Histórias Infantis... Ou Não!
8 Escola
Notas iniciais
Uma faca de alguns centímetros de desconfiança finalmente atravessa uma veia por este fraco amor platônico que apareceu de repente. Um apontador pode ser transformado numa arma letal. Não é ficção!
Eu gosto de Português e de Artes; já que sou inútil em números, não gosto. Mas se continuar a preocupar-me sobre qual delas é correta sinto que vão ambas tornar-se erradas!
A lição de casa de hoje é sobre mim que não tem personalidade. Apenas o suficiente, sem compromissos, é assim que tenho vivido!
Mas porque é que nós, às vezes, não, sempre dizemos que estamos tristes, dizemos que estamos sozinhos?
Porque todos ao meu redor só conseguem ler o quadro negro?
Eu só consigo ler a imaginação daquela criança! Quem estava a manchar o coração dela de giz?
Porque todos só conseguem resolver a equação no ábaco?
Eu só consigo tentar alargar a corda à volta do pescoço daquela criança! Podemos nós continuar assim?
Não importa quanto tempo passe, nós estaremos sempre intoxicados descuidadamente por hipnotismo industrial das escolas feitas de lixo tóxico!
A arrogância do poder que não tenho sempre a esconder-me desesperadamente atrás daqueles que cuidam de mim quando os portões se fecham e eu fico sozinho!
A lição de casa de ontem como sempre não o consegui resolver.
Mas porque é que o mal dentro de mim diz que quero desaparecer, diz que quero morrer?
Porque todos só conseguem recitar a fórmula da relação de áreas?
Eu só consigo recitar os sonhos de criança! Quem atirou esses sonhos por água abaixo?
Quando é que eu vou crescer?
Mas o que é crescer em primeiro lugar?
A quem é que eu devia perguntar?
O que é que eu devo fazer?
Já não importa mais.

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