Hisadeva

12 Capítulo 12


Notas iniciais
Treinamento completo - narração de Lunally O capítulo é longo, mas conta muitas coisas importantes para começar a entender os acontecimentos que virão!

– Eu estou orgulhosa de você Luna, você se empenhou, esforçou e trabalhou para dominar os seus poderes! Já é uma Le Fay forte. – disse Mafalda segurando as minhas mãos. — A defesa é seu maior dom, cuide de seus amigos com isso, Saiba atacar nos momentos certos, em que a magia lhe favorece, sabia aumentar a magia dos seus amigos nos momentos críticos, pois nesses momentos ninguém espera que o inimigo vá se fortalecer, surpreenda Agnor! O derrote!

– Obrigada, vou fazer o meu melhor para salvar Hisadeva. — Falo animada, pois eu sei que meu treino me deixou forte. Senti e sinto sensações no meu corpo que e fortalecem. — Não vejo a hora de ver como meus amigos se saíram em seus treinamentos. – digo para Mafalda e Olivia.

Eu fiz varias amizades com outras Le fays e descobri que essa vila só tem fadas Le Fays, todas viúvas. Olivia disse que nunca um ser magico se casa duas vezes, depois no ciclo que vem depois desta vida encontramos uns aos outros ( não seria certo você chegar lá com dois maridos) Nesta cultura não praticavam a bigamia ou poligamia.

A religião de Hisadeva é a coisa mais difícil de se entender (não pude estudar muito sobre isso porque me concentrei em aprender a lutar) Basicamente eles acreditam em todos os deuses da terra. Como? Os deuses das mitologias Gregas, romanas, nórdicas, bárbaros, egípcios, todos tem uma certo origem de Hisadeva. O curioso é que tinha magia na terra há 300 anos atrás, até 1700 tinha magia na terra, mas era minima, desapareceu por completo um pouco antes da revolução francesa. Era minima porque o rei antes da Lucinda já tinha diminuído as relações de Hisadeva com a terra, Hisadeva sempre existiu, mas em algum momento se separou da terra, mais ou menos no ano 400 antes de cristo ( de acordo com o calendário solar da terra) isso foi quando a pedra apareceu. Dizem que foi uma obra dos deuses, então a conexão que tinha era apenas pelos portais. E virou o que está agora, os seres humanos não deram valor no Seres Hisedaveanos e se separam em dimensões diferentes! A pedra fez isso.

– A ninfa chegou! – grita Olivia pela janela me tirando dos meus devaneios.

– July! – grito de emoção.

– Lunaaaaaaaa. – ele pula e me abraça. — Saudades infinitas de você! Nossa serio, eu precisei muito de você nesses dias, das suas frases de encorajamento, eu quase desisti disso é muita coisa pra aprender, mas já virei uma Hespérides forte e não vejo à hora de combinar nossos poderes. Eu já disse que estava com muita saudade?

– Eu também estava com muitas saudades de você! Muita mesmo! Que pena que não pude estar lá para te encorajar, mas vejo que enfrentou tudo sozinha e fez isso muito bem! Eu Também fiquei forte e não vejo a hora lutar junto com você também.

– Os meninos já chegaram? – minha amiga sempre atenta em tudo.

– Não ainda não, mas quem é esse elfo? – olhei para um elfo alto de cabelos pratas mais ou menos de nossa idade. Agora que notei que tinha algumas ninfas com ela.

– Ele é o Heitor me ajudou nos treinos, ele estava lá à procura de uma noiva Então ele veio comigo para conhecer vocês.

– Se você mora aqui Heitor sabe que é uma vila de viúvas que perderam seus maridos em guerras ou outra coisa.

– Serio? — pergunta a July com tristeza, eu faço que sim com a cabeça e digo:

– Eu descobri a pouco tempo também.

– Estou cinte disto, mas a July não me escuta, então não tive oportunidade de falar isso para ela, a proposito, Eu sou Heitor Elfo do elemento terra.

