História After You
15 Capítulo - Eu Te Amo!
Notas iniciais
— Eu te amo Owen! — se afasta dele. — Acho que esse é o nosso adeus então...
Ele sente o corpo travar quando a escuta. Por um instante só a via em sua frente e mais nada além dela. Abriu a boca para dizer algo, mas não conseguiu. Só conseguiu refletir mil vezes no que Claire havia dito.
— O...que? – a voz sai falha.
— Adeus... — se afasta para ir embora.
O brilho nos olhos dele desapareceu quando a ruiva disse aquele “adeus”. Ele teve certeza que ouviu errado e sentiu-se devastado.
— Adeus Claire.
Ela anda em direção a saída e para. Começa a balançar a cabeça.
— Você é o cara mais idiota que eu conheci. EU TE AMO OWEN! — grita e começa a rir. — Meu Deus! Eu acabei de dizer que TE AMO! e você não me diz nada!
Owen a encarou novamente e seu rosto se iluminou. Ele foi até ela rapidamente.
— E você!!! — A agarrou pela cintura a prendendo com força. — Você é a garota mais teimosa que eu já conheci! — Owen a puxou e a beijou como nunca havia beijado antes. Era um misto de pressa, paixão, saudade, tudo junto. Era como se o mundo fosse acabar amanhã.
— Eu quero só Você Owen! — Diz entre o beijo. E ele para a encarando.
— Me diz o que tenho que fazer para você não ir embora? – tira uma mecha de cabelo do rosto da amada.
— Fica comigo! Para de ser tão orgulhoso. Eu ficaria por você!
— Vai abrir mão disso tudo por mim?
— Eu percebi que não adianta ter tudo isso e não ter você!
— Eu orgulhoso Claire? eu?????
— Tá... okay! Os dois são! — revira os olhos.
Owen queria se declarar e dizer o mesmo, mas sentiu que não era o momento. A abraçou com força e depois de beijá-la várias vezes nos lábios, a levou para dentro do local onde estavam servindo o buffet. Ambos estavam felizes de finalmente estarem juntos.
— E digo mais. Orgulhosa, cabeça dura e teimosa. – se aproximam da grande mesa. — Você andou comendo esses dias?
— Comer para que? — com tom irônica.
Owen não quis responder, encheu um prato de salgadinhos e aperitivos e deu para ela.
— Sua meta é me engordar né? – o encarou cerrando os olhos.
— Minha meta é te ver saudável e bem alimentada. Agora come. — Disse todo autoritário a abraçando por trás e levando a mão até a barriga da mesma. — Não pode deixar nosso bebê faminto. — Brincou ignorando os olhares fulminantes de Ana do outro lado do salão.
— bebê? .... você bebeu? — se engasga com o pedaço de pão.
Ele riu e a soltou para pegar mais um prato com alguns pequenos sanduíches. Enfiou quatro na boca de uma vez e ficou rindo dela de boca cheia. A ruiva se deixou levar por Owen e entrou na brincadeira. Começando a fazer caretas.
— Espero que nosso Bebê não me faça querer comer essas coisas...
— Vai querer comer até sabonete, Claire. — Owen gargalhou e pegou mais uma taça. — Tijolo. Banana com manteiga. Deixa eu me lembrar mais... várias coisas bizarras. O lado bom é que você logo vai ficar uma balofinha gordinha e rosada. — Arriscou levar uns tapas, mas disse sem medo.
— Que Nojo Grady!!! Eu não vou nem te responder sobre o último comentário! — ela estava feliz demais para se importar com o "balofinha gordinha". E sorriu.
O treinador revirou os olhos e a abraçou novamente, estava com saudades demais para ficar longe. Ana se aproxima com a voz mais estridente e insuportável possível.
— Oweeeeeen! O que está fazendo, docinho? — Ele arregala os olhos e a olha com desdém.
— Estou curtindo a noite com a minha mulher e você? — Abraçou a ruiva ainda mais forte e beijou-lhe o rosto.
Claire estava adorando aquilo e aproveitou. Retribuiu o beijo no rosto de loiro e o abraço. Encarando Ana, que bufa e sai batendo o pé. O loiro não deu importância e escorregou a mão pela cintura da ruiva até apertar a bunda dela por cima do vestido.
— Owen! – o encara e sorri. — Está com saudades, amor?
— O que eu fiz? — esboçou a cara mais santa possível a olhando.
— Okay, Senhor Grady! – Sorri. — Que tal irmos ali? — ela aponta para onde estava Hoskins, Masrani e Jack. Mas Owen estava com outras coisas em mente.
— Que tal irmos ali... – sussurrou ao seu ouvido e apontou discretamente para uma sala privada.
— Eu acho uma ótima ideia! — sussurra de volta. — A porta tranca por dentro. — o puxa pela mão.
