oxigenada, cuida da sua vida! Fala Sandra.
— Não começa girafa solteirona... Patrícia vai até a sala de Mário.
Mário estava tirando o batom de Sandra da boca, quando Patrícia abre a porta.
— Oi!
— O que você quer?
— É assim que trata a mãe do seu filho?
— Desculpe, o que quer digníssima dama?
— Também não precisa falar desse jeito, só queria saber que horas vai passar pra pegar o Patrick?
— Lá pelas 20:00!
—Hum... E você vai sozinho?
— Não a Sandra vai me acompanhar.
— O que aquela girafa solteirona vai fazer com você?
— Não é da sua conta, mas ela vai me acompanhar ao coquetel, depois de pegar o Patrick eu a levo pra casa.
— Não quero aquela girafa segure meu filho.
— Não fale assim da Sandra.
Na Turquia.
— Mi amor, meu Deus, ela te atacou e eu acusando você de traição...
— Mi amor não (beijo) não fale assim, eu no seu lugar teria feito o mesmo. Mas agora quero que você saiba, que por você ou pelos nossos filhos eu sou capaz de qualquer coisa. Te amo!
— Aí Armando... Beijo apaixonado.
Doutor Ricardo entra no quarto.
—Ow desculpa eu sempre chego na hora errada!
— Não se preocupe doutor. Betty fala vermelha.
— Tenho aqui os resultados dos exames.
— E então doutor como ele está?
— Olha devo dizer que em 20 anos de profissão eu nunca vi uma pessoa passar por um acidente desses e ficar sem nenhuma sequela.
— Então eu já posso ir embora? Armando fala se ajeitando na cama.
— Calma, primeiro temos que conversar, seu cérebro deu uma leve sacolejada, mas foi só, suas costelas logo vão voltar ao normal. Mas não pode fazer esforço excessivo. Logo você estará ótimo. Ricardo ia saindo do quarto, mas parou pra falar. _ Aliás, amanhã você vai ter alta.
— Doutor?
— Sim.
—Com isso de não poder fazer esforço, é eu posso fazer amor com a minha esposa?
— Armando!
Ricardo ri e responde. _ Pode sim, mas nada de estripulias. Façam de uma forma calma.
— Dá forma que nos mais gostamos... Hum isso me dá ideias.
— Armando!
— Bom se vocês me dão licença eu vou ver outros pacientes.
— Armando que vergonha, como você fala isso para o médico?
— E por que não?
— Com licença, vamos comer algo senhor Mendonza. O senhor ainda não comeu nada. Uma enfermeira idosa chega com uma bandeja com comida para Armando.
— Obrigado, e pra minha esposa não tem nada?
— Aí Armando, depois eu como.
— Não senhora, vai comer sim! Armando fala fazendo cara feia.
— E verdade, a senhora também tem que se alimentar, vá na cantina e coma alguma coisa.
— Está bem. Já volto meu lindo. Betty dá um selinho em Armando e segue para comer algo.
Camila estava ao celular, quando Betty se aproximou.
— Não mamãe ele está bem!
— Sim eu falei com ele...
— Tá depois nos falamos, beijos pro Papai. Oi Betty.
— Mila você estava falando com a dona Margarida? Como estão as coisas?
— Sim. Eu estava falando com ela, está tudo bem, ela estava preocupada com o Armando. E ele como está?
— Comendo, o médico disse que amanhã ele sai de alta.
— Que coisa boa Betty, amanhã o Nick vai vir com o Michelzinho.
— Que bom, e por que não vieram hoje?
— Não tinha passagem, e você quando ia me contar que eu vou ter mais um sobrinho?
— Aí Mila. Betty solta sua famosa gargalhada. Eu ia te contar, mas com essa correria.
— E como você está se sentindo?
— Meio enjoada, e pra falar a verdade com fome!
— Vamos comer alguma coisa, e você me conta tudo.
Na Ecomoda.
Gabriela sai de sua sala com seus pertences. O quartel estava reunido vai ao seu encontro.
— Doutora a senhora já vai? Fala Aura Maria.
— Sim. Estou de saída, desejo toda a sorte do mundo pra vocês.
— Mas dona Gabriela, quando a Betty voltar a senhora também volta não é mesmo? Fala Sofia.
— Não sei Sofia, isso só o tempo pode dizer. Adeus meninas. Gabriela entra no elevador e vai embora.
Mário saiu de sua sala, e ao ver Gabriela indo embora vai aonde está o quartel e pergunta o que está acontecendo.
— Meninas aquela era a Gabriela?
— Sim doutor, mas ela está indo embora. Sandra responde.
— embora como assim?
— O doutor Valência acabou com a sociedade da Ecomoda com a Fashion Grup.
— Como assim? Ele não pode fazer isso.