– sou Lunally a fada Le Fay prometida. – ri, pois ainda não me acostumei com esse titulo, durante todo meu treinamento as pessoas ficavam me olhando e diziam algo como “veja é a criança prometida que vai nos salvar” ou “a fada prometida salvadora” coisas assim. – Obrigada por cuidar da July às vezes ela pode ser bem teimosa. – ri de novo pela cara que a July fez.

– Eu me acostumei com ela. Nunca pensei que uma Le Fay fosse tão gentil. – não entendi porque ele disse isso.

– Como assim? – perguntei

– Nos somos raças superiores, somos as únicas que controlam as massas de magia, somos de uma família real que controlavam boa parte de Hisadeva ao lado de todos os Reis e Rainhas que existiram, porem fomos a primeira família a ser atacada por Agnor Age, por isso nos desta vila, devido ao fato que você já sabe, nos isolamos, somos as únicas Le fays livres, o resto serve Agnor, por razoes egoístas, por medo ou falta de escolha. Às vezes nos não tratamos os outros como tratamos a nos mesmos. – diz Mafalda.

Eu não saiba disso. Razoes egoístas? Tinha pessoas que serviam Agnos por vontade própria? Le fays reais que se achavam superiores? Não tem muita diferenças dos costumes da terra com os de Hisadeva.

– Isso é terrível, não importa o quão mais forte seja, ou qual seu status, você ainda é apenas um ser como qualquer outro. – fiquei brava. – Alias elfos são seus machos naturais!

– Bem Lu... – disse Mafalda antes de ser cortada e antes que pudesse perguntar sobre as razoes egoístas.

– Luna! – grita Hatori, o Helio está do lado dele e grita:

– July!

July sai correndo e pula em cima do Helio, do lado do Helio tinha uma ruiva de óculos deveria ser uma maga e tinha mais magos e elfos atras deles, eles não estavam transformados, pois a magia aqui deve ser economizada. Do lado do Hatori uma fada branquinha. Quem é ela?

–Venha aqui. – diz Hatori me beijando ainda com os lábios pressionados em minha boca ela disse:

– Eu estava morrendo de saudades de você.- ele me abraça forte, ele está muito mais forte que antes.

– Hatori... – estava chorando não porque estava triste, mas porque eu estava feliz por estar novamente com meus amigos.

– Não chore. – ele beija minha testa. – Estou aqui.

– Quem é a ruiva? – disse a July brava com olhar de desprezo pra ruiva.

– Ruiva não. – diz Helio rindo. – Ela é uma maga, é a Jasmim, ele é uma amiga que me ajudou no treinamento.

– Assim amiga. — ele puxa o Helio e o beija e abraça.

– E quem é esse prateado ai? – o Heitor assusta com o apelido que o Helio lhe chamou

– Esse é o Heitor um elfo que me ajudou muito também!

– Um elfo? Você não foi lá pras ninfas? – diz Helio confuso, eu e o Hatori estávamos só olhando, acho que devo perguntar quem é a branquinha ali.

– Sim, mas como elfos são machos naturais das fadas e das ninfas ele estava à procura de uma noiva no lugar aonde eu fui.

Helio fecha a cara e encara Heitor. – Bom, que pena! Não somos daqui e não seguimos essa seleção natural, de onde eu venho mago é macho natural de ninfa.

– Você deve ser a criança prometida das estrelas. – diz Heitor. – Tem uma linda acompanhante, ela falava de você e da senhorita Lunally a todo tempo.

– E o Hatori?

– Só quando o Heitor perguntava. — ele mandou linguá para mim e todos rimos.

– Bem isso não importa! Quem é você? Se me permite perguntar? – perguntei para a branquinha.

– S-sou clara uma fada boreal das flores. — ela parecia nervosa.

– Ela me acompanhou com meus treinos. – falou Hatori serio.

– Assim, então você lutou com ela? – não era ciúmes, eu só estou do zelando de minhas propriedades neste caso: Hatori.

– Não seria eu massacrada pelo Hatori, ele é muito forte! Já tinha habilidade com arco e espada melhor do qualquer um, foi reconhecido pelos Drakens e pelo skot, o líder dos Draknoys. E dominou o fogo rapidamente, criou habilidades incríveis no primeiro mês e derrotou todos os nossos elfos fortes da cidades, então outras tribos vieram lutar contra ele, mas ainda assim ele derrotou todos e teve a honra de visitar um dragão que lhe deu a benção do fogo sagrado. – ficamos todos perplexos, até a Mafalda de boca aberta, o Hatori superou todos nos. Drakens? Draknoys? Estou perdida.

