Histórias Cruzadas
28 ꒰✟꒱ 27. — Vamos chamar a atenção. É hora do show! — HyunLix.
Notas iniciais
O plano era simples, eles precisavam ser vistos pelo Belfegor, e pelo Gabriel, precisavam ser notados e fazer com que aqueles dois decidissem por usar a eles em seu plano final.
Chamar a atenção era o que o Hwang mais sabia fazer, então após saírem da casa do Seungmin eles foram para uma boate onde ele sabia que o Belfegor sempre frequentava, e agora que estava ali com seu belíssimo namorado, o resto seria muito fácil.
— Meu anjinho, você já esteve em lugares como esse antes né?
O Felix que olhava a tudo atentamente sorria para o seu namorado.
— Já sim, Jinnie, mas nunca como um frequentador, eu venho a lugares assim quando os nomes em minha lista são pessoas que frequentam esse tipo de recinto.
O íncubo sorriu, só o cupido mesmo para falar assim.
— Primeiro amorzinho, não fale tão formalmente aqui, — Ele puxou o corpo do anjo em direção ao seu e o apertou na cintura, o encarando com intensidade. — Segundo, divirta-se Lixie, dance se quiser dançar, tome um drink se quiser beber, experimente o que desejar experimentar e o mais importante, fique colado a mim, me beije com vontade, vamos deixar a todos aqui com inveja.
— Está bem meu amor, farei como disse!
O Felix puxou o Hyunjin para um beijo quase obsceno, o que deixou o íncubo ainda mais encantado por aquele serzinho que não cansa de o surpreender, e em meio ao beijo delicioso que trocavam eles foram para o meio da pista.
A música tocava a toda altura, as pessoas dançavam despreocupadamente e enquanto aproveitava toda a empolgação de seu namorado angelical o Hyunjin observava tudo, ele estava esperando um certo demônio aparecer e torcia para que isso acontecesse logo.
O casal aproveitava com vontade cada segundo da noitada que tinham, e agora entendendo que diferente dos humanos ele poderia beber o quanto quisesse que não ficaria bêbado tão facilmente o Felix aproveitou para experimentar os sabores que a boate oferecia, o Hyunjin só ficava de olho, pois como ali era um lugar comum a seres sobrenaturais também poderiam colocar algo na bebida de seu namorado, algo que realmente afetasse a um cupido, mas tirando isso os dois estavam aproveitando bem e chamando o máximo de atenção possível, sem esforços demasiados, pois só pela beleza do casal e a forma como se pegavam no meio da pista já era extremamente convidativo a quem quer que chegasse ali, e os olhares na direção daqueles dois eram inevitáveis.
Muitos até desejavam estar junto a eles.
E agora o Hyunjin estava completamente satisfeito, pois sabia que o seu alvo estava ali os observando já há um tempo.
*No Bar da boate*
O Belfegor que estava sentado no bar reconheceu o famoso íncubo, favoritinho do papai por ser tão belo e eficiente, e o melhor? Ele estava na companhia de um anjo.
Quando a sorte lhe sorriria assim outra vez? Talvez nunca!
Então sem pensar muito ele foi logo dando seus próximos passos.
“ — Alô, Gabriel?
— Já falei para não ficar me ligando demônio.
— Cara deixa de ser chato, é importante...
— Importante? Fale de uma vez então.
— Acabo de encontrar nossos alvos para completar o ciclo de nosso plano.
— Encontrou um anjo e um demônio?
— Sim, e quer saber o melhor?
— Desembucha Belfegor!
— Tá, tá, calma anjo, o melhor é que você não terá receio de matar um irmão seu...
— E por que me diz isso?
— Porque pelo ângulo que tenho de onde estou os encarando há um tempo já, esses dois estão juntos em um romance ardente, e eu sei que para você isso é algo repulsivo.
— O quê?! Um anjo namorando um demônio? Impossível!