— Hmmm... — discretamente a acompanhou até a sala. Quando passaram por ela, o treinador fecha a porta imediatamente e beija com voracidade, enquanto a erguia no colo, caminhando até o sofá onde a deitou ficando por cima dela.
Claire o agarra pela nuca intensificando ainda mais o beijo. As respirações já estavam eufóricas. E o desejo por tê-lo era evidente.
Owen precisava ser rápido, Masrani ou outra pessoa podiam dar falta dos dois se demorassem muito. Ele dedicava um tempo em beijá-la suavemente nos lábios, pescoço e no decote discreto de seu vestido. Aproveitou para subi-lo e acaricia-la por cima da calcinha.
A ruiva soltou um gemido. Já estava desesperada para tê-lo novamente. Ele retirou a calcinha dela e se certificou de que estava pronta para recebê-lo. Se posiciona e a penetra com força a beijando para que não gemesse muito alto. Claire entrelaça pernas o puxando com mais força para si. O loiro sabia muito bem como a levá-la a loucura. Os beijos já não eram suficientes para abafar os gemidos inevitáveis.
— Que saudade...- sussurra.
— Shhh... — Sentia um prazer intenso tomar conta dele cada vez mais, estava ofegante e mal conseguia abafar os gemidos dela.
Claire não podia segurar mais, já sentia que estava quase no ápice. Fazer amor com Owen, mesmo que tendo que ser rápido. Era a melhor coisa.
O treinador sentiu o interior da ruiva se contrair e soube que estava quase lá, assim como ele. Então, aumenta o ritmo até ejacular dentro dela.
Finalizam e tentam recuperar o fôlego antes de voltarem. Ela o abraça com força, a saudade era grande, o olha nos olhos e sorri.
Owen retribuiu o sorriso e se sentou no sofá após beijá-la mais uma vez. Arrumou a roupa no lugar e pegou a calcinha dela do chão.
— Acho que isso aqui é seu, senhorita Dearing. — Sorriu malicioso.
— Acredito que sim! — sorri e pisca. — Vamos voltar para a realidade? — Diz indo até o espelho tentando arrumar o cabelo e a maquiagem. — Masrani já deve estar nos procurando.
Ele tentava limpar o batom de Claire que ficou praticamente todo em seus lábios. Tentou não rir da própria imagem cômica no espelho. Colocou o terno no lugar e arrumou a gravata. Quando terminou, a esperou. Enquanto brincava com a pequena calcinha da ruiva na mão.
— Não vai querer de volta? Vou por no meu bolso.
— Dá isso aqui! – O encarou sorrindo, indo até ele pegar.
— Você não quis! — ergueu o braço no alto para que não alcançasse. — Nanica... tenta pegar. — ria igual um idiota.
— Vai Owen!... Dá logo! — consegue pegar e a veste. — Vai me esperar para ir embora?
Saíram da sala. A diferença de clima foi bem perceptível, o outro ambiente estava mais quente que o normal.
— Vou te levar para o hotel como sempre. Nunca te deixei voltar sozinha. Já sabe disso.
— E vai dormir comigo? Podemos ir para seu bangalô também. – segura a mão dele.
— Quer ir pra minha humilde residência? Se não se importar com os mosquitos. Estamos na época deles. Eles adoram peles brancas igual a sua. — riu. — Passamos no seu quarto, você pega suas roupas e um repelente. Vamos de moto.
— De moto? — faz careta.
— Sim, gatinha. Moto.
O salão parecia estar cada vez mais cheio e Owen começou a se sentir cansado.
— Quer ficar mais um pouco?
— Na verdade eu precisava ficar até o final... Mas você quer ir , não é mesmo?... eu também quero! Vou falar com Simon.
— Precisa? Então eu fico contigo.
— Não Senhor! O que nos espera é melhor. – pisca.
— Você decide... — Sorriu ao ouvi-la e pegou umas taças de vinho, bebeu três de uma vez. Estava com sede.
Claire vai até Simon se despedir e dizer que depois explicava tudo. Jack a encarava, percebeu que ela estava com Owen, para a infelicidade dele.
Quando retorna, Owen a leva até o hotel. Esperou a ruiva juntar as coisas escorado na porta do quarto.
— Leva um shortinho bem curto para eu ficar te olhando. — Disse descaradamente com aquele sorriso cafajeste de sempre.
— Háhá...vou levar uma camisola. O que acha.? — retribui o sorriso cafajeste.
— Serve. Mas tem que ser pequena...
— Como quiser...- se aproxima dando-lhe um selinho. — Vamos? Acho que peguei tudo! — eles caminham até a moto. — Não acredito que vou ter que andar de MOTO!
— Vem. Vai ser divertido, madame que só anda de carro. — sobe na moto e a puxa pela mão a fazendo subir.