– Realmente a força maior entre vocês é deste elfo, visitar um dragão não é algo que qualquer pode fazer, mesmos sendo o escolhido o dragão tem que gostar da pessoa para dar a benção. — diz mafalda. — Mas você já tinha percebido a forte magia dele, não é Luna?

– Sim, Já sabia disto. – falei toda feliz. – Hatori, July, Helio a seqüência de magia é essa.

– Sou o mais fraco? – falou Helio fazendo beicinhos.

– A diferença é mínima entre você e a July.

– E você Luna? – perguntou Hatori com o braço em volta da minha cintura, ele não me soltou desde que voltou.

– Essa é a pegadinha! Posso ver o grau de vocês, mas não posso ver o meu.

– Luna sua magia é basicamente a maior. – diz a Olivia. – Pois você controla a deles não se esqueça.

– Eu depende do quanto eu suporto controlar, sou a mais inútil de todos em termos de luta. – não estava triste, mas era a verdade.

– Não fale isso! – Hatori estava me encarando. – Primeiramente, não teríamos vindo se você não insistisse e não teríamos treinado se você também não pedisse, você é realmente forte! Pode controlar a magia e acredite você suporta o necessário para vencermos.

– Obrigada. – nunca precisei de encorajamento do Hatori, fico feliz que ele está serio em salvar Hisadeva.

– Só disse a verdade. – ele sorriu.

Os outros que acompanhavam os meus amigos nos cumprimentaram e conversamos um pouco. O skot não estava lá queria saber sobre os elfos.

– Ok gente! está bom. Ainda não acabou lembrem-se disto. – diz a July.

– Claro que não! Ainda não sou rei. – Helio não perde mesmo nenhuma.

– Vamos acomodar os nossos Hospedes, descansem durante o resto do dia, conversem sobre suas experiências e sobre o que descobriram! Amanha de manha vocês partiram para encontrar as outras duas crianças prometidas lhe falaremos onde elas estão e de lá irão derrotar o Agnor Age. – disse Mafalda.

– Vamos ajudar vocês com o exercito. — disse um dos elfos que estava com o Hatori.

– Todos nos vamos! — diz uma ninfa que veio com July.

– Sim. — Falou um mago para completar.

Fomos para as cabanas de madeira, assim como a Mafalda nos recomendou, conversamos sobre nossos treinamentos.

O Helio tinha ganhado uma estrela que era sagrada paras os magos, ele contou de Havia vários códigos de ativação para as primeiras magias e que teve muito trabalho para aprende-los.

A July contou sobre a Chanser, disse que ela era velha ( muito velha, ele enfatizou bastante) mas era muito ( enfatizou de novo) forte, disse que todas as ninfas eram realmente sedutoras. Ela falou que tinha muitas historias sobre a mitologia que envolviam a cultura do povo dela, disse que não foi fácil dominar a água, Ela gritou quando disse que podia andar sobre ela.

O Hatori como sempre nos surpreendeu, ele nos contou sobre os Drakens que eram uma família real na cidade dos elfos dos dragões, falou que a esposa do elfo era uma fada de uma raça diferente da minha, ela era uma climex das estações. Disse quem era skot o líder dos draknoys, e contou tudo que aprendeu com ele, coisas sobres os métodos do Agnor Age, algumas informações que tínhamos eram muito errôneas, disse que tinha varias "Organizações que os ajudariam na luta"

Eu contei que eu estava muito boa em defender ataques de magia, fiquei empolgada com o comentário da July sobre a mitologia e discutimos sobre esse assunto. Falei que eu deveria saber os momentos de aplicar e tirar magia de meus aliados e de meus inimigos, contei que estávamos em um vila de viúvas, o Hatori comentou que tinha percebido que tinha somente mulheres na vila. Falei para o Helio que deveríamos pesquisar sobre os reis, pois poderíamos achar alguma coisa.

