Hisadeva

1 Capítulo 1


Notas iniciais
Revelação dos destinos de nossos heróis

Faz apenas três dias que fiz dezoito anos! Agora a mais nova da turma também chegou à maior idade! Feliz? Eu? Imagina! Estou ansiosa pois, agora vou poder dirigir — Eu sei que isso não é a melhor coisa de fazer de dezoito anos mais é o que eu tenho esperado para fazer — Meus melhores amigos, July Rose, Hatori Onedara e Helio liuty, juntamente a mim, Lunally Premier, vamos sair para comemorar meu aniversario! Um passo para a nossa liberdade.

– Luna, nossos pais estão nos chamando no escritório do seu pai! – disse a July vindo toda saltitante. – E depois a gente vai sair com o Helio e o Hatori!

– Ok! O que eles querem? – perguntei curiosa.

– Sei lá! Eles chamaram nos quatro. – a July voltou saltitando pra o escritório junto comigo.

Nossos pais nos mandou sentar. O que será? Uma surpresa? Um carro?

– Meninos, chegou à hora de revelar quem realmente vocês são. – disse o senhor Onedara, o pai do Hatori.

– Como assim? – falou Helio tão empolgado quanto sua namorada a July.

– Meus queridos... – falou adorável Sra. Liuty, a mãe do Helio. — Não se assustem, isso faz muito tempo e as criaturas eram amigáveis por isso viviam com a raça humana em tempos atrás, mas agora os humanos não têm conhecimento sobre essa raça, ela foi separada da terra foi para um " tipo de dimensão diferente" da que vivemos.

Logo a mãe da July a Sra. Rose chegou à frente e disse. — A razão de vocês serem assim é porque vocês têm acesso à capacidade oculta do cérebro, vocês podem usar a uma parte do cérebro que outros seres não são capazes, o nosso subconsciente.

– Vários séculos atrás todos os humanos podiam usar todas as capacidades do cerébro mas, por causa da ganância e egoísmo destes a rainha Lucinda determinou que só aqueles que ela julgou serem humildes poderiam ainda usar todas as capacidades mágicas e estes foram escolhidos para ir para o " outro mundo". – Falou meu pai, o Senhor Premier

Sem entender nada do que estavam falando fui ficando nervosa e com medo de terem ficado malucos, visto meu nervosismo meus amigos começaram a ficar angustiados, o pai de Hatori começou a dizer. — Vocês não poderiam saber disto até que todos vocês fizessem dezoito anos, porque aos dezoito você ganha liberdade mágica é quando todas as suas habilidades são liberadas. – ele se levantou. – A magia é vinda de uma fonte e esta fonte é o símbolo de todas as magias, a qual foi roubada tirando toda a magia da terra, e limitando a magia da "outra dimensão" e fechando os portais de acesso, deixando as criaturas mágicas ameaçadas de extinção, pois não poderiam mais usar a magia liberiamente ainda tem o acesso a magia mas, ela não era duradoura, um dia ela vai acabar como a da terra acabou. — ele passou a palavra para a senhora Onedara.

– Descobrimos onde ela se encontra e é preciso recupera-lá e que agora vocês devem saber que Lunally você é uma fada, a July você é uma ninfa, Hatori você é um Elfo, e Helio você é um mago.

– Espera! O que? – eu falei confusa com a situação.

– Por favor, esperem vamos explicar direito. – falou minha mãe. – Vocês são de uma geração poderosa vinda de grandes seres mágicos que foram escolhidos para ir à busca da Aqua-luz, o símbolo com todos os poderes mágicos existentes, que a rainha Lucinda possuía, o simbolo mágico se encontrava na dimensão mágica Hisadeva.

Todos nos olhamos assustados, de olhos esbugalhados, sem saber o que dizer ou como reagir diante daquela situação, não tinha como ser verdade o que diziam! Deveriam estar brincando ou algo do tipo.

– Como vocês podem brincar assim? Gente eu preciso fazer outras coisas do que ter que escutar estas suas brincadeiras. — Helio fala impaciente com nossos pais, sem tentar entender o que estava acontecendo.

– Acalme-se meu filho, vamos explicar a vocês tudo direitinho. – diz seu pai, o senhor Liuty.

– Lunally, minha filha, lembra-se de uma pedra em forma de gota que tinha uma escritura que te dei de presente? – perguntou minha mãe estendendo a mão.