— Eu diria que está mais para um casamento, almas gêmeas e tudo, e os dois não fazem questão alguma de se esconderem, estão quase trepando no meio de todo mundo, e eu nem estou exagerando.
— Belfegor. Onde você está?
— Na boate de sempre.”
Assim que o demônio falou onde estava o arcanjo apareceu ao seu lado, mas isso apenas fez o Belfegor rir largo para o Gabriel.
— Quis ver se eu não estava mentindo? Tsc, tsc, tsc... Você deveria confiar mais em mim.
— Não seja idiota, eu jamais confiarei em ti.
O arcanjo encontrou facilmente quem procurava, e logo reconheceu a figura angelical na qual o demônio se referia ao telefone.
— E aí reconheceu seu maninho alado?
— Felix... eu sempre soube que se alguém cederia aos encantos da carne este seria ele, só me espanta ter demorado tanto.
— É que ele estava esperando a pessoa certa, e eu te garanto que para seu anjo o Hwang cai como uma luva, devo admitir que eles combinam e muito inclusive, será uma pena ter que matá-los.
— Está sentimental demais para o meu gosto Belfegor, não há nada mais repulsivo do que um anjo se entregando nas mãos de um demônio assim e nós dois vamos pôr um fim nessa vergonha.
— Que seja, — O demônio deu de ombros. — Mas ainda acho uma pena, e não se apresse Gabriel, precisamos deixar tudo pronto para aí sim poder pegá-los, um passo em falso e perderemos a oportunidade perfeita.
— E em quanto isso devo assistir essa pouca vergonha e não fazer nada?
— Olha só, você é um voyeur... — O demônio riu sarcástico pela cara destorcida do arcanjo para si. — Eu ia sugerir que apenas fiquemos com eles em nossos radares até porque se você continuar os encarando assim, de duas uma, ou você chamará a atenção para nós e o nosso plano, ou eles virão até aqui nos convidar para um “ménage à trois” e eu confesso que aceitaria numa boa, o Hwang é um íncubo delicioso e o seu cupido é lindo... todo perfeitinho, até entendo o porquê do Hwang estar com ele.
— Cala a merda da tua boca Belfegor, e faça algo útil de verdade; não os perca de vista, vou preparar tudo, não quero ficar olhando essa baixaria por muito mais tempo.
Assim que falou aquilo o arcanjo se foi deixando para trás um demônio muito satisfeito por tê-lo irritado.
— Não os perder de vista será um prazer Gabriel...
O demônio pediu um whisky e ficou ali todo o tempo de olho no casal que em sua visão era uma perfeição que resumia o equilíbrio entre o bem e o mal.
[...]
Assim que o Arcanjo se foi, o Hwang se deu por satisfeito por entender que além de chamar a atenção dos dois, os convenceu a se decidirem por ele e o seu namorado para executar o plano deles, assim como ele sabia que seria.
— Pronto Lixie, nosso trabalho foi bem-sucedido.
Os dois dançavam juntos, e o cupido estava amando ter aquelas sensações todas pela primeira vez em toda sua existência, e o melhor de tudo era estar vivendo aquilo ao lado do seu amor.
— Eles nos viram Jinnie? Eles já nos querem?
O cupido estava radiante, dançando como se não houvesse amanhã.
— Quem em sã consciência olharia para você e não o desejaria? Quem seria tolo o suficiente para não o querer meu peladinho lindo.
— Falo o mesmo de você amor, tão lindo, tão perfeito e tão gostoso assim, não há quem não faria tudo para ter você, — Ele avançou nos lábios de seu namorado e lhe beijou com afinco. — O azar é deles, pois você é todinho meu, e eu não vou dividir com ninguém.
— Quem nos ouve falando assim, mal sabe que estamos sendo cogitados para morrer... — Ele roçava seus lábios nos do Felix que sorria por amar a sensação dos lábios carnudos do Hyunjin nos dele. — Somos loucos, não somos? E fique tranquilo, você nunca terá que me dividir com ninguém... — Eles se beijavam ainda mais avidamente. — Sou seu e pertenço apenas a você, meu anjinho adorável.