Depois de muita conversa, sorrisos e de matar um pouco a saudade, fomos cada uma para "nossas casas" descansar.

– Temos uma noite ainda, estou morrendo de saudades de você. – falei para o Hatori que sorriu, me abraçou forte e disse:

– Eu quero você. — estou rubra.

Está escuro, eu estou na cama vendo a tempo passar, o sol ainda não subiu, o Hatori está deitado do meu lado, ainda dormindo, faz tempo que não olho ele dormir.

Fiquei mais confiante durante esses três meses, algo mudou, eu estou mais forte e meus amigos também, tudo está diferente, não tem mais aquela coisa de antes como se tudo fosse um sonho maluco, a única coisa que falta agora é encontrar as outras crianças prometidas e derrotar Agnor Age, assim a pedra estará livre para escolher seu novo rei ou rainha... Será o Helio? Bem, ele é digno da pedra tem se esforçado muito, talvez ele seja rei ou talvez um de nos seja rei ou rainha por salvarmos Hisadeva. Eu? ser rainha? Eu não gostaria, nem o Helio gostaria, pois quem for o escolhido da pedra ganhará imortalidade, não envelhecera até que a pedra ache outro rei, deverá permanecer em Hisadeva para zelar da magia, ou seja, não poderia voltar para a terra, eu nem sei se podemos voltar, eu sinto saudades de meus pais e dos outros. O que será que falaram para nossos amigos? Vizinhos? Para o mundo? Espero que estejam bem.

A Mafalda me disse que a rainha Lucinda governou só por 50 anos, foi por pouco tempo, pois houve a luta com Agnor Age, tinha reis que governaram por 600 anos. Talvez ela se sentisse sozinha viver por 50 anos, sem mudar nada, vendo todos os outros que conheceu envelhecer, morrer e ela está lá.. Permaneceu lá... Hatori, July, Helio sem vocês ao meu lado como poderia ser feliz? Não eu seria rainha, eu não tenho nem se quer dignidade para ser tal pessoa. A Lucinda era da mesma época que o Agnor, parece que eles eram amigos, os dois eram de Findaram a capital da magica, ele a protegia, como ele pode matar ela e a trair?

– Luna. – falou Hatori, me tirando dos mus pensamentos, apesar de que ainda estava com os olhos fechados.

– Hatori... — Falei baixinho.

Ele abriu os olhos com dificuldade, o sol estava nascendo, e disse:

– Bom dia. O que tem para o café da manha?

Eu ri. — Esta é a primeira pergunta do dia? – me levanto. — Realmente, eu não sei vamos descobrir.

– Claro!

Momentos depois todos estão prontos, vamos ser heróis! Vamos libertar o povo! Vamos todos juntos conseguir! Eu não vou pensar assim. Eu vou fazer assim!

– Vamos lá pessoal! Achar os outros dois escolhidos! – eu falei empolgada, uma empolgação que há três meses existia.

– Claro! – gritou July.

As fadas Le Fay nos deram as instruções, como iriamos a um local populoso, achamos melhor irmos sozinhos sem as " organizações", porem ele não queriam deixar, era uma missão de infiltração, nos não podíamos chamar muita atenção. Então combinamos assim, vamos entrar sozinhos, porem temos 5 horas para entrar em contato com ele, se não eles invadiriam a cidade, seria um massacre de começasse uma luta lá, então temos que cumprir direito nossa missão. Partimos para a prisão na qual ficava os prisioneiros do vale da gravidade e da cura que foram unidos ( sorte nossa) Os dois escolhidos estão presos pelo Agnor só que ele não tem conhecimento de que são eles, pois só as raças dos prometidos sabem que tem um escolhido entre eles, Agnor sabe que tem seis crianças prometidas, mas não sabe a raça delas.

– Se pegarmos esse caminho chegaremos mais rápido. – falou Hatori. – Mas de todas as maneiras vamos ter que lutar contra os guardas do local.

– Não tem importância, porque agora somos as criaturas mais fortes desse planeta! – falou Helio com um sorriso gigante no rosto.

– Luna, vem aqui! – o Hatori me chamou.