– Sim, eu me lembro. Quer que eu a pegue?

– Por favor, minha filha.

Hatori pediu para me acompanhar, ambos sem falar nada fomos até o meu quarto. Chegando lá abri a gaveta da minha mesinha de estudos e tirei uma caixa de vidro com a pedra em forma de gota que estava em cima de uma almofadinha de pano. Hatori estendeu a mão até a minha que estava segurando a pedra e a tomou de mim, e começou a olhar como se buscasse algo nela e parou na escritura que esta na gota d' água.

– Hatori, me entregue eu preciso levar ela pra minha mãe... – falei em uma tentativa inútil de persuadi-lo

– Acho que eles podem estar falando a verdade. – me interrompendo e olhando fixamente pra mim com os seus olhos azuis escuros com seus cabelos pretos caindo em sua testa levemente devido ao corte de cabelo, ele pegou minha mão e me puxou até a sala onde estavam nossos pais.

Eu e Hatori éramos muito ligados desde criança, eu realmente o entendia ou pelo menos tentava, apesar de não falar muito com as pessoas ele é bem popular em qualquer lugar que frequenta, pois ele é muito inteligente e bonito, ele fala muito comigo, como se abrisse só apenas a mim. No entanto por enquanto éramos só amigos.

Entreguei a pedra para minha mãe prendi meus cabelos louros pra cima em um rabo-de-cavalo, apesar do rabo cair imediatamente devido a textura lisa do meu cabelo, então dei um nó nele para que não me incomodasse, pois meu cabelo é muito comprido, depois levei meus olhos azuis turquesa a eles.

– Essa pedra é um antigo símbolo da classe da raça de fadas, Morgana Le Fay (as physis) sua ancestral Luna, era protetora do rei Arthur em Avalon, ela era uma fada Le Fay com o dom de manipular a magia, podendo perceber qualquer magia e a dominado por certo período como você sendo uma fada tambem pode, pois você é uma Le Fay, os elfos são seres da fertilidade com dons incríveis ligados aos elementos, no seu caso Hatori a sua raça é do elemento: fogo, pois você vem dos elfos que convivem com dragões e são ótimos arqueiros e esgrimistas (isso explica o ótimo senso de mira do Hatori), as ninfas lindas moças com incrível poder de sedução, são de uma raça que não se familiarizava muito com a raça humana pelo fato de sua classe ser as Hespérides, das ninfas guardiãs do jardim Hespérides, onde crescia frutos de ouro que dava imortalidade a quem os comece, sendo que os frutos eram até confundidos com o fruto do jardim do Éden, por esse motivo os humanos sempre queriam invadir o jardim em busca dos frutos, como o deus dos frutos era um deus de água, podendo se interpretado com o deus Apollo, ele dava as ninfas o poder de controlá-la, assim você a controla tambem July, os magos homens os quais tinham praticas de magias confundidas com bruxaria são bastante poderosos, Helio você vem da analogia do Zoroastro um mago das estrelas, assim ele também pode controlá-las, mas seu ocultismo vem muito além disto dizem que há seres estelares no céu os quais podem ser controlados por magos estelares de muita sabedoria e poder.

– Ótimo! Poderiam me responder porque agora? Porque hoje vocês resolveram nos contar isso? – indagou Hatori sem olhar para eles, ele olhava para a pedra de gota d água.

A mãe da July meio desajeitada disse: Isso que eu queria falar, a rainha lúcida morreu há séculos e a pedra Aqua-luz era o que mantinha os seres mágicos na terra, que eram poucos,pois ela separou as dimensões e alguns preferiram ficar na terra, a pedra que os deixava em contato com o reino mágico Hisadeva, não se sabe nem como? nem porque? nem quem? Mais a pedra Aqua-luz sumiu no reino e os portais sumiram de ligação dos reinos também há aproximadamente três séculos, agora os seres que foram presos em Hisadeva descobriram que se unirem os poderes de uma fada de Le fay, um Elfo do fogo do dragão, uma ninfa do jardim de Hespérides e um mago das estrelas zoroastro com os poderes do céu eles podem ter chances de recuperar a pedra aqua-luz.

– Nos somos esses “seres mágicos”? Sem menor estranheza, somos eles? – fala July nervosa agitada com as mãos.

– Calma, minha querida! Não fique nervosa é questão de tempo até vocês se acostumarem com seus poderes e com a vida de “seres mágicos” como você diz. – diz a mãe dela também nervosa.