Os dois ainda estavam sendo observados pelo Belfegor, foi assim por toda a noite e eles faziam questão de se insinuar com vontade para o demônio que os observava por saberem que ele ainda não tentaria nada contra os dois.
[...]
Quatro dias depois:
Mais uma vez todos estavam reunidos, e desta vez na casa do caçador.
— Então eles estão mesmo de olho em vocês dois?
— Estão sim Changbin, e devo dizer que o Gabriel está muito descontente em ter que matar um dos seus, ele só não está sofrendo mais por que o Lixie está comigo, um “demônio imundo” e isso suja a reputação perfeita dos anjos.
— Não fale assim meu amor, o Gabriel é um tolo.
— Meu deus, vocês combinam demais...
O caçador falou sorrindo e foi atender a porta já sabendo quem era.
— Nossa... com todo o respeito Christopher, mas ser recepcionado por esse pedaço de homem usando essa regata criminosa é uma verdadeira loucura...
— Oi para você também Jackson Wang, e sai já de perto do meu Binnie.
O letrado biruta, que era como eles, o chamavam entrou sorrindo.
— Olá, família linda!
— O pancada parece que hoje potencializou sua loucura, família? Linda? O Lúcifer e o Changbin são os pais? O Seungmin e o Yang são os tios certinhos, o que faz de mim e do Jisung o quê? Os titios esquisitos? Um é legal e o outro mais enérgico e claro o Hwang e o Felix os filhotes, mas e você Wang? Quem você seria nessa família?
— Um primo distante que foi renegado, mas voltou podre de rico e agora vocês me aturam, não porque me amam, mas pelo meu dinheiro.
O Seungmin não se aguenta e ri.
— E querem saber do que mais? Ele não mentiu em ser podre de rico, ele deve ser o letrado com mais posses e bens que tem, e ele nem é um dos anciãos.
— Fora as quatro famílias das quais receberei as heranças um dia, isso se eu não morrer antes, — todos sorriam, o Wang já era querido por todos. — O que me faz lembrar que tenho presentes para os meus priminhos mais lindos.
Ele retirou dois colares e os entregou, um para o Felix, e o outro para o Hyunjin.
— Que lindos, e o que são? — o cupido perguntou sorrindo, e já colocando o seu.
— São as prisões para o Belfegor, e o Gabriel.
— O quê? Você vai colocá-los aí dentro? Eles vão virar os gênios da mini lâmpada?
— Mais ou menos isso Minho... — O letrado viu que todos queriam explicações, então foi até a bancada e se sentou nela para começar a explicar. — Passei esses últimos dias trabalhando no artefato que aprisiona anjos e demônios e como viram em nosso último encontro era muito grande, quase como um ovo enorme e estranho, carregá-lo seria péssimo, e denunciaria o plano todo, então, esses últimos dias trabalhei nele e os transformei nesses colares, os dois ficarão presos no pingente e eu já os testei, funciona bem demais.
— Então foi para isso que me pediu um demônio? Para usar como teste?
— Exatamente Chris, obrigado por me mandar o Belzebu, ele é divertido, bem bonito, e um glutão de fato e nem me refiro a comida...
O comentário do Wang não passou desapercebido, mas ninguém quis o questionar mais a fundo.
— Ele também me pediu um anjo...
— E o jisung me mandou o Arcanjo Miguel, logo, testei os mini artefatos com seres poderosíssimos e eles ficaram presos aí esses dois últimos dias, tentaram se soltar, como eu pedi a eles, mas não conseguiram, então podemos dizer que foi um sucesso!
— Pera aí, o Miguel aceitou isso de bom grado?
— Aceitou sim Yang, e com isso ele me pagou um dos inúmeros favores que me deve.
— Aaah então faz sentido agora, é a cara do Miguel dever algo a você Jisung.