– Sim? – ele me puxou para perto de si e olhou para mim.

– Gente estamos aqui! – falou a July com olhar de censura.

– Eu sei. – disse Hatori.

– Tudo bem Hatori? – perguntei.

– E se você tentasse manipular a nossa magia contra a deles e a deles você as reprimisse?

– Bem, eu posso fazer, mas não sei por quanto tempo, depende da intensidade...

– Mas você pode? – ele arqueou a sobrancelha.

– Posso! – ele esta me desafiando?

– Bem, levaremos mais ou menos... – ele me soltou e foi para o mapa. – Se o Helio e a July me derem cobertura eu posso entrar e libertá-los, enquanto você Luna faz uma espécie de defesa repelindo os poderes deles e passando para nos para aumentar a magia. – ele para. – Não creio que passe de 40 minutos o tempo que você terá que manipular a magia.

– Cara como você bolou isso do nada? – perguntou Helio para Hatori.

O Hatori sorriu. — Pratica de vídeo game! Esqueceu de nossos torneios?

– Só podia ser isso! – disse Helio rindo. – A gente jogava muito.

– Da para a gente seguir em frente? – falou July impaciente.

– Claro. – falou Hatori serio novamente. – Vamos é por ali. – falou apontando para esquerda.

Seguimos um longo caminho estávamos em unicórnios! O meu e o da july eram brancos, mas o meu tinha reflexos azuis e o da July reflexos rosas no pelo, o do Helio e do Hatori eram pretos. Eu fiquei imaginando como seria o lugar, pois todos os lugares até agora eram muito clássicos, pelo que vi e que me contaram, depois um tempo comecei a achar que poderia ser em um vulcão em cima de uma montanha em um lugar aterrorizante ou poderia ser no ar flutuando pela magia nunca imaginei tanta besteira, deveria ser um lugar normal com... Chegamos a uma cidade, uma cidade muito mais avançada do que as nossas era feita de prédios enormes carros! Por todo lado e uma serie de prédios altos, com pessoas, muitas pessoas, seres místicos tinha muita coisa que eu nem sei o que algumas coisas são. Tem um trem, um trem! Voando em cima das pessoas.

– Meu deus! – falou July. – Como? Achei que eles eram muito atrasados na tecnologia.

– Isso não é tecnologia, isso é magia. – falou Helio. – Olha é tudo a base disso.

Ele estava certo era tudo movido a base de magia, eu sentia ela – Como? – perguntei. – A magia que se gasta para isso é muita sem a perda aqua-luz isso não tem como funcionar!

– A pedra está aqui Luna. – falou Hatori. – A magia que ainda resta dela de sua ultima rainha, a Lucinda, está dando magia a está cidade e assim como a pedra está aqui o Agnor Age também está.

– Vamos lá derrotar o A.A! – falou Helio.

– Temos que achar os outros dois primeiro... Quem é A.A? – perguntei.

– Foi mau é uma gíria de Hisadeva, A.A é Agnor Age! – falou ele coçando a cabeça.

– Meu deus! — fiz uma cara de desentendida e a July riu de mim.

– Vamos, temos de achar a prisão desta cidade! – falou Hatori, descemos dos unicórnios e fomos para a cidade, estávamos a vendo de longe. O Hatori pegou minha mão e nos guiou pela cidade, era como se já a conhecia. Passamos por muitas pessoas a maioria transformadas, eram vampiros, lobisomens alguns duendes rabugentos e uma área de água tinha sereias e ninfas ( acho que da raça da July) conversando. Me lembrei que o Hatori me explicou quando estávamos sozinhos sobre as raças que preferiram ficar do lado de Agnor por interesse em magia, dinheiro, luxo em troca de terem as sua sugadas, ele explicou sobre a distribuição de magia, quanto mais gente mais magia, por isso ele podiam desfrutar da magia e "doa-lá" ao Agnor Age.

Chegamos à prisão ela era pior do que eu imaginava, tinha cercas por todo lado com muros grandes e cinzas, com criaturas mágicas por todo lado, tinha um unicórnio, um preto aqui, mas com o dobro do tamanho dos que estávamos andando, acredite tinha cachorros de Três cabeças! Três! Tinha ogros e ciclopes também. Queria dar meia volta e sumir dali. – Ninguém disse que seria fácil! – falei vendo a reação de meus amigos com aquilo. Estávamos escondidos.