— Na verdade já andei de moto, okay?! – confessa. — Eu era adolescente e quase quebrei a perna em cima dessa coisa, quando caí. — começa a rir com a lembrança. — Minha mãe quase me matou depois. — o abraça com força apertando seu peitoral e deposita um beijo em sua nuca.
— Mesmo? — achou engraçado e riu, após se certificar de que ela estava segura, deu partida na moto indo em direção a sua “casa".
A estrada entre o resort e o bangalô estava cheia de lama devido as chuvas, mas Owen era experiente o suficiente para passar por tudo. Ao chegar eles entraram e o treinador trancou bem a porta.
— Agora a senhorita tem direito a um banho vip com o garanhão... -A abraçou pela cintura, a beijando e Claire o retribuiu intensamente.
— Vamos agora! – era quase como uma ordem.
Então rapidamente o loiro retira o terno, gravata, camisa, sapatos e calça social. Foi até o banheiro e verificou se a água quente estava funcionando. Retirou a última peça de roupa e a esperou embaixo do chuveiro.
A ruiva vai até a porta do banheiro só de calcinha e ao vê-lo ali, morde os lábios.
— Olha Senhor Grady, por que demorei tanto tempo para cair em seus encantos? — Sorri tirando a calcinha.
O treinador estava de queixo caído com aquela cena, a chamou com o dedo e a mesma vai ao encontro dele.
— Talvez porque a senhorita era orgulhosa e não admitia que eu era o melhor homem dessa ilha. — Disse todo convencido enquanto espalhava sabonete líquido na pele dela com as mãos.
— Você é muito convencido. – sorri. — Aaah como isso é bom! – então faz o mesmo com ele. O vira e começa a ensaboa-lo carinhosamente.
— Hey, eu tava te ensaboando primeiro... -Protestou de início mais a deixou continuar.
Em um ato rápido, o vira para ela beijando-o e pula em seu colo.
— Segundo round? — Sorri sedutoramente.
— Um terceiro, quarto, cinco porque não?
O ex-marinheiro a segura firme, levando-a para baixo da água a deixando toda molhada. A encostou na parede úmida e fria do banheiro e a beijou suavemente os lábios, roçando a ereção contra ela.
Claire Já estava desesperada sentindo o membro ereto dele. Owen fechou o registro do chuveiro e segurou o membro duro, esfregando contra a intimidade dela de cima para baixo. Queria provocá-la ao máximo.
— Para com isso Owen!... – sussurrou. — Anda logo! — com seu melhor tom de mandona.
Ele riu contra os lábios dela e prosseguiu com as provocações, até pegá-la de surpresa quando a penetrou de uma vez. A ruiva soltou um gemido com a intensidade que foi penetrada, o prazer era tanto que arranhou as costa e ombro do ex-marinheiro, enquanto se segurava nele.
Owen tinha certeza de que ficaria a marca das unhas dela, aquilo ardia, porém não se importou. Concentrou-se em proporcionar o maior prazer possível para a amada, segurando firme nas pernas dela e as costas apoiadas na parede, estocando devagarinho.
— Mais rápido Owen... — sussurra ofegante.
O treinador mantinha o ritmo lento indo e voltando até seu fim, com o rosto afundado em suas madeixas cor de cobre, ofegava ao ouvido dela.
Claire já era completamente dele de corpo e alma. Owen era seu encaixe perfeito, nunca tinha amado nenhum outro homem igual o estava amando. Suas respirações estavam descontroladas. Após um tempo daquela forma, ela já podia sentir que estava quase lá. E o beijou intensamente, até que o ar se fez necessários por estavam ofegantes, então Owen mordeu o lóbulo da orelha dela e deu continuidade por mais alguns minutos até chegar no ápice da relação. A segurou firme para que ela não caísse enquanto o jato quente a preenchia aos poucos. A ruiva o abraça por um tempo, enquanto tenta se recompor. Eles finalizam o banho e vão se vestir.
— Droga...Vou ter que ficar com o cabelo molhado...
Ao ouvi-la Owen revirou os olhos enquanto arrumava os lençóis e abriu a janela para entrar um ar, junto com o ar entrou alguns mosquitos mas ele não ligou nem um pouco.
— Seca com a toalha, Claire.
— Não é a mesma coisa secar com a toalha! — ela arregala os olhos ao ver a quantidade de mosquitos que entrou. Deita na cama e se cobre até pescoço.
— Para de frescura... — Owen pega o inseticida e borrifa no ar, matando a maioria e entra embaixo do lençol com ela. — Calma, são apenas mosquitos. Não aranhas voadoras
— Tá... tá bom...- diz com calma e o abraça. – Seu aroma é tão bom! — ela suspira.
— E olha que não usei nada. Só sabonete. — Ele riu e puxou a ruiva para que se deitasse em seu peito. — Meu perfume natural de marinheiro. — Disse com um sorriso convencido.