— Ele fez doutor, qualquer pessoa que vá de contrário ao que ele fala, ele manda embora.
— Eu preciso falar com o Daniel... Mário saia em direção a sala da presidência.
— Não doutor! É melhor deixar do jeito que está. Sandra fala segurando o braço de Mário.
Mário olha para Sandra e volta para sua sala.
A porta do elevador abre mais uma vez e Marcela sai de dentro. Ao verem Marcela todas as meninas do quartel correm para seus postos de trabalho.
—MARCEEE!
— O QUE FOI?
—Nossa que mal humor é esse?
—Problemas com a loja do centro, precisamos de mais peças e não temos nada no estoque.
—Aí Marce, mas isso a Garfield tinha mandado a peitudinha fazer, eu vi quando ela mandou!
—Aura Maria!
—Sim senhora?
— Você avisou a produção que a loja do centro está sem peças novas?
—Sim dona Marcela, eu avise, mas o doutor Valência, ele cancelou pedido.
—O Daniel? Mas por quê?
—Não sei doutora!
—Ele está na presidência?
—Sim, está com o doutor Olarte!
Marcela seguia para a presidência quando encontra com Marcelo.
—Nossa, até que enfim você apareceu!
—Marcela, hoje não estou para brincadeiras! Marcelo passa com um copo d’água.
—Pra quem é isso aí?
—Para o Hugo, ele está muito nervoso.
—E por que dessa vez?
—Você ainda pergunta? Depois do seu irmão quase matar ele...
—COMO?
—A Marcela, vai dizer que não sabia, seu irmão pegou o Hugo pelo pescoço e quase matou enforcado, depois quando a Gabriela tentou defendê-lo ele acabou como a sociedade da Ecomoda com a Fashion Grup.
—Não isso só pode ser brincadeira!
—Se não acredita em mim, pergunte a ele, agora com licença que o Hugo me espera!
Marcela segue para a presidência.
Na Turquia:
Depois de comer, Armando e Betty estavam aos beijos.
—Mi amor, tenta dormir um pouco!
—Não quero, quero olhar pra você!
—Armando precisa descansar.
—Eu descanso no brilho dos seus olhos!
—Bobo!
—Linda!
—É sério, você precisa dormir bem, amanhã sai de alta e a Milinha não vai te deixar em paz.
—Dorme aqui comigo!
—Armando, não cabemos os dois aí.
—Vêm mi amor, deita-se aqui! Armando se vira para o lado dando um espaço na cama para Betty.
— Você não pode se mexer, lembre-se que está com as costelas quebradas...
—Betty se você não vir dormir comigo, eu vou me levantar e dormir com você nem que seja nessa cadeira.
—Tá, mas se eu te machucar avise. Betty fala tirando os sapatos e o blazer.
—Você só me machuca quando me diz não.
Betty se aconchega nos braços de Armando, ele a puxa para que ela fique bem próxima a ele, Betty começa a sentir a excitação de Armando.
—Mi amor, você conhece aquela piada do homem que queria fazer amor com sua esposa na cama de um hospital?
—Armando, não podemos!
— Mas eu quero!
—Se você não se controlar eu vou embora...
—Tá, eu fico quietinho! Ele abraça Betty e beija seu pescoço.
—Armando!
—Tá parei.
Depois de alguns minutos os dois dormem de conchinha.
Na Ecomoda:
—Daniel, o que pensa que está fazendo?
—Irmãzinha, vejo que lembrou o caminho da minha sala, ou se estiver a procura daquele pé rapado ele não está aqui!
Olarte solta uma risadinha.
—Você não se meta nisso, nos deixe as sós! Marcela fala para Olarte que sai da presidência.
— Agora me fale, como acabou com a sociedade com a Fashion Grup e como não vai abastecer a loja do centro.
—Simples, essa sociedade não estava nos agregando em nada e a loja do centro vamos fechar assim como as outras. Eu sou obrigado a admitir que o Armando pela primeira vez na vida tinha razão, as franquias são um ótimo negócio, melhor que os pontos de venda.
— Como assim, e eu como fico?
—Trabalhe com o Armando ou então viva com suas ações.
—Daniel...
—Irmãzinha agora eu preciso trabalhar, estou esperando um grande carregamento de insumos.
Marcela sai furiosa da presidência.
A noite chega a Bogotá:
No porto de Bogotá os caminhões da Ecomoda estão parados esperando as mercadorias. Um grande navio chega ao porto, e começa a descarregar s mercadorias e colocam nos caminhões.
De repente várias viaturas de polícia entram na frente dos caminhões. 3
—PARADOS POLÍCIA! DESLIGA O CAMINHÃO E DESÇA COM AS MÃO NA CABEÇA. O policial grita com um dos motoristas.
Continua...
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