Hisadeva
18 Capítulo 18
Notas iniciais
Entramos em outro corredor, a Lucinda queria nos contar algo, mas tinha muitos hisadeveanos nos seguindo. — Vamos ter que atacar com tudo agora Lucinda, tente ir explicando o que quer dizer! — falei para ela, eu estava seguindo o Helio que estava na minha frente, e o skot estava guiando todos e de repente o Skot para.
– O que foi? — diz o Hatori nervoso.
Tinha uma ninfa na nossa frente loira e de olhos verdes, ela era muito parecido com o Skot.
– É a sua filha Skot? — perguntei mesmo sabendo que era ela.
– É a própria Luna. — o skot respondeu friamente.
Os outros estavam assustados, eles não entendiam o que estava acontecendo.
– Ótimo, mais alguém para ajudar! — disse a July
– Ah, July. — o skot chegou para frente de nos, tinha vários guardas com a filha dele nos cercando. — Vou matar esses soldados, meninos, sigam em frente.
– O que matar? — disse a sara assustada.
– Não tem como fugir, vamos ter que te ajudar. — falou o Hatori interrompendo a sara.
A Lucinda soltou a minha mão se endireitando — Luna, vou te explicando sobre as seis leis, tudo está envolvido com o numero seis! — quando ela iria continuar a falar os guardas atacaram e nos separaram.
– Pensei que estaria morto papai. — disse a ninfa, a filha do Skot.
– Sou difícil de morrer Iris. — Skot pegou a espada (ele estava transformado) e partiu para cima dela.
– Daniel e July! — Gritou o Hatori — Fiquem atras! Helio, vem comigo. Sara, Luna e Lucinda fiquem no meio, explique para a luna o quer dizer Lucinda.
– Que leis são essas? – perguntei para Lucinda, a sara estava do meu lado.
– As leis são aplicadas aos reis. Somente os reis sabem, por isso você nunca deve ter ouvido sobre elas. — respondeu a Lucinda.
– Está explicado, nunca ouvi falar de seis leis. — disse a Sara.
– Magia é vida e vida é magia, certo? — disse a Lucinda, eu confirmei com a cabeça e ela continuou:
1 — Não devemos restringir um Hisedaveano de magia. — ela fez o numero um com os dedos e seguiu assim em todas as leis que falou;
2 — Não usara a magia para meios escrúpulos, quer dizer, não devemos usar a magia para fins pessoais, benéficos ou maléficos;
3 — Nunca tomar magia de um ser vivo, está é objetiva;
4 — Igualdade de magia a todos, alguns magos são mais fortes que os outros porque seu corpo sabe controlar melhor a magia, ele treinou mais, viveu mais, a magia é infinita para todos, se você é mais forte foi por perseverança;
5 -Não tentar burlar a transição da pedra, se você é um rei ou uma rainha e negar o direito de ser o portador da pedra ela poderá tirar toda sua magia, sendo assim, ele te mata;
6 — Se ame. Você entendeu Luna?
– Se ame... Isso não é só para mim, é para todos os outros reis também, onde ele estão? – falei olhando para a Lucinda — Você me disse não há descanso nem depois da morte. Então eles só podem estar...
– Na pedra aqua-luz! – falamos as três juntas eu, a Lucinda e a Sara.
– Skot! — grita o Daniel, eu me virei para onde ele estava lutando.
– Você nunca entenderia. — disse a iris, a filha do skot.
Os garotos derrotaram os inimigos só faltava a filha do skot, ela era forte.
– Ninguém no mundo entende por completo uma mente psicopata! — disse o Skot a perfurando na barriga com a espada, ele estava muito machucado também.
– Todos já morreram papai — ela sorriu — Só falta nos dois.
Um brilho forte e preto acendeu e causou uma grande explosão, iria atingir meus amigos, então eu entrei na frente para tentar desviar a magia.
– Luna! -Gritou a July.
Uma fumaça tomou conta do lugar, o Daniel a levantou com o poder de gravidade. Eu consegui proteger meus amigos da explosão.
– Cadê o Skot? — eu gritei.
O Hatori me olhou e seus olhos encheram de lagrimas. Todos estavam chorando.
– Não... — Eu cai de joelhos no chão — O skot não.
Um rugido alto nos assustou.
– É o Dragnel, o Dragão. — disse o Hatori limpando as lagrimas.
– Vocês estão bem? — disse a Mafalda, os lideres estavam lá. — Conseguimos conquistar a cidade!
– Onde está o Skot? — perguntou a chanser.
– Morto — disse a Lucinda — Eu sei que dói meus queridos. — Ela se virou para os seis prometidos. — Mas temos que por a nossa missão em primeiro lugar.
– Seis leis, seis prometidos. É isso? — perguntei para Lucinda.
– É o próprio numero da besta, minha Rainha, e um numero perfeito ao mesmo tempo. — a Lucinda pegou as minhas mãos — A próxima sala é onde o Agnor e a pedra estão.
– Não é problema estamos preparados para isso. — eu soltei as mãos da Lucinda — Como eu sou a sexta rainha, sexta! — enfatizei — Eu peço a vocês, Lutem! Não por mim, mas pela magia, pela vida, pelos seus amigos, pelos os que lutaram, e por vocês! Se amem.
– Sim, minha Rainha! — todos gritaram.
Parte do exercito estava na cidade para cuidar dos revoltosos, a outra estava comigo, o Hatori assoviou e um rugido escoou, o Dragnel soltou uma chama na porta da sala e ela derreteu.
– O agnor morreu queimado! – falou a July.
– Não ele não é tão fácil assim de matar ele – falou Hatori e entramos.
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