— O mais convencido de toda ilha Nublar. – sorri e levanta a cabeça para encara-lo. — Owen?... se eu não fosse embora... você teria ido me procurar?
O treinador refletiu por um instante e por fim, disse:
— Não sei. Já fui tantas vezes atrás de você, Claire. Você só fez o mesmo hoje, e me surpreendi, claro. – sorri. — Mas eu iria... nem que estivesse no Paquistão. No fim do mundo. Lá estaria senhor Grady, guerreiro, grandioso de todas as guerras... — Citou todos seus adjetivos de sempre se exibindo.
Ela sorri com os exageros do namorado e fica pensativa. Ele tinha razão, sempre ia atrás dela.
— Me desculpa Owen, eu não vou mais te deixar ir. Vou lutar para ficarmos juntos...- faz carinho no rosto do loiro.
— Vai mesmo? — A aperta nos braços afundando o rosto no pescoço da ruiva. Estava imensamente feliz por ouvir aquilo.
— Sim! — também o aperta.
— Tenho que te falar uma coisa. — Diz bem sério.
— O que?
— No Natal, eu vou para os meus pais. E estava pensando em te levar... quero te apresentar para eles. – Owen tinha em mente que a mãe ainda não gostava da namorada assim como o pai, a culpa era dele. Mas logo mudariam de ideia. Ele cuidaria disso. E claro, seria um choque bem grande porque Owen nunca havia levado namorada nenhuma para conhece-los após a morte de sua ex-noiva.
Ao ouvi-lo, Claire levanta e o encara.
— É sério? — ela fica surpresa e ao mesmo tempo feliz, dá um sorriso largo. — Você tem certeza disso?... Eles podem não gostar de mim Owen. — fica um pouco desesperada.
— Sabe que eu contava para eles das nossas brigas diárias no paddock? — Ele riu e continuou. — Minha mãe queria vir aqui e te dar um sermão. — Revirou os olhos. — Só omiti a parte em que eu também te provocava...
— Ai meu Deus Owen... — anda de um lado para o outro. — É melhor eu não ir, ela deve me odiar igual você me odiava! Não é uma boa ideia.
O ex-marinheiro sentou na cama, achando a reação dela um tanto engraçada.
— Claire! Eles vão adorar você. Para com isso... vem aqui...
— Eles não vão não... Já sabem como eu sou... E como brigávamos...
— Deita aqui e para de neura Claire. Logo você vira a melhor amiga da minha mãe e... — a puxa pela cintura a coloca no colo. — Ela vai te ensinar a fazer várias receitas e te mostrar várias fotos minhas de fralda comendo terra no quintal.
— Eu gosto disso! – começa a rir e dá um selinho nele. — Você comia terra... credo! – faz cara de nojo.
— Vai me dizer que nunca comeu terra dona Dearing? — a coloca de pé e acerta um tapa moderado em seu traseiro. — Você morava em alguma espécie de palácio? Não tinha areia pra comer? — levanta e vai até o banheiro, pega sua escova de dentes e coloca um pouco de pasta na mesma.
— Como assim... — começou a rir. — Eu nunca comi terra, não gostava nem de andar descalça. — Vai até a porta do banheiro. — Eu cresci em uma casa normal tá legal?! ...é que meninas são criadas diferentes. Meus pais não me deixavam brincar na rua, brincava com a minha irmã de boneca.
Owen a escutava enquanto escovava os dentes. Tudo era jeito que ele imaginou. Após terminar, voltou pro quarto e fechou a cortina que mais parecia um pedaço de pano.
— Já vi que não teve uma infância radical. Que pena... vai me dizer que não fazia rituais satânicos com as suas bonequinhas também? — Remexeu o guarda roupa e retirou uma coberta a mais, a noite poderia esfriar.
A ruiva fica parada na porta do quarto pensativa. Lembrar de sua infância era muito bom, mas também se tornou doloroso.
— Para que dia é a viajem?
— Na semana antecedendo o natal, amor. Vamos ficar lá o natal e provavelmente voltar antes do ano novo. Isso se minha mãe não nos obrigar a ficar, e nos liberar só dia 2 de Janeiro...
— Isso se ela não me expulsar antes mesmo do Natal... — comenta, mas seus pensamentos estavam longe.
— Lógico que não! – revirou os olhos e volta para cama, abre o notebook no colo. Havia reparado que aquele assunto de família/infância havia mexido com ela. — Claire... — Fez um gesto de bater a mão no colchão para que se sentasse ao seu lado. A ruiva se aproxima lentamente, sentando em silêncio. — O que... houve com seus pais? — Teve bastante cautela.
Por um momento, Claire sentiu uma imensa dor. Falar sobre isso a devastava, mas precisava contar para Owen.
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