– É. – disse Hatori. — Vamos ver a nossa trajetória.

Ele os deu as instruções de onde entrarem, quando e o que fazer, não sabia que ele tão bom assim nessas coisas.

– Vamos? – perguntou Hatori a todos.

– Vamos! – respondemos.

– Luna! – ele me chamou. — Tome cuidado! – e me beijou.

– Sim! – sorri e sai.

O plano começou nos quatro nos transformamos, aquela luz de novo da transformação se acendeu. O Hatori lançou uma chama gigante em chamas na frente da prisão e queimou tudo. Fantástico! Eu entrei logo em seguida todos os guardas vieram nos atacar, mas não adiantava eu estava controlando a magia deles eles não podiam usar ela, eles eram muito fortes, mas eu dava conta de segura-los, treinei por três meses para isso! A July estava perto de mim impedindo que os guardas que decidirão ir à força bruta nos atacassem, ela jogava bolas de água neles, bolas que giravam e contavam a pele. Passei a magia dos guardas para ela, e as bolas de água aumentaram e ficaram mais rápidas no giro.

O Hatori e o Helio que estavam libertando os prisioneiros, Helio lançavam brilhos (estrelas) que explodirão algumas portas, Hatori pegou a espada e começou a cortar as outras fechaduras, tinha guardas se aproximando deles e iriam utilizar magia, eu não podia ajudá-los já estava com muita magia acumulada então gritei:

– Meninos atrás de vocês! – eles olharam Hatori deu um salto incrível que sua espada pegou fogo e ele começou a lutar contro os Ogros. Helio continuava a libertar os prisioneiros.

– Todos me sigam! Andem! Somos os prometidos! – gritou o Helio para os prisioneiros, todos o seguiram e eu fui tentando bloquear a passagem dos guardas junto com a July.

– Luna! – era a voz do Hatori! Do nada ele tava atrás de mim derrubou um cara. – Tome cuidado! Você não sentiu ele se aproximar? – ele estava nervoso.

– Desculpe-me é muita magia, ainda é difícil sentir cada uma diferenciadamente, ainda mais as que eu não conheço! – falei irritada.

– Droga Luna! – ele ta bravo mesmo. – Vamos! Corre, vamos!

Corremos e corremos e corremos e corremos, nunca corri tanto na minha vida assim fomos parar em um parque que se chama Tesunalaty (acho que se lê assim em português) tradução parque dos sonhos. Ele estava deserto, pois era o parque dos mortos, quase ninguém vinha aqui só quando queria visitar um parente morto e os guardas nos perderam de vista.

– Quem aqui é mago da cura e da gravidade? – perguntou Helio, umas treze pessoas levantaram e mão. – Os que não forem estão livres o resto venha aqui!

– Esperam para sair conosco, se não vão chamar a atenção dos guardas! — disse o Hatori.

– Estamos à procura das crianças prometidas e nos disseram que... – disse July parando para respirar. – Elas estavam aqui!

Eu os vi, não sei como, um menino louro de olhos verdes e uma menina de cabelos castanhos cumpridos de olhos castanhos. – São vocês! — eu apontei o dedo para eles. – O menino da gravidade a menina da cura!

Eles sorriram então o menino disse: — Sim, somos nos eu sou Daniel Falcon e esta é a Sara Sparcks! –ele veio à frente. — Os responsáveis por nos até pouco tempo disse que era para só nos revelarmos para quem nos conhecesse.

– Como você sabia? – perguntou a July.

– Não sei... Que dizer sei... Quem são eles... Mas não sei por que sei quem são eles... Você sabe?

– Se são vocês mesmos é provável que já estejam treinados. – falou Hatori serio e ainda bravo bem comigo, eu acho. – E por favor, poderiam se transformar? — Eles falaram que sim e obedeceram a Daniel transformou primeiro aquela luz novamente.