— Não é? — O Felix falou sorrindo. — Até para mim ele deve favores.
— Me desculpem a intromissão, mas porque falam isso tão tranquilamente do Arcanjo Miguel? Eu até entendo os demônios fazerem qualquer coisa que o papai ali pedir, eu mesmo faria sem pestanejar, mas arcanjos? São soberbos só de existirem, eu não o vejo se rebaixando assim.
— O Miguel é um grande encrenqueiro Minho, e quando falo grande, é quase mais do que todos os encrenqueiros dessa sala juntos.
— Já gosto dele então...
— É Lino, vocês se dariam bem, mas não o quero perto do Miguel não, ele também é um safado. — O Jisung fala demonstrando seu ciúme e o Minho joga um beijinho para ele no ar, o deixando um tanto tímido.
— E é por ele ser um safado que meus favores para ele entram na história, — O Felix seguiu falando. — Eu sempre fazia pessoas se apaixonarem por ele, ele os conquistava, até se casou com uma humana uma vez, mas ele sempre os abandonava depois.
— E mesmo assim você os unia a ele, meu peladinho lindo?
— Sim... — O Felix fez um bico enorme — O Miguel sabia bem como me convencer, ele escolhia sempre quem nunca poderia viver um amor verdadeiro...
— Que história boa. — O Changbin falou tomando um gole de sua cerveja gelada em seguida. — Mas e aí vamos ao que interessa? Estamos prontos mesmo para executar nosso plano?
— Acredito que sim Binnie, mas agora precisamos esperar que aqueles dois deem o primeiro passo, assim que eles estiverem prontos eles levarão o Hwang e o Felix para os matar, prendemos eles e poderemos ir atrás da profecia.
— E assim que a encontrarem Jisung, por favor tragam para nós e a destruiremos juntos.
— Bom, Wang, nos leve com você e nos ensine a usar esse artefato, pois algo me diz que o grande momento está chegando e teremos que estar bem preparados, pois nada poderá dar errado.
— O Hwang tem razão, não podemos vacilar, e por isso... — O Wang tirou uns anéis do bolso de seu casaco e os entregou a todos. — Acharam mesmo que eu não teria presentes para todos? Usem isso e estarão conectados aos dois bonitinhos ali, fora que entre si também, assim que eles forem capturados as pedras em seus anéis brilharão e vocês saberão que é a hora de entrar no salão das profecias, quando a pegarem voltem todos para a casa do Binnie, e estando todos juntos tirem os anéis para avisarem ao dois ali que estão a salvo e eles se unirão a vocês.
Ele se voltou aos casais no qual a profecia se referia.
— E vocês quatro, queimem a profecia assim que estiverem juntos, não vamos dar sorte para o azar entenderam?
Eles concordaram e todos colocaram seus anéis, podendo sentir uns aos outros no mesmo instante.
— Só mais uma coisinha... — Ele mostrou uma pulseira de contas que usava. — Estão vendo aqui? Oito contas, que remetem a cada um de vocês, vocês estão conectados a mim e eu saberei se precisar intervir, espero que não precise, mas fiquem tranquilos, se precisarem estarei com vocês, e Minho...
O demônio o encarou.
— Não esqueça do que eu te disse.
— Pode deixar, eu vou proteger a todos.
— Certo, casal, lindeza, vamos.
Todos se despediram e os citados se foram com o letrado.
[...]
Dois dias depois
Tudo estava encaminhado, o íncubo e o cupido já haviam aprendido como usar os colares, e agora esperavam o momento certo, eles não voltaram a encontrar os demais para prevenir que fossem descobertos e bem agora estavam passeando ao ar livre do parque central de Seul.
Já os outros esperavam em seus postos pacientemente, menos o Changbin que parecia que explodiria a qualquer momento, mas todos buscavam acalmá-lo como podiam, e bem agora ele bebia junto ao Minho na cozinha de sua casa.