–Porque nos somos os escolhidos? — falei assustada com a situação me aproximando de Hatori, ele passou o seu braço pelos meus ombros. – Como vocês sabem que nos somos estes seres mágicos?

– Eu não sei explicar direito, mas vocês são descendentes de raças poderosas e vocês são os representantes dessas raças, pois eles escolheram vocês... Os seus pais... – disse minha mãe com um olhar de tristeza.

– Mas se eu sou uma fada você também é, não é? – falei mais desorientada do que estava.

– Minha filha, acontece que nós... – ela encerrou a fala com lagrimas.

– Minha filha – disse meu pai – não! Todos vocês, acontece que nos somos humanos... Não convivemos com a rainha, não tivemos “poderes”... E nos não...

– Então, não há como vocês serem nossos pais, não é? –disse Hatori fuzilando nossos pais com o olhos.

– Sim, é isso... – disse o Sr.Hatori.

– Como vocês sabem sobre Hisadeva e como “criaturas mágicas” foram param em suas mãos? – Hatori continuando sem relutar a conversa. – Os portais não foram fechados? Como viemos para este lado?

– Os pais de vocês estão presos em Hisadeva, quando foi feito o feitiço das crianças escolhidas há 300 anos pela rainha Lucinda que foi quando ela previu o que aconteceria ela orientou todos os seres mágicos da chegada do prometidos, passados 300 anos eles souberam que eram vocês as crianças devido as orientações da profecia e vieram para a terra, assim nos encontraram, pois como sabe todos estudamos essas coisas, somos arqueólogos e historiadores e estávamos em uma exploração nas partes antigas da biblioteca de alexandrina, no local que o incêndio havia queimado vários arquivos o qual possuía muitos livros e pergaminhos preciosos de vários temas a qual a maioria como eu disse foram queimados no incêndio. – o senhor Onedara foi ficando atrapalhado com as palavras. — Nela continha cavernas subterrâneas que ficavam os livros sobre seres místicos, sobre alquimia, alienígenas, e sobre o cosmo e Omega entre outros temas e lá havia livros escondidos sobre Hisadeva, sobre as espécies de lá, sobre os tempos que mantinham contato com humanos em que todos podiam ter acesso a magia, mas é claro estavam queimados e o que sobrou estava na língua nativa de hisadeva, como não havia referencia alguma de uma língua original para deciframos não sabiamos o que estava escrito.

– E como vocês nos acharam? – disse Hatori impaciente com a lorota do seu pai.

– Eles apareceram perto das áreas que estávamos trabalhando, nós os ajudamos e eles nos falaram sobre o mundo deles, sobre o que estava escrito nos pergaminhos, sobre a rainha, a pedra, a guerra que estavam enfrentando. Eles ficaram por dois meses conosco e falaram que seus filhos eram... Especiais, então nos pediram pra cuidar deles... E assim foi m-meu filho – o pai de Hatori começou a gaguejar em soluços parecia que sofria com aquilo. – E — eu não que — queira que fosse assim, mas não iria chegar para uma criança de dois anos e falar você é um Elfo o mundo depende de você... Você iria achar certo?

Hatori ficou perplexo, sem dizer nada me soltou e se virou para janela de vidro ao lado.

– Mas... Como? Bem, porque assim? Porque... – não sabia o que dizer a eles parei do lado da poltrona que estava sentada e fiquei olhando pra eles.

– Por favor, vamos dar um tempo para vocês pensarem... Uma semana, depois disso devemos começar a busca da pedra – minha mãe falou com sua paciência indescritível. Eu não resisti, corri e abracei aquela mulher, ela não era minha mãe, como isso poderia ser possível? – Minha filha, venha. – ela nos chamou para sairmos, a July e o Helio estavam espantados como, saíram os dois rapidamente sem dizer nada.

– Espera um pouco, vai na frente! – falei para minha mãe, chorando esperei que todos fossem embora do escritório, como havia pensado o Hatori ainda estava olhando para o nada através das janelas de vidro. – Hatori... Você... Eu... Todos estão confusos... Devemos pensar um pouco e não gosto disto também... Quer dizer, eu não compreendo muito isso e não sei o que aconteceu... eu...

– Eu sei! Eu também. – ele me deu um beijo na testa, enxugou minhas lagrimas, pegou minha mão e me redirecionou para fora da sala.

Notas finais
Espero que tenham gostado!