Daniel tinha duas luvas pretas até o cotovelo e por cima uma de ouro branco um pouco mais curto que a outra de baixo, nas mãos ela continha pedras meio azuis/verdes na palma da mão (deveria ser algo que o ajudasse a manipular a gravidade) tinha calças coladas pretas a partir do joelho descia parte de uma armadura de ouro branco que lhe formava uma forma de bota. Tinha uma camisa preta com a armadura de outro branco em cima dela (a armadura ara colada, seguia a definição do corpo dele) com duas pedras, as mesmas das mãos, no ombro. Cabelo cumprido padrão dos meninos, mas ele tinha chifres! Sim, chifres de faunos Chifres Castanhos!

Sara tinha um vestido branco colado na parte de cima e fofo da cintura até os joelhos, com um corpete de armadura de ouro, na parte de trás, na cintura, tinha um laço solto branco, ela usava botas de ouro estilo de armadura até abaixo do joelho, quase alçando o vestido usava, tinha peças de ouro em sua mãos que ficava em cima das luvas do tule branco brilhante E com o cabelo castanho para cima. E tinha asas de anjos! Asas grandes e brancas seu cabelo estava comprido e solto.

– Linda a transformação a de vocês! — Falou a July e ela estava certa!

– Vamos não podemos perder tempo! — falou Hatori. — Temos que entrar em contato com os outros!

Saímos do jardim e corremos até a saída da cidade, mas fomos cautelosamente, pois estávamos com muito gente! Saindo da cidade todos voltamos a nossas formas originais (pois como a magia não predominava mais não poderíamos ficar transformados direto) O Hatori escreveu em uma folha e colocou no unicórnio preto dele e o mandou o unicórnio correr.

– Ele vai achar os outros mais rápido sozinho, eu escrevi que estamos bem e que salvamos os presos. — disse o hatori.

– Não acredito que esse dia chegou! – falou Daniel

– Eu também não! – concordou Sara.

– Vocês são um casal? – perguntou a nossa atenta July!

– Sim! – responderam os dois juntos eles pareciam felizes, eles começaram a conversar com a July e o Helio.

– Como o Agnor não foi lá? — perguntei.

– A cidade é enorme essa é a prisão mais distante do castelo dele. Está é a cidade de Findaram reconstruída. Ele nem deve saber que ele fugiram ainda. — ele se vira para os seres magico. — Vamos caminhando e em breve temos que correr rápido!

Todos concordaram estavam muito felizes por serem libertados e pela nossa chegada. Conversei com eles, Sara e Daniel eram muito legais, nos contaram sobre como viveram faz 10 anos que os dois foram pressos (viveram a vida na cadeia) tinham 18 anos (Daniel) e 20 ( Sara). Conversei por 2 horas com eles.

Fui para perto do Hatori que caminhava na frente. — Hatori, você está bem? – ele fez que sim com a cabeça. – Você está bravo comigo? – ele não fez nem falou nada. – Desculpe-me, eu não tinha percebido aquele cara... – vi que ele não estava prestando atenção esta lendo um livro – calma, eu não iria colocar ninguém em perigo.

– Ninguém? – ele finalmente me olhou, mas com um olhar perplexo. – Você se colocou em perigo! Não percebe que se eu não estivesse lá ele iria te acertar por trás, se você se machucasse muito como se recuperar? ou se você morresse?

– Acho melhor nos paramos aqui para descansar, concorda? – perguntei mudando de assunto, tinha pessoas nos olhando.

– Claro! Estamos já fora das cidades e na floresta vai ser fácil de fujir se nos encontrarem. Pessoal, vamos descansar um pouco. – eles concordaram.

Eu me deitei na grama. A July e Helio ficaram juntos em um canto, os magos deitaram de tanto cansaço, o Daniel e Sara sentaram em frente as arvores, o Hatori deitou atrás de mim e me abraçou.

– Você não esta bravo comigo? – perguntei.

– Sim, mas isso não muda o fato que eu te amo. – ele sorriu e me beijou no pescoço me virando para seu lado.

– Vou me cuidar melhor! – o assegurei.

– Acho bom, mas por via das duvidas eu sempre vou estar com você para protege — lá.

Notas finais
Os heróis estão reunidos!