— É estranho ver o Channie e o Innie esperando para trabalharem juntos.
— Tem razão, é estranho mesmo.
— Você não está preocupado com o Jisung?
— Eu deveria? Binnie, esse anjo da guarda é casca dura, vai por mim, eu estou é mais confiante que tudo dará certo, pois o meu Sunguie estará com eles.
O Changbin o encarou entendendo o sentimento do demônio.
— E posso presumir que também não está frustrado por não poder ir com eles?
— Não, eu não estou... — o demônio da ira virou toda sua cerveja de uma vez e logo pegou outra, fazendo o caçador sorrir largo. — Tenho dois humanos para proteger enquanto eles estarão lá.
— Como assim Minho?
— Não se preocupe Binnie, eu vou proteger você e seu irmão, é extremamente irônico, mas ficou comigo a responsabilidade de os guardar enquanto tudo acontece.
O Seo ficou curioso, mas, ao mesmo tempo, entendia o sentido daquilo, apesar de serem bons, tanto ele quanto o Seungmin não possuem poderes, então estavam, sim, levemente vulneráveis enquanto tudo acontecia e foi aí que ele entendeu a fala do Wang direcionada ao Minho no outro dia.
— Meu demônio da guarda, tá aí, acho que fiquei mais confortável com você do que quando descobri sobre o Jisung.
Os dois sorriram e encararam aos outros.
Um brilho começou a surgir nas pedras dos anéis de cada um ali e na hora eles se lembraram da fala do Jackson.
— Meus queridos — O Christopher falou encarando a todos. — É hora do show!
[...]
Momentos antes no parque central de Seul.
— Lixie... — O Hwang falou o abraçando para poder falar em seu ouvido. — Chegou a hora, amor, eles estão aqui, vão nos pegar.
— Jinnie...
— Vai ficar tudo bem meu amor, lembre-se do que o Wang disse, temos que estar juntos na hora do rito deles, então eles não vão nos separar, espero o momento certo e vamos prendê-los.
— Não se machuque Jinnie, eu não posso perder você.
— Te digo o mesmo anjinho.
Os dois se beijam tentando não transparecer que já sabiam o que estava por vir.
— Que coisinha linda esses dois. — O Belfegor se aproximou deles e no mesmo instante eles já não podiam mais se mexer.
— Felix, que vergonha... — O Gabriel falou pegando em seus cabelos, o que fez o Hyunjin ter um acesso de ódio. — Mas tudo bem, hoje mesmo você será punido.
— Já no seu caso, gracinha, foi só azar mesmo, eu não o mataria se não fosse necessário.
O Hyunjin mal ouviu o que o demônio falava, pois, sua atenção era em como o Gabriel estava tratando o Felix.
— Chega disso Arcanjo, parece um sádico que quer saber e o demônio aqui sou eu.
— Vamos acabar logo com isso.
Assim que o Gabriel falou, os quatro sumiram do parque.
No instituto dos letrados.
— É isso, começou!
O Wang monitorava os colares, os anéis e um pequeno aparelho nada mágico ou místico.
— Minho, está na escuta?
Não demorou ele obteve uma resposta.
— Sim Wang.
— E eles já foram para o salão das profecias?
— Acabaram de ir.
— E os irmãos?
— Dormindo como disse que era para deixá-los.
— Traga-os para cá, então meu amigo, vamos proteger nossos irmãos favoritos.
Sem demora o demônio apareceu no laboratório do Wang com os dois, caçador e letrado ainda adormecidos.
— Eles vão ficar putos com a gente Wang.
— E você liga?
— Não, o importante é tudo dar certo.
— Exatamente meu amiguinho, bom, eu cuidarei deles, não se preocupe, tome aqui — Ele entrega algo para o demônio. — Vá Lino, agora é com você querido, e boa sorte.
✶✫⊶⊷ ⊱⊰ ✧✦꒰✟꒱✧✦ ⊱⊰ ⊶⊷✫✶
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